Negócios

Google é a marca mais influente entre os brasileiros

O Google é a marca mais influente entre os brasileiros, de acordo com a 7ª edição brasileira da pesquisa Ipsos: “The Most Influential Brands”. Em seguida estão: Samsung (2º), Facebook (3º) e YouTube (4º). Os resultados mostram a força das empresas de tecnologia no Brasil.

O ranking com as top 10 inclui ainda mais duas marcas ligadas a tecnologia (Microsoft, em 6º e Netflix, em 9º) e quatro do setor de bens de consumo (Nestlé, em 5º, Colgate, em 7º, Johnson & Johnson, em 8º e Omo, em 10º).

“Estar no top 10 quer dizer que a marca é muito influente. A tecnologia está mudando as nossas vidas, por isso não é surpresa ver tantas marcas do setor no ranking. A mudança nas posições não quer dizer que elas deixaram de fazer alguma coisa importante no ano, mas, sim, que outras também se destacaram”, afirma Alan Liberman, Head Latam de Marketing Strategy & Understanding na Ipsos.

“A influência é um valor intangível que as marcas têm e pode provocar mudanças em comportamentos, ações ou opiniões. As marcas mais influentes são importantes porque os consumidores se identificam com elas e estabelecem um forte relacionamento emocional. Eles não podem imaginar as suas vidas sem essas marcas”, ressalta Liberman.

A pesquisa “The Most Influential Brands” avalia as marcas e seu poder de influência no cotidiano e no comportamento dos consumidores. O estudo analisa também como o público classifica cada marca dentro de 57 atributos, medindo o impacto destas marcas na vida dos entrevistados, além de entender se fazem parte do cotidiano dos consumidores. A pesquisa ajuda a compreender como cinco dimensões (Liderança & Inovação, Confiança, Presença, Responsabilidade Social e Engajamento) estão relacionadas com esta influência.

Em 2018, o peso das dimensões foi: 32% para Liderança & Inovação, 30% Confiança, 17% Presença, 16% Responsabilidade Social e 4% Engajamento. “Liderança & Inovação e Confiança foram as dimensões mais relevantes, mostrando como os brasileiros são mais receptivos para novidades e tecnologias. A crise global das instituições leva os consumidores a cobrar mais credibilidade e confiança das marcas. Já o Engajamento, que no estudo diz respeito às interações sociais com as marcas, ficou em 5º lugar. Mesmo com grande parte dos brasileiros nas redes sociais, este dado aponta que existem muitas oportunidades para o crescimento das empresas nessa dimensão”, ressalta Liberman.

O estudo “The Most Influential Brands” é realizado em 17 países. No Brasil, a pesquisa entrevistou 1.030 pessoas por meio de painel online, entre 23 de novembro e 17 de dezembro de 2018.

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Notícias

“November Rain” de Guns N’Roses é a 1ª música de rock a ultrapassar 1 bilhão de visualizações

November Rain de Guns N’Roses é, sem dúvida, uma das músicas mais populares dos últimos vinte anos, e ainda representa um clássico durante os shows da banda Slash e Axl Rose. Uma demonstração disso vem do YouTube, um registro muito interessante.

A música acaba de chegar a um marco histórico, já que ultrapassou um bilhão de visualizações no YouTube… isso mesmo! A particularidade é dada não tanto pelo número, que certamente não é novo para a plataforma do Google, mas pelo fato de ser a primeira música de rock a ter alcançado esse resultado.

A faixa, que faz parte do terceiro álbum de estúdio, Use Your Illusion I, é muito famosa pelo vídeo, que mostra Slash fazendo o solo icônico da capela no deserto. E o que torna a notícia mais excitante é o fato de a música do Guns N’Roses ser a primeira dos anos 90 a ultrapassar o marco dos bilhões de visualizações no YouTube, demonstrando como o público ainda está ligado à banda.

O vídeo foi lançado há 26 anos e rapidamente se tornou um dos mais populares do grupo. Para se ter uma ideia da popularidade, o clipe recebeu 560 mil visualizações por dia em 2017. Se você ainda não conferiu, esta é a oportunidade:

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Tecnologia

Este é o plano do YouTube para forçá-lo a pagar por uma assinatura

O YouTube vai aumentar o número de anúncios que alguns usuários veem nos videoclipes, como parte de uma estratégia para convencer mais de um bilhão de espectadores a pagar por um serviço de assinatura de músicas na plataforma .

Sabe aquelas pessoas que utilizam o streaming como um serviço de música e que passam o dia curtindo várias playlists? Pois bem, “elas baterão de frente com mais e mais anúncios”, de acordo com Lyor Cohen, diretor global de música da empresa.

“O usuário certamente não ficará feliz quando, depois de ouvir Stairway to Heaven [Led Zeppelin], receber um anúncio logo em seguida”, disse Cohen durante entrevista ao South by Southwest Music Festival.

Cohen tenta provar que o YouTube está comprometido em fazer as pessoas pagarem pela música e silenciar o “barulho” sobre o suposto dano da empresa à indústria fonográfica. Vale lembrar que as gravadoras criticaram o site por hospedar vídeos que violam direitos autorais e não pagam o suficiente para artistas e elas próprias.

“O YouTube fornecerá um contrapeso necessário à crescente influência do Spotify e da Apple, que detêm os principais serviços de música on-line e geram receita significativa para o setor”, explicou Cohen.

A plataforma de vídeo gerou 10 bilhões de dólares em receita estimada no ano passado, e poderia gerar ainda mais se vendesse assinaturas.

Em 2017, o YouTube tentou vender serviços de música pagos a seus usuários, mas obteve poucos resultados. A maioria desses esforços é anterior a Cohen, que ingressou na empresa em 2016 após 30 anos no setor de gravadoras, incluindo períodos como gerente da Run-DMC e executivo sênior da Warner Music.

Desta vez será diferente“, disse Cohen. O novo serviço, que já está sendo usado por milhares de funcionários do Google, “frustrará e seduzirá” os usuários do serviço gratuito do YouTube. Incluirá vídeos exclusivos, playlists e outras ofertas que atrairão os fãs de música.

O YouTube já financiou a produção de vídeos, levando os fãs para os bastidores com artistas como o rapper G-Eazy e a cantora cubana-americana Camila Cabello.

Mudança cultural

youtube pago

Foto: Pixabay

A nova abordagem marca uma grande mudança cultural para o YouTube em vários países. Cohen explicou que convenceu seus colegas e chefes a fazer algumas mudanças com o objetivo de “serem bons parceiros” para a indústria da música. Eles vão “descobrir” pessoas que podem pagar uma assinatura e guiá-los para o novo serviço.

“Há muito mais pessoas em nosso funil que podemos frustrar e seduzir para nos tornarmos assinantes”, disse Cohen. “Assim que o fizermos, acredite em mim, todo esse barulho vai desaparecer e os artigos que as pessoas escrevem sobre esse detalhe vão acabar.”

“A partir de agora, o YouTube planeja uma grande campanha de marketing para apoiar o novo serviço pago”, disse Cohen.

O crescimento dos serviços pagos de streaming reviveu as vendas da indústria da música após mais de uma década de queda. “Com o tempo eles vão apreciar a publicidade”, disse Cohen. “Todo mundo está envolvido com o crescimento da assinatura.”

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Tecnologia

YouTube promete ‘vetar’ vídeos inapropriados

A partir de agora, o YouTube implementará uma nova estratégia que consiste em vetar conteúdo que é ofensivo para a comunidade, bem como fortalecer a vigilância para evitar esse tipo de conteúdo. A ideia é evitar casos como o do Youbrber Logan Paul.

A empresa de vídeo pretende continuar a endurecer a política de uso da plataforma, precisamente para evitar gerar mais casos que afetem o resto da comunidade, também reforçando a vigilância através de grupos de revisores humanos que trabalharão em colaboração com a detecção automática de conteúdos agressivos.

Da mesma forma, ele controlará e implementará restrições para que os menores não acessem esse tipo de conteúdo .

Por sua parte, os anunciantes querem evitar a todo custo que sua publicidade esteja associada a conteúdo violento ou sexualmente explícito que apareça na plataforma, até mesmo nos canais voltados para crianças.

Em relação à condição mais recente do YouTube, o que indica que nenhum criador com menos de 1.000 assinantes poderá inserir anúncios em seus vídeos, a empresa reduzirá o número de vídeos nos quais os anunciantes participarão, o que significa que ele criará um ambiente apropriado para a publicidade.

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Tecnologia

Ganhar dinheiro com o YouTube será cada vez mais difícil

Com a implementação das novas regras, monetizar os vídeos do YouTube será mais difícil do que nunca a partir do próximo 20 de fevereiro, dia em que o Google efetivará a mudança nos requisitos para ganhar dinheiro com a plataforma através de anúncios e publicidade. Essa é a resposta da empresa aos anunciantes, que em sua maioria, reclamaram que suas propagandas estavam sendo exibidas em conteúdo violento ou de baixa qualidade.

Com esta mudança na política de monetização de vídeos do YouTube, o Google quer deixar a vida mais difícil para os canais que acabaram de começar, exigindo alguma contrapartida, experiência e visualizações antes de começar a ganhar dinheiro com os anúncios. Isso evita que os anunciantes vejam sua publicidade refletida em algum conteúdo indesejável.

Especificamente, estes serão os requisitos para gerar receita com vídeos do YouTube:

  • 4.000 horas de visualização nos últimos 12 meses
  • Ter pelo menos 1.000 assinantes

Estamos falando de duas condições difíceis para muitos dos pequenos criadores de conteúdo que estão atualmente monetizando seus vídeos e cujos canais serão desmonetizados automaticamente em 20 de fevereiro se não atenderem a ambos os requisitos: um golpe pesado para uma porção significativa de Youtubers.

ganhar dinheiro com youtube

Foto: Geralt / Pixabay

Ganhar dinheiro com a plataforma será mais difícil, algo que pode levar a várias situações diferentes. Em uma delas, a plataforma aumenta a qualidade média do seu conteúdo e ganhos. No entanto, é possível que muitos dos pequenos youtubers optem por outras plataformas mais promissoras, acelerando os problemas que o YouTube está experimentando atualmente.

“Definimos esses limiares graças à análise e conversas com criadores como você” anunciou o YouTube em seu blog. “Isso nos permite melhorar nossa capacidade de identificar criadores que contribuam positivamente para a comunidade e nos ajudem a gerar mais receita publicitária ao espantar outros que não o merecem”.

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