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Foto: Divulgação

A Justiça considerou ilegais as seleções internas do Banco do Brasil que promovem escriturários de nível médio a cargos que exigem conhecimentos específicos de graduados. De acordo com a decisão, o banco deve realizar concurso público para os cargos de áreas específicas (como advogado, engenheiro e arquiteto).

Com o objetivo de por fim ao processo judicial que tramita na 20ª Vara do Trabalho de Brasília, o BB se comprometeu a especificar nos próximos documentos a previsão de vagas disponíveis na instituição, por meio de acordo judicial com o Ministério Público do Trabalho.

O número deve representar a real necessidade por funcionários do banco, garantindo mais transparência ao processo seletivo. A decisão, porém, não extingue o cadastro reserva, que também poderá ser utilizado sem criar falsas expectativas de nomeação nos candidatos.

De acordo com o BB, a nova política beneficiará 2.627 classificados que serão convocados para posse. Destes, 950 aprovados serão provenientes do edital 3 de 2012, outros 500 do edital 1 de 2013, e mais 1.177 do edital 2 do mesmo ano. Sobre o concurso em andamento (edital 2 de 2014), que também abriu chances apenas para cadastro, o banco vai estipular o número de vagas imediatas. O novo quantitativo será disponível após 90 dias da homologação do resultado final. Caso o acordo seja descumprido, a multa prevista é de R$ 300 mil. O Banco ainda terá de pagar R$ 5 milhões por dano moral coletivo.

As informações são do CorreioWeb*

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