Destaques, Economia

Abono salarial: pagamento para nascidos em outubro começa nesta terça (16)

Os correntistas da Caixa Econômica Federal que nasceram em outubro começam a receber, a partir desta terça-feira (16), o abono salarial do Programa de Integração Social (PIS). Os demais beneficiários começam a recebê-lo na quinta (18). Os pagamentos deste mês devem beneficiar 1,8 milhão de trabalhadores e injetar R$ 1,38 bilhão na economia brasileira.

De acordo com a Caixa, a gratificação será para trabalhadores nascidos em outubro e os valores a serem pagos variam entre R$ 80 e R$ 954, de acordo com o tempo de trabalho no ano passado (2017).

Esses pagamentos começaram a ser feitos em julho e têm sido realizados conforme o mês de nascimento do trabalhador. Quem ainda não retirou o dinheiro, pode fazê-lo até 28 de junho de 2019.

Em todo o calendário, serão pagos R$ 16,3 bilhões para 22,3 milhões de trabalhadores. Têm direito os inscritos no PIS ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos. Além disso, é preciso ter trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2017, com renda mensal média de até dois salários mínimos.

Calendário PIS

Calendário do abono salarial PIS 2018-2019

Calendário PASEP

Read More...

Dicas

Já tentou economizar dinheiro?

Não precisa ficar horrorizado com a manchete, todo mundo sabe que o dinheiro anda bem curto, que mal dá para pagar as contas, mas é preciso criar estratégias e tentar economizar um pouco de dinheiro, seja para uma eventualidade de saúde, para realizar a viagem dos seus sonhos, comprar um automóvel próprio, ou apenas para poder gastar no futuro.

Pessoas dos mais variados países conseguem fazer um pouco de economia, mesmo com suas realidades problemáticas ou crises financeiras. O problema não é esse: existe uma falta de cultura financeira no país. Quase 70% dos brasileiros não guardam dinheiro, segundo pesquisa do Banco Central.

Uma das melhores maneiras de conseguir economizar, nem que sejam alguns poucos reais ao mês, é investir em alguma coisa seja difícil de conseguir mexer depois. Quem tem um pouco mais de dinheiro sobrando costuma adquirir imóveis. Já aquele que não quer administrar aluguéis e inquilinos, coloca sua grana em fundos de investimento de longo prazo.

Uma das alternativas mais populares, nos últimos tempos, têm sido as moedas criptografadas e a mais famosa delas é o Bitcoin. É um dinheiro virtual, você precisa contratar uma agência para administrar com um pouco mais de segurança.

facebook bitcoin

Foto: JayDeep / Pixabay

Se interessou? É aconselhável ler muito, até tomar cursos sobre este investimento. E não pensar neste dinheiro tão cedo porque ele é como uma bolsa de valores, sujeita a variações diárias. Se você for do tipo nervosinho e quiser vender na baixa, vai acabar perdendo dinheiro.

O ideal, a um investidor de pequeno monte, é que ele espere juntar um pouco mais de recursos antes de tentar entrar nesta seara. Quem foi esperto e comprou bitcoins quando ainda eram muito baratos conseguiu ficar milionário, há até alguns bilionários no setor.

A moeda começou a ser vendida como valor inicial muito baixo. Se você tivesse investido 100 dólares em 2010, quando o negócio começou a se tornar concreto, teria hoje “apenas” 238 milhões de reais. Consegue acreditar? Em 2017, apenas 1 bitcoin chegou a custar 10 mil dólares! Foi o auge do mercado, que acabou se normalizando depois.

Read More...

Destaques, Economia

5º lote de restituição do Imposto de Renda: o que fazer com o dinheiro extra?

Nesta segunda-feira (15) a Receita Federal libera os saques do quinto lote de restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2018. Ao todo, serão R$ 3,15 bilhões transferidos a 2.459.482 contribuintes. Para quem é um beneficiado a pergunta é: o que fazer com esse dinheiro?

Por ser um ganho extra, é muito comum que as pessoas utilizem-no de forma desordenada, apenas saciando os impulsos consumistas; contudo, para Reinaldo Domingos, educador financeiro do canal Dinheiro à Vista no YouTube, é importante ficar atento para não desperdiçar essa chance de ajustar a vida financeira.

“A primeira preocupação das pessoas deve ser com as dívidas. Quem estiver com financiamentos ou dívidas no cheque especial ou no cartão de crédito, deve estabelecer uma estratégia para eliminar o problema. Essas devem ser as primeiras dívidas a serem combatidas, já que as taxas de juros são mais altas do que a lucratividade de qualquer aplicação segura”.

Entretanto, Domingos alerta que é fundamental negociar essas contas antes de pagar, reduzindo ao máximo os juros e as multas. “O contribuinte também deve ter em mente que é hora de combater as causas das dívidas e não o efeito, e isso só se faz com educação financeira”, orienta.

imagem-imposto-de-renda2

Foto: Divulgação

Já para os contribuintes que não têm dívidas, segundo Domingos, o ideal é investir o dinheiro, mas é importante que o investimento esteja atrelado aos objetivos das famílias, caso contrário, o retorno poderá não ser tão interessante, causando até prejuízos.

Veja orientações de Reinaldo Domingos sobre onde investir:

Por mais que os números mostrem um tipo de investimento como vantajoso, vários fatores devem ser avaliados antes dessa decisão, dentre os quais estão o comportamento do mercado, que pode mudar de rumo com o passar dos anos e, principalmente, os sonhos e objetivos que se quer atingir com o dinheiro investido;

Investir apenas na linha que, aparentemente, tem a maior rentabilidade pode ser uma armadilha, levando até mesmo a prejuízos. E, já que o investimento deve ser atrelado a um sonho, é importante saber que devem ser, no mínimo, três: curto, médio e longo prazos.

Os de curto são aqueles que se pretende realizar em até um ano. Para esses, é interessante aplicar em caderneta de poupança, pois, quando necessitar, terá a disponibilidade de retirar sem pagar taxas, imposto de renda ou perder rendimentos;

Sonhos de médio prazo abrangem um período de um a dez anos. São aqueles que não ocorrem imediatamente, mas conseguimos visualizar a realização em um período não tão longo. Para estes são interessantes linhas que tenham prazos pré-estabelecidos no período do sonho a ser realizado. Dentre as opções, recomendo Tesouro Direto, CDB, Fundo de Investimentos, Título do Tesouro e ouro. Neste caso, o melhor é pesquisar em, pelo menos, três instituições financeiras de grande porte;

Já os sonhos de longo prazo, são aqueles que a maioria das pessoas acredita que não irá realizar, por representar algo muito distante. O tempo destes sonhos é acima de dez anos, o que faz com que muitos desanimem antes mesmo de começar. Mas afirmo: seja qual for o seu sonho, ele é factível de ser realizado, no entanto, é preciso perseverança e começo imediato. Para estes sonhos, recomendo investir em Tesouro Direto, previdência privada e ações. No caso de investimento em ações, o melhor é investir, no máximo, 20% do dinheiro total com essa finalidade, isto porque existe grande risco, já que depende do desempenho da empresa na qual investe;

É importante manter a calma e não tomar decisões por impulso. Também recomendo que se tenha uma reserva financeira extra para os imprevistos (para este, a poupança também é recomendada), pois geralmente, problemas acabam desviando o dinheiro dos sonhos de médio e longo prazo.

Por fim, por mais que as informações direcionem para mudanças de aplicações, uma das premissas da educação financeira é manter a calma e ter objetivos, o que fará com que a realização de seus sonhos se torne mais simples.

Read More...

Destaques, Economia

Boletos a partir de R$ 100 podem ser pagos em qualquer banco

A partir deste sábado, dia 13 de outubro, os boletos com valor a partir de R$ 100, mesmo vencidos, poderão ser pagos em qualquer banco. A medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que começou a ser implementada em julho de 2017.

Para serem aceitos pela rede bancária, em qualquer canal de atendimento, os dados do boleto precisam estar registrados na plataforma. Segundo a Febraban, “os clientes que tiverem boletos não registrados na Nova Plataforma, rejeitados pelos bancos, devem procurar o beneficiário, que é o emissor do boleto, para quitar o débito”.

O novo sistema permite o pagamento em qualquer banco, independentemente do canal de atendimento usado pelo consumidor, inclusive após o vencimento, sem risco de erros nos cálculos de multas e encargos. Além disso, segundo a Febraban, “o sistema traz mais segurança para a compensação de boletos, identificando tentativas de fraude, e evita o pagamento, por engano, de algum boleto já pago”.

boleto bancário

Divulgação/Fotos Públicas

As mudanças estão sendo feitas de forma escalonada, tendo sido iniciada com a permissão para quitação de boletos acima de R$ 50 mil. Entretanto, em junho deste ano, após dificuldades de clientes para pagar boletos, a Febraban alterou o cronograma.

A previsão inicial era que a partir de 21 de julho deste ano fossem incluídos os boletos com valores a partir de R$ 0,01. A expectativa era de que em 22 de setembro o processo tivesse sido concluído, com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros. Pelo novo cronograma, os boletos a partir de R$ 0,01 serão incluídos a partir do próximo dia 27 e os boletos de cartões de crédito, doações, entre outros, no dia 10 de novembro de 2018.

Segundo a Febraban, apesar de o sistema passar a processar documentos de menor valor, com volume maior, os bancos não preveem dificuldade na realização dos pagamentos, com base nos testes feitos nas fases anteriores. Com a inclusão e processamento desses boletos no sistema, a Nova Plataforma terá incorporado cerca de 3 bilhões de documentos – aproximadamente 75% do total emitido anualmente no país. Nas próximas fases, serão incorporados 1 bilhão de boletos de pagamento.

A Febraban lembra que a nova plataforma é resultado de uma exigência do Banco Central, com incorporação de dados obrigatórios, como CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador.

Read More...

Economia

Brasil poderá colher até 238 milhões de toneladas de grãos na safra 2018/19

A produção estimada para o primeiro levantamento da safra 2018/19 indica um volume entre 233,6 e 238,5 milhões de toneladas, com uma variação entre 2,5 e 4,7% a mais do que a safra passada. Isso significa que a produção nacional poderá aumentar entre 5,6 e 10,6 milhões de toneladas. Os números estão no 1º levantamento da safra de grãos deste período, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Nas principais culturas do país, a soja pode alcançar uma produção entre 117 e 119,4 milhões de toneladas, enquanto o milho total pode chegar até 91,1 milhões de toneladas. Estima-se que a primeira safra de milho pode ser maior em relação à passada, alcançando entre 26 e 27,3 milhões de t, enquanto a segunda seria de até 63,7 milhões de t.

Outras culturas também destacaram-se com a estimativa de aumento da produção, como o algodão, amendoim, feijão-comum cores e girassol. No caso do algodão, o bom desempenho das cotações da pluma, tanto no mercado interno quanto no externo, estimulou os produtores a investirem na lavoura, sendo esperados incrementos recordes na área plantada.

milho

Foto: Divulgação

Em relação ao milho, a grande aposta dos produtores é a expectativa de normalização das chuvas para a temporada que se inicia. O mercado mostra-se promissor e vem se fortalecendo a cada ano, com as alternativas de exportação para o mercado chinês, os reflexos da taxa de câmbio e a fabricação de etanol a partir de milho, além do forte mercado interno produtor de proteína animal.

O estudo mostra também que a definição da área plantada do milho está condicionada à evolução do clima nos próximos meses, que estimulará, caso ocorra normalização das chuvas, o uso de um pacote tecnológico avançado, fato não ocorrido na temporada passada. Sendo assim, a estimativa de área total deverá apresentar forte incremento, com um intervalo de 16,6 a 16,8 milhões de hectares.

Já a soja vem se consolidando como o principal produto na evolução do agronegócio brasileiro e que tradicionalmente impulsiona o incremento da área nacional produtora de grãos, apresentando, neste exercício, intervalo entre 35,4 e 36,2 milhões de hectares.

Com relação à área total de grãos no país, a perspectiva é de aumento de 0,2 a 2,3% para o plantio da safra 2018/19, que poderá variar de 61,9 a 63,1 milhões de hectares.

Read More...