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5 coisas que um dono de e-commerce não sabe – e precisa saber agora!

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5 coisas que um dono de e-commerce não sabe – e precisa saber agora!
Foto: Pexabay
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Cada vez mais as pessoas buscam vender produtos pela internet. Assim como uma loja física pode se beneficiar ao permitir que pessoas de outros lugares do país comprem os produtos, indo além da cidade onde atua, sites de diferentes conteúdos podem ter seus próprios produtos e aumentar a fonte de faturamento. É o que explica Fábio Ricotta, fundador da Agência Mestre e especialista em estratégias de venda online, que lista 5 fatores essenciais para os donos de e-commerce.

1-Um bom nome para a loja é essencial

O primeiro passo para ter uma loja online é criar um nome e domínio que seja criativo, fácil e claro. “Quanto mais facilmente a pessoa digita o nome da loja, e quanto mais óbvio o nome dela seja em relação ao que ela vende, melhor serão os resultados”, explica. Desta forma, o especialista alerta para nomes confusos ou em inglês, por exemplo. “Se o nome já existe e não tem como mudar, é possível criar um domínio que deixe mais claro o que se vende, ou desenvolver estratégias para que o site seja encontrado mais facilmente nas buscas”, explica Ricotta.

2-É preciso anunciar

Independentemente do faturamento do negócio, Ricotta sugere que é necessário anunciar para alcançar mais público. “Embora o Google, Facebook e outras plataformas permitam maior controle dos gastos em anúncios, é uma ilusão pensar que as vendas vão ocorrer de forma totalmente orgânica”, explica. Quando questionado sobre a quantia que deve ser investida, o especialista diz que não existe uma regra. “Geralmente, as empresas devem investir de 15% a 30% do faturamento em marketing digital, ou seja, estratégias de SEO, anúncios, blog com conteúdo interessante ao público-alvo, entre outros”, explica.

3-O ambiente online precisa ser agradável

Em uma loja do shopping, a tendência é comprar mais quando o ambiente é bom e o atendimento é eficiente. No ambiente online acontece a mesma coisa, conforme explica Ricotta. “Além de investir em SEO, com as palavras-chave relacionadas ao seu produto, é preciso que o site tenha um visual agradável e fácil de navegar”, explica. Segundo o especialista, poucas pessoas têm paciência para esperar por sites lentos ou procurar funcionalidades escondidas. “Um bom e-commerce precisa dar preferência para a experiência do usuário”, explica.

4-Configure o monitoramento de e-commerce no Google Analytics

O especialista destaca que é possível configurar a ferramenta Google Analytics para monitorar dados importantes do e-commerce. “É crucial que seja possível analisar os números das compras realizadas, transações e receitas”, explica. Existe uma maneira de inserir um código na página final do processo de compra, que deve ser colocado depois na seção de “E-commerce” disponível na ferramenta do Google. “Com uma configuração assim, que deve ser feita após estudar a ferramenta, ou por profissionais capacitados, vai ser possível mensurar o número de compras, analisar os produtos mais vendidos e as palavras-chave de entrada para cada produto vendido, além de outros dados que vão ajudar no planejamento dos próximos produtos e no conteúdo da loja”, ensina Ricotta.

5-Cuidado com a concorrência

Por fim, o empresário conta que é preciso prestar muita atenção na concorrência. Ricotta ensina que, além de sites que vendem os mesmos produtos, também é possível que haja um site oficial da marca. “Isso depende muito do tipo de produto do e-commerce, mas um vendedor de perfumes importados pode não conseguir vender online porque é possível comprar por meio da loja oficial, mesmo que ela seja internacional”, exemplifica. Portanto, quanto mais único for o produto, melhor será para a loja. “Se isso não for possível, será preciso ter um investimento em anúncios e SEO, por exemplo, para que a sua loja se diferencie de qualquer outro e-commerce que venda a mesma coisa. Focar em um público-alvo diferente é uma ótima opção”, sugere.

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Rafael Nicácio Editor e repórter do Portal N10. Já trabalhou na Assecom (Assessoria de Comunicação do Governo do RN) e na Ascom (Assessoria de Comunicação da UFRN).
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