Política

Com bordão religioso, Daciolo teve mais votos que Marina

(ANSA) – Com uma campanha baseada no bordão “Glória a Deus” e com um gasto total de R$ 808,92 (valor menor que o salário mínimo de R$ 954), o candidato à Presidência pelo Patriota, Cabo Daciolo, foi o 6º mais votado no primeiro turno e ficou à frente de nomes tradicionais da política brasileira, como Marina Silva e Henrique Meirelles.

Daciolo marcou 1,3% dos votos válidos (sendo 1,3 milhões), enquanto a candidata da Rede, Marina Silva, ficou com 1% dos votos, com 1 milhão de eleitores, na 8ª colocação. Como sétimo candidato mais votado, Henrique Meirelles do MDB chegou a 1,2%. Durante sua campanha eleitoral, Daciolo virou “meme” e piadas nas redes sociais devido a frases como “Glória a Deus”, usadas sempre em seus pronunciamentos.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato do Patriota arrecadou R$ 9.930 em financiamento coletivo. No entanto, Daciolo gastou apenas R$ 808,92, que se referem a taxas para o serviço de financiamento coletivo web – única despesa registrada até o momento pelo candidato.

Por sua vez, Meirelles e Marina Silva não prestaram contas até então ao TSE. A prestação de contas final deve ser feita até o 30º dia posterior às eleições, para todos os candidatos que não concorrerem ao segundo turno e para os partidos políticos, incluídas as contas dos respectivos comitês financeiros.

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Brasil, Destaques

Candidatos à Presidência terão 25 policiais para segurança pessoal

O diretor da Polícia Federal (PF), Rogério Galloro, confirmou que a escolta de policiais federais para presidenciáveis deve aumentar de 21 para até 25 policiais por candidato. Segundo a assessoria da PF, a distribuição desse efetivo, por dia, será pensada conforme a agenda dos candidatos.

Em reunião na tarde deste sábado (8) na sede da PF, em Brasília, com representantes de partidos políticos, foram reafirmados os critérios de atuação, as orientações e os protocolos adotados pela PF.

Em nota divulgada após a reunião, a PF diz que o encontro foi marcado “em decorrência da elevação do nível de alerta provocado por evento crítico no decorrer da campanha”, em uma referência ao ataque sofrido pelo candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro.

Participaram do encontro representantes dos candidatos Álvaro Dias (Podemos), Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin. Nenhum representante do PSL compareceu à reunião.

Polícia Federal

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

De acordo com a assessoria da PF, desde o início da campanha, todos os presidenciáveis têm à disposição uma equipe de agentes integrados ao pessoal de segurança da campanha.

Nessa sexta-feira (7), após participar do desfile comemorativo do 7 de Setembro, em Brasília, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse aos jornalistas que o efetivo da PF para a segurança dos candidatos à Presidência da República seria ampliado em até 60%, depois do episódio envolvendo o candidato Jair Bolsonaro, que foi esfaqueado durante campanha no centro da cidade de Juiz de Fora.

De acordo com o ministro, atualmente 80 agentes da PF fazem a segurança de cinco presidenciáveis que solicitaram o serviço, previsto em resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a partir do momento em que as candidaturas são oficializadas nas convenções eleitorais. Apesar da previsão, ressaltou Jungmann, a proteção não é automática e precisa ser solicitada pelas campanhas. Além de Bolsonaro, a PF faz a segurança de Alvaro Dias, Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e Marina Silva.

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Brasil, Destaques

Eleições 2018: confira as profissões dos candidatos à Presidência

Quem deseja exercer mandato em algum cargo político precisa ser filiado a um partido. Apesar disso, para representar os interesses de um povo não é obrigatório ter um curso superior específico, porém, entender sobre administração pública e economia é importante para exercer essa função.

De acordo com a Divulgação de Candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), grande parte dos candidatos às Eleições Gerais de 2018 possuem o ensino superior completo. Então, se você vai fazer o Enem, e tem planos de seguir carreira política ou ingressar em um curso que amplie os seus conhecimentos sobre esse tema, confira as graduações que fazem parte do currículo de alguns candidatos à presidência.

História: a candidata Marina Silva é licenciada em História pela Universidade Federal do Acre (UFAC). Esse curso possui duas modalidades de titulação: bacharelado e licenciatura. O licenciado nessa área pode atuar como professor, e na faculdade irá aprender conteúdos sobre História e Educação. A graduação, que dura em média 3 anos, irá exigir do estudante um ritmo volumoso de leitura. Entre as matérias há ética, filosofia, cultura brasileira, Brasil republicano, Brasil contemporâneo, história: antiga, moderna e contemporânea, além de história do pensamento econômico. O candidato Álvaro Dias também é historiador.

Direito: essa foi a profissão escolhida pelo candidato Ciro Gomes, que se formou pela Universidade Federal do Ceará (UFC), e pelo candidato Fernando Haddad, que se formou na Universidade de São Paulo (USP). A graduação em Direito tem como principais fatores a formação humanística, para que o profissional possa compreender sobre as desigualdades apresentadas na sociedade e as leis relacionadas a diversos aspectos como direitos do consumidor e direitos do trabalho, por exemplo. A duração média do curso é de 5 anos e entre as disciplinas apresentadas têm: Direito Eleitoral, Direito Administrativo e Direito Constitucional.

Ciências Sociais: essa é a área de formação da candidata Vera Lúcia. Esse curso é voltado para análise dos hábitos e costumes dos grupos sociais, assim como suas características familiares, religiosas e econômicas. O Cientista Social estuda os fenômenos que ocorrem na sociedade como os movimentos políticos e sociais. Esse profissional pode atuar em projeções sociais, contribuir com campanhas políticas, planos de desenvolvimentos e projetos de urbanização. A duração média do curso é de 4 anos e, entre os conhecimentos adquiridos pelos estudantes estão: política, antropologia, economia, estatística e filosofia.

Porém, como foi dito, nível de escolaridade não é exigência para atuar no cenário político. Citado em vários pesquisas de intenção de voto, o ex-presidente Lula possui o ensino fundamental completo, por exemplo. No mais, temos Jair Bolsonaro como Militar da reserva do Exército Brasileiro; Cabo Daciolo que é bombeiro militar; Henrique Meirelles que tem como ocupação a Engenheira Civil e Geraldo Alckmin, formado em Medicina.

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Destaques, RN

Potiguares estão divididos entre Bolsonaro e Haddad, diz pesquisa Consult/98FM

Após divulgar as intenções de voto para os cargos de Senador e Governador do Rio Grande do Norte, a Consult revelou como anda a escolha do potiguares quando se fala em Presidente da República.

Num cenário sem o ex-presidente Lula – preso em Curitiba, Jair Bolsonaro lidera com 16,29% das intenções de voto, seguido de perto por Fernando Haddad, com 14,88%. Em terceiro lugar aparece Ciro Gomes com 7,29%; em quarto, Marina Silva com 4,41% e em quinto, Geraldo Alckmin com 2,47%.

A pesquisa Consult/98 FM foi elaborada entre os dias 22 e 25 de agosto em todas as regiões do Estado e ouviu 1.700 pessoas. Os resultados da pesquisa estão sujeitos a um erro de 2,3%, com confiabilidade de 95%.

Potiguares estão divididos entre Bolsonaro e Haddad diz pesquisa Consult 98FM

Eleições 2018: conheça os principais candidatos à Presidência

Álvaro Dias (Podemos)

O senador Álvaro Dias foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. A candidatura do parlamentar pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. Na primeira fala como candidato, Álvaro Dias anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça, e repetiu a promessa de “refundar a República”.

Ele vai compor a chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

Álvaro Dias

Podemos/Direitos reservados

Ciro Gomes (PDT)

O PDT confirmou no dia 20 de julho a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido.

Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula. Tem 60 anos e quatro filhos.

ciro gomes

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Geraldo Alckmin (PSDB)

Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou, nesse sábado (4), a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa.

No primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a “dignidade roubada” dos brasileiros. Ele defendeu a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

Geraldo Alckmin

José Cruz/Agência Brasil

Henrique Meirelles (MDB)

O MDB confirmou, no dia 2 de agosto, o nome de Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda, como candidato à Presidência da República. O partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa.

Henrique Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura, para diminuir as distâncias no país, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família. Para gerar empregos, Meirelles disse que pretende resgatar a política econômica, atrair investimentos e fazer as reformas para que o país cresça 4% ao ano.

Henrique Meirelles

Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro (PSL)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado, no dia 22 de julho, como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. O vice é o general Hamilton Mourão, do PRTB.

Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente. O candidato prometeu ainda privatizar estatais.

Jair Bolsonaro

Fernando Frazão/Agência Brasil

Fernando Haddad (PT)

Haddad é um acadêmico e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Foi prefeito da cidade de São Paulo entre 2013 e 2016.

Professor de Ciência Política da Universidade de São Paulo, instituição onde graduou-se em direito, fez mestrado em Economia e doutorou-se em Filosofia. Foi ministro da Educação entre julho de 2005 e janeiro de 2012, nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Trabalhou como analista de investimento no Unibanco e, de 2001 até 2003, foi Subsecretário de Finanças e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de São Paulo na administração de Marta Suplicy. Integrou, ainda, o Ministério do Planejamento do Governo Lula durante a gestão de Guido Mantega (2003–2004), oportunidade na qual elaborou o projeto de lei que instituiu as Parcerias Público-Privadas (PPPs) no Brasil. Em 2012, foi eleito prefeito do município de São Paulo, vencendo no segundo turno o candidato tucano, José Serra.

Marina Silva (Rede)

A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro.

A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

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Destaques, Política

Pesquisa ‘Datafolha’ revela que Bolsonaro só aparece em 1º sem Lula na disputa

Divulgada nesta quarta-feira (22), a pesquisa Datafolha trouxe os mais novos números de intenções de voto para Presidência da República. Os resultados consideram dois cenários políticos com nomes distintos do PT. Em uma situação, o candidato é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba, e na outra é o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

É a primeira pesquisa Datafolha após o registro das candidaturas ao Palácio do Planalto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A pesquisa foi encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo. Foram ouvidos 8.433 eleitores em 313 municípios, de 20 e 21 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Cenário 1

Com Lula como candidato do PT, ele aparece com 39% das intenções de voto, Jair Bolsonaro (PSL) com 19%, Marina Silva (Rede) tem 8%, Geraldo Alckmin (PSDB) obteve 6%, Ciro Gomes (PDT) tem 5%, Alvaro Dias (Podemos): 3% e João Amoêdo (Novo), 2%.

Os candidatos Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Boulos (PSOL), Cabo Daciolo (Patriota) e Vera (PSTU) aparecem com 1% das intenções de voto. João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) obtiveram 0%.

Os entrevistados que declararam que vão votar branco, nulo ou em nenhum dos nomes foram 11%. Outros 3% disseram não saber em quem votar.

Cenário 2

Condenado a 12 anos e um mês e cumprindo pena em Curitiba, Lula tem a candidatura questionada. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidirá se o registro do petista deve ser mantido.

Em caso de impugnação da candidatura, o nome considerado pelo PT é o de Haddad. A pesquisa Datafolha considerou este cenário. Com o ex-prefeito como candidato, Jair Bolsonaro (PSL) tem 22% das intenções de voto, Marina Silva (Rede), 16%, Ciro Gomes (PDT), 10% , Geraldo Alckmin (PSDB), 9%, Alvaro Dias (Podemos), 4% e Haddad, 4%.

Os candidatos João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB) aparecem com 2%, Vera (PSTU), Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL) e João Goulart Filho (PPL) com 1%, enquanto Eymael (DC) obteve 0%.

Os eleitores que declararam voltar em branco, nulo ou nenhum dos nomes são 22%, enquanto não sabem 6%. A pesquisa foi registrada no TSE com o número BR- 04023/2018.

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