RN

Na primeira chamada da UFRN, apenas 56% dos alunos aprovados se matricularam

A Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) divulgou na manhã desta quinta-feira, 5, o percentual de preenchimento na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (SiSU).

CONSEPE divulga resolução que proíbe trote na UFRN

No geral, foram preenchidas 56,7% das 6.878 vagas ofertadas na UFRN. A lista com o percentual de preenchimento por curso está publicada no link Documentos, 2015.1, da página SiSU UFRN. Quatro cursos obtiveram preenchimento igual ou superior a 80%: Medicina campus Natal (89% de preenchimento), Medicina Multicampi Caicó (87,5%), Geologia (83,3%) e Ciências Biológicas (80%). Esse percentual diz respeito ao total de vagas, pois ainda estão sendo apuradas as vagas preenchidas em cada grupo, levando em consideração as cotas e a ampla concorrência.

A lista com os convocados para a segunda chamada, na qual a seleção, a divulgação e o cadastramento dos aprovados são realizados pela UFRN, com base na lista de espera fornecida pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, que será divulgada na próxima quinta-feira, 12. Participam dessa chamada apenas os candidatos que aderiram à lista de espera no SiSU e, unicamente, no curso de primeira opção.

Da mesma forma que os convocados para a primeira chamada, o dia e o horário em que cada selecionado na segunda chamada deve se dirigir para realizar o procedimento de cadastramento varia de acordo com seu respectivo campus e da graduação escolhida. Por exemplo, quem optou pelo curso de Pedagogia para o campus de Caicó fará seu cadastramento no dia 19, à tarde, da mesma forma que quem foi chamado para o curso de Química no campus de Natal.

Já os convocados para o curso de Comunicação Social farão o cadastramento no dia 21, no período matutino. O edital com este detalhamento por Campus e curso está disponível também no endereço http://sisu.ufrn.br/, bem como a documentação necessária em cada caso.

Convocação

A Prograd ratifica que são convocados candidatos em número superior ao número de vagas que não foram preenchidas nas chamadas anteriores. Ocuparão as vagas os candidatos mais bem classificados que comparecerem ao cadastramento. Caso compareçam mais candidatos convocados do que o número de vagas existentes, os demais comporão um cadastro de reserva, a ser utilizado para ocupação de vagas eventualmente surgidas em caso de desistência.

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Concurso Público

UFRN lança edital para concurso de nível técnico-administrativo

Saiu o Edital para concurso de cargos de nível técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Ao todo, serão oferecidas 32 vagas imediatas e cadastro de reserva em técnico-administrativos em Educação. As oportunidades estão distribuídas por níveis de classificação: C (fundamental e médio), D (médio e médio/técnico) e E (superior), com remunerações de R$1.656,23, R$2.071,59 e R$3.491,95, respectivamente. As cargas de trabalho são de 20 ou 40 horas semanais.

Os interessados terão do dia 2 ao dia 23 de fevereiro para se inscrever no site da Comperve, organizador do concurso. As taxas são de R$40, R$60 e R$80. Inscritos no Cadastro único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) que forem membros de família de baixa renda podem solicitar isenção desse valor. Os pedidos deferidos serão divulgados no dia 24 de fevereiro. O concurso tem validade de um ano, prorrogável por mais um.

Há vagas reservadas no cadastro de cotas para negros e deficientes. A seleção será feita por meio de provas objetivas e discursivas aplicadas no dia 22 de março, no município de Natal (RN). As provas objetivas versarão sobre Língua Portuguesa, Legislação e conhecimentos específicos. Quem obtiver 60% de acertos estará aprovado na etapa e terá sua prova discursiva corrigida. O edital com as informações necessárias encontra-se anexado no site da Comperve, que você confere clicando aqui.

As vagas oferecidas são para auxiliar em administração (1); assistente de alunos (1); assistente de laboratórios (3); assistente em administração (3); técnico de laboratório/alimentos (2), de biologia (1), de edificações (1), de química (1), de meio ambiente (1), de tecnologia da informação (1) e de geologia (1); revisor de texto Braille (1); nutricionista (1); médico (1); estatístico (1); arquiteto (1); psicólogo (2); administrador (2); editor de publicações (1); biólogo (1); técnico em assuntos educacionais (2); e engenheiro (3).

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RN

UFRN oferece mais de 6 mil vagas de graduação pelo sistema SISU

O prazo para inscrição dos candidatos às vagas do ensino superior oferecidas pelo Sistema Nacional de Seleção Unificada (SISU) começa na segunda-feira, 19, em todo o país. Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) são mais de 6 mil vagas disponíveis na primeira edição anual do SISU, conforme resolução aprovada em novembro de 2014 pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (CONSEPE). A UFRN também adotou a unificação da nota mínima de ingresso, fixada em 450 pontos, independente do curso ou da área.

No total, a Universidade oferece em 2015, nos seus mais de 50 cursos de graduação, 6.878 vagas pelo SiSU: 4.434 para o primeiro semestre e 2.444 para o segundo, distribuídas no Campus Central, em Natal, e nos campi do interior, nas cidades de Caicó, Currais Novos, Macaíba e Santa Cruz.

Em Natal, para os cursos de Biomédica, serão oferecidas 1.200 vagas. Medicina e Enfermagem, que em geral são os mais concorridos da área, disponibilizam 100 vagas cada, sendo 50 para cada semestre.

Na área de Humanas 1, são 474 vagas e o curso de Administração é o que oferece o maior número, 200. Na área de Humanas 2, são 1.559 vagas e os cursos de Direito e Pedagogia também possuem 200 vagas, cada um.

Nas áreas Tecnológicas 1 e 2, o total de vagas é de 2.490. O curso de Arquitetura, um dos mais tradicionais do setor, oferece 40. Já Ciência e Tecnologia, da área Tecnológica 2, tem sozinho 1.120 vagas, e o curso de Tecnologia da Informação, 240.

Vagas para cursos no interior

Nos campi do interior, a UFRN disponibiliza 950 vagas distribuídas em 4 cidades. No Campus de Caicó são 435 para Humanas I e II e Tecnológica II. Em Currais Novos são 195, todas para os cursos das áreas Humanas I e II. Já em Santa Cruz são 120 vagas para Biomédica.

O curso de Medicina Multicampi da UFRN oferece 40 vagas apenas para o segundo semestre. Essa graduação tem sede em Caicó, mas desenvolve atividades acadêmicas nos campi de Currais Novos e da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi (FACISA), em Santa Cruz.

Na cidade de Macaíba há vagas para cursos da área Biomédica. Lá funciona o curso de Zootecnia, que oferece 40 vagas. Na área Tecnológica, há o curso de Agronomia, com 160 vagas. As informações são da Agência de Comunicação (Agecom/UFRN).

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RN

Curso de Medicina da UFRN recebe conceito 4 do Ministério da Educação

O Ministério da Educação (MEC) atribuiu conceito 4, numa escala que vai de 1 a 5, ao curso de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Para a avaliação da qualidade do curso, o MEC analisa as notas obtidas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), a estrutura da Instituição e a titulação do corpo de professores.

Entre as 154 universidades avaliadas, 34 receberam o conceito 4, que foi a nota mais alta dada pelo MEC. As graduações de medicina  da Universidade Federal do Espirito Santo (UFES), Faculdade Federal de Uberlândia (UFU), Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), receberam a mesma nota da UFRN.

O Conceito Preliminar do Curso (CPC) considerou insatisfatório,  27 cursos de medicina por não obterem o nível 3, que é a nota mínima. Os resultados divulgados são da avaliação de instituições de ensino superior na área de saúde que foi realizada em 2013.

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Saúde

Pesquisadores esclarecem origem da esquizofrenia

Pesquisadores do Instituto do Cérebro (ICe) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em parceria com o Instituto de Bioquímica Médica (IBqM) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), comprovam que a origem de transtornos psiquiátricos não está atrelada a alterações biológicas únicas e que o diagnóstico ainda necessita da análise de sintomas. O estudo foi realizado com modelos computacionais inspirados em trabalhos que simulam neurônios do intestino da lagosta e as informações são da Agecom UFRN.

A pesquisa de Rodrigo Pavão, Adriano Tort e Olavo Amaral, que foi publicada na revista Schizophrenia Bulletin, utilizou modelos computacionais desenvolvidos em laboratórios que simulam sintomas da esquizofrenia em redes de neurônios artificiais. Os cientistas realizaram simulações, gerando milhares de redes neuronais, por meio de variações dos componentes dos circuitos. Após isso, examinaram o funcionamento das combinações para avaliar se haviam sintomas semelhantes aos da esquizofrenia.

De acordo com Rodrigo Pavão, “o estudo feito por Eve Marder, demonstrando múltiplos modelos computacionais capazes de gerar o padrão de contração rítmica no intestino de lagosta, inspirou o nosso trabalho que demostra que múltiplos modelos computacionais podem gerar características esquizofrênicas”, explica.

O resultado da pesquisa foi que, além de observar as mesmas alterações relatadas em outros estudos, também foram geradas mais de uma centena de combinações diferentes de alterações. Com base nessas análises, nenhum dos componentes utilizados para construir o circuito neuronal foi capaz de predizer isoladamente a ocorrência dos sintomas relacionados à doença. Pelo contrário, eles parecem ser fruto da interação entre muitos fatores que atuam em conjunto.

O estudo reforça a complexidade dos transtornos psiquiátricos, mostrando que um conjunto de sintomas pode ser fruto de dezenas ou centenas de causas diferentes a nível de genes e moléculas. Também é possível que uma mesma alteração genética possa levar a sintomas distintos em pacientes diferentes, de acordo com fatores ambientais e culturais.

“Os diagnósticos atuais em Psiquiatria foram originalmente criados para agrupar pacientes com sintomas semelhantes. No entanto, nada garante que estas doenças, definidas a partir de sintomas, possuam causas biológicas únicas”, esclarece Olavo Amaral.

Para os estudiosos, os resultados são um “balde de água fria” na ideia de que a Psiquiatria será capaz de substituir o diagnóstico baseado em sintomas por métodos objetivos, como testes bioquímicos, análises genéticas ou exames de imagem. No entanto, eles também afirmam que outras maneiras de diagnóstico são possíveis.

Esquizofrenia

A esquizofrenia é uma doença caracterizada tanto pela presença de alucinações e delírios quanto pela depressão e declínio cognitivo ou apatia. Acredita-se que tenha base genética e ambiental e que esteja associada a mudanças químicas e estruturais do cérebro. “Não há convicção sobre o que causa a doença, que é definida como multifatorial, algo reforçado pelo nosso estudo”, enfatiza Pavão.

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