Carros

Americano se emociona ao recuperar o Ford Mustang que precisou vender há 17 anos

Um Ford Mustang 1993 foi o pivô de uma história emocionante nos Estados Unidos, ao retornar para o seu dono depois de 17 anos. Wesley Ryan, de San Antonio, Texas, precisou vender o carro que adorava para pagar o tratamento médico da esposa, Laura, diagnosticada com câncer de ovário. Felizmente, ela se curou, mas a família nunca esqueceu do Mustang. Afinal, o esportivo fazia parte da sua história.

“A venda do carro foi um dos maiores sacrifícios que já vi meu pai fazer por nós”, diz seu filho, Jake. “Eu sei o quanto ele ficou triste ao ver aquele Mustang ir embora. Um dia que nunca esquecerei.”

Em 2017, Jake encontrou o carro à venda em um site de leilões e não teve dúvida: o comprou para fazer uma surpresa ao pai, que ficou visivelmente comovido. Embora ainda tivesse uma boa estrutura, o velho Mustang precisava de alguns reparos e o projeto era recuperá-lo num prazo de três a quatro anos. Mas o vídeo da história viralizou nas redes sociais e chegou até a Ford.

“Quando eu soube da família Ryan, sabia que tinha de fazer algo por eles”, diz Bill Ford, presidente do Conselho da empresa, que se sensibilizou com a história e ofereceu não só a restauração, mas um tuning completo do veículo, encomendado à famosa Hennessey Performance.

“Sempre nos perguntam se fazemos restaurações e recusamos 99% desses projetos por falta de previsão de tempo e custo”, diz John Hennessey, CEO da preparadora. “O objetivo do nosso negócio é modificar veículos novos ou seminovos para aumentar a potência. Portanto, tentamos manter o tempo de preparação em 30 dias ou menos. Mas aceitamos o desafio de restaurar o carro dessa família especial”.

Além de novo motor 5.0, transmissão e rodas, o Mustang teve a pintura e o interior reformados. E a Ford ainda doou US$ 1.000 para a Warriors in Pink/Henry Ford Cancer Center para apoiar a pesquisa e tratamento da doença.

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Carros, Dicas

Honda Civic ou Toyota Corolla: qual desvaloriza mais?

A segunda metade do ano é um momento de atenção para os amantes de carros, já que diversas novidades chegarão no mercado automotivo. Previsto para o 10º mês do ano, o Toyota Corolla apresentará o primeiro híbrido flex para o Brasil. Já o Honda Civic acabou de passar por uma leve reestilização, com o intuito de se preparar para a chegada do rival.

Aproveitando o momento de inovações, a KBB Brasil, referência em precificação de automóveis novos e usados, selecionou as versões dos sedãs Honda Civic e Toyota Corolla para a batalha de depreciação: qual possui menor e maior desvalorização?

O Honda Civic EX 2.0 16V CVT Flex automático abre o levantamento com 4,40%, a menor desvalorização da batalha. Em seguida, o concorrente Toyota Corolla GLi 1.8 16V CVT Flex automático apresenta a taxa de 4,47%. Em 3º lugar, pertence ao Honda Civic Sport 2.0 16V Flex mecânico, com 4,79% em queda de valor.

O Corolla domina as últimas quatro posições do ranking, com opções que apresentam maior desvalorização. Com 7,59%, a versão automática do Toyota Corolla Altis 2.0 16V CVT Flex ocupa o 8º lugar. Na 9ª e 10ª posição, os modelos Corolla GLi e GLi Upper marcam presença com índices de 7,63% e 8,36%, respectivamente. Já o Corolla XEi 2.0 16V CVT Flex automático se destaca como o carro que mais perdeu valor no período analisado, desvalorizando em 9,02%.

Desta forma, nota-se que as versões Honda Civic têm uma menor desvalorização que as do Toyota Corolla. A montadora vencedora apresenta maior estabilidade entre as versões, com média ponderada de 5,1%, enquanto a Toyota conta com diferença de 7,5%. Ainda assim, ambos se encontram abaixo da média do mercado, em torno de 8%.

Confira abaixo a relação completa com todas as versões mais e menos desvalorizadas na batalha entre Honda Civic e Toyota Corolla:

Modelo/Versão e Taxa de desvalorização

  • HONDA CIVIC Sedan 4P EX 2.0 16V CVT FLEX Automático (-4,40%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P GLi 1.8 16V CVT FLEX Automático (-4,47%)
  • HONDA CIVIC Sedan 4P SPORT 2.0 16V FLEX Mecânico (-4,79%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P XRS 2.0 16V CVT FLEX Automático (-4,86%)
  • HONDA CIVIC Sedan 4P TOURING 1.5 TB CVT Automático (-5,14%)
  • HONDA CIVIC Sedan 4P EXL 2.0 16V CVT FLEX Automátic (-5,14%)
  • HONDA CIVIC Sedan 4P SPORT 2.0 16V CVT FLEX Automático (-7,48%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P ALTIS 2.0 16V CVT FLEX Automático (-7,59%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P GLi 1.8 16V MT6 FLEX Mecânico (-7,63%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P GLi UPPER 1.8 16V CVT FLEX Automático (-8,36%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P XEi 2.0 16V CVT FLEX Automático (-9,02%)

Quando o assunto é preço de carros, há duas metodologias para calcular a perda de valor: Desvalorização e Depreciação. Desvalorização é a comparação do preço atual de um veículo com os valores aplicados pelo mercado à mesma versão fabricada em anos anteriores. Já a Depreciação usa o valor do veículo 0 Km em um período determinado em relação a seu atual valor residual, sempre considerando o mesmo ano/modelo e sem o mesmo rigor de sua definição contábil, que tem regras muito estritas. Neste estudo, foi aplicado o conceito de desvalorização, levando em consideração todo o período de vida dos modelos analisados.

A KBB utiliza tecnologias de análise de dados e Big Data para produzir os levantamentos de precificação e desvalorização de veículos novos e usados. Os valores aqui presentes são gerados por meio de um complexo algoritmo, que analisa diversos fatores de comportamento do mercado automotivo brasileiro, além de seguir uma rígida análise de especialistas. A empresa atua com o propósito de conscientizar os consumidores na compra e venda de carros a partir da determinação de preços justos.

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Carros, Dicas

Os 4 problemas mais comuns que ocorrem num radiador

Na manutenção preventiva de veículos, as pessoas costumam se preocupar principalmente com a troca de óleo e filtros, a checagem de desgastes de pneus e as pastilhas de freio. Porém, há um item muito importante que muitas vezes fica fora da atenção do consumidor: o sistema de arrefecimento.

O motor aquece muito em virtude das explosões da queima do combustível, sendo o sistema de arrefecimento responsável por manter o veículo a uma temperatura ideal de funcionamento, sempre na faixa dos 88 a 90º Celsius. Com isso, sua função é manter o motor resfriado o suficiente para que as peças não superaqueçam e se deteriorem com o calor, porém sem deixá-lo frio demais, pois isso aumenta o trabalho do motor e, consequentemente, o consumo de combustível.

O sistema de arrefecimento é composto por mangueiras, radiador, ventoinha, bomba d’água, vaso de expansão, válvula termostática e, para sua proteção e funcionamento, deve ser adicionado um liquido de arrefecimento. Dessa forma, é uma das partes mais importantes do motor e, se apresenta funcionamento irregular, pode gerar problemas sérios e prejuízos altos para os motoristas.

Quando um sistema de arrefecimento opera inadequadamente é provável que ações preventivas não tenham sido aplicadas e os sinais de desgaste das peças não foram notados. De acordo com a Petroplus, fabricante da linha de fluídos de arrefecimento da marca Celsius, tão essencial quanto uma troca regular de óleo, é checar se o fluído dentro do radiador está no nível recomendado pelo fabricante. Caso esteja um pouco abaixo da marcação interna da peça, a sugestão da empresa é completar com um aditivo de arrefecimento na mesma cor original usada pelo fabricante do veículo.

Porém, se mesmo após a aplicação de fluído voltar a baixar, é imprescindível dirigir-se até uma concessionária ou centro automotivo para verificar o que está acontecendo. “Completar o fluído do radiador com muita frequência, pode mascarar alguns problemas. É aceitável que um motor perca, por exemplo, uma média de até 50 ml de fluído a cada 5 mil quilômetros rodados. Mais do que essa perda significa que o sistema de arrefecimento apresenta algum vazamento”, esclarece Silvio França, supervisor de P&D da Petroplus.

Veja a seguir alguns dos problemas mais comuns causados pelo funcionamento irregular do sistema de arrefecimento do motor de um veículo:

Superaquecimento do motor – É aquela situação em que as pessoas popularmente dizem que o “motor ferveu”. Uma boa medida preventiva neste caso é acompanhar possíveis alterações no medidor de temperatura no painel interno no veículo. Se o motorista ouvir a ventoinha do carro ligando com muita frequência por muito tempo, também pode ser um sintoma de problema. Um nível baixo de fluido de arrefecimento é provavelmente uma das causas mais comuns de superaquecimento. O fluido de arrefecimento é necessário para manter o funcionamento do motor do carro dentro de temperaturas normais. Para isso, é imprescindível usar a proporção de aditivo na água desmineralizada corretamente, e jamais colocar apenas água pura no reservatório de líquido de arrefecimento. Para evitar dúvidas, a melhor saída é utilizar as soluções arrefecedoras, pois essas já vem diluídas nas proporções corretas e protegem adequadamente o motor do veículo.

Oxidação de peças de arrefecimento – Entre as várias funcionalidades do fluído de arrefecimento a principal é a prevenção de ferrugem de peças como a bomba d’água. Quando o aditivo em uso possui mais de dois anos de uso, pode perder suas propriedades antioxidantes que protegem o motor contra o processo de corrosão por ferrugem ou corrosão por cavitação, isto é, bolhas que podem gerar a corrosão das peças metálicas do sistema, entre elas, o radiador, dificultando a refrigeração e o funcionamento correto do motor. Acompanhar a temperatura do veículo também é uma boa prevenção neste caso.

Alto consumo de combustível – Quando o motor de um veículo trabalha em uma temperatura irregular, é comum que ocorra um consumo de combustível acima da média. Por isso, é muito importante que o motorista calcule periodicamente quantos quilômetros seu veículo está fazendo a cada litro de combustível e compare esse resultado com a recomendação do fabricante. Qualquer alteração precisa ser averiguada e o sistema de arrefecimento pode ser um dos responsáveis.

Vazamento de fluído de arrefecimento – Entre radiador, bomba d’água, válvula termostática, principais peças do sistema de arrefecimento, há mangueiras que conduzem a circulação do fluído. Por circular em altas temperaturas, com o tempo podem ocorrer ressecamentos desgastes nessas mangueiras e assim pequenos vazamentos podem surgir. Dessa forma, pode acontecer a redução do fluído do radiador. Vale observar que grandes vazamentos, quando desapercebidos, também podem danificar o funcionamento do bloco, da junta e do cabeçote do motor, peças de elevado custo de reposição.

Por fim, o especialista Silvio França, da Petroplus, ressalta que ao observar qualquer uma das alterações acima, os proprietários dos veículos devem procurar um profissional especializado em concessionárias e oficinas mecânicas para que um diagnóstico completo do sistema de arrefecimento seja realizado, para uma eventual substituição de peças, limpeza do sistema de arrefecimento utilizando um limpa radiador e a aplicação correta de solução de arrefecimento.

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Carros

SUVs: modelos menos e mais depreciados no primeiro semestre de 2019

Carros ainda são o objeto de desejo de muitos brasileiros. Com mais visibilidade, maior sensação de segurança e pneus resistentes, a categoria de SUVs é uma das mais almejadas. Para auxiliar em decisões assertivas, a KBB Brasil, site referência em precificação de carros novos e usados, fez uma análise dos SUVs que menos e mais perderam valor no primeiro semestre do ano, baseado em veículos com ano/modelo 2019, vendidos como 0KM entre janeiro e junho deste ano, e que já possuíam ofertas no mercado de seminovos em janeiro. Mais de 400 versões foram analisadas.

O estudo apresenta o Peugeot 5008 como o SUV menos depreciado do semestre, com 0,59%, uma grande vantagem frente aos outros modelos. Com uma taxa maior, o 2º lugar fica com o Volvo XC60, que depreciou 2,72%. A Toyota SW4 garante seu lugar entre os cinco que menor perderam valor com 3,60%. Já a Volvo aparece novamente na 4ª posição, com o XC40, trazendo uma queda de 3,60% do seu valor original. Fechando o TOP 5, a campeã retorna ao ranking com o Peugeot 3008, apresentando uma depreciação de 4,01%.

Quanto aos SUVs que mais depreciaram no semestre, o Ford EcoSport ocupa o último lugar no estudo com 13,57% de queda do seu valor original. Em penúltimo lugar, o JAC T50 aparece no ranking com uma queda de 13,25% em seu preço.

Veja o ranking completa com os modelos SUVs de menores e maiores taxas de depreciação dos seis primeiros meses de 2019:

MARCA/MODELODepreciação:Jan/19 a Jun/19
Peugeot 5008-0,59%
Volvo XC60-2,72%
Toyota SW4-3,60%
Volvo XC40-3,80%
Peugeot 3008-4,01%
Chevrolet Tracker-4,06%
Citroen C4 Cactus-4,50%
Lifan X80-4,52%
Lifan X60-4,90%
Honda HR-V-5,04%
Hyundai ix35-6,08%
Ford Edge-6,33%
Honda WR-V-6,55%
Caoa Chery Tiggo 2-6,70%
Nissan Kicks-7,00%
Suzuki Jimny-7,33%
Mitsubishi ASX-7,44%
Mitsubishi Eclipse Cross-7,46%
Renault Captur-7,55%
Caoa Chery Tiggo 5X-7,63%
JAC T40-7,85%
Peugeot 2008-7,93%
Suzuki Vitara-8,06%
Jeep Renegade-8,27%
Kia Sportage-8,27%
Mercedes-Benz GLA-8,33%
Lexus NX300h-9,00%
Jeep Compass-9,19%
Chevrolet Equinox-9,42%
Hyundai Creta-9,69%
JAC T80-10,27%
Hyundai New Tucson-10,57%
Chevrolet Trailblazer-12,10%
Suzuki S-Cross-12,26%
JAC T50-13,25%
Ford EcoSport-13,57%

Neste estudo, foi aplicado o conceito de depreciação por modelo, levando em consideração um índice ponderado que atribui pesos diferentes às versões, conforme seu volume de vendas. A depreciação usa o valor do veículo 0 Km em um período determinado em relação a seu atual valor residual, sempre considerando o mesmo ano/modelo e sem o mesmo rigor de sua definição contábil, que tem regras muito estritas.

A KBB utiliza tecnologias de análise de dados e Big Data para produzir os levantamentos de precificação e desvalorização de veículos novos e usados. Os valores aqui presentes são gerados por meio de um complexo algoritmo, que analisa diversos fatores de comportamento do mercado automotivo brasileiro, além de seguir uma rígida análise de especialistas. A empresa atua com o propósito de conscientizar os consumidores na compra e venda de carros a partir da determinação de preços justos.

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Carros

5 razões que fazem do “Ford Ka” a melhor compra da categoria

O Ford Ka passou por uma ampla renovação na linha 2019, aprimorando as qualidades que o mantêm como um dos líderes de vendas do mercado brasileiro. Essa aceitação dos consumidores é confirmada pelos especialistas, que em diferentes comparativos elegeram o hatch da Ford como melhor compra da categoria.

“Cada consumidor tende a valorizar mais determinados aspectos do veículo, de acordo com as suas necessidades. Já os especialistas buscam fazer uma análise mais abrangente, balizada pela média. Mas todos concordam que o Ka é uma excelente escolha para quem procura um carro econômico, conectado, espaçoso e ágil para todo tipo de uso”, diz Daniel Sinzato, gerente de Marketing do Produto da Ford.

Listamos abaixo os cinco motivos mais citados pelos especialistas para colocar o Ford Ka à frente dos concorrentes do segmento.

Motores

Apontados com uma das principais vantagens do Ka, os novos motores 1.0 e 1.5 Ti-VCT de três cilindros são uma prova de que “menos é mais”. O 1.0, com 85 cv, é para muitos o melhor três cilindros aspirado do mercado brasileiro, tanto pela força em baixas rotações e reduzido nível de vibração como pelo baixo consumo de combustível. Já o 1.5, com 136 cv, “sobra” tanto no uso urbano quanto rodoviário, combinando respostas imediatas em baixas rotações com um ronquinho grave e gostoso, sem nunca precisar acelerar muito.

Dirigibilidade

O câmbio automático de seis marchas com conversor de torque é outro fator que leva a dirigibilidade do Ka a um novo patamar. Com funcionamento eficiente e silencioso, ele tem as três primeiras marchas curtas para privilegiar a agilidade. A direção elétrica e o ajuste da suspensão contribuem para a sensação de controle e segurança tanto na cidade como na estrada.

Equipamentos

Ser bem equipado desde a versão de entrada é um diferencial do Ka. Ele vem de série com ar-condicionado, direção elétrica, travas e vidros elétricos dianteiros, ajuste de altura do volante e do banco do motorista, Isofix, banco traseiro bipartido e abertura elétrica do porta-malas.

A versão Titanium traz controle de estabilidade, câmera de ré e equipamentos que os concorrentes não oferecem – como airbags laterais, bancos premium e partida sem chave. A conectividade também é destaque. O Ka SE 1.0 traz o My Connection, com conexão Bluetooth e comandos de voz. A partir da versão SE Plus, há a central multimídia SYNC 2.5 com tela flutuante de 6,5 polegadas, que tem a melhor integração com Android Auto, Apple CarPlay e aplicativos.

Design

Tanto no aspecto visual como de funcionalidade, o Ka revela a força do seu projeto moderno. A distância entre-eixos de 2,49 m permite acomodar com conforto cinco passageiros, item importante num carro de uso familiar. Ao mesmo tempo em que chama a atenção pelas linhas equilibradas o seu estilo mostra muita personalidade, conectado à identidade da marca pela ampla grade dianteira.

Custo-benefício

Com preço de R$45.590 a R$68.990 em suas nove versões – 1.0 com câmbio manual (S, SE, SE Plus e FreeStyle); 1.5 com câmbio manual (SE Plus); e 1.5 com câmbio automático (SE, SE Plus, FreeStyle e Titanium) –, o Ka 2020 oferece mais conteúdo que os concorrentes da mesma faixa de preço. E também é barato de manter, com baixo custo de revisões, peças e seguro.

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