Televisão

Maju Coutinho comete gafe ao vivo após trocar nome de jornalista: “Mil perdões”

Apresentadora trocou o nome de Fábio Turci por o de César Tralli

Maju Coutinho foi protagonista de uma gafe ao vivo na Globo neste sábado (22). Ademais, a apresentadora, enquanto anunciava os destaques do “Jornal Hoje” dentro do “SP1“, trocou o nome de Fábio Turci, substituto, pelo de César Tralli, efetivo que estava de folga.

“Turci, eu queria perguntar para você: quando que, na nossa formação como jornalistas, a gente ia imaginar que ia ter que ficar lidando com desmentido, Tralli?”, disse Maju, sem se dar conta do erro. Assim, Turci a corrigiu: “Vou desmentir aqui também, porque eu não sou o Tralli, eu sou o Turci”.

“Ai, Turci! Eu falei Tralli? Olha só… Desculpa!”, disse a apresentadora, desconcertada. Contudo, se divertiu com a situação. “Brincadeira, é a força do hábito, querida, tá tudo certo”, disse Fábio Turci, rindo.

Então, Maju Coutinho tentou relacionar o erro com o tema que a levou ao jornal: “É fake”, afirmou. “Eu sou fake, né? O original é o Tralli, tá de folga hoje. O fake tá aqui quebrando um galho”, rebateu Turci. Por fim, Maju encerrou: “Mil desculpas”. Veja a situação a seguir.

Enquanto Maju Coutinho se equivoca na Globo, Datena conta valor da aposentadoria

José Luiz Datena deixou escapar durante o “Brasil Urgente” desta sexta-feira (21) o valor que recebe de aposentadoria. O apresentador, que tem 64 anos, mostrava uma matéria sobre um senhor que luta para pagar as contas com o valor mínimo da aposentadoria do governo.

Então, Datena contou que recebe pouco mais de 4 mil reais mensais. “O aposentado está ferrado. Não está não? É só no nosso do aposentado porque eu também sou. Tem caras que ganham uma miséria… Tinha que divulgar aquelas aposentadorias milionárias de R$ 100 mil, R$ 150 mil. Eu ganho R$ 4.200, uma coisa assim de aposentadoria”, contou.

“Trabalhei a vida inteira, desde molequinho, pra ajudar a família. Precisava trabalhar quando era jovem, bem menino, senão não completava o dinheiro da família. Meu pai era barbeiro e minha mãe costurava bola e fazia bala de coco, que aliás eu odeio bala de coco porque eu a ajudava fazer e comia a metade da produção”, completou.

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Claudio Augusto

Jornalista formado pela UFG (Universidade Federal de Goiás), com passagem pela Rádio Universitária (UFG) e TV Anhanguera de Goiânia.

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