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Facebook Pay: o novo sistema de pagamento para WhatsApp e Instagram

(ANSA) – O Facebook lançou o Facebook Pay, sistema que promete facilitar o envio e recebimento de pagamentos em todas as redes sociais e aplicativos da empresa de Mark Zuckerberg, como Instagram, Messenger e WhatsApp. O objetivo é oferecer para os usuários “uma experiência de pagamento conveniente, segura e consistente entre todas aplicações”.

A ferramenta foi colocada em operação apenas nos Estados Unidos, sem previsão para chegada em outras regiões. Segundo a empresa, o “Facebook Pay” é uma espécie de carteira digital que permite a introdução dos dados de cartão de crédito, débito ou do PayPal, além de garantir que os internautas consigam fazer transferências e pagamentos entre si, sem sair das redes sociais.

“Os usuários já usam pagamentos em nossos aplicativos para fazer compras, fazer doações por uma causa ou enviar dinheiro. O Facebook Pay facilitará essas transações, enquanto continuará a manter as informações de pagamento seguras e protegidas”, explica Deborah Liu, vice-presidente de marketplace e comércio do Facebook.

Como forma de segurança, a funcionalidade terá a opção de adicionar um PIN ou a biometria e identificação facial poderão ser usadas. O Facebook ainda explicou que o novo serviço utiliza estruturas financeiras já existentes, e não está relacionado ao seu projeto da moeda digital libra, duramente criticado.

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Aplicativos, Tecnologia

O “golpe do WhatsApp” e o roubo da conta no aplicativo

Os criminosos estão cada vez mais criativos acompanhando a mudança da sociedade e a evolução da tecnologia, de modo que a cada dia surgem novos golpes para tentar ludibriar os cidadãos e obter vantagens indevidas. Surgiu agora o “Golpe do WhatsApp”, no qual os bandidos se utilizam de redes sociais e de um procedimento padrão de confirmação, através de mensagens SMS de verificação por meio de um código, o que possibilita a fraude.

Imagine a seguinte situação: você anuncia algum produto em uma determinada plataforma de comércio online, uma pessoa entra em contato identificando-se como funcionária da plataforma e informa que você necessita compartilhar o código de confirmação da publicação do anúncio, através de um SMS.

Dessa forma, como você acabou de realizar aquele anúncio e acredita que se trata de um funcionário de uma dessas plataformas, informa o código de verificação que aparece na tela do celular.

No entanto, o que você não sabe é que o interlocutor se trata de um criminoso e que o código de verificação era o número de autenticação exigido pelo WhatsApp para concluir a configuração do perfil em outro aparelho celular. Desse modo, os criminosos se passam por você com acesso ao seu WhatsApp e à sua agenda de contatos em outro aparelho celular. E com essas informações em mãos, inventam histórias e pedem dinheiro emprestado à sua família, amigos e conhecidos, que podem acabar caindo no golpe e realizando depósito ou transferência bancária em prol do golpista.

O problema é maior por conta do fato de que o acesso ao aplicativo em um aparelho é bloqueado no mesmo momento em que a conta é habilitada em outro. O WhatsApp leva certo tempo até devolver a conta em razão dos procedimentos de confirmação e, nesse ínterim de você perceber e entrar em contato com a empresa, algum contato seu pode ter perdido muito dinheiro.

É importante ressaltar que os criminosos conseguem o celular com WhatsApp por conta do fato de o contato telefônico ter sido deixado no anúncio. De qualquer maneira, a melhor forma de se proteger é se atentar às mensagens SMS que receber ao invés de apenas confirmar o código, além de sempre verificar o conteúdo da mensagem e quem é seu remetente.

Também é interessante ativar a verificação em duas etapas do WhatsApp, o que pode ser feito por meio das configurações do próprio aplicativo. Mesmo que o criminoso consiga o código enviado pelo SMS, irá precisar colocar a senha de seis dígitos que foi criada.

Caso você seja vítima desse golpe, deve imediatamente entrar em contato com o WhatsApp para informar que alguém está utilizando a sua conta. Já se algum contato seu realizar o depósito, deve lavrar um boletim de ocorrência (B.O) e posteriormente ajuizar ação em face do próprio WhatsApp a fim de obter o IP (internet protocol), que é o endereço digital atribuído ao determinado dispositivo conectado a uma rede de computadores, de modo que possa ser feita eventual investigação e localização do criminoso.

O mais recomendável, para evitar dor de cabeça, é não agir de modo automático e, caso alguém entre em contato se identificando como funcionário de uma plataforma, abrir a mensagem de verificação e confirmar se é da plataforma ou do próprio WhatsApp. O ideal é nunca compartilhar esse tipo de informação confidencial com ninguém. Todo cuidado é pouco com os golpes em ambientes virtuais!

Artigo escrito por Leticia Marques é advogada especialista em Direito Civil do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados

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Golpe do falso empréstimo no WhatsApp aumenta 198% em dois anos

Um golpe está chamando a atenção pelo aumento de relatos em redes sociais. Trata-se do falso empréstimo via Whatsapp. Se antes eram apenas usados nomes de bancos conhecidos, hoje os criminosos começaram a usar nomes de fintechs (empresas de tecnologia que prestam serviços financeiros) como isca. Débora Cipolli, Diretora de Riscos da Noverde, empresa especializada em crédito online para as classes C e D com sede em São Paulo, diz que há um consenso no mercado que esse tipo de abordagem está crescendo, o que requer mais atenção das empresas e da população.

Números de ocorrências:

De acordo com informações do site Reclame Aqui, os números dão ideia da dimensão do problema: considerando apenas os períodos de janeiro até setembro dos últimos três anos, foram 232 casos em 2017, 519 em 2018 e 683 em 2019, um aumento de 198% em dois anos. Já nos nove primeiros meses de 2019 foram postados 683 registros deste golpe, um número que quase alcança todo o ano de 2018 (692 ocorrências) e supera em 51,24% todos os registros de 2017. A modalidade do golpe ainda não possui uma divisão específica no Sistema Digital de Ocorrências da Polícia Civil para relatar este tipo de crime.

Roteiro do golpe:

É possível traçar um perfil de como esse golpe acontece. “O caminho é sempre o mesmo: a pessoa recebe no WhatsApp uma mensagem se fazendo passar por uma fintech informando que há um limite de crédito pré-aprovado disponível. Contudo, é exigido que se faça um depósito antecipado. Já é um claro sinal de tentativa de golpe”, esclarece a Diretora de Riscos da Noverde.

De acordo com Felipe Ferraz, chefe de computação em nuvem do Centro de Estudos em Sistemas Avançados do Recife (CESAR), antes havia certa desconfiança das pessoas quando o golpista se apresentava como uma fintech por se tratar de algo novo e pouco conhecido. “Hoje elas estão crescendo em volume, usuários e exposição. Por isso, todo mundo quer fazer parte dessa onda que está mudando o mercado financeiro e, infelizmente, abriu margem para atuação de pessoas más intencionadas”.

Conheça dicas para evitar cair nesse tipo de golpe:

  • Ignore mensagens enviadas de pessoas desconhecidas que peçam para clicar em um link para conseguir um empréstimo. E, se for o caso, marcar a mensagem como SPAM.
  • Tenha controle sobre quais formulários com pedidos de crédito você preencheu. Empresas com boa reputação costumam oferecer uma experiência simplificada. Desconfie de mensagens que indiquem que seu crédito foi aprovado junto a empresas que você não tenha um relacionamento, por exemplo.
  • Ao receber uma oferta de crédito, pesquise sobre a reputação da empresa, especialmente por meio de recomendações de outros clientes. Golpistas usam muito a desinformação e se aproveitam da necessidade das pessoas que precisam daquele dinheiro.
  • Se persistir a dúvida, entre em contato pelos telefones disponíveis nas páginas oficiais da empresa para esclarecer sobre a veracidade da oferta.
  • Redobre a atenção com ofertas de empréstimos que peçam um depósito antecipado como “taxa de conveniência” ou algum serviço de análise de crédito, para liberar um valor pré-aprovado. Essa prática não é usual.
  • Se a mensagem vier com muitos erros gramaticais ou o atendimento for muito informal, como por exemplo, audios de WhatsApp, há probabilidade grande de ser golpe.
  • Não caia em pressões psicológicas que dão um prazo de poucas horas para a concretização do “empréstimo”. Há casos em que os golpistas prometem abono de parcelas caso o comprovante de depósito seja feito em poucos minutos.

Prevenção a fraudes:

As fintechs costumam criar mecanismos próprios de prevenção a fraudes em seus sistemas. Desde a sua fundação em 2016, a Noverde desenvolveu uma experiência positiva de empréstimo que une tecnologia e inteligência artificial. Dessa forma, a empresa já gerou mais de R$100 milhões em crédito online de forma transparente, fácil e segura. Ao baixar o aplicativo no Google Play, o usuário preenche um cadastro e envia em tempo real documentos e uma selfie.

As imagens são submetidas a programas como o de reconhecimento facial. O sistema também analisa as informações do celular com a devida autorização do dono do aparelho. Uma delas é a validação da geolocalização, pois com ela é possível atestar se o endereço informado por quem está pedindo o empréstimo é real ou se é uma tentativa de pegar dinheiro emprestado em nome de terceiros.

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Golpe via WhatsApp promete liberação do 13º do Bolsa Família

Um novo golpe, veiculado por meio de mensagens no aplicativo WhatsApp, promete a liberação instantânea do décimo terceiro salário do Bolsa Família para beneficiários do programa, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Cidadania.

De acordo com o alerta, a mensagem fraudulenta contém um link que redireciona o usuário para uma página onde são solicitados os dados pessoais, como nome completo, CPF e endereço. A mensagem exige ainda que a vítima compartilhe o link com todos os seus contatos para que o pagamento seja efetuado.

O Ministério da Cidadania informou que não solicita dados pessoais via WhatsApp ou o compartilhamento de links como condição para concessão de benefícios do Programa Bolsa Família. De acordo com a diretora do Departamento de Benefícios, Caroline Paranayba, para o recebimento do repasse não é necessário fornecer qualquer informação adicional das famílias.

O ministério esclarece ainda que o governo federal não faz nenhum tipo de coleta de dados por meio das redes sociais e que a atualização de informações de famílias beneficiarias de programas sociais deve ser feita exclusivamente no órgão responsável no município.

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Após detectar ataque de hackers, WhatsApp pede que usuários atualizem aplicativo

O WhatsApp, ferramenta de conversas instantâneas utilizada por mais de 1,5 bilhão de pessoas no mundo, pediu que seus usuários atualizem o app para sua versão mais recente. O alerta foi dado depois de o WhatsApp detectar uma vulnerabilidade no software que permitia ataques de hackers aos celulares que utilizam os sistemas operacionais da Apple (iOS) e do Google (Android).

A equipe de programação do aplicativo descobriu no início deste mês a falha que permitia que invasores inserissem o vírus e executassem códigos em dispositivos móveis. Informou ainda que fez alterações em sua infraestrutura no fim da semana passada para impedir que os ataques ocorram, acrescentando que apenas um número seleto de usuários parece ter sido alvo do vírus.

“O WhatsApp incentiva as pessoas a atualizarem para a versão mais recente de nosso aplicativo, bem como manter seu sistema operacional atualizado, para proteger contra possíveis ataques direcionados a comprometer informações armazenadas em dispositivos móveis”, disse um porta-voz da empresa nesta terça-feira, dia 14 de maio.

A declaração foi feita após o jornal Financial Times ter informado que hackers conseguiram instalar um software de vigilância, desenvolvido pela empresa israelense de vigilância cibernética NSO Group, em iPhones e dispositivos móveis do sistema Android. O WhatsApp confirmou que o ataque tem as marcas de uma empresa privada que trabalha com os governos para entregar spyware, que assume o controle dos sistemas operacionais de telefonia móvel.

Esse vazamento é o mais recente de uma série de problemas do Facebook, proprietário do WhatsApp, que tem enfrentado fortes críticas por permitir que os dados pessoais de seus usuários sejam usados por empresas de pesquisa de mercado. O Facebook também foi questionado por sua resposta lenta ao uso da plataforma pela Rússia para divulgar informações falsas durante a campanha presidencial americana em 2016.

Questionado sobre o caso, o NSO Group disse que sua tecnologia “é licenciada para agências governamentais autorizadas com o único propósito de combater o crime e o terror”, acrescentando que não opera o sistema em si.

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