Carros, Dicas

Honda Civic ou Toyota Corolla: qual desvaloriza mais?

A segunda metade do ano é um momento de atenção para os amantes de carros, já que diversas novidades chegarão no mercado automotivo. Previsto para o 10º mês do ano, o Toyota Corolla apresentará o primeiro híbrido flex para o Brasil. Já o Honda Civic acabou de passar por uma leve reestilização, com o intuito de se preparar para a chegada do rival.

Aproveitando o momento de inovações, a KBB Brasil, referência em precificação de automóveis novos e usados, selecionou as versões dos sedãs Honda Civic e Toyota Corolla para a batalha de depreciação: qual possui menor e maior desvalorização?

O Honda Civic EX 2.0 16V CVT Flex automático abre o levantamento com 4,40%, a menor desvalorização da batalha. Em seguida, o concorrente Toyota Corolla GLi 1.8 16V CVT Flex automático apresenta a taxa de 4,47%. Em 3º lugar, pertence ao Honda Civic Sport 2.0 16V Flex mecânico, com 4,79% em queda de valor.

O Corolla domina as últimas quatro posições do ranking, com opções que apresentam maior desvalorização. Com 7,59%, a versão automática do Toyota Corolla Altis 2.0 16V CVT Flex ocupa o 8º lugar. Na 9ª e 10ª posição, os modelos Corolla GLi e GLi Upper marcam presença com índices de 7,63% e 8,36%, respectivamente. Já o Corolla XEi 2.0 16V CVT Flex automático se destaca como o carro que mais perdeu valor no período analisado, desvalorizando em 9,02%.

Desta forma, nota-se que as versões Honda Civic têm uma menor desvalorização que as do Toyota Corolla. A montadora vencedora apresenta maior estabilidade entre as versões, com média ponderada de 5,1%, enquanto a Toyota conta com diferença de 7,5%. Ainda assim, ambos se encontram abaixo da média do mercado, em torno de 8%.

Confira abaixo a relação completa com todas as versões mais e menos desvalorizadas na batalha entre Honda Civic e Toyota Corolla:

Modelo/Versão e Taxa de desvalorização

  • HONDA CIVIC Sedan 4P EX 2.0 16V CVT FLEX Automático (-4,40%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P GLi 1.8 16V CVT FLEX Automático (-4,47%)
  • HONDA CIVIC Sedan 4P SPORT 2.0 16V FLEX Mecânico (-4,79%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P XRS 2.0 16V CVT FLEX Automático (-4,86%)
  • HONDA CIVIC Sedan 4P TOURING 1.5 TB CVT Automático (-5,14%)
  • HONDA CIVIC Sedan 4P EXL 2.0 16V CVT FLEX Automátic (-5,14%)
  • HONDA CIVIC Sedan 4P SPORT 2.0 16V CVT FLEX Automático (-7,48%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P ALTIS 2.0 16V CVT FLEX Automático (-7,59%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P GLi 1.8 16V MT6 FLEX Mecânico (-7,63%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P GLi UPPER 1.8 16V CVT FLEX Automático (-8,36%)
  • TOYOTA COROLLA Sedan 4P XEi 2.0 16V CVT FLEX Automático (-9,02%)

Quando o assunto é preço de carros, há duas metodologias para calcular a perda de valor: Desvalorização e Depreciação. Desvalorização é a comparação do preço atual de um veículo com os valores aplicados pelo mercado à mesma versão fabricada em anos anteriores. Já a Depreciação usa o valor do veículo 0 Km em um período determinado em relação a seu atual valor residual, sempre considerando o mesmo ano/modelo e sem o mesmo rigor de sua definição contábil, que tem regras muito estritas. Neste estudo, foi aplicado o conceito de desvalorização, levando em consideração todo o período de vida dos modelos analisados.

A KBB utiliza tecnologias de análise de dados e Big Data para produzir os levantamentos de precificação e desvalorização de veículos novos e usados. Os valores aqui presentes são gerados por meio de um complexo algoritmo, que analisa diversos fatores de comportamento do mercado automotivo brasileiro, além de seguir uma rígida análise de especialistas. A empresa atua com o propósito de conscientizar os consumidores na compra e venda de carros a partir da determinação de preços justos.

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Carros, Dicas

Os 4 problemas mais comuns que ocorrem num radiador

Na manutenção preventiva de veículos, as pessoas costumam se preocupar principalmente com a troca de óleo e filtros, a checagem de desgastes de pneus e as pastilhas de freio. Porém, há um item muito importante que muitas vezes fica fora da atenção do consumidor: o sistema de arrefecimento.

O motor aquece muito em virtude das explosões da queima do combustível, sendo o sistema de arrefecimento responsável por manter o veículo a uma temperatura ideal de funcionamento, sempre na faixa dos 88 a 90º Celsius. Com isso, sua função é manter o motor resfriado o suficiente para que as peças não superaqueçam e se deteriorem com o calor, porém sem deixá-lo frio demais, pois isso aumenta o trabalho do motor e, consequentemente, o consumo de combustível.

O sistema de arrefecimento é composto por mangueiras, radiador, ventoinha, bomba d’água, vaso de expansão, válvula termostática e, para sua proteção e funcionamento, deve ser adicionado um liquido de arrefecimento. Dessa forma, é uma das partes mais importantes do motor e, se apresenta funcionamento irregular, pode gerar problemas sérios e prejuízos altos para os motoristas.

Quando um sistema de arrefecimento opera inadequadamente é provável que ações preventivas não tenham sido aplicadas e os sinais de desgaste das peças não foram notados. De acordo com a Petroplus, fabricante da linha de fluídos de arrefecimento da marca Celsius, tão essencial quanto uma troca regular de óleo, é checar se o fluído dentro do radiador está no nível recomendado pelo fabricante. Caso esteja um pouco abaixo da marcação interna da peça, a sugestão da empresa é completar com um aditivo de arrefecimento na mesma cor original usada pelo fabricante do veículo.

Porém, se mesmo após a aplicação de fluído voltar a baixar, é imprescindível dirigir-se até uma concessionária ou centro automotivo para verificar o que está acontecendo. “Completar o fluído do radiador com muita frequência, pode mascarar alguns problemas. É aceitável que um motor perca, por exemplo, uma média de até 50 ml de fluído a cada 5 mil quilômetros rodados. Mais do que essa perda significa que o sistema de arrefecimento apresenta algum vazamento”, esclarece Silvio França, supervisor de P&D da Petroplus.

Veja a seguir alguns dos problemas mais comuns causados pelo funcionamento irregular do sistema de arrefecimento do motor de um veículo:

Superaquecimento do motor – É aquela situação em que as pessoas popularmente dizem que o “motor ferveu”. Uma boa medida preventiva neste caso é acompanhar possíveis alterações no medidor de temperatura no painel interno no veículo. Se o motorista ouvir a ventoinha do carro ligando com muita frequência por muito tempo, também pode ser um sintoma de problema. Um nível baixo de fluido de arrefecimento é provavelmente uma das causas mais comuns de superaquecimento. O fluido de arrefecimento é necessário para manter o funcionamento do motor do carro dentro de temperaturas normais. Para isso, é imprescindível usar a proporção de aditivo na água desmineralizada corretamente, e jamais colocar apenas água pura no reservatório de líquido de arrefecimento. Para evitar dúvidas, a melhor saída é utilizar as soluções arrefecedoras, pois essas já vem diluídas nas proporções corretas e protegem adequadamente o motor do veículo.

Oxidação de peças de arrefecimento – Entre as várias funcionalidades do fluído de arrefecimento a principal é a prevenção de ferrugem de peças como a bomba d’água. Quando o aditivo em uso possui mais de dois anos de uso, pode perder suas propriedades antioxidantes que protegem o motor contra o processo de corrosão por ferrugem ou corrosão por cavitação, isto é, bolhas que podem gerar a corrosão das peças metálicas do sistema, entre elas, o radiador, dificultando a refrigeração e o funcionamento correto do motor. Acompanhar a temperatura do veículo também é uma boa prevenção neste caso.

Alto consumo de combustível – Quando o motor de um veículo trabalha em uma temperatura irregular, é comum que ocorra um consumo de combustível acima da média. Por isso, é muito importante que o motorista calcule periodicamente quantos quilômetros seu veículo está fazendo a cada litro de combustível e compare esse resultado com a recomendação do fabricante. Qualquer alteração precisa ser averiguada e o sistema de arrefecimento pode ser um dos responsáveis.

Vazamento de fluído de arrefecimento – Entre radiador, bomba d’água, válvula termostática, principais peças do sistema de arrefecimento, há mangueiras que conduzem a circulação do fluído. Por circular em altas temperaturas, com o tempo podem ocorrer ressecamentos desgastes nessas mangueiras e assim pequenos vazamentos podem surgir. Dessa forma, pode acontecer a redução do fluído do radiador. Vale observar que grandes vazamentos, quando desapercebidos, também podem danificar o funcionamento do bloco, da junta e do cabeçote do motor, peças de elevado custo de reposição.

Por fim, o especialista Silvio França, da Petroplus, ressalta que ao observar qualquer uma das alterações acima, os proprietários dos veículos devem procurar um profissional especializado em concessionárias e oficinas mecânicas para que um diagnóstico completo do sistema de arrefecimento seja realizado, para uma eventual substituição de peças, limpeza do sistema de arrefecimento utilizando um limpa radiador e a aplicação correta de solução de arrefecimento.

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Carros

SUVs: modelos menos e mais depreciados no primeiro semestre de 2019

Carros ainda são o objeto de desejo de muitos brasileiros. Com mais visibilidade, maior sensação de segurança e pneus resistentes, a categoria de SUVs é uma das mais almejadas. Para auxiliar em decisões assertivas, a KBB Brasil, site referência em precificação de carros novos e usados, fez uma análise dos SUVs que menos e mais perderam valor no primeiro semestre do ano, baseado em veículos com ano/modelo 2019, vendidos como 0KM entre janeiro e junho deste ano, e que já possuíam ofertas no mercado de seminovos em janeiro. Mais de 400 versões foram analisadas.

O estudo apresenta o Peugeot 5008 como o SUV menos depreciado do semestre, com 0,59%, uma grande vantagem frente aos outros modelos. Com uma taxa maior, o 2º lugar fica com o Volvo XC60, que depreciou 2,72%. A Toyota SW4 garante seu lugar entre os cinco que menor perderam valor com 3,60%. Já a Volvo aparece novamente na 4ª posição, com o XC40, trazendo uma queda de 3,60% do seu valor original. Fechando o TOP 5, a campeã retorna ao ranking com o Peugeot 3008, apresentando uma depreciação de 4,01%.

Quanto aos SUVs que mais depreciaram no semestre, o Ford EcoSport ocupa o último lugar no estudo com 13,57% de queda do seu valor original. Em penúltimo lugar, o JAC T50 aparece no ranking com uma queda de 13,25% em seu preço.

Veja o ranking completa com os modelos SUVs de menores e maiores taxas de depreciação dos seis primeiros meses de 2019:

MARCA/MODELODepreciação:Jan/19 a Jun/19
Peugeot 5008-0,59%
Volvo XC60-2,72%
Toyota SW4-3,60%
Volvo XC40-3,80%
Peugeot 3008-4,01%
Chevrolet Tracker-4,06%
Citroen C4 Cactus-4,50%
Lifan X80-4,52%
Lifan X60-4,90%
Honda HR-V-5,04%
Hyundai ix35-6,08%
Ford Edge-6,33%
Honda WR-V-6,55%
Caoa Chery Tiggo 2-6,70%
Nissan Kicks-7,00%
Suzuki Jimny-7,33%
Mitsubishi ASX-7,44%
Mitsubishi Eclipse Cross-7,46%
Renault Captur-7,55%
Caoa Chery Tiggo 5X-7,63%
JAC T40-7,85%
Peugeot 2008-7,93%
Suzuki Vitara-8,06%
Jeep Renegade-8,27%
Kia Sportage-8,27%
Mercedes-Benz GLA-8,33%
Lexus NX300h-9,00%
Jeep Compass-9,19%
Chevrolet Equinox-9,42%
Hyundai Creta-9,69%
JAC T80-10,27%
Hyundai New Tucson-10,57%
Chevrolet Trailblazer-12,10%
Suzuki S-Cross-12,26%
JAC T50-13,25%
Ford EcoSport-13,57%

Neste estudo, foi aplicado o conceito de depreciação por modelo, levando em consideração um índice ponderado que atribui pesos diferentes às versões, conforme seu volume de vendas. A depreciação usa o valor do veículo 0 Km em um período determinado em relação a seu atual valor residual, sempre considerando o mesmo ano/modelo e sem o mesmo rigor de sua definição contábil, que tem regras muito estritas.

A KBB utiliza tecnologias de análise de dados e Big Data para produzir os levantamentos de precificação e desvalorização de veículos novos e usados. Os valores aqui presentes são gerados por meio de um complexo algoritmo, que analisa diversos fatores de comportamento do mercado automotivo brasileiro, além de seguir uma rígida análise de especialistas. A empresa atua com o propósito de conscientizar os consumidores na compra e venda de carros a partir da determinação de preços justos.

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Carros

5 razões que fazem do “Ford Ka” a melhor compra da categoria

O Ford Ka passou por uma ampla renovação na linha 2019, aprimorando as qualidades que o mantêm como um dos líderes de vendas do mercado brasileiro. Essa aceitação dos consumidores é confirmada pelos especialistas, que em diferentes comparativos elegeram o hatch da Ford como melhor compra da categoria.

“Cada consumidor tende a valorizar mais determinados aspectos do veículo, de acordo com as suas necessidades. Já os especialistas buscam fazer uma análise mais abrangente, balizada pela média. Mas todos concordam que o Ka é uma excelente escolha para quem procura um carro econômico, conectado, espaçoso e ágil para todo tipo de uso”, diz Daniel Sinzato, gerente de Marketing do Produto da Ford.

Listamos abaixo os cinco motivos mais citados pelos especialistas para colocar o Ford Ka à frente dos concorrentes do segmento.

Motores

Apontados com uma das principais vantagens do Ka, os novos motores 1.0 e 1.5 Ti-VCT de três cilindros são uma prova de que “menos é mais”. O 1.0, com 85 cv, é para muitos o melhor três cilindros aspirado do mercado brasileiro, tanto pela força em baixas rotações e reduzido nível de vibração como pelo baixo consumo de combustível. Já o 1.5, com 136 cv, “sobra” tanto no uso urbano quanto rodoviário, combinando respostas imediatas em baixas rotações com um ronquinho grave e gostoso, sem nunca precisar acelerar muito.

Dirigibilidade

O câmbio automático de seis marchas com conversor de torque é outro fator que leva a dirigibilidade do Ka a um novo patamar. Com funcionamento eficiente e silencioso, ele tem as três primeiras marchas curtas para privilegiar a agilidade. A direção elétrica e o ajuste da suspensão contribuem para a sensação de controle e segurança tanto na cidade como na estrada.

Equipamentos

Ser bem equipado desde a versão de entrada é um diferencial do Ka. Ele vem de série com ar-condicionado, direção elétrica, travas e vidros elétricos dianteiros, ajuste de altura do volante e do banco do motorista, Isofix, banco traseiro bipartido e abertura elétrica do porta-malas.

A versão Titanium traz controle de estabilidade, câmera de ré e equipamentos que os concorrentes não oferecem – como airbags laterais, bancos premium e partida sem chave. A conectividade também é destaque. O Ka SE 1.0 traz o My Connection, com conexão Bluetooth e comandos de voz. A partir da versão SE Plus, há a central multimídia SYNC 2.5 com tela flutuante de 6,5 polegadas, que tem a melhor integração com Android Auto, Apple CarPlay e aplicativos.

Design

Tanto no aspecto visual como de funcionalidade, o Ka revela a força do seu projeto moderno. A distância entre-eixos de 2,49 m permite acomodar com conforto cinco passageiros, item importante num carro de uso familiar. Ao mesmo tempo em que chama a atenção pelas linhas equilibradas o seu estilo mostra muita personalidade, conectado à identidade da marca pela ampla grade dianteira.

Custo-benefício

Com preço de R$45.590 a R$68.990 em suas nove versões – 1.0 com câmbio manual (S, SE, SE Plus e FreeStyle); 1.5 com câmbio manual (SE Plus); e 1.5 com câmbio automático (SE, SE Plus, FreeStyle e Titanium) –, o Ka 2020 oferece mais conteúdo que os concorrentes da mesma faixa de preço. E também é barato de manter, com baixo custo de revisões, peças e seguro.

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Carros, Dicas

Manutenção adequada de veículos garante prolongamento da vida útil do motor

Realizar a manutenção adequada de um veículo evita contratempos e garante que a vida útil do motor se prolongue. Além da troca de óleo lubrificante, há alguns pontos de atenção que fazem a diferença para garantir o bom estado de conservação de um carro. A STP do Brasil, renomada marca de produtos automotivos para consumidores finais e indústria automotiva, dá dicas, cuidados e produtos indispensáveis para esses cuidados.

1º passo: o consumidor final precisa ter sempre muita cautela com o combustível que insere no veículo, pois ele é o grande responsável pela conservação do motor. Se por alguma eventualidade não for um produto de qualidade, corre-se o risco do motor ser contaminado com sujeiras em excesso, o que pode acarretar em grandes prejuízos com reparos mecânicos.

Para melhorar a qualidade do combustível usado, a STP do Brasil disponibiliza produtos para tratamento de combustíveis, para carros a gasolina, flex e diesel, que podem ser aplicados diretamente no tanque. Podendo ser facilmente adquirido em postos de gasolina, centros automotivos e outros, estes produtos limpam e evitam a formação de impurezas, vernizes e borras provenientes da combustão. Dessa forma, agem na limpeza e proteção de carburadores, bicos injetores, válvulas de admissão e outros itens importantes do motor, melhorando seu desempenho, prevenindo eventuais reparos e manutenções.

2º passo: é importante certificar-se também de que o óleo lubrificante escolhido é de boa procedência e, além disso, garantir que seja trocado a cada 10 mil quilômetros rodados ou após de 12 meses – o que vencer primeiro deve ser priorizado. Prolongar estes critérios de troca de óleo gera uma “borra” de óleo espesso que pode causar severos prejuízos ao motor como um todo.

Para isso, a STP do Brasil recomenda a aplicação de alguns produtos preventivos a cada troca de óleo: um é o STP Engine Flush (ST-1853BR), que deve ser adicionado ao motor antes de cada troca de óleo, visando retirar o lodo e outros resíduos do cárter, cilindros, pistões, anéis, melhorando o fluxo do óleo lubrificante novo a ser inserido. O outro é STP Oil Treatment (ST-1503BR), que deve ser adicionado em conjunto com novo óleo lubrificante que for aplicado. Composto por quatro aditivos tecnologicamente avançados, este produto contém agentes que reduzem o desgaste do motor, inibem a emissão de fumaça, minimizam o consumo de lubrificante, protegem o motor nas partidas a frio e o mantém sempre limpo.

Por fim, é importante fazer revisões mecânicas e elétricas periodicamente, mesmo após o término da garantia do veículo. Para a aplicação em centros automotivos e concessionárias de veículos, a STP do Brasil oferece, por exemplo, soluções para lubrificação e proteção de componentes vitais do carro, através da utilização do Desengripante AP-75, Silicone Spray e Break Parts Cleaner (Limpa Freios), entre outros.

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