Destaques, Empregos e Estágios

Mentir no currículo coloca a vaga do seu futuro emprego em risco

A medida desesperada de conseguir um emprego pode parecer inicialmente inofensiva, mas mentir no currículo é muito sério. E pode acarretar diversos problemas ao longo do tempo, até mesmo envolvendo a Justiça. Mesmo não tendo uma Lei estabelecendo que mentir no currículo é crime, a descoberta de divergências de informações no documento pode prejudicar a imagem do profissional e ainda resultar em demissão por justa causa.

Há 6 anos, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados rejeitou um projeto de lei que tinha como proposta tipificar como crime a falsificação de currículos. A justificativa utilizada é de que a falsificação de currículo poder ser enquadrada no artigo 298 do Código Penal, que prevê reclusão, de um a cinco anos, para quem falsificar documento particular.

Diante disso, decisões recentes da Justiça sobre mentiras no currículo têm dado parecer favorável a demissão do funcionário por justa causa quando são identificadas mentiras sobre conclusão do ensino médio, por exemplo.

Como fazer um currículo mesmo sem experiência profissional

Competir com profissionais mais experientes pode levar o candidato a inventar cargos, experiências ou até mesmo qualificações em seu currículo. Para evitar ter que enfrentar maiores problemas posteriormente, uma dica é criar um currículo de recém-formado para profissionais sem experiência que impressione os recrutadores e auxilie na busca pela vaga desejada.

Uma dica para aqueles que já possuem uma graduação é investir no maior número de especializações e cursos. Para isso, é possível contar com a ajuda do Educa Mais Brasil. Acesse o site (veja aqui) e confira todas as oportunidades, é possível conseguir descontos de até 70%.

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Destaques, RN

Número de microempreendedores cresce no Rio Grande do Norte

O saldo do emprego celetista no Rio Grande do Norte está negativo, segundo os últimos dados divulgados em maio pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Porém, ao mesmo tempo que o estado fecha com menos 496 empregos em relação ao mesmo período de 2018, o número de microempreendedores individuais cresceu consideravelmente e, de maio de 2018 para maio de 2019, novos 16.639 MEI’s surgiram no RN.

“O crescimento de abertura de MEI’s reflete uma necessidade das pessoas a se adequarem ao momento econômico, utilizando o conhecimento adquirido com seus trabalhos para empreender em uma nova oportunidade”, analisa Daniel Carvalho, contador e sócio da Rui Cadete Consultores.

Essa mudança no cenário do mercado aponta a movimentação dos fluxos de trabalho, principalmente após a reforma trabalhista. “A reforma trouxe essa flexibilidade para as empresas, com isso está aumentando esse tipo de relação de trabalho, como a terceirização, trazendo vantagens, em vários casos, para ambas as partes”, aponta o especialista.

Adequar-se a essa realidade é, portanto, essencial para quem quer se manter dentro do mercado. Muitas das empresas optam pela contratação via pessoa jurídica e, atualmente, a forma mais fácil de adquirir esse status é tornando-se Microempreendedor Individual. Essa transição de empregado para prestador de serviços traz benefícios ao novo empreendedor, como flexibilização do horário de trabalho, menor burocracia e possibilidade de trabalhar com mais de uma empresa.

Apesar das facilidades, as empresas que pretendem apostar neste tipo de contratação devem ficar atentas às atividades que podem estar inscritas no MEI – a lista delas encontra-se no Portal do Empreendedor. Além disso, o novo empreendedor que presta serviço a uma empresa precisa atentar-se aos seus direitos como pessoa jurídica, para não desempenhar um papel de trabalhador celetista.

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Destaques, Empregos e Estágios

Governo concede autorização permanente para trabalho aos domingos e feriados

Está em vigor a partir desta quarta-feira, dia 19 de junho, a norma da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, que amplia para 78 os setores da economia com autorização permanente para que funcionários possam trabalhar aos domingos e feriados civis e religiosos. A portaria que dispõe sobre a medida está publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.

Na terça-feira (18), o secretário Rogério Marinho informou, por meio da rede social Twitter, que havia assinado a portaria. Segundo ele, a norma abrange, entre outros setores, o comércio, a indústria, os transportes em geral, a educação e a cultura.

Atualmente, 72 setores da economia têm autorização para que os funcionários trabalhem aos domingos e feriados. A portaria publicada hoje inclui mais seis setores: indústria de extração de óleos vegetais e de biodiesel; indústria do vinho e de derivados de uva, indústria aeroespacial, comércio em geral, estabelecimentos destinados ao turismo em geral e serviços de manutenção aeroespacial.

De acordo com o secretário, os empregados que trabalharem aos domingos e feriados terão folgas em outros dias da semana. Marinho disse ainda que a nova norma preserva os direitos trabalhistas e que a autorização permanente facilitará a criação de empregos.

“Com mais dias de trabalho das empresas, mais pessoas serão contratadas. Esses trabalhadores terão suas folgas garantidas em outros dias da semana. Respeito à Constituição e à CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]”, postou o secretário na rede social.

Setores com a autorização

Indústria

1) Laticínios; excluídos os serviços de escritório.

2) Frio industrial, fabricação e distribuição de gelo; excluídos os serviços de escritório.

3) Purificação e distribuição de água (usinas e filtros); excluídos os serviços de escritório.

4) Produção e distribuição de energia elétrica; excluídos os serviços de escritório.

5) Produção e distribuição de gás; excluídos os serviços de escritório.

6) Serviços de esgotos, excluídos os serviços de escritórios.

7) Confecção de coroas de flores naturais.

8) Pastelaria, confeitaria e panificação em geral.

9) Indústria do malte; excluídos os serviços de escritório.

10) Indústria do cobre eletrolítico, de ferro (metalúrgica) e do vidro; excluídos os serviços de escritório.

11) Turmas de emergência nas empresas industriais, instaladoras e conservadoras de elevadores e cabos aéreos.

12) Trabalhos em curtumes; excluídos os serviços de escritório.

13) Alimentação de animais destinados à realização de pesquisas para preparo de soro e outros produtos farmacêuticos.

14) Siderurgia, fundição, forjaria, usinagem (fornos acesos permanentemente); excluídos os serviços de escritório.

15) Lubrificação e reparos do aparelhamento industrial (turma de emergência).

16) Indústria moageira; excluídos os serviços escritório.

17) Usinas de açúcar e de álcool; excluídos oficinas e escritório.

18) Indústria do papel de imprensa; excluídos os serviços de escritório.

19) Indústria de vidro; excluídos os serviços de escritório.

20) Indústria de cimento em geral; excluídos os serviços de escritório.

21) Indústria de acumuladores elétricos, porém unicamente nos setores referentes a carga de baterias, moinho e cabine elétrica; excluídos todos os demais serviços.

22) Indústria da cerveja; excluídos os serviços de escritório.

23) Indústria do refino do petróleo.

24) Indústria Petroquímica; excluídos os serviços de escritório.

25) Indústria de extração de óleos vegetais comestíveis; excluídos os serviços de escritório.

26) processamento de hortaliças, legumes e frutas.

27) indústria de extração de óleos vegetais e indústria de biodiesel, excluídos os serviços de escritório.

28) Indústria do Vinho, do Mosto de Uva, dos Vinagres e Bebidas Derivados da Uva e do Vinho, excluídos os serviços de escritório;

29) Indústria aeroespacial.

Comércio

1) Varejistas de peixe.

2) Varejistas de carnes frescas e caça.

3) Venda de pão e biscoitos.

4) Varejistas de frutas e verduras.

5) Varejistas de aves e ovos.

6) Varejistas de produtos farmacêuticos (farmácias, inclusive manipulação de receituário).

7) Flores e coroas.

8) Barbearias, quando funcionando em recinto fechado ou fazendo parte do complexo do estabelecimento ou atividade, mediante acordo expresso com os empregados.

9) Entrepostos de combustíveis, lubrificantes e acessórios para automóveis (postos de gasolina).

10) Locadores de bicicletas e similares.

11) Hotéis e similares (restaurantes, pensões, bares, cafés, confeitarias, leiterias, sorveterias e bombonerias).

12) Hospitais, clínicas, casas de saúde e ambulatórios.

13) Casas de diversões; inclusive estabelecimentos esportivos em que o ingresso seja pago.

14) Limpeza e alimentação de animais em estabelecimentos de avicultura.

15) Feiras-livres e mercados, comércio varejista de supermercados e de hipermercados, cuja atividade preponderante seja a venda de alimentos, inclusive os transportes a eles inerentes.

16) Porteiros e cabineiros de edifícios residenciais.

17) Serviços de propaganda dominical.

18) Comércio de artigos regionais nas estâncias hidrominerais.

19) Comércio em portos, aeroportos, estradas, estações rodoviárias e ferroviárias.

20) Comércio em hotéis.

21) Agências de turismo, locadoras de veículos e embarcações.

22) Comércio em postos de combustíveis.

23) Comércio em feiras e exposições.

24) Comércio em geral.

25) Estabelecimentos destinados ao turismo em geral.

Transportes

1) Serviços portuários.

2) Navegação, inclusive escritório, unicamente para atender a serviço de navios.

3) Trânsito marítimo de passageiros; excluídos os serviços de escritório.

4) Serviço propriamente de transportes; excluídos os transportes de carga urbanos e os escritórios e oficinas, salvo as de emergência.

5) Serviço de transportes aéreos; excluídos os departamentos não ligados diretamente ao tráfego aéreo.

6) Transporte interestadual rodoviário, inclusive limpeza e lubrificação dos veículos.

7) Transporte de passageiros por elevadores e cabos aéreos.

8) Serviços de manutenção aeroespacial.

Comunicações e Publicidade

1) Empresa de comunicação telegráficas, radiotelegráficas e telefônicas; excluídos os serviços de escritório e oficinas, salvos as de emergência.

2) Empresas de radiodifusão, televisão, de jornais e revistas; excluídos os serviços de escritório.

3) Distribuidores e vendedores de jornais e revistas (bancas e ambulantes).

4) Anúncios em bondes e outros veículos (turma de emergência).

Educação e Cultura

1) Estabelecimentos de ensino (internatos); excluídos os serviços de escritório e magistério.

2) Empresas teatrais; excluídos os serviços de escritório.

3) Biblioteca; excluídos os serviços de escritório.

4) Museu; excluídos de serviços de escritório.

5) Empresas exibidoras cinematográficas; excluídos de serviços de escritório.

6) Empresa de orquestras.

7) Cultura física; excluídos de serviços de escritório.

8) Instituições de culto religioso.

Serviços Funerários

1) Estabelecimentos e entidades que executem serviços funerários.

Agricultura e Pecuária

1) Limpeza e alimentação de animais em propriedades agropecuárias.

2) Execução de serviços especificados nos itens anteriores desta relação.

3) Colheita, beneficiamento, lavagem e transporte de hortaliças, legumes e frutas.

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Empregos e Estágios

Saiba o que NÃO fazer no ambiente de trabalho

Saber o que não fazer no ambiente de trabalho é um dos fatores que mais influenciam na reputação do profissional. O comportamento no mundo corporativo é capaz de favorecer a sua carreira ou até mesmo atrapalhá-la caso uma nova postura não seja adotada. Além de seguir as regras básicas desse tipo de ambiente, como evitar atrasos e realizar as suas tarefas dentro do prazo, é importante que o profissional tenha um comportamento corporativo que possa favorecer a ascensão em sua carreira.

Não ter proatividade

Alguns colaboradores confundem proatividade com ser explorado e acabam fazendo sempre o mínimo, nunca a mais do que é solicitado e em muitos casos acaba entregando algo mal feito. Ao realizar uma tarefa, tente se dedicar para realizá-la de forma diferenciada.

Envolver-se com fofoca

Se existe algo que abala o clima organizacional, e é capaz de interferir no desempenho dos colaboradores, é a fofoca no ambiente de trabalho. Comentários sobre os demais colegas podem criar um mal-estar e acabar com a reputação dos profissionais envolvidos. Mesmo que seja visto como chato (a), mantenha-se afastado (a) dessas situações.

Reclamar demais

Todo colaborador deve ter à sua disposição os meios necessários para eventuais dúvidas, sugestões e possíveis descontentamentos. No entanto, entrar em uma rotina contínua de reclamações não vai trazer nada de positivo, apenas criar uma imagem negativa do profissional. Caso tenha uma insatisfação tente conversar com os seus superiores e dar uma solução civilizada para o problema.

Nunca dizer NÃO

Como dissemos, a proatividade é um diferencial importante. Mas ela é diferente de adotar uma postura de servidão. Há pessoas que não conseguem dizer ‘Não’ ao chefe com medo de ser mal visto. Com essa postura, você corre um sério risco de atrair aproveitadores da sua bondade, além de assumir uma carga de trabalho além do necessário, prejudicando o seu desempenho. Faça o suficiente e faça bem feito.

Medo da nova geração

Alguns profissionais se sentem ameaçados com a nova geração e acabam tendo um comportamento que prejudica a sua própria carreira. Assim como novos colaboradores podem aprender com a sua experiência, você também pode aprender com eles. Então, não deixe o medo lhe atrapalhar e aproveite a oportunidade para crescer ainda mais.

Fonte: E+B Educação | Gabriele Silva

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Mundo

Paris tem cenas de guerrilha urbana com manifestações

(ANSA) – As autoridades da França prenderam cerca de 380 pessoas durante a onda de protestos por Paris e outras cidades do país nesta quarta-feira (1).

O Ministério do Interior calcula que 164 mil manifestantes saíram às ruas de toda a França, sendo entre 28 mil e 40 mil somente em Paris. As centrais sindicais estimaram 310 mil pessoas protestando pelo país. Mais de 17,7 mil pessoas foram interceptadas por algum comportamento suspeito em Paris. De acordo com o jornal “Le Monde”, o balanço de feridos é de 24 manifestantes, mas nenhum em estado grave, e 14 policiais.

Uma jornalista russa da agência pública Ria Novosti, Viktoria Ivanova, disse ter sido ferida pela polícia no rosto e no braço enquanto fazia a cobertura dos acontecimentos, apesar de estar vestindo um colete de identificação de imprensa.

A capital francesa foi tomada por manifestações por ocasião do Dia do Trabalho, as quais reuniram sindicatos, movimentos políticos e simpatizantes dos “coletes amarelos”, além de black blocs, os quais entraram em confronto com a polícia.

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