Educação

Área de saúde possui as carreiras mais promissoras até 2020

Os cursos de saúde, em especial a graduação em Medicina, estão sempre entre os cursos mais concorridos entre os estudantes brasileiros. Um dos motivos é a ascensão do mercado de trabalho para esse segmento, pois as profissões na área de saúde estão entre as carreiras mais promissoras até 2020. É o que revela uma projeção do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos. 

Apesar do estudo ter sido realizado tendo como base o mercado norte-americano, a lista também funciona como indicação do que pode acontecer nos demais países no decorrer dos anos.

Carreiras mais promissoras até 2020

Na lista das profissões mais promissoras, a saúde é o grande destaque. Isso pode ser explicado devido ao aumento da expectativa de vida e envelhecimento da população, além da maior preocupação com hábitos mais saudáveis. Por conta disso, o profissional tem sido mais valorizado. Confira abaixo a lista das carreiras mais promissoras em 2020. 

1. Engenheiro biomédico

2. Coordenador de Eventos

3. Radiologista

4. Intérprete e tradutor

5. Analista de pesquisas de mercado e especialista em marketing

6. Terapeuta familiar

7. Fisioterapeuta

8. Dentista

9. Fonoaudiólogo especializado em audiologia

10. Educadores em saúde e qualidade de vida

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Educação

Curso de “Simulação em Saúde” é ofertado para profissionais do SUS e de IFES

Estão abertas até o dia 02 de agosto as inscrições no Curso Capacitação de Multiplicadores em Simulação em Saúde, promovido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). São 431 vagas ofertadas em hospitais universitários do Distrito Federal e de 15 estados do Brasil (confira abaixo), em um total de 17 polos. As inscrições devem ser realizadas nas gerências de Ensino e Pesquisa de cada hospital participante, de acordo com os seguintes requisitos:

  1. Ser docente de graduação em Medicina ou em outra área de saúde, cujas atividades devem envolver atividades práticas na graduação ou residência no hospital universitário
  2. Ser preceptor não-docente: ser trabalhador de nível superior, trabalhador do HUF, da IFES e/ou das unidades de saúde na rede SUS, com graduação na área da saúde
  3. Gestor ou outro profissional

De acordo com o edital, o objetivo é desenvolver a capacitação de multiplicadores nas áreas de disciplinas práticas da graduação e residência (docentes, preceptores não docentes e gestores). Para isto, serão 180 horas de formação semipresencial. Serão utilizados o Ambiente Virtual de Aprendizagem da Escola Ebserh Educação Corporativa (3EC) e os Centros de Simulação Clínica dos hospitais universitários ou institutos federais de educação, ciência e tecnologia.

Processo seletivo

O processo seletivo será realizado de forma simplificada, em três fases: apresentação dos documentos necessários, análise curricular e análise da carta de Intensão. Todas as etapas serão avaliadas pelas gerências de ensino e pesquisa do hospital universitário em que o curso acontecerá.

A previsão é que as aulas aconteçam entre agosto de 2019 e março de 2020. A carga horária prevê o estudo de seis módulos: metodologias e avaliação do processo de ensino-aprendizagem; área de atuação; gestão de Centro de Simulação Clínica, entre outros.

Hospitais participantes

Hospital das Clínicas (UFMG) – 25 vagas

Hospital das Clínicas (UFTM) – 25 vagas

Hospital Universitário Antônio Pedro (UFF) – 13 vagas

Hospital Universitário Gafrée e Guinle (Unirio) – 12 vagas

Hospital Universitário (UFSCAR) –  25 vagas

Hospital Universitário de Brasília (UnB) – 25 vagas

Hospital das Clínicas (UFG) – 25 vagas

Hospital Universitário Júlio Müller (UFMT) – 25 vagas

Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (UFMS) – 25 vagas

Hospital Universitário Getúlio Vargas (UFAM) – 25 vagas

Hospital Universitário Walter Cantídio (UFC) – 25 vagas

Hospital Universitário Onofre Lopes (UFRN) – 19 vagas

Hospital Universitário Ana Bezerra (UFRN) – 6 vagas

Maternidade Escola Januário Cicco (UFRN) – 6 vagas

Hospital das Clínicas (UFPE) – 25 vagas

Hospital Universitário (UFS) – 13 vagas

Hospital Universitário de Lagarto (UFS) – 12 vagas

Hospital Universitário (UFPI) – 25 vagas

Hospital Universitário (UFAL) – 25 vagas

Hospital das Clínicas (UFPR) – 25 vagas

Hospital Universitário (FURG) – 19 vagas

Hospital Escola (UFPEL) – 6 vagas

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Destaques, Mossoró

Estado e município de Mossoró devem indenizar pais por omissão que levou criança a óbito

O juiz Pedro Cordeiro Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública, condenou o Estado do Rio Grande do Norte e o município de Mossoró a pagarem, solidariamente, a um casal o valor de R$ 50 mil, a título de danos morais, mais correção monetária e juros, em virtude da filha ter ido a óbito em decorrência da omissão dos entes públicos na prestação dos serviços de saúde em meados de 2013.

O falecimento ocorreu tendo em vista a ineficiência de atendimento e demora no fornecimento do leito de UTI para a criança, que na época tinha quatro anos de idade, de modo que prejudicou e intensificou a enfermidade da vítima. Este foi o motivo pelo qual os seus pais entendem ser cabível indenização por danos morais.

Por isso, o casal promoveu Ação Indenizatória por Danos Morais em razão de omissão dos entes públicos na prestação do serviço de saúde, ante a ausência de leitos de UTI, o que causou a morte da filha deles.

Decisão

O magistrado verificou a ineficiência na prestação do serviço de saúde, principalmente quanto ao atendimento e disponibilização dos leitos de UTI, tendo em vista a demora na internação da vítima, que somente veio a ocorrer no dia posterior a solicitação.

E considerou o depoimento de um médico ouvido nos autos, que afirmou que, caso a internação na Unidade de Terapia Intensiva tivesse ocorrido de forma mais célere, a vítima possuiria mais chances de sobreviver.

Segundo o juiz Pedro Cordeiro Júnior, apesar das alegações dos réus quanto ao estado gravíssimo de criança, é incabível que os entes públicos não tenham disponíveis leitos de UTI que atendam a todas as situações existentes, bem como que os servidores se neguem na prestação do serviço por ausência de médico com especialidade no caso.

“Por mais que o estado da vítima fosse gravíssimo, a mesma ainda estava viva e com possibilidade de tratamento, tanto que o médico indicou a transferência para a unidade de terapia intensiva, presumindo-se que o quadro poderia ser revertido em caso de atendimento adequado”, comentou.

Concluiu afirmando que, estando comprovada que a falta do atendimento emergencial suprimiu a possibilidade de que, uma vez assistido adequadamente tivesse a chance de superar o problema de saúde e sobreviver, não há como ocultar a responsabilidade dos entes estatais responsáveis pela prestação do serviço público omitido.

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Destaques, Natal

Pessoas com obesidade terão atendimento gratuito em Centro de Saúde da UnP

Dados do Ministério da Saúde de 2017 apontam que Natal apresenta 73% da sua população com excesso de peso, destes, 18,5% são obesos. Neste contexto, a partir do dia 27 de maio a UnP, integrante da rede Laureate, estará realizando uma triagem para um novo projeto de Extensão voltado para pessoas com obesidade.

O Núcleo de Atendimento Multiprofissional para Pessoa com Obesidade (Nampo) da Escola de Ciências da Saúde do Campus Natal visa promover melhor qualidade de vida a esses pacientes e acompanhá-los no pré-operatório de cirurgia bariátrica. As triagens serão feitas no Centro Integrado da Saúde (CIS), na Unidade Salgado Filho.

Os serviços gratuitos estarão disponíveis para pacientes a partir de 18 anos e, de acordo com a professora Fabiana Carvalho, entre as atividades estão programadas consultas com nutricionista, acompanhamento com psicólogo, fisioterapeuta e educador físico.

Para profissionais, o modo de viver da sociedade moderna vem determinando uma situação desfavorável para a saúde dos indivíduos. O Nampo também irá promover ações de prevenção à obesidade, contribuindo para melhorar os índices de excesso de peso e obesidade na cidade e no Estado do RN.

SERVIÇO

Triagem para Atendimento de Pessoas com Obesidade
Data: a partir de 27 de maio.
Local: CIS UnP (R. Gen. Francisco Monteiro, nº 371 – Lagoa Nova, Natal-RN).
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 7h às 22h.

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Brasil

Falta de incentivo do governo complica área da saúde no Brasil

Anúncios recentes do fechamento de multinacionais farmacêuticas no Brasil, que planejam investir na produção de medicamentos mais inovadores ao invés da produção em escala de produtos considerados mais simples e baratos, alertam para um problema que a área da saúde enfrenta no país: falta de incentivo do governo. Os altos impostos para os trabalhos de pesquisa e desenvolvimento de drogas inovadoras recolhidos pelo governo brasileiro das multinacionais, tornando a produção extremamente onerosa e inviabilizando o processo, está entre a principal razão para a fuga dessas indústrias para países onde o custo é bem menor.

“O Brasil passa por um longo período de crise na saúde pública, falta iniciativas capazes de gerar saltos de qualidade na sua gestão. É urgente nossos governantes buscarem meios de aprimorá-la e otimizar os recursos dispensados para a área, promovendo uma reforma da estrutura do financiamento do sistema para que se alcance a necessária universalização do atendimento e da qualidade dos serviços de saúde prestados à população”, diz Luiz Monteiro, presidente da PBMA – Associação Brasileira das Empresas Operadoras de PBM (Programa de Benefício em Medicamentos).

Para o presidente da instituição, é indispensável que se aumente a capacidade do investimento estatal, mas o investimento público pode e deve estar acompanhado da iniciativa privada. “Para isso, é necessário que sejam criados atrativos para tal”, argumenta Monteiro, que critica entre outros pontos a dificuldade da população no acesso aos medicamentos. “Cuidar desse quesito deve fazer parte de qualquer programa de governo. É necessário que se pense, por exemplo, em um modelo de incentivo fiscal às empresas que queiram oferecer benefícios de custeio das prescrições médicas a seus colaboradores e dependentes, para garantir a possibilidade de um tratamento adequado”, completa.

Segundo dados da PNAD – Pesquisa Nacional do Amostra de Domicílios, do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a maior despesa das famílias brasileiras em saúde é com acesso a medicamentos. De acordo com o órgão, os gastos com farmácia se aproximam de 80% dos gastos com saúde. “Infelizmente, a falta de condição em custear o remédio prescrito pelo especialista muitas vezes leva a pessoa a interromper o tratamento. Além de colocar a própria vida em risco, essa situação agrava ainda mais os custos que se tem com os cuidados com a saúde”, conclui o presidente da PBMA.

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