Destaques, Natal

Prefeitura e Caixa assinam contrato para revitalização da Redinha

O prefeito Álvaro Dias assinou o contrato com a Caixa Econômica Federal (CEF) para o início das obras de reurbanização da orla da Praia da Redinha – zona Norte de Natal. A assinatura aconteceu no Palácio Felipe Camarão, em conjunto com o superintendente do banco, Marcus Vinicius Nascimento.

O documento assegura a liberação de R$ 8,5 milhões para que a prefeitura licite a primeira parte da obra, que ainda receberá um investimento de outros R$ 9,8 milhões de recursos federais. “Esse é um momento muito esperado por todos nós. Estamos lutando muito por essa obra, porque sabemos da importância dela para o desenvolvimento da cidade, em particular da área da Redinha, que vai se transformar num grande polo de atração turística de Natal”, comentou o prefeito.

A Prefeitura entrará com a documentação complementar na CEF já a partir desta segunda-feira (11) com o objetivo de lançar o edital de licitação o quanto antes. “Estamos muito felizes com a assinatura desse contrato. É fruto de muito trabalho, de uma sinergia entra a Prefeitura e a CEF. É muito importante para nós da Caixa ver esse legado sendo construído. Queremos dizer que o banco está à disposição para que muito mais seja realizado”, falou o superintendente da CEF, Marcus Vinicius Nascimento.

A obra planejada para a Redinha contempla a reforma do Mercado, com a adição de mais um pavimento ao prédio, instalação de praça de alimentação, varanda mirante, píer, deck e espaço para acomodar restaurantes de categoria internacional. Ainda será construído um centro de comercialização de artesanatos, a revitalização do muro da Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes e a recuperação do mirante sobre o quebra-mar.

“É uma obra grande e que vai requerer muita atenção. Temos um mercado muito bonito que será remodelado, um belo deck que terá que ser muito bem feito, entre outras coisas. Teremos muito trabalho pela frente”, explicou o secretário da Secretaria de Obras e Infraestrutura de Natal, Tomaz Neto.

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Zona Norte de Natal recebe serviços de lazer e nutrição

A população da Zona Norte de Natal terá serviços gratuitos de lazer, atividade física e nutrição na tarde de 31 de agosto, das 15h às 17h, na Área de Lazer do Panatis. Os atendimentos são oferecidos por estudantes e professores da UnP, integrante da rede Laureate, e encerram a XV Semana de Educação Física e Nutrição.

Na ação social, estão previstos: treino funcional, atividades rítmicas, avaliação física e nutricionais, além de orientação de Nutrição. O evento marca também a celebração do Dia do Nutricionista e o Dia do Profissional de Educação Física, comemorados em 31 de agosto e 1º de setembro, respectivamente.

A atividade conta com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura de Natal e do Conselho Regional de Educação Física-RN e terá a presença de 30 alunos das duas graduações, além de docentes.

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Abastecimento de água está suspenso em parte da Zona Norte de Natal

O abastecimento de água foi interrompido em 11 localidades, entre bairros e loteamentos, da Zona Norte de Natal nesta quarta-feira, dia 17 de julho.

De acordo com a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), a suspensão, que já estava programada, acontece para a conclusão de uma obra de remanejamento de rede na Avenida João Medeiros Filho. Dessa forma, não haverá fornecimento de água durante todo o dia nas seguintes localidades:

  1. Redinha
  2. Panorama
  3. Jardim das Flores
  4. Niterói
  5. Garis
  6. Mar del Plata
  7. Ki-Panorama
  8. Village das Dunas
  9. Algimar
  10. Jardim Brasil
  11. Soledade I

Segundo a Caern, o abastecimento será normalizado em até 48 horas após a conclusão do serviço.

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Dezoito bairros da Zona Norte de Natal ficam sem água na próxima quarta (5)

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) vai realizar uma manutenção preventiva e programada na Estação de Tratamento de Água de Extremoz (ETA), na próxima quarta-feira, dia 5 de junho. O serviço a ser realizado “é a substituição do sistema de cloro gás na ETA, que é responsável pelo tratamento da água que abastece 70% da zona Norte de Natal”. Em razão do trabalho, o abastecimento será interrompido durante todo o dia.

Os bairros que ficarão desabastecidos são os seguintes: África, Algimar, Alvorada, Amarante, Golandim, Igapó, Jardim Lola, Nova Zelândia, Panatis, Parque dos Coqueiros, parte do Conjunto Santarém, parte Gramoré, Potengi, Redinha (nova e velha), Riverside, Santa Inês, Soledade I e Vale Dourado.

De acordo com a Caern, o fornecimento de água será retomado no fim da noite da quarta-feira. A normalização da distribuição deve ocorrer em até 48h.

Os demais bairros da Zona Norte terão redução no abastecimento. A recomendação da Companhia é que os moradores desta região reservem água para o período e que, principalmente, utilizem a água de forma racional.

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Corte de verbas pode inviabilizar construção do Hospital da Mulher na zona Norte

No fim de abril, o governo federal anunciou o congelamento de R$ 1,7 bilhão dos gastos das universidades e institutos federais de ensino, de um total de R$ 49,6 bilhões. O corte, segundo o Ministério da Educação (MEC), foi aplicado sobre gastos não obrigatórios, como água, luz, terceirizados, obras, equipamentos e realização de pesquisas. Para avaliar esse cenário, a Câmara Municipal de Natal realizou, por iniciativa do vereador Raniere Barbosa (Avante), uma audiência pública para discutir o contingenciamento dos recursos da Educação Federal.

Mas o que é contingenciamento? É quando o governo bloqueia a execução de parte do orçamento por causa da previsão de não ter receita suficiente. Normalmente, ele atinge as despesas que não são obrigatórias por lei, como investimentos e custeio em geral. O bloqueio pode ser revertido caso a previsão de receita melhore. A Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) diz que é o maior contingenciamento desde 2014.

“Trata-se de uma situação preocupante, haja vista que diante dos cortes orçamentários, a UFRN poderá ficar sem recursos para pagar a energia elétrica e manter seus servidores terceirizados, o que pode acarretar na demissão de 1,5 mil trabalhadores. O IFRN, por sua vez, também terá que demitir mais de 300 funcionários terceirizados e cancelar diversos projetos de pesquisa. Ou seja, estamos diante de um verdadeiro caos social”, declarou o vereador Raniere Barbosa.

Foto: Elpídio Júnior

“Outro prejuízo é a paralisação do processo de construção do Hospital da Mulher na zona Norte de Natal, obra que seria tocada pela Universidade Federal. A Câmara Municipal, inclusive, intermediou junto à Prefeitura a cessão de 16,4 mil metros quadrados de área, terreno que fica vizinho ao Hospital Santa Catarina”, lembrou o parlamentar, que completou: “Um dos encaminhamentos dessa audiência é fortalecer a união das bancadas municipal, estadual e federal para a mobilização em prol da manutenção dos recursos da Educação”.

Em seguida, a pró-reitora adjunta de Administração da UFRN, Maria do Carmo Araújo de Medeiros, informou que várias ações da instituição serão impactadas, caso o contingenciamento orçamentário seja mantido. Segundo ela, podem ser prejudicados 250 projetos de apoio a grupos de pesquisas, 50 de apoio a novos pesquisadores, 263 projetos de monitoria, 51 iniciativas de melhoria na qualidade de ensino, 239 programas de extensão, entre outros.

“Se esse corte for mesmo efetivado ou não haja reversão do valor que foi bloqueado, a universidade será naturalmente afetada, uma vez que 33% do orçamento de custeio está comprometido, o que nos impede de encerrar 2019 sem nenhum dano ao ano seguinte. Isso vai obrigar a UFRN a tomar decisões sobre custeio para pesquisas e extensão, que contribuem para a transformação social e econômica do nosso estado. Para completar, os cortes inviabilizam a construção do Hospital da Mulher, impedem a manutenção dos contratos com os funcionários terceirizados e dificultam a realização de novos concursos públicos, pois não teremos receita suficiente”, explicou Maria do Carmo.

Apesar do governo federal garantir prioridade à base do ensino público, ao menos R$ 2,4 bilhões que estavam previstos para investimentos em programas da educação infantil ao ensino médio foram bloqueados. As universidades federais estão sem R$ 2,2 bilhões. O MEC interrompeu, por exemplo, R$ 146 milhões, dos R$ 265 milhões previstos inicialmente, para construção ou obra em unidades do ensino básico. O valor poderia ser destinado aos municípios para construírem creches.

De acordo com o secretário de Educação do RN, Getúlio Marques Ferreira, toda rede estadual de ensino será afetada porque as universidades e institutos federais são grandes parceiros em projetos de formação de professores, inclusive com a participação de alunos como bolsistas e estagiários. “Tudo isso vai atrapalhar o desenvolvimento da educação básica. O que nos resta é lutar e pensar em estratégias para sensibilizar o Ministério da Educação de que este não é o melhor caminho para o país”.

Juscelino Cardoso, pró-reitor de Administração e Planejamento do IFRN, afirmou que mantendo-se o contingenciamento as instituições federais de ensino serão sucateadas. “A qualidade do trabalho vai cair, acarretando perdas irrecuperáveis para os nossos alunos, a maioria oriunda da classe trabalhadora. Temos mais de 700 servidores terceirizados; cerca de 30% podem ser demitidos. Sem falar que a educação oferecida pelos Institutos Federais representa uma chance de ascensão social para as pessoas, um meio de pagar a dívida histórica que o Estado tem com milhões de brasileiros”, concluiu.

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