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Ataque na Síria ‘não ficará sem resposta’, diz Rússia

(ANSA) – A Embaixada da Rússia nos Estados Unidos afirmou que o ataque ocidental contra a Síria “não ficará sem consequências”.

Por meio de uma nota, o embaixador Anatoly Antonov, também militar de carreira, disse ainda que “insultar o presidente da Rússia [Vladimir Putin] é “inaceitável e inadmissível”.

“Os Estados Unidos, que possuem o maior arsenal de armas químicas, não têm direito moral de culpar outros países”, afirmou o diplomata. No comunicado, ele ainda ressaltou que os avisos de Moscou foram “ignorados” e que a Rússia está sendo “ameaçada”.

“Nós alertamos que tais ações não ficarão sem consequências. Toda a responsabilidade por elas reside em Washington, Londres e Paris”, declarou.

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Estado Islâmico perde sua última cidade entre Síria e Iraque

(ANSA) – As forças militares da Síria e milícias do Iraque anunciaram nesta quinta-feira (9) terem retomado o poder da cidade de Abukamal, na fronteira entre os dois países.

O município era o último bastião do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) em toda a região. Dezenas de combatentes do EI tinham se alocado em Abukamal após a reconquista das cidades de Mosul, Raqqa, todas usadas como base do grupo terrorista.

De acordo com a emissora estatal de televisão síria, a retomada de Abukamal confirma que o Estado Islâmico perdeu todos os seus territórios ao longo do rio Eufrates.

As operações contra a organização terroristas foram conduzidas em diversas frentes, parte delas realizada pela coalizão entre Rússia, Iraque e Síria, e outra liderada pelos Estados Unidos.

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EUA acusa Síria de planejar novo ataque químico; Rússia reage

(ANSA) – A Casa Branca acusou nesta terça-feira (27) o governo do presidente da Síria, Bashar al-Assad, de estar preparando um “possível novo ataque químico” contra a oposição no país. Em um comunicado, o governo do presidente Donald Trump afirmou que, se Assad fizer uma nova ação do tipo, ele “pagará um preço alto” pelo ataque.

“Os Estados Unidos identificaram possíveis preparativos para um outro ataque com armas químicas por parte do regime Assad que provavelmente causaria uma tragédia de civis, incluindo crianças”, diz a nota assinada por Washington.

Os norte-americanos lembraram o suposto uso de armas químicas do dia 4 de abril, em ação que deixou mais de 80 civis mortos e que causou o primeiro ataque contra uma base de Assad por ordem de Trump. “Como já declaramos antes, os Estados Unidos estão na Síria para eliminar o Isis [Estado Islâmico], tanto do Iraque como da Síria. Se, todavia, Assad conduzir outro ataque de massa mortal usando armas químicas, ele e seu exército pagarão um preço alto”, conclui o comunicado.

Após a divulgação do comunicado, no entanto, os EUA despertaram a ira do maior aliado do regime sírio, a Rússia. “Certamente, nós acreditamos que tais ameaças ao legítimo governo sírio são inadmissíveis”, disse o porta-voz do presidente Vladimir Putin, Dmitri Peskov, à imprensa russa.

Reafirmando que ataques químicos são “inadmissíveis e inaceitáveis”, Peskov destacou que “apesar de todas as solicitações feitas pelos russos, não houve uma investigação internacional imparcial” sobre o episódio do dia 4 de abril.

Para Moscou, o atentado foi realizado por grupos rebeldes e que lutam contra Assad e sem uma investigação independente é “impossível saber quem fez o ataque”. “Não tenho informações sobre a ameaça do uso de armas químicas. Mas, vocês sabem que foram registrados por diversas vezes o uso de substâncias tóxicas por parte dos milicianos, dos terroristas do Isis e de outros grupos criminosos. Provavelmente, existe um perigo da repetição de tais provocações”, acrescentou Peskov aos jornalistas.

Ataque à prisão do EI

A troca de acusações ocorre no mesmo dia em que ao menos 57 pessoas morreram dentro de um presídio do grupo terrorista Estado Islâmico. O ataque aéreo em al-Mayadeen foi feito pela coalizão liderada pelos EUA, informou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.

Segundo a ONG, os extremistas usavam o local com o objetivo de prender e torturas os “dissidentes” do “Califado”. Entre os mortos, estão ao menos 15 jihadistas, entre combatentes e “carcereiros”. Já a ONG Deir Ezzor 24, também gerida por ativistas, informa que o número de mortos é de 60 civis.

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Novos ataques causam mortes na Síria

Neste sábado (8), foram registrados novos bombardeios a províncias na Síria, de acordo com informações do Observatório Sírio de Direitos Humanos. O primeiro ataque for realizado perto da cidade de Al Raqqa, supostamente por aviões que pertenciam à coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos. O local é considerado o centro operacional do grupo Estado Islâmico. Ao menos 15 civis morreram, segundo o observatório. As informações são da Agência EFE.

Em seguida, o observatório divulgou que mais 15 civis foram mortos, dessa vez vítimas de um bombardeio que teria sido realizado por aviões de guerra russos contra a província de Idlib, a mesma onde um ataque com armas químicas deixou ao menos 90 pessoas mortas, muitas das quais crianças, na última terça-feira (4).

Estes foram os primeiro bombardeios em Idlib após o ataque de mísseis realizado pelos Estados Unidos contra uma base aérea síria nas primeiras horas de sexta-feira.Os EUA atacaram a base aérea de Shayrat, a segunda mais importante das forças governamentais sírias, em represália ao suposto ataque químico.

Rússia e Estados Unidos

As relações entre Rússia e Estados Unidos se deterioraram após o ataque norte-americano com 59 mísseis lançados contra uma base aérea síria, que deixou ao menos nove mortos. Neste sábado, a porta-voz da Diplomacia russa, Maria Zakharova, disse que a atitude dos EUA foi uma tentativa de demonstrar força aos oponentes políticos de Donald Trump, e não responde a uma estratégia de ação no Oriente Médio.

Ontem, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterrez, alertou para o risco de uma escalada maior do conflito na Síria após o ataque químico na cidade de Khan Sheikhoun, na província síria de Idlib, e das subsequentes missões de guerra empreendidas por EUA e Rússia no país do Oriente Médio.

Da Agência Brasil

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EUA ameaçam fazer mais ataques na Síria em reunião na ONU

(ANSA) – A tensão e a divisão entre os representantes dos países que fazem parte do Conselho de Segurança das Nações Unidas foi a marca da reunião de emergência convocada pelos russos nesta sexta-feira (7). Moscou convocou o encontro após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenar um ataque com mais de 50 mísseis contra uma base militar do governo sírio próximo a Homs. Nos debates, no entanto, nenhuma solução e apenas trocas de acusações.

“Os EUA deram um passo justificado e pontual na noite de ontem. Nós estamos preparados para fazer mais, mas esperamos que não seja necessário. Os EUA não ficaram vendo quando alguém usa armas químicas”, disse a embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley. A representante ainda voltou a acusar a Rússia de defender o regime de Bashar al-Assad. “Cada vez que Assad passou dos limites da decência humana, a Rússia sempre ficou ao lado dele”, acrescentou.

O embaixador russo, Vladimir Safronkov, por sua vez, condenou “fortemente” a “ilegítima ação feita pelos Estados Unidos”. “As consequências dessa ação podem ser extremamente sérias em âmbito regional e internacional”, acrescentou. No entanto, assim como ocorreu nesta quinta-feira (7), os países falharam em fazer uma declaração condenando o uso de armas químicas, supostamente, pelo regime de Assad.

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