Destaques, Empregos e Estágios

Saiba o que mudou com a Lei do Estágio e esclareça algumas dúvidas

De acordo com um levantamento divulgado pelo Ministério da Educação, em 2016, 9,2% dos estudantes do ensino superior de todo país estavam estagiando. E de fato, essa é uma fase de suma importância e que muitas vezes, se torna decisiva para uma carreira. Na última terça-feira (25.09), a Lei nº 11.788, conhecida como Lei do Estágio e responsável por alterar a CLT e garantir mais direitos aos estudantes que procuram o mercado de trabalho para colocar em prática o que aprendem nas salas de aula, completou 10 anos e destacou ainda mais os avanços nas relações de trabalho.

A Lei está em vigor desde 25 de setembro de 2008 e possibilita uma relação equilibrada entre contratados e contratantes. De um lado, estagiários ganham a oportunidade de aprendizagem e de ter contato com atividades específicas da sua profissão. E do outro, empresas, além de economizar com esse tipo de contratação, também podem ter a oportunidade de formar os seus futuros profissionais.

Caio Braga, de 22 anos, está no último semestre do curso de Engenharia Civil

Caio Braga, de 22 anos, está no último semestre do curso de Engenharia Civil, mas teve a oportunidade de estagiar desde quando estava na metade da sua graduação e hoje continua no mercado de trabalho. Segundo ele, o estágio sempre foi, além da sala de aula, fonte de troca de conhecimento e um oportunidade de pôr em prática os assuntos abordados na faculdade. “O estágio aumenta o meu networking e abre portas para novas oportunidades, uma vez que estagiar engloba desde o contato com a vida prática até a preparação profissional e então, puder galgar melhores oportunidades no mercado”. Caio também acredita que estagiar da metade para o final do curso é mais adequado, já que o aluno neste momento já tem uma carga de conhecimento suficiente para entender os processos e as tarefas da profissão.

Entre as principais mudanças ocasionadas pela Lei do Estágio se encontra: Limite para a carga horária dos estagiários, ou seja, para os estudantes do Ensino Superior, Educação Profissional e Ensino Médio, a jornada máxima é de seis horas diárias e 30 horas semanais. No caso de estudantes de Educação Especial e dos anos finais do Ensino Fundamental, a carga horária máxima é de quatro horas diárias e 20 horas semanais.

Estágio na mesma empresa ou instituição também não pode ser superior a dois anos. E no caso de estágio não obrigatório, os alunos devem receber bolsa-auxílio e vale-transporte. Eles também têm direito a férias remuneradas de 30 dias –  se tiverem completado doze meses de estágio na mesma empresa – ou proporcionais em contratos com duração inferior a 12 meses. Caso a empresa esteja em desconformidade com a legislação, ficará impedida de receber estagiários por dois anos.

De acordo com o Sistema Nacional de Estágio – IEL, o número de oportunidade de estágio tem crescido, principalmente, porque as empresas tem percebido nessa forma de contratação, um oportunidade de formar futuros profissionais para atuarem consigo e por conta, do estágio ter sido a principal ferramenta de ingresso dos estudantes no mercado de trabalho, uma vez que estes têm a oportunidade de mostrar seu potencial para a empresa e ampliar as possibilidades de efetivação.

Para estagiar, é necessário estar matriculado em alguma universidade, escola ou fazendo um curso técnico. Mas caso você ainda não esteja estudando em algumas dessas modalidades de ensino, não precisa se preocupar, o Educa Mais Brasil pode ajudar você. O programa educacional oferta bolsas de estudo para todas essa modalidade e muito mais. Não perca tempo, invista na sua educação e se prepare para o mercado. Se interessou? Acesso o site do Educa Mais Brasil e confira todas as oportunidades disponíveis na sua região. É gratuito.

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Saiba quais profissões oferecem os melhores salários da atualidade

Um levantamento feito pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontou que a área de Engenharia e Sistema da Informação registraram as remunerações mais altas até agora em 2018.

No ranking do Caged, que traz as profissões com os maiores salários, podemos observar que a pessoa que ingressa no curso de Engenharia Mecânica, pode obter um salário médio de R$ 9 mil. O curso de Sistema da Informação se encontra em segundo lugar e apresenta um salário médio de R$ 8 mil.

Na hora de escolher essas e outras graduações que são lucrativas, é bom lembrar que o perfil do profissional e os possíveis cargos que ele pode ocupar também influenciam. A remuneração depende também de fatores como região, tempo de carreira e cargo ocupado.

Uma pesquisa realizada pelo IBGE também revelou que o salário é proporcional ao tempo gasto com os estudos. O levantamento descobriu que aqueles com 12 anos ou mais de estudo, ganhavam, em média, R$ 27 por hora. Portanto, quem tinha até quatro anos de estudo ganhava, em média, apenas R$ 7.

Confira dez profissões que apresentam os melhores salários de acordo com o levantamento do Caged:

1. Engenharia Mecânica – R$ 9.245,20
2. Sistema da InformaçãoR$ 8.206,57
3. Engenharia ElétricaR$ 8,140,39
4. Engenharia de ProduçãoR$ 7,870,96
5. Engenharia QuímicaR$ 7,832,92
6. Engenharia EletrônicaR$ 7,552,11
7. Engenharia CivilR$ 7,465,51
8. GeologiaR$ 7,345,90
9. Engenharia da ComputaçãoR$ 6.939,40
10. AgronomiaR$ 6.874, 74

Fonte: Bárbara Maria – Ascom EMB

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Petrobras abre 50 vagas no RN para o Programa Jovem Aprendiz

O edital de processo seletivo com vagas para o Programa Petrobras Jovem Aprendiz (PPJA) foi lançado e as inscrições para 50 vagas serão abertas na próxima segunda-feira (24). As oportunidades são para NatalMossoró.

Para a inscrição, o candidato precisa ter:

  • Entre 16 anos e 18 anos de idade, completos, até o último dia da inscrição;
  • Renda per capta familiar de até meio salário mínimo por pessoa;
  • Não ter registro na carteira de Trabalho;
  • Não ter participado de Programa de Aprendizagem;
  • Ter concluído o Ensino Fundamental na rede pública de ensino;
  • Estar cursando ou ter concluído o Ensino Médio na rede pública de ensino;
  • O candidato não deve ter cursado, estar matriculado e nem cursando ensino médio técnico ou superior até o dia da assinatura do contrato.

Benefícios oferecidos

a) Um salário mínimo vigente;
b) Vale-transporte ou transporte oferecido pelo Programa;
c) Vale-refeição ou alimentação oferecido pelo Programa;
d) Uniforme e equipamento de proteção individual (EPI), este último, quando necessário;
e) 13º salário;
f) Férias;
g) FGTS.

Jornada, curso e contrato de aprendizagem

A jornada de aprendizagem será de 20 (vinte) horas semanais, sendo 4 (quatro) horas diárias, de segunda a sexta-feira, em turno que atenda conveniência da Instituição Formadora e da Petrobras. O contrato especial de aprendizagem terá duração de até 14 (catorze) meses consecutivos.

Inscrições

A inscrição será gratuita e realizada exclusivamente via Internet, a partir das 0h00min do dia 24 de setembro às 23h59min do dia 28 de setembro de 2018, observando o horário oficial local. Basta acessar o site www.conpass.com.br, no qual estará disponível o Edital e o Formulário de Inscrição.

Provas

Quem tiver a inscrição validada, passará por uma prova objetiva de caráter classificatório e eliminatório. A prova objetiva constará das disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, em um único caderno, com nível de complexidade de acordo com os assuntos lecionados do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, listados abaixo:

a) Língua Portuguesa: Compreensão e interpretação de texto (verbal e/ou não verbal). Ortografia. Acentuação gráfica. Pontuação. Morfologia: classes de palavras (artigo, substantivo, adjetivo, pronome, numeral, verbo, advérbio, conjunção, preposição e interjeição). Termos da oração (sujeito e predicado, predicado verbal, nominal e verbo-nominal, verbos transitivos, intransitivos, deligação e seus complementos, adjunto adnominal e adverbial).

b) Matemática: Operações básicas. Resolução de problemas envolvendo as operações básicas (soma, subtração, divisão e multiplicação). Operações com fração. Números e grandezas proporcionais. Razões e proporções. Regra de três simples. Porcentagem. Juros simples.

Cada questão de múltipla escolha da Prova Objetiva conterá 4 (quatro) opções de respostas, das quais apenas uma será correta. Para mais informações, clique aqui e confira o edital.

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Profissional de TI é o mais requisitado da atualidade

Estar preparado para trabalhar nos setores de inovação e transformação digital, com habilidades que favorecem os negócios no ambiente digital, é a principal característica buscada pelas empresas no mundo atual. Profissões como supervisor de TI, gerente de canais (tecnologia), analista de Big Data, gerente de transformação digital, estão entre as mais demandadas no país nos últimos meses. Um trabalho realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) indica ainda o surgimento de 30 novas ocupações em oito áreas que devem sofrer o maior impacto da chamada Indústria 4.0, termo utilizado para a integração do mundo físico e virtual por meio de tecnologias digitais, como internet das coisas, big data e inteligência artificial.

Uma pesquisa da empresa de recrutamento Michael Pages corrobora com o trabalho do SENAI. Profissionais de TI estão entre os 17 mais requisitados pelo mercado de trabalho no primeiro semestre de 2018, ao lado também de cargos de coordenador ou gerente de Transformação Digital, como mostra levantamento da empresa. Segundo especialistas, ao mesmo tempo em que surge um novo mundo, mais tecnológico, é preciso estar preparado para viver dentro dele. Para o diretor-nacional de Operações do SENAI, Gustavo Leal, um dos desafios é, justamente, ter profissionais prontos para essa nova realidade.

“Nós precisamos muito, como País, de termos estratégias muito bem definidas em relação à preparação de uma infraestrutura adequada para isso, principalmente, no que diz respeito à conectividade, à velocidade de internet. Mas, talvez, o desafio principal seja a capacidade que o país venha a desenvolver de formar as pessoas com perfis competentes, adequados para esse novo patamar tecnológico”, pondera Gustavo. O trabalho do SENAI mostra que profissões como engenheiro de cibersegurança, técnico em informação e automação, mecânico de veículos híbridos e projetista para tecnologias 3D devem surgir e se consolidar no mercado nos próximos cinco a dez anos.

A capacitação de recursos humanos para atender essa demanda do mercado de trabalho está entre os sete desafios listados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em estudo enviado aos candidatos à presidência da República, para incorporação e desenvolvimento da indústria 4.0 no Brasil. “Tem uma série de medidas no campo regulatório, no campo do financiamento, no campo do apoio a desenvolvimento tecnológico que precisam ser tomadas de forma coordenada. Medidas pontuais não vão dar conta do desafio que a gente tem pela frente”, explica o gerente-executivo de Política Industrial da CNI, João Emílio Gonçalves.

O estudo da Confederação trata dos benefícios que virão para o país com a incorporação da indústria 4.0; faz uma análise sobre a capacidade do Brasil em competir internacionalmente neste setor e enumera desafios pelos quais o país terá de passar para alcançar o nível de mudança tecnológica demandado pelo mundo. Entre as recomendações sugeridas pelo setor empresarial está a priorização de políticas de difusão e indução à adoção das novas tecnologias; disponibilidade de mecanismos específicos para promover o desenvolvimento tecnológico, privilegiando tecnologias digitais e a ampliação e melhora da infraestrutura de telecomunicação, em especial de banda larga.

Capacitação ‘modo on’

O SENAI 4.0 surge como uma resposta às demandas dessa nova indústria, com oferta de soluções em Educação, Tecnologia e Inovação. As empresas precisam se preparar para atender as necessidades do mercado por produtos mais inteligentes e customizados, assim como os profissionais dessas empresas devem estar familiarizados com as tendências e tecnologias requeridas, para que possam desenvolver as suas atividades de forma alinhada às novas demandas de mercado.

Para isso, foram criados cursos técnicos, de aperfeiçoamento profissional e pós graduação nas tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0 (Computação em nuvem, big data, segurança digital, internet das coisas, integração de sistemas, robótica avançada, manufatura digital, manufatura aditiva). Segundo o professor Universidade de Brasília (UnB) e especialista em inovação, tecnologia e recursos Antônio Isidro da Silva Filho, é importante que os governos estabeleçam uma política efetiva de educação profissional no país. “Então, hoje nós temos oportunidades profissionais para cargos e funções que se utiliza tecnologia digitais, mas temos escassez de mão de obra qualificada para essas funções. Isso sinaliza que se tivermos política pública de educação profissional e educação tecnológica, para que isso gere oferta de mais mão de obra, a tendência é que possa aumentar a produtividade do país”, observa.

Big Data

Um dos cinco setores que mais contrataram em 2017 foi o de Tecnologia da Informação, a TI, para o cargo de Big Data, também segundo pesquisa da empresa de recrutamento Michael Pages. O profissional precisa gerir e analisar dados com o objetivo de garantir mais eficiência e rentabilidade para a empresa, e também obter insights que contribuam com a expansão dos negócios. O salário pode chegar a R$ 30 mil, como aponta a Michael Pages. “É uma tecnologia que fez com que uma nova profissão começasse a se desenhar, nos últimos anos, que é o analista de Big Data, e sobretudo aplicasse rotinas de inteligência artificial, de aprendizagem de máquinas, por exemplo, para que se possa ajudar os processos gerenciais, científicos, profissionais, para uma melhor compreensão da realidade”, detalha Antônio Isidro.

Hoje, por exemplo, um gestor público responsável pela implementação de uma política pública consegue avaliar se a política foi bem avaliada, se trouxe impacto na realidade que se propõe a atuar, com o uso do Big Data. Pode monitorar a implementação e o funcionamento de uma política pública, tendência de mercado, pesquisa de prospecção de clientes. “Ou seja, a utilização de Big Data junto com Inteligência Artificial, aprendizagem de máquina, potencializa e muito resultados que empresas e profissionais podem gerar no mercado”, finaliza Isidro.

Profissional de TI é o mais requisitado da atualidade

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Confira seis passos para ter um bom desempenho em uma entrevista de emprego

Uma boa postura, um sorriso sincero e um aperto de mão podem fazer toda diferença nesse momento. Controlar as emoções também pode ser essencial para passar uma boa impressão antes da primeira palavra. De acordo com Henrique Ramos, diretor da área de Carreiras da Talento.RH, até uma boa noite de sono e uma alimentação leve fazem a diferença. “Treinar o ouvido para entender bem a pergunta que está sendo feita e responder adequadamente pode ser um diferencial. Mesmo que o candidato não conquiste aquela posição, deixará uma marca positiva para futuros processos seletivos”, assegurou.

Segundo Henrique os dados coletados em uma entrevista são checados e, se surgir alguma inconsistência, o candidato poderá ser descartado. “Hoje, está cada vez mais comum as avaliações sobre a integridade do profissional, como exemplo PIR – Avaliação da Integridade Aplicável para candidatos e funcionários que tem como objetivo identificar o nível de resiliência que o profissional possui quando exposto a dilemas éticos profissionais no exercício de suas atividades”, detalha.

Como dica principal para quem está no processo de entrevistas Henrique cita que é necessário que o entrevistado tenha em mente que também pode escolher o seu futuro contratante. “É necessário evitar também a robotização do discurso, mas ter em mente todo seu histórico com datas, motivos de entrada e saída e eventos comportamentais que podem ser apresentados como exemplo para cada desafio que atravessou nas empresas por onde passou”, conclui.

Participar de um processo seletivo não é fácil. Mas existem algumas dicas importantes que podem ajudar o candidato a não se enrolar e ganhar pontos positivos com seu futuro chefe. Confira:

  1. Seja pontual

A pontualidade é um requisito que muitos recrutadores prestam atenção. O ideal é chegar um pouco antes da entrevista – mas não precisa exagerar.

  1. Vista-se corretamente

Cada profissão tem um código de vestimenta e suas roupas na hora da entrevista precisa estar de acordo. Bermudas, shorts e saias curtas são proibidas.

  1. Comportamento ideal

O tom de voz, as palavras, as gírias. Tudo será detalhadamente analisado pelo recrutador. E ele precisa saber que você é um profissional sério, mesmo que a empresa tenha um ambiente descontraído.

  1. Seja coerente

Cair em contradição ou ser devagar na resposta para uma pergunta direta pode diminuir a sua performance em uma entrevista. Pense nas respostas e seja objetivo.

  1. Mostre conhecimento sobre a empresa

Antes de ir à entrevista, é essencial saber o máximo sobre a empresa: quem a dirige? Qual é a sua história? Além de ir para a entrevista com informações, você poderá fazer perguntas interessantes e criar empatia com o entrevistador.

  1. Você quer essa vaga?

Não só demonstre interesse pela empresa. É preciso ter realmente a vontade de trabalhar lá. Não adianta ir para entrevista só porque está precisando de um emprego e depois não dar o máximo de si.

Hoje o mercado oferece opções para pessoas com os mais variados níveis de escolaridade, mas a concorrência é grande, sendo assim, é necessário sempre investir na educação. Nesse novo passo, você pode contar com a ajuda do Educa Mais Brasil. O programa oferece bolsas de estudo de até 70% para várias modalidade de ensino. Com apoio, você pode se matricular uma pós-graduação, cursos profissionalizante ou iniciar a graduação dos seus sonhos. Acesse o site do Educa Mais Brasil e confira todas as oportunidades disponíveis na sua região. A inscrição é gratuita.

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