Saúde

Vírus do ebola ainda continua se disseminando

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Foto: divulgação

A necessidade de mais agentes de saúde estrangeiros é bastante importante para fortalecer a equipe no combate a epidemia do ebola, que está se espalhando muito rápido no oeste de Serra Leoa e nas florestas do interior da Guiné, esclareceu um superior de alto escalão da Organização das Nações Unidas (ONU).

A doença se alastrou no oeste africano e assim a taxa se elevou para 6.331 nos três países mais atingidos, e Serra Leoa excedeu a Libéria que atualmente é considerada a maior nação com o maior índice de casos, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS). “Não vamos sossegar, nós temos que continuar nos esforçando”.

Foi preciso aumentar o número de centros de tratamento em Serra Leoa, mas ainda existe a necessidade de mais pessoas treinadas. David Nabarro, enviado especial das Nações Unidas para o ebola, disse em um informe à imprensa: “Ainda não temos uma grande quantidade de centros de tratamento em funcionamento e de locais onde os enfermos possam ser mantidos longe das outras”, “temos a previsão de oferecer a disponibilização de centenas de leitos disponíveis nas próximas semanas, e isso amenizará a situação”, acrescentou.

O vírus mortal está se espalhando especialmente na capital de Serra Leoa, Freetown, e em Port Loko, que precisa de atenção redobrada, disse Nabarro. “Estou muito confiante, a menos que algo saia radicalmente errado, veremos uma melhoria lá (em Freetown). É um pouco semelhante com a situação da Monróvia entre 4 e 6 semanas atrás, e acho que certamente irá se pacificar “. A elevação da contaminação do ebola no oeste de Serra Leoa é a realidade de várias comunidades que ainda não aceitaram a epidemia nem houve a tomada de decisões para evitar as infecções.

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