Destaques, RN

Hemonorte realiza campanha de doação de sangue na UFRN

O Hemocentro do Rio Grande do Norte realiza nos dias 21, 22 e 23 de agosto, no Setor IV da UFRN, a 11ª edição da campanha de doação “Sangue Universitário”.

A ação em parceria com o Projeto Sangue Universitário tem como objetivo contribuir para o estoque de bolsas de sangue do Hemonorte. A campanha é aberta a toda comunidade da Instituição, tem início às 8h e segue até às 17h, com intervalo para o almoço.

Para doar, o candidato deve ter entre 16 e 69 anos (menor só com a presença do responsável legal); pesar mais de 50kg; estar saudável; ter dormido bem; não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas; não ter tomado a vacina contra a gripe nas últimas 48 horas; não ter tido hepatite após os 11 anos de idade e portar um documento oficial com foto.

Os intervalos para doação são de 60 dias para homens e de 90 dias para mulheres, com o máximo de quatro doações ao ano para o homem e três doações para a mulher.

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Destaques, Educação

Inscrições para 448 vagas residuais da UFRN iniciam nesta segunda (19)

As inscrições do processo seletivo para ocupação de 448 vagas residuais, em 2020.1 na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), começam nesta segunda-feira (19) e seguem abertas até o dia 09 de setembro de 2019 por meio do site da Comperve (VEJA AQUI EDITAL). A taxa é no valor de R$ 30 e pode ser paga até o dia 10 de setembro.

De acordo com o Edital, as 448 vagas estão sendo ofertadas em cursos de várias áreas nas cidades de Macaíba, Natal, Caicó, Currais Novos e Santa Cruz.

Quem pode concorrer às vagas residuais? Ainda de acordo com o edital, podem participar pessoas com vínculo ativo na Universidade, portadores de diploma de graduação de qualquer instituição de ensino superior e candidatos que são ex-alunos de graduação da UFRN e que tiveram seu programa cancelado nos períodos de 2014.2 a 2019.1.

O processo seletivo será composto por três etapas: prova objetiva de Língua Portuguesa (15 questões) e Matemática (15 questões), redação e prova de títulos*.

prova de títulos* – Pontuará a instituição e o curso dos quais o candidato é oriundo, de acordo com a avaliação feita pelo Ministério da Educação, e a carga horária já cumprida no curso de origem, desde que acima de 15% e até o limite de 50%.

Cursos ofertados pela UFRN

Outras oportunidades de ingressar no ensino superior

Estudantes não aprovados também podem fazer a graduação em instituições de ensino parceiras do Portal N10 e do Educa Mais Brasil em todo o país. As bolsas de estudo cobrem até 70% da mensalidade e estão disponíveis nas modalidades presencial e a distância. CLIQUE AQUI e saiba mais!


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Concurso Público, Destaques

Ebserh fará concurso público com vagas para hospitais da UFRN

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação, publicou um chamamento público visando a contratação de 1.363 profissionais para 40 hospitais universitários federais no país, incluindo as três unidades da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN): o Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), em Natal, e o Hospital Universitário Ana Bezerra (HUAB), localizado no município de Santa Cruz.

O projeto básico do concurso nacional contemplará 40 unidades em todo o país, incluindo hospitais, complexos hospitalares e a sede da Ebserh. São previstas 448 vagas para médicos de 69 especialidades, 800 vagas para profissionais da área assistencial e 115 administrativos.

“A realização desse concurso nacional é orientada por três principais fatores: a substituição tanto de pessoal de Regime Jurídico Único que se aposenta, e essa era mesmo a ideia por trás da concepção da Ebserh; quanto a substituição do pessoal que tem o chamado vínculo precário, que são pessoas vinculadas às fundações universitárias, por celetistas, em ambos os casos. Além disso, há uma alta rotatividade de profissionais da área de saúde, o que prejudica os serviços que são prestados”, explicou o diretor de Gestão de Pessoas da Ebserh, Rodrigo Barbosa, acrescentando que os hospitais funcionam em regime de escala e a falta de determinados profissionais em determinadas áreas pode comprometer todo o serviço.

“Por isso, é de suma importância que a Ebserh tenha sempre vigente um concurso que possa servir como mecanismo de reposição desses funcionários”, complementou Rodrigo. Atualmente, de acordo com o diretor, a Ebserh não conta com cadastro de reserva vigente e, por outro lado, há um déficit de, aproximadamente, 20% no quadro de pessoal.

Nesta etapa de chamamento público, os números podem variar em 25% para acréscimos ou supressões. Os candidatos passarão por duas etapas de seleção durante o concurso público: prova objetivo e análise de títulos e de experiência profissional. A Ebserh receberá propostas das empresas interessadas em organizar os concursos até o próximo dia 27 de agosto. O objetivo é que o edital seja publicado ainda neste semestre.

Acesse o chamamento público (veja aqui) e o projeto básico (veja aqui) do concurso nacional.

Sobre a Rede Ebserh

Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.

Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Os hospitais universitários são, por sua natureza educacional, campos de formação de profissionais de saúde.

A Rede Ebserh é a maior rede hospitalar do Brasil, com aproximadamente 9 mil leitos ativos, realiza cerca de 375 mil internações, 180 mil cirurgias hospitalares e 24 milhões de consultas e exames por ano. Os pilares são o ensino e a pesquisa. Para isso, a Rede conta com 959 programas de residência (médica, multiprofissional e uniprofissional) com um total de 7.552 residentes matriculados, além de ser campo de prática para mais de 60 mil graduandos na área de saúde em 32 universidades federais.


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Ciência

“Maternidade Januário Cicco” participa de estudo para desenvolver vacina inédita

Febre, calafrios e dores no corpo são sintomas de gripe. Se um adulto sofre com tudo isso, imagine uma criança. Mas se esses sinais vêm acompanhados de dificuldade para respirar, os pais devem ficar de olho, pois pode ser uma infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). O VSR causa sintomas muito semelhantes a doenças comuns do período seco e frio em pessoas jovens e adultas, mas pode causar pneumonia em bebês e crianças menores de cinco anos. Isso aumenta a morbidade e mortalidade infantil e é responsável por até 75% das internações por bronquiolite e 40% das hospitalizações por pneumonia durante os meses do inverno.

Atualmente, a vacina Palivizumabe é a melhor forma de prevenção contra essa doença. Mas uma companhia farmacêutica multinacional britânica, produtora de produtos biológicos, sediada em Londres, está desenvolvendo uma pesquisa clínica com o objetivo de testar uma nova vacina para ser aplicada em mulheres grávidas ou lactantes, com o objetivo de proteger o bebê. O estudo será realizado em nove países, incluindo o Brasil. No Rio Grande do Norte, a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC) fará parte do esforço internacional.

A população total incluída no estudo chega a até 2.300 mulheres grávidas e seus recém-nascidos, que serão acompanhados por um período de 12 meses. Durante este tempo de vigilância de um ano após o nascimento, para cada infecção do trato respiratório (ITR) com suspeita de dificuldades de respiração, ou chiado, uma coleta nasal será feita em uma visita para avaliar possíveis doenças associadas ao VSR.

Atualmente, o processo está em fase de análise de documentos para aprovação junto aos comitês de pesquisa, de forma que a MEJC esteja liberada para fazer parte da pesquisa como campo de estudo.

Riscos do VSR

Segundo a médica Fabiana Ariston, que atua na maternidade como infectologista pediátrica, lactentes com menos de seis meses de idade, principalmente prematuros, crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade e cardiopatas são a população de maior risco para desenvolver infecção respiratória mais grave, necessitando de internação por desconforto respiratório agudo em 10% a 15% dos casos. “Nesta população, as condições associadas ao desenvolvimento de doença grave são decorrentes do sistema imune imaturo, reduzida transferência de anticorpos maternos e menor calibre das vias aéreas, da baixa reserva energética, frequente desmame precoce, anemia, infecções de repetição e uso de corticoides, tornando-se mais suscetíveis à ação do VSR”, explica.

De acordo com a especialista, a prematuridade é um dos principais fatores de risco para hospitalização pelo VSR. Em prematuros com menos de 32 semanas de idade gestacional, a taxa de internação hospitalar é de 13,4%.

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Destaques, RN

MPF ingressa com ação contra extinção de mais de 200 cargos e funções na UFRN e no IFRN

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pública (ACP) para suspender os efeitos do decreto presidencial que extingue 206 cargos e funções na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN). A medida, que passou a valer desde o dia 31 de julho, pode resultar no corte de 158 cargos e funções na UFRN e 48 no IFRN, a grande maioria deles ocupados por servidores.

A economia com a extinção desses cargos não chega a 0,06% da folha de pagamento das duas instituições. Por outro lado, além de inconstitucional, a iniciativa pode inviabilizar o funcionamento de várias áreas da universidade e do instituto, bem como prejudicar indiretamente as atividades de ensino, pesquisa e extensão, pois os números representam um quarto do total das funções.

A ação do MPF é assinada pelos procuradores da República Caroline Maciel (procuradora regional dos Direitos do Cidadão no RN), Fernando Rocha e Emanuel Ferreira e reforça que o Decreto 9.725 – assinado pelo presidente Jair Bolsonaro em 12 de março de 2019 – “fere a autonomia administrativa e de gestão financeira e patrimonial das instituições federais de ensino superior”. Já há, inclusive, ACPs de teor semelhante em tramitação no Rio Grande do Sul e Pernambuco que resultaram em liminares pela manutenção dos cargos e funções extintos irregularmente.

O decreto determinou a extinção de milhares de cargos e funções gratificadas e de confiança por todo o Brasil. A Constituição determina, no entanto, que para extinguir funções ou cargos – quando estão ocupados – é necessária a aprovação de leis e não a simples assinatura de decretos. O próprio texto do 9.725, porém, reconhece que os cargos e funções não estão vagos e determina explicitamente que os ocupantes “ficam automaticamente exonerados ou dispensados”.

Impacto – Financeiramente, o decreto não representa economia significativa para as instituições. No caso da UFRN, o valor anual total das funções extintas corresponde a apenas 0,031% da folha de pagamento de pessoal e encargos sociais. No IFRN esse percentual corresponde a 0,056%. Algumas das funções representavam remuneração mensal de apenas R$ 270,83 e muitas eram ocupadas por servidores de carreira.

“(…) diante dos impactos administrativos e efeitos concretos deletérios à administração das universidades e institutos federais, a suposta economia fica na casa dos centésimos percentuais, de modo que se apresenta como medida, além de ilegal e inconstitucional, também, desarrazoada e desproporcional”, aponta a ACP.

Na área acadêmica, foram extintos cargos como os das coordenações de laboratórios nos campi avançados e as coordenações de administração escolar e as de multimeios. Na área administrativa, há funções de coordenação e de planejamento. Das 158 da UFRN, 141 estavam ocupadas e as demais se encontravam vagas devido à rotatividade de ocupantes e não por serem desnecessárias. Das 141, 101 eram da área acadêmica e 40 da administrativa, representando, respectivamente, uma perda de 23% e 28% do total.

Riscos – De acordo com a UFRN, a extinção das funções, “desacompanhada de um plano de reestruturação das mesmas, pode comprometer o funcionamento adequado das unidades acadêmicas e administrativas, uma vez que algumas delas, por sua natureza, são de difícil reestruturação. Outro risco envolvido é o desestímulo na motivação do quadro de servidores, uma vez que agregarão atividades, inclusive de gestão, sem o devido reconhecimento, podendo ocasionar, inclusive, situações de desvio de função”.

Há ainda o temor de que docentes tenham de acumular atividades atualmente não exercidas, devido à extinção dos cargos, influenciando a disponibilidade dos professores para as atividades fins (ensino, pesquisa e extensão). O MPF reforça que a falta das funções pode gerar até mesmo prejuízo em vez da pequena economia prevista: “(…) é evidente, por exemplo, que um descontrole da área de contratos, por conta de ausência de chefia imediata, pode acarretar em muitos efeitos econômicos prejudiciais ao patrimônio público”, exemplifica.

A ACP tramita na Justiça Federal sob o número 0808271-42.2019.4.05.8400 e inclui um pedido liminar requerendo a suspensão dos efeitos dos artigos 1º e 3º do decreto e que a União não considere exonerados e dispensados os ocupantes dos cargos, assim como não os considere extintos.

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