Tecnologia

Envio de selfies para cadastro? Cuidado!

Com o mundo cada vez mais conectado, alguns serviços online de pagamento e até mesmo bancos solicitam que os clientes confirmem sua identidade enviando uma selfie segurando um documento de identidade (RG ou CNH) no momento da abertura de uma conta bancária ou na emissão de um cartão de crédito. Essa é uma maneira prática utilizada por prestadores de serviços para autenticar a identidade dos clientes e evitar deslocamentos demorados e filas de espera.

Porém, não são apenas sites legítimos e de boa reputação que estão atrás dessas selfies. Os cibercriminosos também estão se aproveitando desta conveniência para efetuar fraudes por meio de enviar e-mails de phishing se passando por um banco, empresa de pagamentos ou rede social. Essas mensagens fraudulentas pedem que o usuário confirme sua identidade por meio de um link e usam a desculpa de um novo processo de “segurança”. Ao clicar, a vítima é levada a uma página com um formulário que solicita informações pessoais, como endereço, número de telefone, etc., bem como o upload de uma selfie com um documento de identidade oficial visível – e até mesmo foto de cartão de crédito ou passaporte.

“Não é de se espantar que os cibercriminosos têm utilizado as mais diferentes maneiras para enganar os usuários”, alerta Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky. “Neste caso, com os dados das vítimas em mãos, eles podem criar contas bancárias visando a troca de criptomoedas, por exemplo – que servirá para lavar dinheiro de suas atividades. Além disso, é importante frisar que uma selfie com um documento de identidade tem um valor muito alto no mercado negro em comparação com uma imagem digitalizada do mesmo documento”.

Pensando nisso, a Kaspersky separou sete dicas para que os usuários possam analisar detalhadamente os e-mails que recebem e não serem vítimas desse tipo de fraude:

  1. Erros gramaticais e ortográficos
    É muito provável que o texto do e-mail enviado bem como as informações disponibilizadas no link tenha erros gramaticais, palavras omitidas e erros de ortografia. Por isso, sempre pergunte: sites oficiais e e-mails de grandes organizações têm erros gramaticais e ortográficos?
  2. Endereço do remetente é suspeito
    Esses e-mails geralmente vêm de endereços registrados em provedores gratuitos ou pertencem a empresas que não têm relação nenhuma com a mencionada no corpo da mensagem. Verifique de onde vem a mensagem e para onde o link leva.
  3. Nome do domínio não corresponde
    Embora o endereço do remetente pareça legítimo, é provável que o host do formulário de phishing esteja hospedado em um domínio mal-intencionado ou não relacionado. Às vezes, o endereço pode ser muito parecido (mas ainda assim existem diferenças); em outros, a diferença é notória. Um exemplo é uma suposta mensagem do LinkedIn que, por algum motivo, convida os usuários a fazer upload de uma foto no Dropbox.
  4. Prazo de entrega é muito curto
    Muitas vezes, os autores desses e-mails tentam por todos os meios apressar o destinatário e, por exemplo, eles afirmam que o link expirará após 24 horas. Os cibercriminosos frequentemente recorrem a essa técnica já que a falsa sensação de urgência faz com que muitos usuários ajam sem pensar. É melhor quebrar o prazo do que enviar seus dados para os cibercriminosos.
  5. Solicitação de informações já enviadas
    Sempre verifique se já tiver fornecido pelo menos algumas das informações solicitadas – por exemplo, endereço de e-mail ou número de telefone. No caso dos bancos, sua identidade foi confirmada quando você abriu a conta. Então, por que você teria que verificá-la novamente sob o pretexto de uma “segurança adicional”?. Neste caso, é importante procurar informações no site oficial da empresa.
  6. Solicitações ao invés de ofertas
    Muitas soluções oferecem opções avançadas – incluindo de segurança – em troca de informações pessoais; mas na sua conta pessoal na web, não por e-mail. E, normalmente, é uma oferta que pode ser recusada. Porém, na forma em que o link de e-mail fraudulento é enviado, há apenas um botão como se sugerisse que não há outra opção além de enviar uma selfie. Em caso de dúvida, ligue para o atendimento ao cliente. Mas não use o número fornecido na mensagem: encontre-o no site oficial da empresa.
  7. Não há informações sobre isso no site oficial
    Na verdade, você pode já ter confirmado sua identidade em redes sociais, bancos e outras empresas há algum tempo. No entanto, essa é a exceção e não a regra. Os detalhes do que está acontecendo, caso precise confirmar novamente, devem estar disponíveis no site oficial do serviço e deve ser fácil encontrá-los no Google.

Além disso, para evitar que cibercriminosos roubem a identidade pessoal de usuários, é importante tomar cuidado com todas as solicitações de dados, especialmente quando há documentos envolvidos. É importante utilizar uma solução de segurança confiável com proteção contra phishing e fraudes online, como o Kaspersky Total Security.

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Curiosidades, Destaques

Estudo mostra que 259 pessoas já morreram tirando selfie

(ANSA) – A busca pelo ângulo ideal em uma selfie matou ao menos 259 pessoas entre os anos de 2011 e 2017, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Journal of Family Medicine and Primary Care.

A pesquisa, republicada pela Biblioteca Nacional de Medicina nos Estados Unidos, aponta que a maioria das mortes ocorreu em cumes de montanhas, prédios altos e em lagos. Dentre as causas mais comuns de morte, estão o afogamento, acidentes de trânsito e quedas. No entanto, morte por animais, choques elétricos e fogo também aparecem constantemente no relatório.

Gavin Zimmerman, de 19 anos, caiu de um penhasco em New South Wales, na Austrália, e morreu em julho deste ano enquanto tirava selfies. Tomer Frankfurter também morreu pela mesma causa, em setembro do ano passado, após cair de 250 metros no Parque Nacional de Yosemite, nos EUA.

Esse compilado de notícias foi a principal fonte do estudo, já que “selfie” nunca está inscrita como causa da morte. Diante disso, os pesquisadores creem que o real número de mortes possa ser maior. Em 2011, foram registradas somente três mortes por selfies, mas o número subiu para 98 em 2016, e 93 em 2017.

Os estudiosos descobriram ainda que mortes relacionadas a selfies são mais comuns na Índia, Rússia, Estados Unidos e Paquistão, e 72,5% das vítimas são homens. “Acidentes de carro por estarem posando para selfies são relatados como morte por acidente de trânsito”, observou o estudo.

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Mundo

Por selfie, mulher cai em museu e causa prejuízo milionário

(ANSA) – Uma mulher causou um estrago de mais de US$200 mil em uma galeria nos Estados Unidos ao tropeçar e derrubar uma série de obras de arte enquanto se equilibrava para tirar uma selfie.

O incidente aconteceu no início de julho em Los Angeles, na Califórnia, durante a exposição de arte Hypercaine, organizada pelo artista Simon Birch. A mostra exibia diferentes coroas feitas de ouro, madeira, nylon e até mesmo de flores.

Um vídeo mostra a mulher se abaixando e derrubando os displays que seguravam diferentes obras de arte. Cerca de 12 caíram e ao menos três foram danificadas no museu 14th Factory, local em que as obras eram exibidas.

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Mundo

Turista morre ao tentar fazer selfie em Machu Picchu

(ANSA) – Um turista alemão morreu após cair de um precipício quando tentava tirar uma selfie na cidade turística de Machu Picchu, no Peru, informaram as autoridades locais.

O homem, identificado como Oliver Pats, de 51 anos, quis fotografar de fora do cordão de segurança em uma das colinas em volta da cidade.

Ele não calculou bem o espaço que restava até a borda do abismo e perdeu o equilíbrio, caindo de um penhasco de cerca de 100 metros, segundo reporta a imprensa local. Seu corpo foi encontrado sem vida pelas forças de resgate. Acredita-se que ele teria morrido imediatamente após a queda. O acidente aconteceu no final da manhã da última quarta-feira, no horário local.

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Variedades

Ato de tirar selfie pode virar ‘emoji’

(ANSA) – O ato de tirar selfies pode virar “emoji” – desenhos que representam objetos, ações e expressões faciais e que são usados na rede para substituir palavras – no ano que vem.

A ação de tirar fotos de si mesmo, difundida por celebridades como Kim Kardashian, é uma das candidatas a ser codificada e transformada em “emoji” pela Unicode Consortium, ONG que quer criar um padrão universal com imagens para facilitar a comunicação entre os países.

Na lista para 2016, cerca de 30 novas ideias foram levantadas. Entre elas estão desenhos para caracterizar pessoas (como o da grávida, o do príncipe e o do palhaço), ações (como o do homem dançando, o da carinha nauseada e o da selfie), animais (como o da raposa e o da águia) e alimentos (como o do bacon, o da batata e o da cenoura).

A escolha dos prováveis “emojis” teve uma série de razões. Alguns dos motivos são que eles já estão presentes em chats de redes sociais e que todos eles terão um uso amplo e garantido, explicou o consórcio.

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