Destaques, Educação

Desempenho escolar poderá ser critério para ingressar em faculdades

O desempenho escolar do estudante durante os ensinos fundamental e médio poderá ser um dos critérios para a admissão no ensino superior, tendo igual peso ao da nota do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem. A proposta foi apresentada no projeto de lei (PLS 441/2018), do ex-senador Airton Sandoval (MDB-SP), que diz que a intenção é equilibrar as condições de acesso ao ensino superior. A matéria está em análise na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), onde aguarda a designação de um relator.

Outro objetivo da proposta, segundo o autor, é contribuir para a melhoria do ambiente de ensino-aprendizagem durante a educação básica, especialmente no ensino médio. Para Sandoval, a aferição de desempenho a cada ano motivará os estudantes a se dedicar mais durante todo o período escolar e será um importante instrumento na busca da melhoria da qualidade do ensino.

O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394, de 1996) para acrescentar o histórico escolar como critério de aprovação nos processos seletivos de universidades e faculdades. Pelo texto, o desempenho do aluno terá peso igual ao da nota de avaliação nacional do ensino médio, hoje feito por meio do Enem.

Vestibular

Universidades públicas e privadas de todas as regiões do país usam a nota do Enem como critério para selecionar candidatos para os seus cursos. Em algumas instituições é a única forma de seleção, em outras a nota pode ser utilizada como um complemento ao vestibular. Existem ainda instituições que aderiram parcialmente ao Enem e ainda mantêm vestibulares próprios, como é o caso da Universidade de Brasília (UnB).

Sandoval defende uma revisão da essência do vestibular, por se tratar de uma avaliação “pontual finalística do rendimento acadêmico”. Ele argumenta que historicamente o acesso à universidade “tem sido feito não em razão da capacidade de cada um, mas das oportunidades sociais, econômicas e, por consequência, de estudo”. O senador explica que o projeto é uma alternativa à “perversidade do sistema” de vestibulares seletivos muito disputados.

“Aqueles que têm acesso a escolas privadas durante a educação básica ou a cursinhos preparatórios caros são normalmente os que acedem à graduação pública e de qualidade, enquanto que aos estudantes de escolas públicas são negadas as vagas por total falta de igualdade de condições de competição nos disputadíssimos processos seletivos, ainda que tenham tido um bom aproveitamento curricular ao longo de sua formação”, afirmou na justificativa do projeto.

Se for aprovado na CE e não houver recurso para votação em Plenário, o projeto seguirá para a análise da Câmara dos Deputados.

Com informações da Agência Senado

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RN

MEC libera R$ 28,56 milhões para instituições federais no Rio Grande do Norte

O Ministério da Educação liberou nesta semana um total de R$ 28,56 milhões em limite de empenho para as universidades federais, instituições da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica e hospitais de ensino vinculados à pasta no estado do Rio Grande do Norte. No total, em todo o País, o valor foi de R$ 729,1 milhões.

Com essa verba, o MEC assegura às instituições federais de ensino 100% de execução das despesas de custeio e investimento em fontes do Tesouro. Até o momento, foram liberados limites de empenho no valor de R$ 8,2 bilhões para as despesas discricionárias, sendo R$ 7,5 bilhões em custeio e R$ 702,1 milhões em investimento.

Os recursos das despesas discricionárias são geridos pelas próprias universidades, no âmbito de sua autonomia administrativa. É com o limite de despesas discricionárias que as entidades de ensino superior efetuam os gastos com o seu funcionamento, com as suas obras, contratam seus serviços de terceirização de mão de obra e executam as despesas com assistência estudantil.

De 2016 até hoje, o MEC tem garantido 100% da dotação orçamentária das despesas de custeio, algo que não ocorreu em 2015.

Em 2015, as universidades federais não receberam sequer a totalidade da verba de custeio e atingiram somente 40% da verba de investimento disponível para o ano. Em 2016, o MEC retomou a liberação de 100% do que estava previsto no orçamento de custeio para todas as universidades do país. Em 2017, o percentual liberado das despesas com investimento foi de 70%. Cabe lembrar que em 2016 e em 2017, o Ministério da Educação também assegurou 100% do orçamento de custeio para todas as universidades e institutos federais.

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Destaques, Educação

Qual a melhor área para você estudar: Exatas, Humanas ou Biológicas?

Ano de vestibular, Enem 2018 batendo na porta, preparação dos estudos a mil… Mas, e o curso? Muitos estudantes ficam com dúvidas sobre qual curso escolher. As variedades e oportunidades de seguir carreira são muitas, por meio de programas como Prouni, Sisu, Fies e Educa Mais Brasil, as possibilidades de encontrar a graduação que mais combina com você é alta. Porém, para não ter erro, o melhor é se conhecer bem, entender as suas paixões e aptidões profissionais e saber se o seu “perfil” tem a ver com a escolha. Para isso, reunimos algumas informações sobre as três grandes áreas do conhecimento.

Exatas: o primeiro passo para se adequar a esse universo é gostar dos números. Um estudante desse campo irá lidar com inovações e resolução de problemas, por isso é preciso gostar de desafios. Os cursos englobam: Matemática, Física, Ciências da Computação, Estatística, Engenharia de Materiais, Engenharia Aeroespacial, Engenharia de Alimentos, entre outros.

Humanas: os estudantes dessa área estuda o ser humano através de uma perspectiva social, histórico e também cultural. Gostar de ler, ter senso crítico e ser comunicativo são alguns dos principais requisitos para quem deseja seguir carreira nesse segmento. Entre os cursos há: Direito, Comunicação Social (em suas diferentes habilitações como Jornalismo e Publicidade e Propaganda), Marketing, Filosofia, História, Pedagogia, Letras e Serviço Social.

Biológicas: para atuar no campo de Ciências Biológicas é necessário gostar de ler e pesquisar muito. Quem escolhe algum curso dessa área certamente terá que lidar com animais, corpo humano ou ter contato com a natureza. Durante a faculdade terá muitas atividades de campo e pesquisas em laboratórios. Alguns dos cursos são: Medicina, Enfermagem, Biologia, Farmácia, e Biomedicina.

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Destaques, Educação

UNB será a primeira universidade do país a oferecer disciplina da Felicidade

No Campus Gama da Universidade de Brasília (UNB), os alunos não têm encontrado motivos para sorrir. O Gama é o polo de cinco engenharias: automotiva, energia, eletrônica, aeroespacial e software. Esse campus fica a 35km da capital federal e, por conta disso, os futuros engenheiros ficam afastados do convívio com familiares e outras áreas do conhecimento. A consequência é o grande número de desistências e, alguns casos, de depressão por conta do excesso de disciplinas, provas e outras atividades acadêmicas.

Foi diante desse cenário que a felicidade foi parar na grande curricular da UNB. Essa disciplina já existe nas universidades americanas de Harvard e Yale, que foram as pioneiras. Na UNB, a iniciativa partiu do professor Wander Pereira, doutor em Psicologia e docente do curso de Engenharia de Software. “Essa ideia foi fortalecida também com a Comissão de Saúde Mental. Juntos, percebemos as dificuldades do alunos e a necessidade de ações como essa”, explicou.

Para a primeira turma de felicidade, foram oferecidas 240 vagas, que já foram preenchidas na fase de pré-matrícula. “A disciplina pode ser cursada por alunos de qualquer graduação e campus. Apesar de constar na grande dos cursos de engenharia, ela é um disciplina optativa”, informou.

Com um carga horaria de 60 horas, a disciplina da felicidade não contará com provas. Tudo que será necessário para conclui-la é criar qualquer produto que gere felicidade no campus. “Os alunos que vão cursar a matéria terão a missão de conhecer os outros estudantes, conversar com eles, entendê-los para criar esse produto. Pode ser qualquer coisa, uma peça teatral, uma música, um aplicativo. O importante é tornar tudo mais leve e feliz”, adiantou o professor.

A expectativa de Wander para o início da disciplina – que começa agora em agosto, quando volta as aulas do segundo semestre de 2018 – é bem positiva. “Eu não me sinto sozinho, estou recebendo muito apoio. Tanto dos coordenadores e professores da UNB, como de pessoas de fora. Eu não tinha ideia da repercussão que a iniciativa iria provocar. É muito bom ver que as pessoas se interessam por esse assunto. Não é um trabalho fácil, não sabemos o que vamos encontrar e como os estudantes vão reagir, mas esse apoio ajuda muito”, conclui otimista.

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Educação

Capacitação: brasileiros podem concorrer a vaga de doutorado nos EUA

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Universidade Yale, nos Estados Unidos, firmaram uma grande parceria para selecionar estudantes brasileiros interessados em fazer parte do Programa Combinado de Ciências Biológicas e Biomédicas da Yale (BBS). Os melhores graduados nas instituições de ensino brasileiras serão recrutados e receberão bolsas de estudo.

As inscrições irão ocorrem em duas fases e com prazos distintos. Inicialmente, o candidato terá até 31 de agosto para submeter sua proposta na página da Capes. O resultado desta etapa está previsto para ser divulgado em 10 de outubro. A partir daí, os aprovados deverão se inscrever em Yale por um formulário online da universidade americana, de 24 de outubro a 10 de novembro. O resultado final será divulgado até fevereiro de 2019 e as atividades em Yale iniciam a partir de agosto do mesmo ano.

O projeto de pós-graduação é interdisciplinar, com variadas áreas de estudo. São elas: Bioquímica, biologia quantitativa, biofísica e biologia estrutural; Biologia computacional e bioinformática; Imunologia; Microbiologia; Biologia, genética e desenvolvimento de células moleculares; Medicina Molecular, Farmacologia e Fisiologia; Neurociência e Biologia Molecular Vegetal.

A rotina do doutorado nos EUA

O programa tem duração de até seis anos e, em seu primeiro ano em Yale, os alunos vão estudar de duas a três matérias por semestre e completarão duas a quatro rotações de laboratório. Na sequência, um orientador de tese será selecionado no laboratório em que a pesquisa de doutorado será conduzida.

Clique aqui para acessar o Edital.


Para aqueles que buscam o ingresso no ensino superior, mas que não podem pagar por uma mensalidade integral, trouxemos uma novidade. O Educa Mais Brasil, por exemplo, oferta bolsas de estudo cursos de graduação com descontos de até 70% nas mensalidades. O site é parceiro do Portal N10 e para fazer a inscrição você deve acessar http://www.educamaisbrasil.com.br/portaln10.

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