Economia

Em 2013, comércio do RN representou 6,4% do faturamento do Nordeste

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De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes ao relatório da Pesquisa Anual de Comércio (PAC) do ano de 2013, o comércio do Rio Grande do Norte obteve 6º maior faturamento do Nordeste, à frente apenas de Piauí (R$ 24.1 bilhões), Alagoas (R$ 22.8 bilhões) e Sergipe (R$ 16.6 bilhões). O valor de R$ 28,5 bilhões, que inclui a receita bruta de revenda e de comissões sobre venda, representou apenas 6,41% do faturamento da região.

O ‘comércio varejista’ foi o grande destaque no cenário potiguar dentre as atividades avaliadas na pesquisa, com faturamento de R$ 15,3 bilhões em 2013, o equivalente a (53,5%) do faturamento total do estado. Ainda de acordo com o PAC-2013, o ramo varejista do RN tem como característica marcante o grande número de estabelecimentos de pequeno porte.

Já o ‘comércio atacadista’ foi a segunda atividade com maior contribuição para o faturamento do Estado, dentre os itens pesquisados, com um faturamento de R$ 9,6 bilhões, o que representa 33,6% do faturamento total. Neste caso, o IBGE aponta a presença de empresas de grande porte como as que mais faturaram no setor. O item com menor faturamento dentre os avaliados foi o ‘comércio de veículos, peças e motocicletas’, com faturamento anual de R$ 3,6 bilhões em 2013, o equivalente a 12,9%.

Segundo a pesquisa, o Rio Grande do Norte apresenta um crescimento contínuo na maioria das variáveis investigadas no período de 2007 a 2013, mesmo com a crise internacional que afetou a economia brasileira, principalmente entre o último semestre de 2008 e o começo de 2009.

Ainda de acordo com a pesquisa, o comércio da região Nordeste teve um faturamento de R$ 448.7 bilhões, o equivalente a 15,3% do faturamento nacional, sendo a terceira região com maior receita. Sudeste, com R$ 1.508 bilhões (51,5%), é a região que registrou maior faturamento, seguida pelas regiões Sul, com R$ 580.5 bilhões (19,8%); Nordeste; Centro-Oeste, com R$ 288.4 bilhões (9,9%); e Norte, com 103,3 bilhões (3,5%).

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