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Carlos Alberto de Nóbrega fala sobre o futuro de A Praça é Nossa: “Acho que morre comigo”

Carlos Alberto de Nóbrega falou sobre o que pensa sobre o futuro de “A Praça é Nossa”, programa humorístico que apresenta no SBT há 33 anos. Segundo ele, a atração deve acabar após sua morte. A afirmação foi dada ao programa “Conversa Com Bial”, da Globo.

Pedro Bial perguntou a Carlos o que ele pensa da “Praça” para os próximos 30 anos. Então, ele afirmou: “Não imagino a Praça nem daqui a cinco anos. Acho que a Praça acaba comigo. Seria desejar um mal enorme para o Marcelo passar tudo aquilo que eu passei. E o sonho do Marcelo seria sentar ali no banco. Mas eu acho que é muito peso. E eu gosto demais dele para querer isso pra ele. Porque o lugar é dele. Só que a comparação… Ele não tem a estrutura que eu tive. Eu comecei a trabalhar com meu pai aos 9 anos de idade. Nós tínhamos uma afinidade muito grande”, disse.

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Carlos Alberto falou que se surpreendeu com a extensão da pandemia. Além disso, revelou que Silvio Santos ordenou que ele e Raul Gil só voltam ao SBT após a descoberta da vacina contra o coronavírus: “Quando a coisa estourou, meu primeiro passo foi ir para o sítio. Fiquei até finalzinho de abril numa boa. Porque tinha sol, era verão, tinha piscina, meus bichinhos. De repente comecei a ficar com saudades. Porque íamos parar por 40 dias. Eu tinha programas prontos só até o final de março. Eu digo: bom, em maio eu volto a gravar. Aí caiu a ficha. A ordem do Silvio é só voltar quando houver a vacina, quando não tiver mais perigo nenhum”, revelou o humorista.

Ainda na entrevista, Carlos Alberto de Nóbrega disse que se emocionou ao ir no SBT durante a pandemia e ver o estúdio de “A Praça é Nossa” vazio. Além disso, apontou que começou a ficar deprimido: “Mas aí, Bial, comecei a ficar com depressão. Fiquei deprimido, coisa que não sou. Sou um cara alegre, pra frente. Comecei a chorar, ficar mal. Já não queria ficar no sítio. Vim pra São Paulo e fiquei em casa. Fiquei uma semana e foi pior, porque estou a 15 minutos da televisão. Aí tive que preparar as reprises e tive que ir pra TV. Quando cheguei naquela televisão e vi aquilo vazio, eu estava no meu carro e comecei a chorar. Mas eu chorei muito, muito, muito. Aí eu fiquei mal”, desabafou o artista do SBT.

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Claudio Augusto

Jornalista formado pela UFG (Universidade Federal de Goiás), com passagem pela Rádio Universitária (UFG) e TV Anhanguera de Goiânia.

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