Televisão

Datena perde a cabeça com a própria produção ao vivo: “Não me atrapalha, pô”

Jornalista perdeu a paciência com a equipe

José Luiz Datena protagonizou mais um episódio de fúria contra a própria produção no “Brasil Urgente” da última sexta-feira (02). O jornalista, que noticiava que várias pessoas pelo Brasil tomaram vacinas vencidas, se estressou com funcionários que falavam em seu ponto eletrônico.

“Não fale comigo agora”, gritou ele em um primeiro momento. Contudo, a conversa continuou e ele explodiu de vez: “Alguém fala no meu ouvido. Quando tiver que falar, fala alto pra eu poder entender, pô. Fala alto pra eu entender ou então não me atrapalha. Então não me atrapalha, pô”, bradou Datena. Confira o momento a seguir a partir do minuto 57.

Datena leva puxão de orelha de Cátia Fonseca

José Luiz Datena levou um puxão de orelha ao vivo da Cátia Fonseca durante o “Brasil Urgente” da última quinta-feira (01). O apresentador usou o termo “opção sexual” ao falar sobre homofobia e foi corrigido pela colega de trabalho.

Ademais, Datena conversava com Cátia Fonseca no usual “Papo de Janela” que os dois dividem todos os dias na transição entre seus programas. Então, o jornalista elogiou a ação de Juliano Dip, que se revelou gay ao vivo no Dia do Orgulho LGBTQIA+. Assim, o apresentador falou em “opção sexual”, e a apresentadora interveio.

“Não é escolha. Eu não escolho ser hétero e o outro não escolhe ser homossexual. A gente nasce”, afirmou Cátia. “Todos somos iguais independente da cor da pele, independente de que país a gente venha, e da opção sexual. Cada um escolhe o que quer. Eu tenho pavor a qualquer tipo de preconceito. Normalmente, quem tem preconceito são pessoas que tem problemas ou são pessoas más e que devem ser repudiadas mesmo”, endossou Datena.

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“Tem gente que nasce hétero e depois muda. Tem até história de pansexual. Cada um escolhe fazer da vida o que quer. Essa é a minha opinião e sempre será. Eu estou completamente aberto a qualquer tipo de consideração e completamente oposto a qualquer manifestação contra pessoa homossexuais. Qualquer tipo de discriminação que existe eu estou do outro lado, contra”, acrescentou.

“Um dos piores regimes do mundo foi baseado no preconceito: o nazismo. O nazismo ia contra homossexuais, tinha preconceito com a religião dos judeus. Aquele canalha do Hitler matava homossexuais, matou 6 milhões de judeus, pessoas com necessidades especiais porque pregava uma raça superior”, completou Datena.

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Claudio Augusto

Jornalista formado pela UFG (Universidade Federal de Goiás), com passagem pela Rádio Universitária (UFG) e TV Anhanguera de Goiânia.

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