Destaques, RN

Duplicação da Reta Tabajara deve ser concluída até 2021

Com o objetivo de fortalecer parcerias, a governadora Fátima Bezerra se reuniu com o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), general Daniel Dantas. A chefe do Executivo estadual apresentou os pleitos do governo, como a federalização de trechos de rodovias, e também quis saber a previsão para a conclusão de obras importantes no estado. Dentre as solicitações apresentadas, destaca-se a conclusão da duplicação da Reta Tabajara.

“O DNIT é uma instituição muito importante para o Rio Grande do Norte. Sem boas estradas não vamos fomentar a atividade econômica nem garantir a mobilidade com segurança e conforto para a população. Coincidentemente, esse tema nós também abordamos na audiência que tivemos em Brasília com o presidente da República, quando solicitamos a retomada de obras paralisadas e a garantia de regularidade de repasses financeiros para que as obras em curso não sofram paralisação”, ressaltou a governadora.

“Nós temos todo interesse em concluir as obras em andamento aqui no Rio Grande do Norte. Temos enfrentado alguns obstáculos, mas já estamos tomando as providências para solucionar e dar prosseguimento aos serviços. A Reta Tabajara, por exemplo, tivemos de fazer readequações no projeto original, o que interferiu na execução das obras. Nossa prioridade agora é com a duplicação da rodovia. A nossa expectativa é concluir tudo até 2021”, afirmou o superintendente do DNIT.

Também se discutiu a viabilidade de federalização das rodovias RN-221 e RN- 404, duas estradas litorâneas de grande importância para o turismo na região da Costa Branca, que seriam transformadas em BR; dois trechos da RN-110, na divisa entre o Rio Grande do Norte e a Paraíba até o entroncamento da BR-427; a pavimentação da BR-104, de Macau até a divisa com a Paraíba; e a construção de dois viadutos, sendo um para dar acesso ao prolongamento da avenida Prudente de Morais (Av. Prefeito Omar O’Grady) e outro em Macaíba, na interseção da BR-304 com a estrada que leva ao aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante. Se as rodovias forem incorporadas pelo ente federal, o Estado ganhará em economia e os motoristas ganham vias com maior segurança e melhor mobilidade. O superintendente do DNIT demonstrou-se disponível para dialogar a respeito dos pleitos.

O complexo da BR-101 , que fica de frente ao Parque Aristófanes Fernandes em Parnamirim, foi outro ponto de destaque na reunião. “Estamos com um contingenciamento de R$ 25 milhões nos recursos desse empreendimento. Estamos trabalhando para garantir a conclusão da obra principal, para liberar o fluxo de carros ainda este ano. Vamos buscar assegurar as condições para executar os serviços complementares no ano que vem”, disse o general Daniel Dantas.

Gancho de Igapó

O superintendente do DNIT deu uma boa notícia a respeito das obras no trecho conhecido como Gancho de Igapó. O projeto atualmente está na fase de pagamento de desapropriações, demolições e definição de desvios. A previsão é que em setembro comecem os serviços para a construção do viaduto, que deve ser concluído em até dois anos.

Ponte de Igapó

Dnit declara situação de emergência na Ponte de Igapó

Sobre a recuperação da Ponte de Igapó, o DNIT esclareceu que está executando obras emergenciais para evitar o comprometimento da estrutura. Esse reparo deve ser concluído nos próximos dois meses. Já está em elaboração o anteprojeto de restauração do complexo para que seja iniciada uma obra maior no ano que vem.

Acompanharam a governadora nesta audiência o vice-governador, Antenor Roberto, e secretário de Infraestrutura, Gustavo Coelho, e o diretor do Departamento de Estradas de Rodagem, Manoel Marques.

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Destaques, Natal

Dnit declara situação de emergência na “Ponte de Igapó”

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (Dnit) declarou situação de emergência na Ponte de Igapó, que passa sobre o Rio Potengi ligando as zonas Norte e Oeste de Natal. O ato foi publicado nesta sexta-feira (8) no Diário Oficial da União. Mesmo com a declaração, a ponte continua com tráfego aberto aos veículos.

De acordo com o órgão federal, a ponte apresenta comprometimento estrutural de peças, principalmente em 11 pilares do lado direito. Segundo o documento (veja aqui), as áreas mais críticas são os trechos das vigas longitudinais entre os pilares P3 e P4, entre os pilares P4 e P5 e entre o pilar P16 e no Encontro E2.

Também foram encontrados comprometimentos no lado esquerdo da ponte. As áreas diagnosticadas ficam nas vigas longitudinais de extremidade do tabuleiro ferroviário, nos pontos próximos aos apoios entre os pilares P9 e P10, entre os pilares P10 e P11, entre os pilares P11 e P12, entre os pilares P12 e P13 e entre os pilares P13 e P14.

No entanto, o documento assinado pelo superintendente regional substituto do Dnit no Rio Grande do Norte, Danyel Flávio Lopes de Paiva, não definiu medidas para interditar a Ponte de Igapó.

Vistorias

Em maio do ano passado, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (CREA-RN) constatou problemas estruturais na Ponte de Igapó. Foi realizada uma vistoria e se identificou a corrosão das vigas de sustentação da estrutura, com ferrugem acentuada nas partes metálicas.

Em fevereiro deste ano, o DNIT afirmou que, apesar dos 29 anos sem qualquer manutenção, o equipamento não corre risco de ceder. O órgão inspecionou a ponte em dezembro de 2018 e informou que está realizando um estudo do orçamento necessário para a recuperação do equipamento. A previsão é de que o processo licitatório seja realizado ainda este mês.

Histórico da Ponte

Com 606 metros de extensão e 12 metros e meio de largura, a Ponte Presidente Costa e Silva, mais conhecida como Ponte de Igapó, recebe diariamente cerca de 80 mil veículos. Construída em 1970, a última ação de manutenção foi realizada em 1990. Nos últimos anos, com a recorrente falta de reparos, os pilares apresentam grave deterioração.

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Destaques, Natal

Ponte Newton Navarro será fechada na madrugada deste final de semana

A Ponte Newton Navarro e a Rua Conselheiro Tristão, na zona Norte de Natal, serão fechadas no sábado (08) e no domingo (09), com a interdição ocorrendo das 22h às 06h. Com isso, o motorista que desejar entrar ou sair da dessa região durante o período deve utilizar a Ponte de Igapó.

De acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), o fechamento foi solicitado pelo Departamento de Estradas de Rodagens (DER), que vai instalar dois pórticos com placas de sinalização de indicação de destino, sendo um na cabeceira da Ponte Newton Navarro no lado da zona Norte e outro na Rua Conselheiro Tristão, nas proximidades do Viaduto da Redinha.

ÔNIBUS

As linhas de ônibus que circulam pela Ponte Newton Navarro terão a operação alterada. As linhas 35 (Soledade/Candelária), 64A/43 (Nova Natal/Praia do Meio/Candelária) e 78A/47 (Santos Reis/Nova Descoberta) terão suas últimas viagens iniciando e terminando no Terminal de Ônibus de Brasília Teimosa, em Santos Reis. A linha 75 (Parque das Dunas/Ribeira) terá suas últimas viagens com ida e volta pela Ponte de Igapó e as linhas 84 (Soledade/Ribeira) e 85 (Soledade/Ribeira) terão a operação suspensa a partir das 22h.

Em caso de dúvidas os usuários podem ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial: @156Natal.

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Destaques, Natal

Pesquisa revela que 79% dos potiguares não se sentem seguros ao transitar na Ponte de Igapó

Erguida sobre o estuário do Rio Potengi, a Ponte de Igapó, cujo nome oficial é Presidente Costa e Silva, é a principal via de acesso da população da Zona Norte e de municípios vizinhos, como Ceará-Mirim e Macaíba, às demais zonas da cidade de Natal. Construída há 47 anos, a estrutura de concreto armado não passa por reparos há 27 anos.

Embora a cidade conte hoje com um novo equipamento, a Ponte Newton Navarro, que liga os bairros de Redinha e Santos Reis, a Ponte de Igapó continua sendo muito utilizada, atendendo a um grande fluxo de transporte de passageiros. Pelo tempo que foi construída, já foi alvo de especulações sobre um possível desabamento, devido ao desconhecimento de reformas na estrutura.

Sua importância para o sistema de trânsito e os serviços de transporte na capital motivou um estudo realizado pelo Grupo de Pesquisa de Dinâmicas Ambientais, Riscos e Ordenamento do Território (Georisco), vinculado ao Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O trabalho buscou identificar qual a percepção da população potiguar frente ao risco de desastres tecnológicos na ponte e a real condição de conservação do equipamento, com a aplicação de questionário na internet e uma visita técnica com acompanhamento da Capitania dos Portos e da Marinha do Brasil, no dia 21 de março de 2017. Os resultados do estudo foram apresentados à Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC) durante o V SEM Desastres, seminário realizado pelo Georisco em outubro. O grupo, também, prepara um novo documento para encaminhamento ao Ministério Público do Rio Grande do Norte.

Com a visita técnica, os pesquisadores constataram danos causadas pela ação natural do meio ambiente, pela ausência de manutenção e pelo impacto de cargas que circulam na extensão da ponte. Entre as rupturas identificadas estão a desagregação do concreto, a oxidação dos pilares e algumas perfurações nas estacas de fundação. A dinâmica da maré e agentes externos como aumento da salinidade, erosões flúvio-marinha e eólica, além das chuvas são, em grande parte, os fatores responsáveis pela corrosão das ferragens da estrutura e desagregação do concreto.

“Nós tínhamos o conhecimento da falta de manutenção e queríamos saber se a população percebia isso. Nas visitas, comprovamos que os pilares da ponte apresentam patologias”, afirma o pesquisador Jhonathan Lima Souza. Relatórios do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) também foram utilizados para sustentar a pesquisa. “A ponte de Igapó opera em uma capacidade de carga muito maior do que a prevista em seu projeto. Isso implica diretamente nos desgastes das estruturas, que também sofrem influência de agentes naturais erosivos”, explica Jhonathan Lima.

Com relação à percepção das pessoas sobre o equipamento, o estudo foi realizado com 289 que responderam à pesquisa por meio de questionário online e 100% dos entrevistados disseram acreditar que não ocorre nenhum tipo de manutenção periódica na ponte. Os resultados também apontam que 79% não se sentem seguros ao cruzarem o trecho de pouco mais de 500 metros e 88% declararam que já pensaram na possibilidade de desabamento da estrutura.

Dos participantes da pesquisa, 56% residem na Zona Norte de Natal, 22% na Zona Sul, 13% são de municípios vizinhos, 7% vivem na Zona Oeste e 2% moram na Zona Leste da cidade. Destes, 80% afirmaram que seriam prejudicados em uma possível interdição da ponte, o que demonstra a importância da edificação para Natal.

A estrutura tem 606 metros de extensão, 12,6 de largura e recebe um fluxo de 37 linhas de ônibus municipais, 14 linhas de ônibus interurbanos, 13 viagens diárias de trem, além do tráfego de aproximadamente 60 mil veículos diariamente. A última manutenção foi realizada em 1990, segundo o DNIT.

Grupo sugere sistema de gestão para a ponte

De acordo com os pesquisadores, a falta de um Sistema de Gestão aumenta a vulnerabilidade das estruturas da ponte, que somada ao perigo dos agentes naturais do ambiente e ao aumento do fluxo de carga, tornam maior a exposição ao risco de desastres nas estruturas. Dentro do sistema proposto é apontada a necessidade de aquisição de dados periódicos sobre a estrutura, estudos geotécnicos e a capacitação de um corpo técnico para vistorias e reparos.

“A falta de manutenção cria sensação de insegurança. Consideramos importante a prevenção dessas estruturas”, explicou Lutiane Almeida, coordenador do Georisco, grupo responsável pela pesquisa. Ele apontou, ainda, a necessidade de criação de sistemas de monitoramento para evitar acidentes e desastres. Apesar dos indicadores de vulnerabilidade, o grupo alerta que a ponte não corre o risco de cair.

Histórico

A primeira ponte sobre o rio, a Ponte de Ferro, existe há um século e, embora esteja sobre ruínas, resiste ao tempo e embeleza o estuário do Potengi, no trecho de quem entra e sai da Zona Norte de Natal. O equipamento foi construído pelos ingleses, em 1916, para suprir a demanda do fluxo ferroviário, impulsionando o setor exportador das commodities, base da economia extrativista do estado. Naquela época, até meados de 1950, o trem era o principal meio de transporte e servia para o escoamento da produção da cana-de-açúcar vinda de Ceará-Mirim e da produção do sal da cidade de Macau para o porto de Natal.

Com o aumento da frota automobilística, o monumento de ferro foi desativado em 1970 e edificada uma segunda ponte sobre o rio, desta vez de concreto armado, batizada de Presidente Costa e Silva e conhecida popularmente como Ponte de Igapó.

Mais tarde, em 1988, a última parte (sentido Centro-Zona Norte) foi edificada, aumentando a mobilidade, ganhado status de rodoferroviária. A ponte de Igapó continua sendo até hoje a principal via de acesso da zona norte às demais zonas da cidade. Depois dela, está a ponte Newton Navarro, inaugurada em 2007.

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Natal

Zona Norte de Natal tem mudança de itinerário em 18 linhas de ônibus durante obras

Em virtude das obras de recuperação da rede de drenagem na Av. Dr. João Medeiros Filho, próximo ao Túnel de Igapó, 18 linhas de ônibus da zona Norte de Natal estão realizando desvios nos seus itinerários. A informação é da Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU).

As linhas 02 (Gramoré/Mirassol), 07 (Alvorada IV/Cidade Jardim, via Av. Boa Sorte), 07A (Alvorada IV/Cidade Jardim, via Rua José Luiz da Silva), 08 (Redinha/Mirassol, via Rodoviária), 10/29 (Nova Natal/Nova Descoberta, via Campus), 15/16 (Pajuçara/Petrópolis), 17/78 (Gramoré/Santarém/Petrópolis), 26 (Soledade I/Ponta Negra), 27 (Alvorada IV/Ribeira, via Av. Boa Sorte), 27A (Alvorada IV/Ribeira, via Rua José Luís da Silva), 60 (Pajuçara/Mirassol), 61/62 (Soledade I/Petrópolis), 68 (Alvorada IV/Petrópolis, via Av. Bernardo Vieira), 73 (Santarém/Ponta Negra) e 79 (Parque das Dunas/Mirassol) mudam – no sentido Ponte de Igapó – a partir da Av. Dr. João Medeiros Filho, Rua Santo Antônio de Pádua, Rua São Francisco, Rua Salvador, Av. Campo Santo, Av. Bacharel Tomaz Landim onde faz o retorno sob o viaduto para seguir para a Ponte de Igapó.

Já no sentido Av. Dr. João Medeiros Filho, as linhas mudam a partir da Av. Bacharel Tomaz Landim – entrando na Av. Campo Santo, Rua Salvador, Rua Antônio Galdino, Rua São Domingos do Amarante e entrando na Av. Dr. João Medeiros Filho de onde seguem normalmente.

Por sua vez, as linhas 13A (Redinha/Ribeira – ida Ponte Newton Navarro/volta Ponte de Igapó), 50 (Serrambi/Santa Catarina) e 75A (Parque das Dunas/Ribeira – ida Ponte Newton Navarro/volta Ponte de Igapó) mudam apenas no sentido Av. Dr. João Medeiros Filho a partir da Av. Bacharel Tomaz Landim – entrando na Av. Campo Santo, Rua Salvador, Rua Antônio Galdino, Rua São Domingos do Amarante e entrando na Av. Dr. João Medeiros Filho de onde seguem normalmente.

Por fim, as linhas 13B (Redinha/Petrópolis – ida Ponte de Igapó/volta Ponte Newton Navarro) e 75B (Parque das Dunas/Petrópolis – ida Ponte de Igapó/volta Ponte Newton Navarro) mudam – no sentido Ponte de Igapó – a partir da Av. Dr. João Medeiros Filho, Rua Santo Antônio de Pádua, Rua São Francisco, Rua Salvador, Av. Campo Santo, Av. Bacharel Tomaz Landim onde faz o retorno sob o viaduto para seguir para a Ponte de Igapó.

Em caso de dúvidas os usuários podem ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal.

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