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Estafa pode ser tratada com a técnica Neurofeedback

A estafa vem afetando milhares de pessoas e, no último final de semana, ganhou espaço até mídia. Portais de notícias divulgaram que a cantora Anitta foi diagnosticada com a doença e também sintomas de depressão. Também conhecida como síndrome de burnout e esgotamento profissional e físico, a enfermidade já integra a lista Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS) que entrará em vigor em 2020. É preocupante, mas tem tratamento e um bastante eficaz é a técnica Neurofeedback.

Na maioria das vezes, a estafa está relacionada ao stress. Dentre os sintomas, há uma sensação de cansaço constante, a incapacidade do corpo conseguir relaxar e também falta de motivação, conforme pontua o psicólogo Yuri Wolff. “O sono também pode ficar deficiente, o que desregula o ciclo circadiano que controla nosso sistema de “regeneração” do corpo enquanto dormimos, trazendo mais cansaço, pois o corpo não foi capaz de se reorganizar para o dia seguinte. Há também casos que as pessoas desenvolvem irritação ou desânimo, sentimentos depressivos assim como a memória que também fica prejudicada”.

O psicólogo Yuri Wolff é especialista na técnica Neurofeedback e desenvolve o treinamento personalizado para casos como estafa e depressão. Ele explica que o Bio/Neurofeedback tem como objetivo principal a auto regulação do sistema fisiológico. “Portanto promove o reconhecimento de estados disfuncionais, como stress, tensões, falta de energia. A partir dessa observação, conseguimos ensinar ao corpo e a mente estratégias e ferramentas que o próprio indivíduo desenvolve durante o trabalho, modificando esses padrões disfuncionais”.

Mas o que é Neurofeedback?

O Neurofeedback é uma técnica não invasiva, não medicamentosa e sem efeitos colaterais, pois o objetivo consiste no aprendizado feito pelo próprio cérebro. Essa técnica possibilita enxergar o cérebro funcionando em tempo real e a partir dessa visão são identificados padrões cerebrais disfuncionais para aquele indivíduo.

Com a avaliação realizada, o especialista pode “elaborar um protocolo de treinamento com o objetivo de ensinar ao cérebro outros caminhos de funcionamento, aumentando sua capacidade de neuroplasticidade e ativação em situações que causam desconforto e sofrimento a aquele sujeito”, conclui Yuri Wolff.

A técnica é muito útil para tratamento de depressão, ansiedade, enxaquecas, transtornos obsessivos compulsivos, insônia, memória e TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. Conforme a necessidade de cada caso, será definido um protocolo de treinamento personalizado com o número de sessões.

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