Destaques, Política

Parlamentares do Partido Novo abrem seleção de vagas para bancadas e gabinetes

Cerca de 20 parlamentares, entre vereadores, deputados federais, estaduais e distritais eleitos pelo Partido Novo, em 2016 e 2018, farão a partir desta quarta-feira (05) um processo seletivo aberto a todo país. “A ideia é que haja uma seleção ampla, em escala nacional em busca de profissionais que estejam alinhados com a renovação do quadro político de 2019”, disse Tiago Mitraud, deputado federal eleito pelo partido nestas eleições.

As vagas são para postos como assessor(a) parlamentar, assessor(a) de comunicação e assistente administrativo(a), em pelo menos 5 cidades brasileiras. Os requisitos básicos para preenchimento das vagas incluem: vontade de atuar na área pública, habilidade para alcançar resultados trabalhando em equipe e ser “ficha limpa”.

O recrutamento ocorre a partir deste mês e é 100% de responsabilidade dos parlamentares eleitos. Os selecionados começarão a trabalhar entre fevereiro e março de 2019, dependendo da Câmara ou Assembleia para onde forem contratados.

“Ter um gabinete técnico, sem indicações políticas, é uma das bandeiras do partido. Mas a iniciativa de fazer uma seleção de profissionais de todo Brasil veio dos próprios eleitos” conta Christian Lohbauer, ex-candidato a vice de Amoêdo.

Seguindo a linha do governador de Minas Gerais eleito pela legenda, Romeu Zema, os eleitos para o legislativo apostam na escolha de assessores técnicos para compor suas equipes para os próximos quatro anos. Em 2018 o NOVO elegeu 8 deputados federais, 11 estaduais e uma distrital. Em 2016 foram eleitos 4 vereadores.

Sobre o Partido Novo

O partido foi fundado em 2011 por um grupo de 181 cidadãos comuns, de 35 profissões diferentes, dentre eles João Amoêdo, candidato à Presidência da República em 2018. O Partido tem como princípios ser autofinanciado por seus apoiadores, não utilizar os Fundos Eleitoral e Partidário, manter separadas a gestão partidária das campanhas e dos mandatos dos eleitos. Além disso, a definição de candidatos é feita de forma democrática por meio de processo seletivo entre filiados.

Atualmente o NOVO é mantido por seus mais de 30 mil filiados e apoiadores e é um dos partidos mais seguidos nas redes sociais. A legenda é representada no legislativo por 4 vereadores, eleitos em 2016 e em 2018, superou com facilidade a clausula de barreira, elegendo 8 Deputados Federais, 11 Estaduais e um Distrital. Para o poder Executivo o partido elegeu o Governador do Estado de Minas Gerais, Romeu Zema. Todos eleitos sem nenhum centavo de dinheiro público, nem coligações partidárias.

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Romeu Zema, do Novo, é eleito governador de Minas Gerais

O estreante na política Romeu Zema venceu o segundo turno para o governo de Minas Gerais, com 71,88% dos votos válidos. Com 96,87% das urnas apuradas, o ex-governador e senador Antonio Anastasia (PSDB) ficou em segundo lugar, com 28,12% dos votos válidos.

A vitória de Zema sobre um adversário bem mais conhecido confirma a surpresa do primeiro turno das eleições. De perfil liberal, ele despontou em primeiro lugar na disputa, com 13 pontos percentuais de diferença, após aparecer em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto. Com o resultado, o atual governador, Fernando Pimentel (PT), não foi para o segundo turno.

Romeu Zema Neto é empresário e comandou durante 26 anos as empresas da família. O Grupo Zema opera uma rede de varejo de eletrodomésticos com 430 lojas em seis estados e atua nos ramos de concessionária de carros, autopeças e postos de combustível. Formado em Administração, Zema é hoje membro do Conselho do grupo.

Ele fez campanha com base no discurso de renovação da política. Desde 1999, Zema era filiado ao PR, mas não se candidatou a nenhum cargo até este ano, quando se filiou ao partido Novo. O engenheiro e economista Paulo Brant será o vice-governador.

Zema já havia anunciado o economista Gustavo Franco como seu coordenador econômico para tirar Minas da crise. Ex-presidente do Banco Central e um dos formuladores do Plano Real, Franco comandou o programa financeiro da campanha de João Amôedo (NOVO), quinto colocado na corrida presidencial com 2,6 milhões de votos válidos.

O programa de governo do candidato eleito prega redução de gastos públicos, privatização de empresas estatais e o fim de desonerações a setores específicos, além de ser contrário ao aumento de impostos e favorável ao que classifica como liberdade de empresas e das escolhas individuais. O futuro governador de Minas completou 54 anos neste domingo (28).

Com informações da Agência Brasil

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Considerado “nanico”, João Amoêdo ultrapassa candidatos tradicionais

Candidato à presidência da República pelo partido Novo nas eleições de 2018, João Amoêdo surpreendeu e obteve mais votos que alguns políticos considerados tradicionais no cenário eleitoral brasileiro. Com 99% das urnas apuradas, Amoêdo ficou em 5º lugar com 2,50 % ( 2.679.596 milhões de votos) à frente de Cabo Daciolo (Patriotas) 1,26 %, Henrique Meirelles (MDB) 1,20 %, Marina Silva (Rede) 1 % e Álvaro Dias (Podemos) 0,80 %.

Acima do candidato do Novo, em 4º lugar, ficou Geraldo Alckmin (PSDB) com 4,76 % dos votos e Ciro Gomes (PDT) com 12,47 % dos votos. Jair Bolsonaro (PSL) 46,03 % e Fernando Haddad (PT) com 29,28 % irão disputar o segundo turno das eleições, marcado para o dia 28 de outubro.

O resultado foi comemorado por Amoêdo e por membros do partido nas redes sociais. Ele lembrou não ter feito coligação por tempo de televisão e não ter usado dinheiro público para fazer campanha.

Considerado uma vitória para o partido, Romeu Zema (Novo) conseguiu ir para o segundo turno com Antônio Anastasia (PSDB) em Minas Gerais para o cargo de Governador.

Filho de um médico do Pará e de uma administradora do Rio Grande do Norte, João Amoêdo é formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ). Começou sua carreira como trainee no Citibank, foi diretor executivo do Banco BBA Creditanstalt, presidente da Finaústria CFI, vice-presidente e membro do conselho de administração do Unibanco, membro do conselho de administração do Banco Itaú BBA e membro do conselho de administração da empresa João Fortes Engenharia.

Em 2011, alegando indignação com a alta carga tributária e com os péssimos serviços recebidos do Estado, fundou o Novo junto com um grupo de 181 cidadãos comuns, de 35 profissões diferentes, sem experiência na política. Em junho de 2017 João deixou a presidência do partido para apresentar sua candidatura à Presidência do Brasil.

Para se candidatar pela legenda, que não faz uso do fundo partidário ou eleitoral, o candidato precisa ser ficha limpa e participar de um processo seletivo. Atualmente o Novo é mantido por seus mais de 25 mil filiados e apoiadores.

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