Destaques, Plantão Policial

Polícia Civil prende PM suspeito de matar irmão e cunhada em Natal

Uma investigação realizada pela Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) resultou na prisão do soldado da Polícia Militar, Carlos Alexandre Ferreira, 41 anos, nesta quinta-feira (03). Ele foi preso mediante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva por ser suspeito de ter assassinado o irmão, Carlos Alberto Ferreira, 53 anos e a cunhada Maria de Fátima Alves da Cruz, 48 anos, no dia 18 de dezembro de 2018, na Zona Norte de Natal. O soldado foi preso no bairro Nossa Senhora da Apresentação.

“Nossas investigações apontam que Carlos Alexandre teria matado o irmão e a cunhada motivado por uma questão judicial que envolvia uma dívida de R$ 40 mil. No dia do crime, o suspeito havia participado de uma audiência e durante a noite, foi até a casa do irmão para cometer o crime. Carlos Alberto foi atingido pelos disparos de arma de fogo, socorrido, mas não resistiu e a esposa morreu na residência, após ter sofrido quatro disparos, um deles na cabeça”, detalhou o delegado da DHPP, Roberto Andrade.

Dois dias após o crime, 20 de dezembro, o soldado apresentou-se à DHPP para prestar esclarecimentos.

“Durante depoimento alegou que não lembrava de ter cometido crime algum, pois estaria sob efeito de substâncias que teriam apagado a memória dele na noite do crime”, detalhou o delegado Roberto Andrade. Neste dia, a pistola que estava em posse do policial militar, pertencente à PM do RN, foi apreendida. A arma será periciada com o intuito de descobrir a possível utilização dela para matar as vítimas.

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Mundo

Filho de testemunha de caso Odebrecht é morto na Colômbia

(ANSA) – O filho de Jorge Enrique Pizano, principal testemunha no escândalo de pagamento de propinas realizado pela construtora brasileira Odebrecht na Colômbia, foi envenenado três dias depois da morte de seu pai.

O falecimento do arquiteto Alejandro Pizano Ponce de León foi confirmado nesta terça-feira (14) pelo Instituto Médico Legal e pela procuradoria geral da Colômbia. A polícia local investiga o caso. Em entrevista coletiva, a vice-promotora-geral colombiana, María Paulina, afirmou que a autópsia revelou que a morte foi causada por envenenamento com cianureto. Segundo ela, as provas encontradas na residência dos pais de Alejandro indicam que “o cianeto estava em uma garrafa de água saborizada encontrada no escritório de seu pai, da qual tomou um gole”.

Jorge Enrique Pizano, pai do arquiteto, que sofria com um câncer, foi vítima de um infarto há três dias. Seu filho havia chegado de Barcelona, na Espanha, para participar do funeral.

As duas mortes causam uma reviravolta no caso, principalmente porque Pizano foi responsável por fazer importantes revelações sobre o caso Odebrecht no país.

O engenheiro denunciou irregularidades em contratos e subornos dentro de um projeto de construção de estradas que contou com a participação da Odebrecht e de consórcios colombianos entre 2010 e 2014.

Antes de sua morte, Pizano tentou se tornar uma testemunha protegida pela Justiça dos Estados Unidos em troca de diversas provas, inclusive ele deixou uma entrevista gravada, exibida ontem (13) pela emissora “Notícias Um”, na qual revelava que o procurador-geral da Colômbia, Néstor Humberto Martínez, sabia do esquema de corrupção pela Odebrecht no país desde 2013, três anos antes de assumir o cargo.

O canal informou que os áudios só foram entregues à emissora por Pizano com o pedido de que fossem tornados públicos caso ele morresse.

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Destaques, Plantão Policial

Após atropelar e matar criança, homem é espancado até a morte em Natal

Um jovem de 18 anos foi linchado na noite dessa sexta-feira, 12, no bairro de Dix-Sept Rosado, na zona Oeste de Natal. Motivo? De acordo com a Polícia CivilMateus Miranda do Nascimento pilotava uma motocicleta pela localidade, realizando manobras e em alta velocidade, quando atropelou uma criança de 1 ano e 4 meses. Após o acidente, os moradores da rua dos Caicós se revoltaram, alcançaram o rapaz e o espancaram até a morte.

Imagens do linchamento foram publicadas em vários grupos de WhatsApp. Segundo a polícia, Matheus Miranda sofreu ferimentos por todo o corpo. Ele também sofreu golpes de um objeto perfurocortantes, possivelmente uma faca.

A criança atropelada pela motocicleta, identificada como Kauan Henrique, estava com a mãe no momento do acidente e morreu na hora.

Esse é o segundo caso de linchamento em Natal em menos de dois dias. Na quinta-feira (11), um homem suspeito de assaltar um ônibus na Ribeira foi pego, amarrado, espancado e baleado.

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Destaques, Plantão Policial

Suspeito de assaltar ônibus em Natal é amarrado e morto pela população

No início da tarde desta quinta-feira, dia 11 de outubro, uma tentativa de assalto a um ônibus da linha 20 (Cidade da Esperança/Ribeira) – empresa Guanabara, resultou na morte do suspeito. Segundo os primeiros relatos da assessoria de comunicação da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, o homem foi pego por populares, amarrado pelo pescoço, espancado, arrastado pelas ruas e baleado em seguida.

Como tudo aconteceu? De acordo com a PM, o homem anunciou o assalto quando o ônibus passava na lateral do Teatro Alberto Maranhão. Assustado, o motorista teria aberto as portas para que os cerca de 30 passageiros escapassem. No tumulto, uma passageira sofreu uma fratura exposta no pé e foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Ainda segundo os relatos, apesar do tumulto, o suspeito conseguiu apropriar-se de alguns bens: bolsas, um tablet, dinheiro e outros objetos foram levados. O acusado pulou do ônibus no momento em que os passageiros começaram a descer e fugiu em direção ao bairro das Rocas.

No entanto, ele não esperava pelo que iria acontecer: o homem foi cercado por pessoas ainda não identificadas, amarrado pelo pescoço e arrastado pelas ruas do bairro por cerca de 200 metros, até ser morto com espancamentos e disparos de arma de fogo.

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Destaques, MG

Alvo de boatos envolvendo ataque a Bolsonaro, jovem sofre ameaças de morte

Uma jovem de 18 anos, moradora de Juiz de Fora (MG), denunciou à Polícia Federal (PF) e à polícia de Minas Gerais estar recebendo ameaças de morte após ser acusada por internautas de participar do ataque contra o candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro. A estudante passou a ser alvo de ameaças após a agressão sofrida por Bolsonaro no último dia 6.

A mãe da estudante A.C.” garante que a filha foi confundida com uma mulher homônima que alguns internautas acusam de ter entregue a Adélio Bispo de Oliveira a faca com que o desempregado feriu o político. A jovem é a segunda pessoa cujo nome e dados pessoais são divulgados nas redes sociais por internautas que as acusam, sem provas, de participação no crime.

“Existem muitas pessoas com um nome parecido ao da minha filha. De repente, ela começou a ver sua foto divulgada nas redes sociais. Divulgaram inclusive o número do telefone dela. Passaram a telefonar dizendo que vão encontrá-la; que vão matá-la; que ela deve ser presa”, contou a mãe da menina, que prefere manter o sigilo do nome para preservação da família.

Com um tom de voz preocupado, a mãe da jovem disse que a filha está com medo. “Ela está muito assustada com tudo o que está acontecendo. Não está saindo de casa e apagou tudo das redes sociais.”

Explicações

A mãe acrescentou ainda que a filha, que está no ensino médio, estava em casa no momento em que o candidato foi esfaqueado e não tem envolvimento com política partidária. “Nós ainda nem sabemos ao certo em quem vamos votar. Conversamos sobre política como qualquer família ou pessoa”, acrescentou a mãe da menina, pedindo que seu nome não fosse divulgado.

Temendo pela segurança da filha, a família deu queixa das ameaças à polícia e compareceu à delegacia da Polícia Federal (PF), em Juiz de Fora. É a PF quem está investigando o ataque contra Bolsonaro – inclusive se o agressor recebeu ajuda de alguém. Detido logo após desferir a facada que atingiu os intestinos grosso e delgado do candidato, Adélio Bispo de Oliveira confessou o crime. Durante seu depoimento, Oliveira disse ter agido sozinho, por ordem de Deus.

Outro Lado

Por meio de sua assessoria, a PF confirmou que o delegado-substituto de Juiz de Fora recebeu a mãe e a menina esta manhã e que nem a jovem, nem qualquer outra pessoa cujo nome está sendo divulgado na internet são investigadas. Ainda de acordo com a assessoria, peritos já analisaram diversas gravações do momento do ataque, sem identificar nada que acrescentasse ao que o agressor disse em depoimento.

Oliveira foi indiciado no Artigo 20 da Lei de Segurança Nacional, que prevê ataques à pessoas ou atos de terrorismo praticados por inconformismo político ou para a obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas são passíveis de pena de reclusão de até dez anos – punição que pode ser dobrada quando houver lesão corporal grave; ou triplicada quando o ataque causar a morte da vítima.

Em sua conta no Twitter, o filho de Jair Bolsonaro, o deputado federal Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), escreveu que algumas pessoas tratadas nos vídeos como se tivessem colaborado com o atentado já foram identificadas e não têm relação com o crime.

Com informações da Agência Brasil*

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