Destaques, RN

Balança comercial do RN registra alta de 71,5% no primeiro bimestre

Segundo dados do Sebrae, o Rio Grande do Norte registrou no primeiro bimestre a maior alta nas exportações dos últimos cinco anos. Entre janeiro e fevereiro, o estado enviou para o mercado internacional mais de 667 mil toneladas de produtos, resultando numa movimentação de US$ 92,4 milhões negociados. Isso representa um crescimento de 44,3% em comparação com o que foi exportado no primeiro bimestre de 2018.

O bom desempenho do setor exportador, no entanto, não foi acompanhado pelas importações potiguares, que registraram um leve decréscimo de 2,1% em relação ao que foi importado durante o mesmo intervalo do ano passado. Neste primeiro bimestre, o RN importou 49,5 mil toneladas de produtos, o que representa um volume de US$ 23,1 milhões. No primeiro bimestre de 2018, o total chegou a US$ 23,6 milhões. Os melões lideraram as exportações no bimestre com o envio de 64,6 mil toneladas da fruta.

Com a alta nas exportações e baixa nas importações, o saldo da balança comercial potiguar foi favorável, fechando o bimestre com um superávit de US$ 69,2 milhões. Esse resultado representa um crescimento de 71,5% em comparação com o resultado da balança nos dois primeiros meses do ano passado, quando o saldo foi de US$ 40,3 milhões.

As informações foram divulgadas pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, através da edição 42 do Boletim dos Pequenos Negócios. A publicação traz uma síntese dos principais indicadores da conjuntura econômica do estado e, nesta edição, o informativo foi modernizado e ampliado com mais conteúdo para marcar a primeira versão com os indicadores de 2019.

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Destaques, RN

Municípios do RN com sinal verde para exportar frutas para o chile

O plano de trabalho para a exportação do melão e da melancia para o Chile, apresentado pelo MAPA e elaborado em conjunto com o Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (IDIARN), com a participação do Comitê Executivo de Fruticultura do RN (COEX), obteve mais um resultado positivo para o setor. O resultado dá continuidade à resolução que permite a exportação do melão (Cucumis melo) e da melancia (Citrullus lanatus) até o fim de 2019.

De acordo com as informações da equipe técnica do IDIARN, o Serviço Agrícola e Pecuário do Chile também reconheceu Mossoró, Assú, Areia Branca, Baraúna, Serra do Mel, Grossos, Porto do Mangue, Tibau, Carnaubais, Ipanguaçu, Alto do Rodrigues, Afonso Bezerra e Upanema como municípios da área livre, propícios para produção de frutas frescas para exportação.

“A resolução que renova a exportação de frutas frescas para o Chile traz o reconhecimento do trabalho efetivo na área livre e isso serve de parâmetro de mercado para outros países como a China por exemplo”, explicou Luiz Roberto Barcelos, Diretor da Agrícola Famosa e Presidente da Coex.

A área livre é de responsabilidade do IDIARN, que desenvolve o monitoramento e fiscalização além do funcionamento das barreiras fitossanitárias (fixas e móveis), fiscalização da execução de boas práticas fitossanitárias pelos produtores de cucurbitáceas, fiscalização do comércio interno e a Certificação Fitossanitária de Origem (CFO).

“Estão de parabéns todos os profissionais envolvidos. A renovação do Plano de Trabalho foi mantida devido a área livre da mosca-das-frutas cumprir os padrões que o Chile exige para exportação. Esta é uma boa notícia para os produtores potiguares”, explicou o diretor geral do IDIARN, Mário Manso.

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