Destaques, Empregos e Estágios

Grupo Vila abre vagas de emprego e estágio no Rio Grande do Norte

O Grupo Vila está com diversas oportunidades de emprego para o Rio Grande do Norte. Em Natal, as vagas oferecidas são de Analista de Central de Serviços, Cerimonialista, Estagiário de Suprimentos e Vendedor Externo. Já no município de Patu, as vagas oferecidas são de Auxiliar Administrativo. Há ainda vagas para Vendedor Externo em Assu e Mossoró. As contratações — exceto para a vaga de estágio — atendem à CLT e são para tempo integral.

Para a coordenadora do setor de Recursos Humanos do Grupo Vila, Renata Bonavides, cada vaga tem sua especificidade, mas é necessário que o candidato atenda aos valores da empresa. “Nós preparamos o funcionário para ser um profissional do luto, mas para ser um colaborador. Esse candidato precisa ter um espírito servidor, estar disposto a construir um ambiente de colaboração e agir com responsabilidade e disciplina, que são alguns dos nossos valores”, explica.

Para participar da seleção, os interessados devem se cadastrar no site do Grupo Vila (www.grupovila.com.br/trabalhe-conosco).


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Destaques, Empregos e Estágios, RN

Setor do varejo e serviço deve abrir mais de 3 mil vagas temporárias no RN

Dados divulgados essa semana pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal), apontam que o comércio vai contratar funcionários temporários de olho nas vendas de fim de ano.

De acordo com o presidente da CDL Natal, Augusto Vaz, só em Natal serão 1.750 novas contratações, já no Rio Grande do Norte como um todo, serão 3.100. Fato comemorado pelo líder empresarial. “Falar de novas contratações é muito bom, são novas oportunidades para trabalhadores, empresários e consumidores. O fim do ano é visto por nós lojistas, como um momento de grandes oportunidades e de fecharmos 2019 de forma positiva”, afirmou ele.

Ainda segundo Vaz, o mercado local está na fase de seleção desses temporários. Ele afirma que o trabalho efetivo começa em novembro e se estende muitas vezes até janeiro do ano seguinte, podendo ainda o funcionário ser efetivado após os três meses, a depender do desempenho.

Otimismo em relação as vagas temporárias é nacional

Faltando três meses para as comemorações de fim de ano, os setores varejista e de serviços já vêm se preparando para um dos melhores períodos que promete aquecer o setor com a contratação de novos profissionais. A estimativa é de que aproximadamente 103 mil vagas serão abertas até dezembro em todo o Brasil — um aumento de 43,8 mil postos de trabalho em relação ao previsto ano passado.

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Destaques, Empregos e Estágios, RN

Comércio deve abrir mais de 100 mil oportunidades para o fim de ano; no RN são 3 mil vagas temporárias

Faltando três meses para as comemorações de fim de ano, os setores varejista e de serviços já vêm se preparando para um dos melhores períodos que promete aquecer o setor com a contratação de novos profissionais.

Uma pesquisa realizada em todas as regiões do país pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) estima que aproximadamente 103 mil vagas serão abertas até dezembro — um aumento de 43,8 mil postos de trabalho em relação ao previsto ano passado. Em todo o Rio Grande do Norte, elas devem chegar a 3.100 – sendo 1.750 novas contratações apenas em Natal. A principal justificativa para os reforços do quadro de funcionários é atender ao aumento da demanda neste período do ano.

“O número apresentou crescimento e pode sinalizar que o mercado de trabalho começa a reagir de forma mais efetiva diante da lenta melhora na atividade econômica. Embora o movimento ainda esteja longe de ser suficiente para fazer frente ao elevado número de desempregados no país, já há indícios de um reestabelecimento da confiança do empresário”, analisa o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

A pesquisa também mostra que a maior parte (48%) dos empresários consultados deve contratar mais este ano do que no ano passado, enquanto 37% planejam abrir o mesmo número de vagas. Apenas 9% pretendem contratar menos funcionários. Considerando os que irão ampliar o quadro, 41% acreditam que a perspectiva de retomada da economia deve refletir no aumento das vendas — um crescimento de 30% em relação a 2018. Para 39%, a intenção é suprir a demanda para vender mais e 17% acreditam ser necessário investir na qualidade do atendimento.

Mercado potiguar

Ainda segundo pesquisa, o mercado potiguar está na fase de seleção desses temporários. De acordo com a CDL Natal, as contratações começam em novembro e o trabalho se estende, muitas vezes, até janeiro do ano seguinte. Mas há possibilidade de esse funcionário ser efetivado após os três meses, a depender do desempenho. “Para quem busca essa contratação temporária, já está na hora de começar a distribuir currículos, ressalta.

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Empregos e Estágios, Notícias

Como evitar a fofoca nas empresas?

As fofocas podem começar de um jeito aparentemente inofensivo, como um boato, como uma piada ou até como um comentário maldoso. Às vezes, fica difícil identificar como ela teve início, mas, mesmo sem grandes pretensões, não se engane, a fofoca pode ganhar força e criar um impacto tão negativo no clima organizacional que pode, inclusive, comprometer a produtividade e as motivações dos colaboradores de quererem permanecer nas empresas.

O assunto é tão delicado que em uma pesquisa realizada recentemente pelo LinkedIn, com cerca de 17 mil usuários de 16 países, a fofoca apareceu como sendo o problema que mais irrita os brasileiros, com um índice de 83%. Ou seja, quatro em cada cinco colaboradores apontaram-na como o fator mais irritante dentro do ambiente corporativo.

As fofocas são comentários desnecessários, de cunho pessoal ou profissional, com o objetivo de denegrir a imagem de alguém. Na maioria das vezes, elas aparecem e crescem em empresas que não tomam medidas de comunicação e transparência suficientes para coibir esse tipo de prática.

Normalmente, o perfil do autor(a) de comentários maldosos tende a ser um profissional mais negativo, do tipo que prefere terceirizar responsabilidades. Há ainda os perfis mais manipuladores, que usam a fofoca como prática de politicagem, a fim de conquistar benefícios próprios, típicos de quem faz parte das famosas “panelinhas”. O problema pode ocorrer nas mais diversas esferas da empresa e em todos os níveis da hierarquia.

Independentemente de onde a fofoca se concentre, inevitavelmente, ela cria ambientes tóxicos, que favorecem a insegurança, o medo, a instabilidade emocional e até a desmotivação. As vítimas dos boatos maldosos podem desenvolver síndromes como depressão e burnout, podendo aumentar, inclusive, o índice de absenteísmo.

O problema é tão sério que a produtividade fica altamente comprometida. Segundo Sam Chapman, consultor e autor do livro “A empresa livre de fofoca”, os boatos consomem, em média, 65 horas anuais de cada funcionário, prejudicando a empresa como um todo.

Por isso, é inevitável que medidas sejam tomadas para evitar a prática. O ideal é que a empresa crie espaços para que os colaboradores sintam-se seguros e à vontade para falarem abertamente sobre sua vida pessoal e profissional, com quem quiserem e se quiserem, criando um ambiente amigável e livre de julgamentos. Os feedbacks pontuais também ajudam muito nessa política de transparência, principalmente entre pares, líderes e subordinados.

É importante que todos assumam responsabilidades e sejam orientados a não propagar informações e comentários ofensivos e de origem duvidosa. O mal precisa ser cortado pela raiz. E, se algum boato surgir, é interessante contra argumentá-lo com o que chamamos de “fofoca do bem”, onde em vez de enaltecer um defeito de alguém, fazemos o oposto, propagando uma qualidade sua.

Além de um trabalho preventivo, campanhas, exibição de vídeos e pesquisas, o RH deve ser acionado para atuar em casos mais extremos, devendo até adotar medidas severas. Dependendo das consequências causadas por uma fofoca, muitas vezes, advertências e demissão do causador da fofoca tornam-se necessárias, a fim de evitar que mais danos aconteçam e que o ambiente de trabalho se torne tóxico. A empresa também deve implantar programas de bem-estar, que valorizem a saúde mental e emocional de todos.

O mais importante é que tanto colaboradores, quanto gestores e profissionais de RH entendam que um ambiente organizacional livre de fofocas depende da postura de cada um. Quem se sente vítima de um boato deve imediatamente se reportar ao seu gestor e ao RH. Da mesma forma, quem se depara com uma fofoca, tem obrigação de responder com o silêncio, não levando o assunto adiante. Quando cada um assume seu papel, todos saem ganhando. É aquela história de “não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você”.


Artigo especial escrito por Dalton Morishita para o Portal N10. Ele é administrador de empresas com especialização em Business pela Australian Professional Skills Institute, e headhunter na Trend Recruitment, consultoria boutique de recrutamento e seleção para marketing e vendas.

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Empregos e Estágios, Notícias

Como conseguir emprego após os 40 anos

Ao contrário do que se imagina, idade não é documento quando se trata de conseguir um emprego. Assim, quem já passou dos 40 anos tem chances de encontrar uma oportunidade de trabalho. E dependendo da posição, as empresas preferem pessoas com mais anos de experiência. “Portanto, não se apegue a mitos que falam das dificuldades de arrumar um emprego depois dos 40. Atualmente, o mercado assume uma nova postura, muito mais voltada à valorização da experiência e da garantia da diversidade também de gerações dentro das organizações”, afirma João Dantas, gerente de recursos humanos da Gi Group Brasil, filial da multinacional italiana de recursos humanos.

Segundo Dantas, há sempre portas abertas para os que querem voltar à ativa no mercado de trabalho, ainda mais se têm experiência e maturidade que podem ser fundamentais para o bom desempenho da função. “Mas é preciso manter agilidade, pró-atividade e vontade de aprender sempre”, ressalta.

“Se você ficou muito tempo fora do mercado, ou está mudando de carreira, não espere altas remunerações. Lembre-se que está recomeçando. Sua experiência poderá ser usada para negociar uma remuneração mais elevada quando conseguir comprovar o retorno financeiro que ela pode gerar”, alerta o especialista da Gi Group.

Se esse retorno não for mensurável, Dantas aconselha analisar as possibilidades de vagas e escolher a que mais se adequar ao seu momento de vida, levando em consideração outras vantagens como a proximidade da sua residência, flexibilidade de horário, a possibilidade de trabalhar em regime home-office e o pacote de benefícios, principalmente a assistência médica que tende a ficar mais cara nessa faixa etária.

Como se preparar

Foto: Pixabay (rawpixel)

Confiança acima de tudo

Cada vez mais as empresas estão derrubando a “barreira da idade”. Há oportunidade para todas as faixas etárias. Portanto, confie em si mesmo e procure o seu propósito profissional.

Aprenda algo novo

Para quem nunca trabalhou, é preciso fazer um curso de qualificação na área que quer atuar e, especialmente, adquirir conhecimento de informática. Com a informatização e automação dos serviços, a habilidade de trabalhar com tecnologia está se tornando cada vez mais importante em todos os níveis hierárquicos e áreas.

E quem está afastado há tempos do mercado de trabalho é importante fazer curso de atualização, verificar o que mudou na atividade que exercia, e quais conhecimentos deve aprimorar para que possa dominar o processo atual. Há uma série de novidades para serem absorvidas, como nova geração de softwares, mudanças na legislação e até mesmo um novo ritmo, processos e cultura corporativa.

Lembre-se que muitos sindicados, Ongs e entidades de classe costumam oferecer cursos gratuitos de capacitação.

Aprenda com os mais jovens

Estar disposto a conhecer o novo e aceitar que esse ensinamento muitas vezes virá através de alguém mais jovem é fundamental para que esse retorno ao mercado seja bem-sucedido.

O fato de ter um chefe com menos idade não deve ser encarado como uma barreira, mas sim como uma oportunidade de aprendizado. Por outro lado, as empresas têm buscado cada vez mais preparar esses gestores para os possíveis choques culturais entre as gerações.

Atualize o seu currículo

Se você está fora do mercado há alguns anos, é bem provável que o seu currículo esteja em um formato desatualizado. O currículo é o seu primeiro contato com o recrutador, prepare-o de forma objetiva. Ninguém quer saber do curso de datilografia que você fez em 92. Para saber sobre novos modelos de currículos e quais os pontos mais importantes que deve ficar atento, faça uma pesquisa na Internet em canais confiáveis como sites de revista de negócios e consultorias de recursos humanos.

Destaque no currículo o cargo e as atividades exercidas, de forma resumida, clara e em ordem cronológica, datando o período em que assumiu cada função. Ainda no descritivo de cada cargo, ressalte os resultados, habilidades e conquistas importantes ao longo da trajetória profissional. Também vale citar no histórico profissional, trabalhos voluntários realizados e que ajudaram a adquirir experiência para determinadas funções.

Acione seus contatos

Procure amigos, colegas, ex-chefes, familiares e conhecidos na hora de buscar emprego e peça indicação de vaga e de outras pessoas que possam ajudá-lo a encontrar uma oportunidade.

Use as redes sociais e Internet

As empresas e consultorias de recursos humanos costumam postar vagas e procurar profissionais que necessitam na Internet. Portanto, faça o cadastro e busca no LinkedIN, Indeed, Google e sites de empregos confiáveis. Leia os anúncios com muita atenção e preencha o cadastro sempre que encontrar uma posição que tem a ver com seu perfil, pede conhecimentos e experiências que possui.

Reforce suas qualidades na entrevista

Na entrevista concentre-se em seus pontos fortes e nunca nos que não sabe ou não teve oportunidade de conhecer. Se você está de frente para o recrutador é porque ele acredita que você tem as qualificações e seu currículo chamou a atenção a ponto de fazê-lo crer que a sua contratação pode agregar valor para a companhia.

Conte sua história com calma, focando nas experiências mais relevantes e que estão relacionadas com a vaga. Porém cuidado para não ser prolixo e acabar revelando ao recrutador os seus medos.

Para os recrutadores é mais importante perceber o quanto o candidato está interessado em agregar valor para a empresa do que alto cargo que ocupava antes de se distanciarem do mercado.

Trabalhos temporários

Os empregos temporários podem ser o caminho tanto para adquirir experiência como também para conseguir efetivação em cargo fixo. Por isso, nesse caso, é importante mostrar as suas habilidades e eficiência, para deixar uma imagem positiva à empresa para qual está prestando serviço.

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