Destaques, Dicas

Conheça alguns aplicativos para empreender com seu veículo e faturar uma renda extra!

Encontrar um emprego fixo não é tarefa fácil no Brasil e, muitas vezes, mesmo com um emprego, as contas não fecham no fim do mês, não é verdade?

Nesse cenário, os brasileiros acabam buscando outras alternativas para faturar uma renda extra, com trabalhos que proporcionam a vantagem de ter horários flexíveis.

Nos últimos tempos, apareceu uma série de aplicativos, muitos deles com trabalhos que são feitos por quem tem um veículo próprio.

Você tem vontade de empreender com o seu veículo? Conhece alguns aplicativos populares que permitem esse tipo de trabalho?

Neste artigo, separei alguns desses apps, explicando como é a atividade em cada um deles. Informe-se e veja como ganhar uma renda extra com o seu automóvel ou motocicleta!

Uber

Quando pensamos em aplicativos para quem quer empreender com seu veículo, o Uber é um dos mais conhecidos pelas pessoas, não é?

Logo que o aplicativo começou a se popularizar no Brasil, houve muita polêmica sobre a liberação ou não do Uber. Hoje, no entanto, esse serviço já está disponível em várias cidades do país, principalmente nas capitais.

Se você sempre quis trabalhar como Uber, mas não sabe como fazer isso, a boa notícia é que o ingresso nessa plataforma é simples.

A exigência é que o candidato ou candidata tenha 21 anos ou mais e que possuam CNH categoria B.

Depois de cadastrado, para se manter como Uber autorizado, o condutor deve ter uma avaliação média dos usuários maior que 4.3 estrelas (que é a forma como os usuários avaliam o serviço do condutor).

O app também é fácil de manusear. Os “ubers”, como são chamados os condutores desse programa, podem atender aos pedidos dos passageiros e realizar as corridas que desejarem. Não há exigências de tempo mínimo por dia ou mês: o condutor faz seus próprios horários.

Para trabalhar com a UBER, o veículo utilizado é do próprio condutor.

Cabify

A Cabify é muito parecida com a Uber. No entanto, há uma diferença que pode ser uma boa notícia para quem quer trabalhar como condutor, mas não tem veículo próprio. Na Cabify, é possível trabalhar de três maneiras, sendo elas:

– condutor que usa o próprio veículo;

– condutor que usa o veículo da empresa;

– investidor, que é quem tem dois ou mais automóveis e quer cedê-los para serem usados por outros condutores.

Se você decidir trabalhar como um condutor, saiba que a plataforma do app é parecida com a do Uber. É o próprio motorista quem escolhe as corridas, bem como dias e horário para trabalhar.

Obviamente, também é necessário ser maior de idade e ter uma CNH categoria B.

Eu Entrego

Quem trabalha no Eu Entrego atua, basicamente, como um entregador independente. Esse aplicativo não transporta pessoas, como a Uber e a Cabify (dos quais falei nos tópicos anteriores), mas, sim, encomendas, como documentos, mercadorias e até alimentos.

Outra particularidade desse serviço é que o valor da corrida não se baseia apenas na distância do percurso entre o local de coleta e entrega, mas também em outros critérios, como o tamanho dos objetos a serem transportados.

Na Eu Entrego, é possível usar automóveis e também motocicletas.

UberEATS

O UberEATS é relativamente recente no Brasil. Esse app também faz parte da Uber, mas, ao invés de transportar passageiros, como o serviço tradicional, transporta alimentos.

Quem se cadastra para trabalhar na UberEATS tem as mesmas exigências do que aqueles que vão trabalhar na Uber. Na prática, o mesmo condutor pode se cadastrar para atuar nos dois apps.

A UberEATS transporta, exclusivamente, alimentos de restaurantes credenciados.

Me Leva

O Me Leva é outra opção para quem quer trabalhar empreendendo com o seu veículo. A diferença entre esse aplicativo e outros apps de transporte de passageiros é que, nele, há uma rede privada entre motoristas e clientes.

Em outras palavras, além das corridas comuns, o Me Leva oferece a possibilidade de um condutor se fidelizar a um cliente e passe a fazer sempre as corridas pedidas por ele.

O que dizem as normas de trânsito no Brasil?

Como eu disse no começo deste artigo, os aplicativos sobre os quais comentei aqui são opções para quem quer empreender trabalhando com seu veículo.

Em 2018, a Lei 13.640 regulamentou o transporte individual de passageiros (como dos aplicativos).

Assim, esse tipo de atividade passou a ser nacionalmente regulamentada e prevista na Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei federal 12.587/2012).

Os municípios, portanto, devem regulamentar e fiscalizar essa modalidade de transporte, mas sem a possibilidade de proibi-la.  

Fale com o Doutor Multas!

Agora que você já conhece alguns dos principais aplicativos para empreender com o seu veículo, pode decidir qual é o que melhor se encaixa às suas necessidades.

Se ainda tiver dúvidas sobre esse assunto, ou se quiser saber sobre recursos de multas, entre em contato com a nossa equipe de especialistas, por meio do telefone 0800 6021 543 ou por e-mail (doutormultas@doutormultas.com.br).

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Carros, Dicas

Não fiz o teste do bafômetro, e agora?

Devido à Lei Seca está cada vez maior o número de autuações ocorridas por embriaguez no trânsito. Com isto, muitos motoristas têm recusado em fazer o teste do bafômetro.

Atualmente a tolerância para a mistura do álcool e direção foi extinta, contudo, as fiscalizações estão mais rígidas.

Em todo caso, muitos motoristas ficam em dúvida se é possível recusar em fazer o teste e se existe consequências para isso.

De modo geral as pessoas não têm conhecimento sobre os seus direitos e não se baseiam por informações com fundamento.

Se você ouviu falar que recusar o teste é crime, na realidade não funciona exatamente desta forma.

Entretanto, este tipo de recusa pode beneficiar as pessoas que dirigem embriagadas. Por exemplo, se o teste for flagrado em um condutor com 0,34 mg, ou mais, de álcool por ar expelido, pode ocorrer a prisão em flagrante.

Conforme o art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) isto pode ocasionar a detenção prevista de seis meses a três anos.

O motorista também poderá ter a carteira suspensa ou cassada, e terá que pagar uma multa de R$ 2.934,70.

No entanto, se este mesmo motorista se  recusa em fazer o teste e apresentar provas contra si, ele deve lidar com as punições. A seguir veja o que está descrito no art. 165-A:

“Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;

Medida administrativa – recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270.

Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.”

De qualquer modo, o policial pode observar e verificar se o condutor bebeu. Isto é possível ao verificar o comportamento do mesmo. Inclusive ele pode analisar o hálito etílico, olhos vermelhos e sua fala pastosa.

Testes do bafômetro em números

Conforme a Polícia Militar (por Lei de Acesso à Informação) o número de recusa do teste do bafômetro é o seguinte:

  • 2015 – 1 a cada 69 motoristas abordados;
  • 2016 – 1 a cada 11 motoristas abordados;
  • 2017 – 1 a cada 10 motoristas abordados.

Dentro destes números a ação de recusar foi apresentada pelos condutores. Ou seja, com a negação, estes não são responsabilizados de forma criminal pela infração.

Conforme Código Brasileiro de Trânsito, o veículo do cidadão que está sob efeito de álcool ou drogas deve ser retido.

Após, deve aguardar aparecer uma pessoa habilitada para conduzir o mesmo.

Como funciona a legislação brasileira

Conforme Código de Trânsito, a Lei Nº 9.503/1997  penaliza o condutor que nega a submissão ao bafômetro. No entanto, como vimos, a recusa é um direto legal.

Em outras palavras, o condutor não é obrigado a soprar o aparelho. E isto é possível, também, no sentido de que o mesmo tem o direito de não produzir provas contra si.

Esta máxima está prevista na Constituição Federal, portanto, todas as leis são submetidas a ela.

De acordo com Constituição, é possível permanecer em silêncio, diante de uma abordagem policial, de acordo com o inciso LXIII do artigo 5:

“LXIII – o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada à assistência da família e de advogado;”

Histórico da Lei seca

A seguir, veja um compilado da cronologia em relação à direção embriagada:

  • 2008: Lei Seca é promulgada em todo o país e aumenta rigor para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e drogas”.
  • 2012: “Multa para quem for flagrado dirigindo alcoolizado dobra”.
  • 2013: “Detran-SP lança o programa Direção Segura, que intensificou a fiscalização”.
  • 2014: “Recusa ao teste passa a ser considerada infração gravíssima”.
  • 2016: “Multa para quem se recusa a fazer o bafômetro aumenta”.

Consequências ao dirigir embriagado

Caso o motorista se recuse a fazer o teste do bafômetro e esteja com 0,05 mg de álcool por litro de ar expelido, as consequências são:

  • Multa de R$ 2.934,70;
  • Suspensão da CNH por um ano;
  • Retenção do veículo;
  • Em caso de reincidência em um ano, a CNH é cassada e a multa dobrada.

Se o condutor estiver com 0,34 mg de álcool por litro de ar expelido ou mais:

  • Todas as punições anteriores e a detenção de 6 meses a 3 anos.

Se condutor estiver embriagado e participar de acidente com morte ou lesão corporal:

  • Todas as punições anteriores;
  • Processo penal, com sanções que variam conforme as consequências e circunstâncias do acidente.

No entanto, é preciso lembrar que o motorista, sob efeito de alguma substância, tem seu reflexo e capacidade motora prejudicados.

Recursos contra multas

Conforme a Constituição, as leis de trânsito devem prevalecer.

Mesmo que a recusa seja considerada uma infração, o condutor tem direito de não produzir provas contra si.

Com este fator, a situação pode ser revertida, por meio de recurso.

Este recurso deve apresentar os motivos pelos quais a penalidade não pode ser aplicada. Neste caso, é possível que ocorra a anulação das penalidades.

Nos casos em que as multas são indevidas, o condutor deve recorrer para evitar as irregularidades.

De qualquer modo, não esqueça que dirigir sob efeito de álcool é proibido e pode por a vida de outras pessoas em risco.

Caso você ainda tenha alguma outra dúvida sobre o teste do bafômetro ou outra questão, consulte o site da Doutor Multas (aqui).

Para ajuda com recursos para multas, entre em contato com nossa equipe. Seu caso será avaliado gratuitamente!

Contate:

– E-mail: doutormultas@doutormultas.com.br

– Telefone: 0800 6021 543

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Carros, Destaques

Palio, Gol e Fiesta estão os entre os seminovos com maior giro de venda nas concessionárias

O Palio, o Gol e o Fiesta são os veículos seminovos com maior giro nas concessionárias brasileiras e permanecem entre 10 e 14 dias no estoque, desde a sua entrada na loja até a sua revenda online.

Os dados foram retirados da plataforma AutoAvaliar, com base nas transações realizadas entre 2,5 mil concessionárias e 30 mil lojistas multimarcas no País entre janeiro e setembro deste ano. Segundo o levantamento da empresa, no geral, os veículos seminovos ficaram em média 15 dias em estoque no primeiro semestre.

O repasse online de seminovos é atualmente uma alternativa para o varejo automobilístico reforçar seus negócios no Brasil e paralelo às vendas do zero quilômetro. De acordo com o mapeamento da AutoAvaliar, o valor médio das transações eletrônicas no semestre foi de R$ 28,7 mil por automóvel usado, ante os R$ 26 mil verificados no período anterior.

Segundo JR Caporal, CEO da AutoAvaliar, as concessionárias brasileiras estão reinventando seus negócios com a aposta no comércio eletrônico de seminovos. “O uso de uma plataforma B2B para comércio de veículos traz mais agilidade e garante, sobretudo, maior transparência no repasse de automóveis feito entre concessionárias e lojistas”, comenta.

“ Para se ter uma ideia, a rentabilidade dos nossos clientes com o repasse de veículos chega a dobrar, impulsionado especialmente pela gestão eficiente e controle efetivo na operação”, acrescenta Caporal.

Veículos com menor tempo de estoque nas concessionárias

Veículos com menor tempo de estoque na concessionárias

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Carros

Quais versões do Ford Ka menos desvalorizam?

O Ford KA de terceira geração é um projeto brasileiro que ganhou o mundo. Com duas versões de mercado, a brasileira e a europeia, o modelo foi lançado no País em novembro de 2013. Se a primeira geração não caiu muito no gosto dos consumidores brasileiros, em 2007, com a segunda geração vendida aqui, a marca modificou significativamente sua estrutura e design. Seis anos depois, apostou em um projeto global criado no Brasil. O resultado é um compacto muito competitivo, sempre entre os três primeiros colocados no ranking de vendas nacional.

Pensando nisso, a KBB Brasil montou um ranking especial com as versões de mercado do KA que menos e mais desvalorizam para que você encontre a sua ideal. A grande campeã é a versão topo de linha, a SE PLUS 1.5 16V FLEX 4P (Básico), com desvalorização de apenas 10,87% em seu segundo ano e de 4,57% no primeiro ano de uso. Já a mais desvalorizada foi a versão de entrada, a S 1.0 12V FLEX 4P (Básico), que alcançou 28,57% no segundo ano de uso e 18,53% no primeiro ano. Quase o dobro do que a versão SE desvaloriza após dois anos de uso.

Uma curiosidade é que quanto mais equipada a versão é, menos ela desvaloriza. Isso mostra que mesmo o comprador de carros de entrada, como o Ka, prefere veículos mais completos. Para entender melhor a comparação entre as versões vendidas no mercado, veja como fica a tabela de desvalorização da menos à mais desvalorizada:

desvalorização FORDA KA

A KBB utiliza tecnologias de análise de dados e Big Data para produzir os levantamentos de precificação e desvalorização de veículos novos e usados. Os valores aqui presentes são gerados por meio de um complexo algoritmo, que analisa diversos fatores de comportamento do mercado automotivo brasileiro, além de seguir uma rígida análise de especialistas. A empresa atua com o propósito de conscientizar os consumidores na compra e venda de carros a partir da determinação de preços justos.

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Destaques, Dicas

Você sabia? Dirigir muito devagar dá multa

Você sabia que dirigir abaixo da metade do limite estabelecido para cada via é uma infração média, que vale quatro pontos na carteira? Além disso, se for flagrado, o motorista tem que pagar uma multa de R$ 130,16.

Segundo o especialista em segurança no trânsito David Duarte Lima, não são só os motoristas que dirigem em alta velocidade que causam acidentes. Quem dirige devagar demais também pode causar colisões.

“Um dos grandes fatores acidentógenos, que geram acidentes, é a diferença de velocidade. Então, por um lado, carros que vão rápido demais surpreendem os outros usuários da via, sejam pedestres, outros motoristas, motociclistas; por outro lado, os motoristas que dirigem muito devagar também causam problemas, e podem, inclusive, gerar acidentes.”

David Duarte Lima ressalta ainda que a velocidade que o motorista anda tem muito a ver com a atenção que ele está tendo naquele momento.

“O condutor mais atencioso e que dirige de forma correta, ele deve seguir o fluxo. Se ele está prestando pouca atenção na via, ele dirige muito devagar. Então, a polícia quando vê alguém dirigindo fora do padrão, sabe que ou ele está dirigindo falando ao celular ou digitando, ou está bêbado, ou eventualmente pode ser um idoso, por exemplo, que não tem as habilidades necessárias para dirigir e seguir o fluxo da via.”

Então, fique atento! Na via em que a velocidade máxima é de 60 km/h, a multa pode ser aplicada a quem trafega em velocidade abaixo de 30 km/h, a menos que as condições de tráfego e meteorológicas não o permitam ou se o motorista estiver na faixa da direita.

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