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Mais de 90 mil pessoas participaram da 9ª edição do Halleluya Natal

O Festival Halleluya bateu recorde de público e reuniu, nos três dias de evento, mais de 90 mil pessoas no anfiteatro da UFRN. Realizado anualmente, o festival superou a expectativa de público, tendo um aumento de 17 mil pessoas de 2017 para 2018.

No domingo, 16, a programação começou com uma missa presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha, e terminou com os shows da Irmã Kelly Patrícia e Eliana Ribeiro. “Que possamos sair daqui com o desejo de querer mais, mais bondade, mais amor, mais partilha, mais vida”, disse Dom Jaime. “Cada um vai descobrir no seu íntimo o que é esse algo a mais que devemos buscar para a glória de Deus e para a nossa felicidade”, finalizou o arcebispo.

Durante os três dias de Festival, mais de 1.500 voluntários trabalharam. “Foi um Halleluya surpreendente na dimensão do público, das atrações e das surpresas que tivemos na resposta de quem passou pelo anfiteatro da UFRN. Antes o Halleluya era só uma opção para o público e hoje é o atrativo principal”, afirmou o produtor executivo do Festival, Caio Rodrigues. Em 2018, o Halleluya Natal foi incluído no calendário oficial de eventos da cidade através de Lei nº 6.806 publicada no Diário Oficial.

O Halleluya promoveu ainda uma onda de solidariedade. No evento foram doados cerca de 750 produtos esportivos e escolares para os projetos de promoção humana desenvolvidos pela Comunidade Católica Shalom, que visam “levar dignidade e esperança para pessoas que estão à margem da sociedade”.

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Agenda Cultural, Destaques

Festival Halleluya começa nesta sexta-feira em Natal

Em sua 9ª edição na cidade, o Festival Halleluya Natal acontece a partir desta sexta-feira (14) e segue até o domingo (16), no Anfiteatro da UFRN – prometendo agradar todos os tipos de públicos com uma programação diversificada, atividades, espaços e shows para toda a família. A entrada é gratuita.

Entre as atrações confirmadas está a banda de rock católico, Rosa de Saron – que já tem lugar cativo no Halleluya Natal e este ano se apresentará na sexta-feira, 14. Também na sexta-feira o cantor Thiago Brado e a banda JP2 sobem ao palco principal do Festival para levar muita música para quem gosta de pop e reggae.

O sábado será marcado pelo forró com o cantor Naldo José, que estreia no Festival com a promessa de fazer todo mundo dançar. Além dele, a banda Missionário Shalom também vem animar o Halleluya, trazendo um show repleto de novidades para o público. A Ana Gabriela é outra atração confirmada para aquecer os corações na noite de sábado. Ainda se apresentam o cantor Cosme e a banda de sertanejo universitário, Ecoar.

Halleluya

O último dia de festa terá a Irmã Kelly Patrícia, que já conquistou o país inteiro com suas músicas, além da cantora Eliana Ribeiro. Também teremos o forró da banda Obra Nova e o swing do LouvoGod para fechar o settlist do Festival.

Além dos shows que acontecem no palco principal, diversos espaços estão sendo preparados para receber os participantes. Entre eles está o Halleluya Kids, voltado para crianças entre 5 e 10 anos. Para quem gosta de esportes radicais, no Espaço Adventure acontecem competições de skate, patins e BMX, além das batalhas de DJ’s, para animar o público todas as noites.

O Festival Halleluya fomenta a cultura de paz na cidade, por isso evento está arrecadando materiais esportivos e escolares, que serão utilizados para a promoção de ações de incentivo à cultura e ao esporte.

Todo o material arrecadado antes e durante o Halleluya será destinado ao “Sou Craque Cidadão”, projeto da secretaria de Promoção Humana da Comunidade Católica Shalom. A iniciativa consiste em aulas de esporte e acompanhamento pedagógico para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social.

O Halleluya é o maior festival de artes integradas da América Latina, com edições em Fortaleza, São Luís e Rio de Janeiro, além de Natal. O Festival tem o incentivo do Governo do Estado, através da Lei Câmara Cascudo.

SERVIÇO
O que: Festival Halleluya 2018
Onde: Anfiteatro da UFRN
Quando: 14 a 16 de dezembro, a partir das 18h
Entrada: Franca

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Destaques, Natal

UFRN abre inscrições para Colônia de Férias

O Complexo de Esportes e Eventos (Coespe) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) promove a Colônia de Férias da UFRN 2018, para crianças de 5 a 12 anos. A Colônia vai funcionar de 10 a 21 de dezembro, das 7h30 às 12h, e oferece a prática de esportes, atividades artísticas e culturais. São 150 vagas, sendo 100 vagas para filhos ou parentes de servidores da UFRN (ativos e inativos) e 50 vagas para o público externo.

A inscrição é feita somente de forma presencial, na secretaria do Coespe, localizado no Ginásio de Esporte I (Campus Universitário), nesta segunda e terça-feira, 26 e 27. O horário de funcionamento da secretaria vai das 8h às 12h e das 14h às 18h. No ato da inscrição é pedida a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis, os quais serão doados para instituições de caridade. Cada pessoa poderá inscrever até duas crianças.

Para efetuar a inscrição é necessário uma foto 3×4 da criança, cópia da certidão de nascimento, cópia do comprovante do vínculo funcional (servidores da UFRN) e preenchimento da ficha de inscrição com a devida assinatura do Termo de Autorização.

Mais informações pelo telefone (84) 33422397 ou na página do Coespe no facebook.com/COESPEUFRN.

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Destaques, RN

UFRN é condenada a pagar R$ 200 mil de indenização devido a erro médico

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi condenada a pagar indenização de danos morais no valor de R$ 200 mil por erro médico ocorrido na Maternidade Escola Januário Cicco. A denúncia recaiu sobre procedimento conduzido pela equipe médica vinculada à Maternidade.

Segundo o relato da parte autora, Sara Epaminondas Alves, o parto seria normal, mas terminou sendo cesáreo. Durante a cirurgia ocorreram complicações e o bebê ficou com sequelas de hipóxia neonatal (falta de oxigenação).

A Juíza Federal Moniky Mayara Costa Fonseca acolheu a preliminar de ilegitimidade das médicas processadas, já que a Constituição Federal prevê “a responsabilidade das pessoas jurídicas de direito público pelos danos causados por seus agentes a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o servidor público responsável nos casos de dolo ou culpa grave”.

A magistrada destacou que ficou provado nos autos o erro médico. “Embora a perícia realizada pelo médico obstetra tenha concluído que os profissionais da Maternidade Escola Januário Cicco seguiram todos os protocolos clínicos da área de obstetrícia, o prontuário médico e os depoimentos colhidos na audiência de instrução e julgamento apontam que houve uma falha da equipe médica na condução do parto, que não pode ser atribuído a um momento específico, mas a uma cadeia de acontecimentos que culminou com o sofrimento fetal (hipóxia neonatal) e, por conseguinte, com o quadro de paralisia cerebral”, escreveu a magistrada na sentença.

A Juíza Federal analisou que a paralisia cerebral da criança, decorrente da falta de oxigenação, poderia ter sido revertida se a equipe médica tivesse realizado um acompanhamento mais efetivo do parto cesariano logo após ter sido constatada taquicardia do bebê.

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Ciência, Destaques

Pesquisa da UFRN desenvolve biocombustível produzido a partir de microalgas

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está concorrendo ao prêmio da Agência Nacional de Petróleo (ANP) de inovação tecnológica com a pesquisa produção de biodiesel avançado proveniente de algas nativas com captura intensiva de gás carbônico. Em outras palavras, a pesquisa mostra o uso e a vantagem das microalgas na produção de biocombustível comparadas a outros vegetais oleaginosos, a exemplo do girassol.

O biocombustível é feito a partir de material vegetal que não passou pelo processo de fossilização, sendo usado na combustão interna de motores ou para geração de energia, uma alternativa limpa e que não gera poluentes. Etanol, biodiesel, biogás, biomassa e biometanol são exemplos desse tipo de combustível.

Agora, esse time poderá ganhar mais uma companhia: o biocombustível de microalgas. A ideia nasceu em 2009, por meio de uma colaboração entre a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), Petrobrás e a UFRN. O projeto enfrentou algumas dificuldades em meados de 2012, correndo o risco de ser encerrado. Até então, o que havia de concreto era a existência da planta piloto na Fazenda Samisa, no município de Extremoz.

Após um redirecionamento, o projeto voltou a caminhar, trabalhando para produzir biomassa de microalgas, a partir de um contrato firmado entre a Universidade e a Petrobrás, para produzir biodiesel. Atualmente essa biomassa é enviada para duas instituições parceiras da UFRN, que também disputam o prêmio, para produzir os primeiros litros de combustível: a Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mas, afinal de contas, o que a microalga tem de tão especial? “É a produtividade e o ciclo. Ela tem uma produtividade cinquenta vezes maior do que a soja, isso você compara em todos os estudos, e a velocidade de cada colheita. Entre a semente e a colheita, demora entre 15 e 20 dias. Nós tiramos 50 kg de biomassa de cada tanque de vinte metros cúbicos”, destaca o professor Graco Aurélio Viana, diretor do Centro de Biociências da UFRN e coordenador do projeto na Universidade.

Pesquisa da UFRN desenvolve biocombustível produzido a partir de microalgas

A área total da planta piloto é de 5 mil metros quadrados, com um sistema de produção de biomassa com 8 raceways; 6 de 4 mil litros e 2 de 20 mil litros, produzindo em média 100 kg por colheita. Para se ter uma ideia, a área utilizada no cultivo das microalgas corresponde a um cento da maioria das culturas. O combustível ainda não passou por testes, mas quando for para as universidades parceiras para produzir os primeiros litros de biodiesel, deve ser testado em um automóvel que está à espera no Campus Central da UFRN.

O fato de a Universidade estar concorrendo ao prêmio da ANP, segundo o professor, tem um valor muito importante: “Só em estarmos disputando um prêmio dessa natureza já nos deixa satisfeitos. Quando olhamos para trás, para as dificuldades que enfrentamos, e vemos a nossa evolução, ficamos felizes. Disputar esse prêmio é uma grande conquista. Porque, na pior das hipóteses, ficaremos com o terceiro lugar”, comenta.

Ao todo, dez pessoas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte estão envolvidas no projeto, entre coordenador, bolsistas e auxiliar de serviços gerais. A premiação da Agência Nacional de Petróleo a qual a UFRN concorre tem como objetivo identificar os melhores resultados dos projetos de pesquisa e inovação na área petroquímica do país. A edição deste ano contempla cinco categorias, classificadas por tema e tipo de executor. A divulgação dos vencedores deve acontecer ainda este mês, no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

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