Destaques, Negócios

Arena das Dunas amplia opção de saúde com academia crossfit

No mês em que comemora cinco anos de fundação, a Arena das Dunas reforça ainda mais sua vocação de centro de negócios, lazer, esporte e cultura com a inauguração de uma academia crossfit. A Base abriu às portas ao público, oficialmente, neste sábado (26).

Com 800 metros quadros, o box conta com sala de dança, ginástica e artes maciais, espaço kids, consultórios para nutricionistas e fisioterapeutas, além do espaço para o crossfit e aulas específicas diretamente relacionadas à modalidade, como levantamento de peso olímpico, ginástica e endurance.

Concentrar todas estas atividades no mesmo espaço, com conforto e segurança, além de ter um estacionamento coberto, foi o que levou os proprietários – o casal Denise e Edson Borba e o amigo Danilo Mendonça – a escolherem a Arena das Dunas para a instalação da nova unidade.

A academia está localizada no térreo da Arena, entre a entrada do setor administrativo e a entrada do Arena Office (espaço empresarial construído nos camarotes). A Base é a primeira academia crossfit situada dentro de uma arena de Copa do Mundo.

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Destaques, Saúde

Alimentação saudável na infância evita problemas futuros

Considerada uma epidemia global pela organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade infantil atinge cerca de 41 milhões de crianças menores de cinco anos em todo o mundo, conforme dados recentes da Organização, que apontam ainda como causa do problema as mudanças no comportamento da sociedade que privilegiam dietas não saudáveis e o sedentarismo.

No Brasil, desde maio deste ano já está em vigor a Lei 13.666/2018 que inclui nos currículos do ensino fundamental e médio o assunto Educação Alimentar e Nutricional nas disciplinas de ciências e biologia. A intenção da nova legislação é destacar os benefícios de uma nutrição equilibrada e reduzir a obesidade infantil, além de assegurar informações sobre alimentação saudável aos cidadãos o quantos antes.

É ideal que a conscientização com o consumo saudável de alimentos acompanhe o processo de crescimento das crianças e desde já seja colocado em prática. A educação alimentar deve começar no ambiente familiar e ser acompanhado pelo trabalho feito nas escolas. Em casa, por exemplo, uma dica é fazer com que os pequenos ajudem no preparo das refeições, como escolhendo legumes, verduras e quais frutas serão inseridas no cardápio. Esse momento é ideal para experimentar as cores, texturas e outras características dos alimentos utilizados nas receitas.

Além da família incentivar uma alimentação saudável, ela também precisa estar sempre acompanhando como é esse processo dentro das escolas. Essa é uma dica da Nutricionista e coordenadora da Universidade Cruzeiro do Sul, Marta Carneiro. Para a especialista, é importante também se preocupar com o que as crianças estão bebendo. “Crianças pequenas já estão bebendo suco e refrigerante. E isso só acontece porque os pais permitem. É importante incentivar que elas bebam água”.

Nas escolas fazer uma roda de conversa sobre a alimentação preferida das crianças, registrar os alimentos consumidos com maior frequência na família, identificando semelhanças entre os hábitos alimentares dos estudantes podem ser boas práticas. É importante esclarecer também sobre cuidados como: beber água filtrada, cortas unhas e lavar sempre as mãos antes das refeições pois, para ter uma boa saúde, é necessário cuidar também da higiene pessoal.

A escola deve se envolver

Mostrar aos pequenos que alguns alimentos devem ser consumidos com moderação também é importante. Porém, esse tipo de trabalho não deve ficar restrito à Educação Infantil. É importante que as escolas deem valor à construção de hábitos saudáveis, colocando esse tema como componente curricular em todas as etapas da Educação Básica.

A Escola Águia do Saber funciona com o ensino integral e por esse motivo as refeições são preparadas na própria escola. Para auxiliar na alimentação dos alunos, a escola conta com o auxílio de uma nutricionista e dispensa qualquer produto que seja industrializado. “Todas os nossos pratos são feitos no forno e com alimentos naturais. Para isso, utilizamos o que plantamos na nossa horta”, explicou Rejane Felício coordenadora pedagógica da instituição.

Segundo a educadora, tudo que é feito na horta conta com a ajuda das crianças. “Além das crianças cuidarem da horta, em sala de aula, elas também aprendem sobre hábitos saudáveis. Aqui na escola nos preocupamos muito com isso. Alimentação saudável faz parte de nossa rotina”, conclui.

A tarefa de alimentar bem uma criança pode ser simples, mas nem sempre é fácil para os pais e escola. Afinal, não basta apenas retirar doces da dieta dos pequenos. Para que a nutrição infantil seja completa, é necessário saber a hora certa de introduzir alimentos e tornar o cardápio atrativo para a criança. Os profissionais que auxilia pais e escolas nesse processo são os nutricionistas.

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Destaques, Natal

Samu Natal inicia “Operação Padrão” e reduz atividades

Médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da prefeitura do Natal iniciam nesta quinta-feira (27) a Operação Padrão – que reduz a escala de profissionais em cinquenta por cento.

Em assembleia realizada no dia 20 de dezembro, no Sindicato dos Médicos do RN, a categoria decidiu por unanimidade reduzir os atendimentos em reivindicação por melhores condições de trabalho e mudança imediata em todo o sistema de retaguarda da rede de saúde para que a população tenha um melhor atendimento.

Outra reivindicação dos médicos que atuam no SAMU Natal é para que a Secretaria de Saúde corrija a perda salarial de quase dois mil reais que a categoria teve após a implementação do plano de carreira com a retirada de gratificações.

Durante a Operação Padrão, que será realizada por tempo indeterminado, os pacientes serão atendidos mediante disponibilidade da equipe, que estará reduzida tanto na regulação quanto na intervenção (socorro médico).

Existe a previsão de que o prefeito Álvaro Dias receba o Sinmed-RN e representantes do SAMU na sexta-feira (28) em seu gabinete para tentar viabilizar soluções para as reivindicações da categoria.

“Compreendemos a reunião proposta pelo prefeito, mas a situação é muito grave e decidimos pela paralisação para sensibilizar a secretaria de saúde do município”, afirmou Geraldo Ferreira, presidente do Sinmed, referindo-se a gravidade de uma paralisação durante as festividades de final de ano.

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Brasil, Destaques

Projeto obriga agressor a ressarcir SUS por custos com vítimas de violência

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que obriga agressor a ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) por custos com vítimas de violência doméstica. A medida, que visa aumentar o rigor da Lei Maria da Penha, também determina que dispositivos de segurança usados no monitoramento das vítimas sejam custeados pelo agressor. A matéria segue para análise do Senado.

Pelo texto, o agressor que – por ação ou omissão – causar lesão, sofrimento físico, sexual, psicológico ou dano moral e patrimonial, fica obrigado a ressarcir todos os danos causados, inclusive ressarcir aos cofres públicos todos os custos, de acordo com a tabela SUS. As despesas envolvem os valores pagos pelo Estado no tratamento das vítimas em situação de violência doméstica e familiar.

Segundo os autores do projeto, os deputados Rafael Motta (PSB-RN) e Mariana Carvalho (PSDB-RO), argumentam que, além de responder na esfera penal, o agressor precisa ter sua conduta de violência contra a mulher responsabilizada sobre os danos materiais e morais causados. “A lei precisa deixar bem clara a responsabilidade dos agressores alcançados pela Lei Maria da Penha em arcar com todos os prejuízos que ele causou”, apontam.

Foto: Marcos Santos/USP Imagens

“Esse tipo de violência quase sempre demanda a atenção integral à saúde da vítima e a adoção de medidas protetivas. São muitos os serviços que podem ser exigidos não só para a recuperação das lesões causadas ao corpo, mas também para o tratamento do dano psicológico e para prevenir que novas agressões e danos de maior gravidade ocorram”, afirmam os parlamentares ao justificar o projeto. “Os gastos do atendimento prestado pelo SUS, pagos com recursos públicos, também precisam ser objeto de reparação, do contrário, quem estará assumindo tal responsabilidade, por um ato ilícito, será a sociedade de uma forma geral”, completam.

A deputada Érika Kokay (PT-DF), autora do substitutivo aprovado, incluiu ainda um trecho à lei para impedir que o ressarcimento alcance o patrimônio da mulher agredida ou que configure atenuante em substituição da pena aplicada.

Campanha pelo fim da violência contra mulher

Na sessão desta terça-feira, o plenário da Câmara também aprovou uma medida que assegura o direito à reconstrução da mama para mulheres submetidas a tratamento contra o câncer. O texto já havia sido aprovado pelos senadores e, dessa forma, segue para sanção presidencial.

As matérias fazem parte da agenda de votações de projetos pendentes dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Neste ano, Câmara e Senado participam da campanha mundial que busca conscientizar a população sobre os diferentes tipos de agressão contra as meninas e mulheres.

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Destaques, RN

Gasto com pacientes do SUS no RN é de apenas R$ 2,60 por dia

No Rio Grande do Norte, são gastos apenas R$ 2,60 ao dia pelos três níveis de gestão (federal, estadual e municipal) para cobrir as despesas com saúde dos mais de 3,5 milhões de potiguares. Esse é o resultado de uma análise detalhada das informações mais recentes disponíveis relativas às contas públicas do segmento em 2017.

Segundo o cálculo inédito feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), a partir de dados oficiais, naquele ano, o gasto por habitante com saúde no estado foi de R$ 948,99, o que coloca essa unidade da federação em 16° lugar no ranking nacional.

Para o presidente do Conselho Regional de Medicina do estado (CREMERN), Marcos Lima de Freitas, com o valor de R$ 2,60 por dia para cada cidadão não se pode prestar um bom atendimento aos usuários. “A prova disso são as enfermarias de corredor com pacientes mal acomodados em consequência do fechamento de leitos, as filas aguardando cirurgias eletivas, o desabastecimento, a falta de estruturas e equipamentos adequados, dentre outras deficiências”, destacou.

Em todo o país, o gasto médio per capita com saúde no ano passado foi de R$ 1.271,65. Entre os 26 Estados, no entanto, esse valor varia de R$ 703,67, no Pará, a R$ 1.771,13, em Roraima. As informações levantadas pelo CFM consideraram as despesas em Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS) declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS), do Ministério da Saúde. Pela lei, cada ente federativo deve investir percentuais mínimos dos recursos arrecadados com impostos e transferências constitucionais e legais na área.

Essas despesas são voltadas para a promoção, proteção e recuperação da saúde que atendam, simultaneamente, a princípios da Lei Orgânica da Saúde (lei 8.080/1990) e da lei complementar 141/2012. No caso dos Estados e do Distrito Federal, esse percentual deve ser de pelo menos 12% do total de suas receitas. No caso dos Municípios, o valor de base corresponde a 15%. Para a União, a regra prevê aplicação mínima, pelos próximos 20 anos, de 15% da receita corrente líquida, mais a correção da inflação.

Entre as capitais, Natal ocupa a 12ª posição no ranking do gasto per capita em saúde. Considerando apenas a despesa com recursos próprios da cidade, o valor anual é de R$ 362,99 por pessoa. No ranking, o destaque positivo recai sobre Campo Grande (MS), com um valor correspondente a R$ 686,56 per capita/ano. Na sequência, aparecem São Paulo (SP), com R$ 656,91; Teresina (PI), que dispensa R$ 590,71; Vitória (ES), com R$ 547; e Rio de Janeiro (RJ), com R$ 533,92.

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