Economia

Taxa de desemprego na Grande São Paulo cai para 17,9%, segundo a Dieese

Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas

Uma boa noticia para os moradores da região da Grande São Paulo. Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade), desde maio, foi observada que a taxa de desemprego vinha caindo nos 39 municípios paulistas. De 18,3%, em julho, passou para 17,9% da População Economicamente Ativa (PEA) no mês de agosto.

Os registros foram divulgados nesta quarta-feira (27). O número mostrado representa queda de 2,2%. Porém, não dá para se animar tanto assim. Apesar das taxas de desemprego caírem nos últimos meses, ainda está complicado para encontrar emprego na região.

No ano passado, a porcentagem de desempregados era de 17,2%, e em 2015 o número foi de 13,9%. Já em agosto deste ano, foi contabilizado 1,988 milhão de pessoas desempregadas, o que foi menor a julho.

Um corte no comércio foi considerado a pior taxa. Foram demitidos 61 mil pessoas. Em segundo lugar, ficou a indústria, com 15 mil trabalhadores demitidos. A taxa só não foi pior, porque as contratações superaram as dispensas dos colaboradores nos setores. Foram sete mil empregos, uma alta de 1,2% e, nos serviços, 40 mil, um aumento de 0,7%. O setor púbico também teve queda. Uma média de -4,3% a -0,3% do setor privado.

Qualidade dos empregos criados

Chama atenção também, além dos números de empregos e desempregos caírem ou não, é a qualidade dos serviços oferecidos pelas empresas. Os contratos sem carteira assinada caíram 1,6% e manteve-se praticamente estável o número de trabalhadores registrados (-0,1%), o que, este último, gera melhor qualidade no serviço prestado pelo empregado ao empregador, pois, a carteira assinada proporciona melhor e mais benefícios ao colaborador.

A queda entre trabalhadores autônomos caíram em 2%, segundo registro do Dieese. Registrando um aumento de,8% nas oportunidades de emprego doméstico.

Ainda houve uma recuperação de 1,7% nos ganhos, entre junho e julho com os assalariados passando a receber a média de R$ 2.137. Em relação aos ocupados, o rendimento aumentou 2% ,com a média de R$ 2.076.

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