RJ

Marcelo Crivella é eleito prefeito do Rio de Janeiro (RJ)

Bispo licenciado da Igreja Universal, o senador Marcelo Crivella (PRB) venceu a disputa para a prefeitura do Rio de Janeiro. Com 88,08% das urnas apuradas, Crivella atingiu 59,07% dos votos válidos e não pode ser mais alcançado por Marcelo Freixo (PSOL), que tem 40,93%.

Até o momento, as abstenções representam 26,96% dos votos e superam o total de votos recebidos pelo primeiro colocado.

Essa é a terceira vez Crivella disputa a prefeitura carioca. Engenheiro civil, com pós-graduação na Universidade de Pretoria, em Joanesburgo, África do Sul, também concorreu ao governo estadual em 2006 e 2014. Começou a trabalhar aos 14 anos como auxiliar de escritório e foi taxista. Ficou oito anos no Exército, foi professor universitário e servidor público.

Com 59 anos, Crivella nasceu na capital fluminense e é filho único de pais católicos. Em 2002, foi eleito para o Senado com mais de 3 milhões de votos. Foi reeleito para o período 2011 a 2019. No governo de Dilma Rousseff, foi ministro da Pesca e Aquicultura. O político publicou contos de cunho religioso e um livro sobre projeto que torna produtivas terras abandonadas pelo governo federal, na cidade de Irecê (BA).

Casado com Sylvia Jane há 36 anos, é pai de três filhos e tem dois netos. Crivella chegou a ser considerado um dos principais intérpretes do gênero gospel no Brasil, com cerca de 16 álbuns musicais gravados.

Da Agência Brasil

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Política

Câmara analisa PEC que isenta de IPTU imóveis alugados por igrejas

Hoje os templos próprios das igrejas já são isentos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). Agora, uma proposta de emenda à Constituição (PEC 200/16), de autoria do bispo licenciado da IURD e senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), isenta do pagamento do imposto os imóveis alugados para templos religiosos e utilizados para cultos.

O senador destaca que a Constituição já concede isenção tributária para os templos de qualquer culto, de forma a proteger a liberdade de crença, mas deixou de fora os imóveis alugados. Para o senador, o que importa para a concessão do benefício não é a propriedade do imóvel, mas a prática religiosa nesses locais.

A proposta já foi aprovada pelo Senado (onde tramitou com o número PEC 133/15) e agora será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania quanto à admissibilidade. Caso seja aprovada, será examinada por uma comissão especial criada especialmente para essa finalidade. Em seguida, será votada pelo Plenário.

Com informações da Agência Câmara Notícias

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