Destaques, Plantão Policial

Polícia Civil do RN procura dupla que deu golpe de mais de R$ 50 mil em idosa

A Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD) instaurou um inquérito policial para investigar quem são os dois homens que aplicaram um golpe contra uma idosa de 81 anos, que trafegava em uma rua por trás da Catedral Metropolitana de Natal, no bairro de Tirol, Zona Leste da capital, na manhã do dia 28 de novembro deste ano. A dupla conseguiu circular com a idosa por bancos, shopping e deu um prejuízo de R$ 55.355,53, entre saques, transferência e compras realizadas com o cartão e documento da vítima.

A investigação da DEFD descobriu que a idosa foi abordada primeiramente por um homem (baixo, com a boca torta, moreno e cabelo curtinho) que pediu informação sobre o local de um consultório médico. Enquanto ela conversava com esse primeiro homem, um outro homem (alto,
magro, simpático, rosto fino e cabelos alisados) se aproximou afirmando que o primeiro homem teria ganho um milhão de reais na loteria. Durante essa conversa, a idosa foi induzida a entrar em um veículo, de cor branca, com a dupla.

A partir desse momento, a dupla levou à idosa para um banco e conseguiu fazer uma transferência. Um dos golpistas ficou com o cartão bancário da idosa e com o documento de registro geral dela. Do banco, eles seguiram até a casa da vítima e de lá a conduziram para um shopping e depois para outro banco. Após terem circulado com a idosa, os golpistas a deixaram perto de casa e entregaram para ela uma pequena bolsa preta, afirmando que a mesma só poderia ser aberta após alguns dias, mas ela abriu a bolsa e só encontrou um amontoado de papéis.

A DEFD pede ajuda da população para o envio de informações que possam ajudar a identificar quem são os dois homens que praticaram o crime. Informações podem ser enviadas de forma anônima e com sigilo de garantia para o Disque-Denúncia 181.

Confira imagens (em vídeo) da ação da dupla:

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Concurso Público, Destaques

Comissão inicia projeto básico do concurso da Polícia Civil do RN

A Comissão Especial designada para a realização do Concurso Público que visa repor as vagas de Delegado, Agente e Escrivão da Polícia Civil do Rio Grande do Norte reuniu-se, nesta semana, na Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos (Searh), para dar continuidade aos trabalhos de elaboração do projeto básico do certame.

De acordo com o subsecretário de Recursos Humanos da Searh, Anselmo Cortez, que também está à frente da comissão, o projeto será finalizado e revisado pelos membros nos próximos dias e, em seguida, enviado para as empresas organizadoras de concurso, a fim de que seja escolhida a instituição que apresentar a melhor proposta.

Definida a empresa, esta fica responsável por publicar o edital e estabelecer as datas das inscrições e da realização das provas. A expectativa é que até o final deste mês seja feita a publicação do edital.

Participaram da reunião os demais membros da Comissão: o diretor da Escola de Governo, Teo Tomaz; as servidoras da Searh Cristina Reis, Graça Araújo e Marize Ribeiro; e os delegados da Polícia Civil Carlos Alberto Brandão Júnior, Adson Kleper Monteiro Maia, Júlio César Barbosa da Costa e Karla Viviane de Sousa.

Do concurso

O edital de concurso da Polícia Civil do RN está previsto para ser publicado com 302 vagas, sendo 41 para o cargo de Delegado, 26 para Escrivão e 235 de Agente de Polícia. Para concorrer aos cargos será necessário nível superior em qualquer área, com exceção do cargo de delegado, que exige ainda, formação específica na área de Direito.

Os salários do cargo de delegado chegam a R$ 18.752,13 para delegado especial, R$ 16.876,92 para delegado 3ª classe, R$ 15.189,23 para delegado 2ª classe, R$ 13.670,30 para delegado 1ª classe e R$ 12.303,27 para delegado substituto.

Para a agente e escrivão, os ganhos iniciais são de R$ 6.266,65 para categoria especial, R$ 5.222,20 para 1ª classe, R$ 4.351,84 para a 2ª classe, R$ 3.626,54 para a 3ª classe e R$ 3.022,11 para a 4ª classe.


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Concurso Público, Destaques

Governo cancela contrato com banca organizadora do concurso da Polícia Civil-RN

A Secretaria Estadual de Administração e Recursos Humanos do Rio Grande do Norte (Searh/RN) publicou uma portaria revogando o processo licitatório para contratação do Instituto Acesso para realização do concurso público da Polícia Civil. A publicação foi feita no Diário Oficial do Estado da última sexta-feira (26) e determina ainda a suspensão da portaria que criou a Comissão de Especial designada para realização do certame.

A medida vem após questionamentos feitos pela Defensoria Pública do Estado (DPE/RN), Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), Associação dos Escrivães de Polícia Civil (ADEPOL), Sindicato dos Policiais Civis do Rio Grande do Norte (SINPOL) e pela Associação dos Escrivães da Polícia Civil do RN (ASSESP).

No início deste mês, a Defensoria havia aberto um procedimento preparatório para demanda coletiva para analisar a contratação de empresa. Em ofício, a DPE alertou que o Instituto Acesso responde a Ação Civil Pública de nº 0637751-54.2018.8.04.0001, proposta pela Defensoria do Amazonas, por supostas irregularidades na aplicação da prova para um concurso de professor daquele Estado.

Os relatos são de possível violação de lotes de provas, duplicidade de questões na prova e ausência de lista de presença para candidatos. Tais indícios levaram a suspensão do certame, por decisão judicial, bem como na formalização de pedido de anulação das provas aplicadas. No mesmo período, o MPRN recomendou à Searh a anulação de todos os atos decisórios praticados pela comissão do concurso da Polícia Civil.


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Concurso Público, Destaques

MPRN quer anulação de atos da comissão do concurso da Polícia Civil

O Ministério Púbico do Rio Grande do Norte (MPRN) recomendou a anulação de todos os atos decisórios praticados pela comissão do concurso público da Polícia Civil. A Promotoria de Defesa do Direito à Segurança Pública e Tutela do Sistema Penitenciário também quer que secretário da Administração e dos Recursos Humanos revogue a Portaria nº 770, de 4 de novembro de 2016, que cria a comissão. Entre as irregularidades detectadas, segundo parecer da Procuradoria Geral do Estado, até mesmo uma estagiária faz parte da comissão.

O MPRN deu prazo de 5 dias para que o secretário da Administração revogue a portaria e anule todos os atos da comissão do concurso. Foi recomendado ainda que a delegada-geral de Polícia Civil (Degepol) adote as providências administrativas necessárias à designação de uma nova comissão. Ela tem 10 dias para tomar essa providência.

A atual comissão é composta por dois servidores da Secretaria da Administração e Recursos Humanos e dois delegados de Polícia. Foram ignoradas as regras de participação dos representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público Estadual e dos servidores eleitos diretamente pelas categorias da própria Polícia Civil. Para o MPRN, a composição da comissão não observa o disposto na Lei Orgânica da Polícia Civil e na Constituição do Estado.

policia civil

A Procuradoria Geral do Estado também apontou diversas irregularidades na contratação de empresa para a organização do concurso público mediante dispensa de licitação. Entre as elas, foi detectado que uma estagiária passou a fazer parte da comissão do concurso como membro efetivo.

O MPRN levou em consideração ainda o fato de no dia 3 passado ter recebido ofício assinado conjuntamente pelos dirigentes da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte, do Sindicato dos Policiais Civis e da Associação dos Escrivães de Polícia Civil alertando que a escolha do Instituto Acesso pela comissão do concurso não preencheria os requisitos mínimos necessários para a sua contratação.

O secretário da Administração e dos Recursos Humanos e a delegada-geral de Polícia Civil têm prazo de 15 dias para informar à Promotoria que providências irá tomar em relação à recomendação. O documento será publicado na edição desta quarta-feira (10) do Diário Oficial do Estado (DOE).

Clique aqui e veja a íntegra da recomendação.


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Destaques, Plantão Policial

Polícia Civil apreende mais de 30 mil comprimidos de ecstasy na Zona Sul de Natal

A Polícia Civil informou nesta terça-feira (25) ter conseguido a maior apreensão de ecstasy (droga sintética ilegal) já feita no Rio Grande do Norte: pouco mais de 30 mil comprimidos – além de porções de maconha e de skank. A carga, avaliada em cerca de R$ 2,5 milhões, foi encontrada dia 28 de agosto, mas só agora a Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) divulgou a informação.

De acordo com informações da Deicor, as drogas foram encontradas num flat no bairro de Ponta Negra, Zona Sul de Natal, mas a divulgação, no entanto, só foi feita na noite desta terça (25), após a confirmação dos testes feitos no entorpecente. Ainda segundo a Divisão, no momento que os policiais chegaram ao local, não havia mais ninguém. Por tanto, não houve prisões.

De acordo com a nota enviada pela Polícia Civil, os suspeitos de serem os donos da droga haviam alugado o flat fazia 10 meses. A polícia acredita que o local foi alugado apenas para servir de depósito para as drogas que vinham da Itália.

O material apreendido foi submetido a exame pericial, cujo laudo preliminar indicou alto teor do fármaco metanfetamina, apontando o elevado potencial alucinógeno da droga. A polícia acredita que o material seria vendido em festas na cidade.

“As recentes apreensões de drogas sintéticas (ecstasy) na capital potiguar indicam que Natal está se tornando uma rota do tráfico internacional desse tipo de entorpecente, principalmente, pela proximidade ao continente Europeu”, informou a Deicor.

A droga surpreendeu os investigadores pela quantidade e pela suposta pureza do produto. Foi aberto um inquérito policial para apurar o caso.

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