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Videomonitoramento na região metropolitana de Natal

A região metropolitana de Natal está bem perto de contar com mais um apoio no combate à criminalidade. É o videomonitoramento, projeto tocado pelo Governo Cidadão e a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, com recursos do Banco Mundial, que está quase pronto para começar a funcionar. Serão 184 câmeras espalhadas em Natal, Extremoz, Ceará-Mirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Parnamirim e São José de Mipibu que vão reforçar o trabalho da segurança pública.

Na última semana a equipe do Governo Cidadão acompanhou a instalação de uma câmera na praça dos Três Poderes, em Extremoz, pela empresa vencedora da licitação, a Interjato. A câmera faz parte de um rol de 140 equipamentos do tipo PTZ, capaz de ser controlada à distância por um operador do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP), permitindo visão em 360 graus do local.

“O operador vai controlá-la com um joystick e poderá dar zoom de até 30 vezes, cobrindo uma área de um quilômetro de raio, visualizando espaços urbanos e comércio”, comenta o gerente de projetos da empresa, Leonardo Souza.

O secretário de Gestão de Projetos e Metas, Fernando Mineiro, destaca que trabalhar com a prevenção na área da segurança é um dos objetivos do projeto. “O videomonitoramento é um sistema que há muito tempo a região metropolitana de Natal precisava. Integrado ao CIOSP vai possibilitar maior controle da criminalidade em áreas historicamente críticas”, diz.

As outras 44 câmeras serão fixas e capazes de reconhecer placas de carros, caminhões e motos e já identificar os que possuem queixas de furto e roubo instantaneamente, tanto durante o dia quanto à noite. Tais equipamentos serão instalados em portais nas entradas das cidades, sendo uma câmera em cada sentido da via. Serão pelo menos 22 portais nos sete municípios contemplados.

Para o secretário de Segurança, Coronel Francisco Araújo, o videomonitoramento é uma ferramenta fundamental para o sistema de segurança pública potiguar. “Vamos ter um acompanhamento em tempo real em Natal e região metropolitana de áreas de especial interesse turístico e comercial, com reconhecimento facial e leitura de placas de veículos roubados. É um ganho incalculável no combate à criminalidade”, pontua.

A expectativa da Interjato é que até o final de novembro todas as câmeras estejam instaladas e prontas para funcionar. Conectados por fibra ótica, os equipamentos estão sendo implantados em postes da Cosern, que trabalha em parceria com o Governo do Estado e a vencedora da licitação. O projeto conta com um investimento da ordem de R$ 6,9 milhões.

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Destaques, Natal

Ministério Público solicita auditorias nas delegacias de Natal

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) recomendou que a Corregedoria-Geral da Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) estabeleça um cronograma de auditorias nas 15 delegacias distritais sediadas em Natal. Essas auditorias devem ser realizadas no segundo semestre deste ano, sendo pelo menos duas a cada mês.

O objetivo é avaliar o desempenho de cada unidade policial, inclusive quanto aos procedimentos e rotinas empregados nas atividades de polícia judiciária e de apuração de infrações penais “para identificar problemas de gestão que interfiram negativamente na eficiência e apontar soluções gerenciais que não dependam, necessariamente, do aumento de efetivo ou da realização de novas despesas públicas, bem como institua, por ato próprio, mecanismos de controle de inquéritos policiais que assegurem a efetivação o direito fundamental à razoável duração da investigação policial”.

Na recomendação, o MPRN lembra que compete legalmente à Corregedoria-Geral da Sesed a realização de auditorias para expedir provimentos correcionais ou de cunho recomendatório e para instituir mecanismos de controle de inquéritos policiais e demais procedimentos investigativos produzidos pela Polícia Civil.

O MPRN deu prazo de 15 dias para que a Corregedoria-Geral da Sesed informe as providências adotadas a partir da recomendação.

Clique aqui e confira a íntegra da recomendação.

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Destaques, Parnamirim

Parnamirim vai ganhar central de monitoramento

A Secretaria Municipal de Segurança, Defesa Social e Mobilidade Urbana – SESDEM, já começou a instalação dos equipamentos para o funcionamento da Central de Monitoramento de Parnamirim. A inauguração do serviço está prevista para o mês de julho. Ao todo, foram investidos R$ 1 milhão, sendo R$ 800 mil só em câmeras.

De acordo com o secretário Marcondes Pinheiro, todos os equipamentos que permitem o andamento da central de monitoramento já foram adquiridos. Inclusive, a secretaria também pleiteia por um gerador, para que possa suprir eventuais faltas de energia.

Ainda segundo o secretário, na primeira etapa estão sendo instaladas 80 câmeras, que servirão como olhos eletrônicos analisando movimentações que fujam da normalidade. As imagens serão analisadas por agentes da central, que vai funcionar 24 horas, fazendo com que eles possam acionar viaturas mais próximas do local da ocorrência.

Após mapeamento feito pela Polícia Militar, as câmeras estarão sendo instaladas em vários bairros da cidade, principalmente em locais que apontam um índice considerável de ocorrências policiais. O secretário também informou que uma parceria com a CDL e a rede comercial de Parnamirim também poderá ser formada, onde as imagens do circuito externo dos estabelecimentos podem ser visualizadas pela central.

Veja também: Prefeitura de Parnamirim cria ‘comissão’ para organizar concurso da Guarda Municipal

“Vamos ganhar uma cidade monitorada, o criminoso vai pensar duas vezes antes de agir. Será muito importante para a cidade, pois vai aumentar a segurança dos munícipes, ajudando não só na prevenção dos delitos, como também a prender criminosos”, afirmou o secretário Marcondes Pinheiro.

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Destaques, Mossoró

Força Nacional vai apoiar operações na penitenciária de Mossoró

A Força Nacional de segurança pública vai atuar, a partir da próxima terça-feira (26), em ações de policiamento de guarda e vigilância no perímetro interno da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. De acordo com a portaria que determina a medida, a atuação das tropas ocorrerá “em caráter episódico e planejado” pelo período de 180 dias.

O governo potiguar solicitou o auxílio da Força Nacional após a transferência de presos de uma facção criminosa de São Paulo para o local, em acordo com determinação do Tribunal de Justiça paulista.

O prazo do apoio prestado pelo governo federal poderá ser prorrogado, em caso de necessidade. Se a renovação não for solicitada, “o efetivo será retirado imediatamente” após o vencimento da portaria.

A Força Nacional pode ser empregada em qualquer parte do território nacional. Para isso, o governador do estado (ou do Distrito Federal) deve solicitar o apoio. Uma vez autorizado e deslocado para o local de destino, o efetivo atua em atividades como preservação da ordem, investigação de infração penal e auxílio na ocorrência de catástrofes ou desastres coletivos, por exemplo.

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Destaques, Política

“Posse de armas é direito, mas não garante segurança”, diz Styvenson

Durante entrevista ao Programa Salão Nobre, da TV Senado, Styvenson Valentim (Pode-RN) revelou que é a favor de liberar as armas de fogo, desde que haja controle do Estado e que sejam tomadas outras medidas para garantir a segurança da população.

“Não se pode atribuir apenas ao cidadão sua autodefesa. O Estado tem que fazer sua parte”, diz o senador.

De acordo com o parlamentar, a estatística de autodefesa é baixa, mas, mesmo assim, o cidadão tem direito a ter uma arma se atender às exigências necessárias.

Styvenson concorda com o mérito do decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro em 15 de janeiro, que flexibiliza a posse de armas. O senador acredita, porém, que a competência para definir regras para a posse de armas de fogo é do Congresso. Com essa mesma justificativa, o decreto foi questionado no Supremo Tribunal Federal pelo PCdoB.

Pela decreto presidencial, a validade das licenças passa de cinco para dez anos, e cada pessoa pode ter até quatro armas de fogo, desde que cumpra alguns requisitos como idade de 25 anos, capacidade e necessidade.

Styvenson, que foi capitão da Polícia Militar do Rio Grande do Norte até o primeiro semestre, disse que não viu melhora na segurança do Estado desde que foi criado o Ministério da Segurança Pública, no início de 2018. Também afirmou não ter percebido mudanças desde que o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) foi sancionado, no ano passado. O Susp prevê a modernização do sistema penitenciário e o combate integrado entre as polícias ao crime organizado.

*Com informações da Agência Senado

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