Televisão

Datena alfineta William Bonner e dispara contra fãs do jornalista: “Bando de puxa saco”

Apresentador da Band ironizou o comandante do Jornal Nacional

José Luiz Datena alfinetou o jornalista William Bonner durante o “Brasil Urgente” da última sexta-feira (21), na Band. Ademais, o apresentador trouxe o assunto após falar sobre o preço alto do café e citar uma palavra que, segundo ele, não aparece no “Jornal Nacional”.

“Com preços em alta, consumidores optam por marcas mais baratas… Optam… que é isso, optam? Optam? Isso aí é pro Jornal Nacional. Não põe isso não, optam.. optam… Coloca lá pro Willian Bonner, com aquela barba dele lá. Optam, optam…”, ironizou.

Em seguida, Datena relembrou as notícias da época em que Bonner se levantou pela primeira vez no “Jornal Nacional”. Na sua opinião, houve exagero com a situação.

“William Bonner é um grande jornalista, mas, um dia, ele ficou em pé (no JN). Parece que a humanidade tinha começado a andar com ele. Eu já estava em pé há mais de 15 anos e ninguém falou que eu fazia jornal em pé. No dia em que ele ficou em pé no Jornal Nacional esse bando de puxa saco falou ‘William Bonner ficou em pé na televisão brasileira’. Parece que a humanidade já começou a andar ereta pela primeira vez naquele dia”, disparou o jornalista. Veja o momento a partir do minuto 2h28.

Datena revela valor da própria aposentadoria

No mesmo programa, Datena deixou escapar o valor que recebe de aposentadoria. Ele, que tem 64 anos, mostrava uma matéria sobre um senhor que luta para pagar as contas com o valor mínimo da aposentadoria do governo.

Então, Datena contou que recebe pouco mais de 4 mil reais mensais. “O aposentado está ferrado. Não está não? É só no nosso do aposentado porque eu também sou. Tem caras que ganham uma miséria… Tinha que divulgar aquelas aposentadorias milionárias de R$ 100 mil, R$ 150 mil. Eu ganho R$ 4.200, uma coisa assim de aposentadoria”, contou.

“Trabalhei a vida inteira, desde molequinho, pra ajudar a família. Precisava trabalhar quando era jovem, bem menino, senão não completava o dinheiro da família. Meu pai era barbeiro e minha mãe costurava bola e fazia bala de coco, que aliás eu odeio bala de coco porque eu a ajudava fazer e comia a metade da produção”, completou.

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Claudio Augusto

Jornalista formado pela UFG (Universidade Federal de Goiás), com passagem pela Rádio Universitária (UFG) e TV Anhanguera de Goiânia.

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