Quatro pessoas são assassinadas na comunidade do Mosquito
Foto: Divulgação / WhatsApp

Quatro pessoas são assassinadas na comunidade do Mosquito

Uma chacina foi registrada na manhã desta terça-feira (02/03), na comunidade do Mosquito – zona Oeste de Natal. Às margens da linha férrea da Avenida Felizardo Moura, quatro pessoas foram assassinadas a tiros.

As pessoas foram identificadas com Alice de Melo, de 23 anos, Thiago José, de 26 anos, Josenildo Paulino, de 24 anos, e Thiago Fabrizio, de 25 anos. Esse último usava tornozeleira eletrônica e havia sido detido na última quinta-feira (25). De acordo com as primeiras informações, eles estavam em suas casas quando os criminosos chegaram e efetuaram os disparos fatais.

No local, foram encontrados vestígios de disparos de pistolas .40 e .380, além de calibre 12 e .38, segundo informou a Polícia Civil. Os corpos foram recolhidos pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep-RN).

“Inicialmente identificamos que podem ter sido integrantes do Sindicato do Crime que invadiram o Mosquito e tiraram as pessoas de casa para a execução. A gente acredita que se trata de guerra entre facções criminosas”, explicou o delegado da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Marcos Vinícius, em conversa com a TV Tropical.

Ele ainda acrescentou que “pode ser que todas [as vítimas] não tenham relação, mas pelo menos uma tinha. Vamos verificar se alguém estava na hora errada, no lugar errado. Inclusive, uma das testemunhas foi retirada do local pelo grupo que invadiu”.

A investigação já foi iniciada e terá continuidade pela Divisão de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

Ainda no Mosquito

Na segunda-feira, dia primeiro de março de 2021, os policiais do 1º e 4º batalhões da Polícia Militar, foram acionados para a mesma comunidade, com o intuito de resgatar uma família que estaria sendo ameaçada de morte, por criminosos da facção que domina o tráfico naquela região.

Os moradores tiveram que abandonar a residência às pressas para não serem assassinados e agora a Polícia Civil deve analisar os fatos e constatar se o crime de hoje, tem alguma relação com a ação criminosa do dia anterior.

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