Mundo

Microsoft destina US$500 mi para construção de casas nos EUA

(ANSA) – A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (17) um investimento no valor de US$500 milhões para a construção e manutenção de moradias públicas na região de Seattle, nos Estados Unidos.

De acordo com o jornal norte-americano “New York Times”, os investimentos serão destinados para a região de Redmond. Cerca de US$25 milhões do montante irá priorizar a situação de sem-tetos.

A Microsoft tem uma sede no local e pretende expandi-la. A ideia é de que o valor possa auxiliar seus mais de oito mil funcionários a encontrarem uma casa perto do local de trabalho.

A medida é uma iniciativa da companhia de Bill Gates para reduzir as desigualdades na área em que as grandes empresas de alta tecnologia estão concentradas.

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Mundo

Após derrota, fã de Messi desaparece e deixa carta suicida

(ANSA) – Inconformado com a péssima derrota da seleção da Argentina para Croácia e a apagada partida atuação do seu ídolo, Lionel Messi, um indiano da cidade de Kottayam desapareceu e deixou uma carta indicando sua intenção de cometer suicídio, informou hoje (22) a agência de notícias “Ians”.

Segundo as autoridades, o sumiço de Alex Binu, de 30 anos, foi notado pela sua mãe durante a madrugada. Após as autoridades serem acionadas, mergulhadores procuraram o jovem em alguns trechos do rio Meenachil, que passa perto de sua casa.

A polícia desconfia que o rapaz poderia cometer suicídio em uma das frases de sua carta, na qual relata que, após a derrota da seleção argentina, sua “vida não tinha mais sentido”.

De acordo com um parente de Binu, ele “adorava” Messi, tanto que colocou uma foto do jogador como papel de parede de seu celular.

Além disso, o indiano, antes do jogo, “tinha comprado uma camisa com o nome e o número de Messi”. Ainda segundo um dos familiares, quando o jogo terminou, em vez de ele ir para a cama dormi, Binu provavelmente “saiu pela parte de trás da casa” e não voltou mais.

A Argentina de Messi foi massacrada pela Croácia ontem (21), após por 3 a 0. Com a derrota, a seleção “albiceleste” está com um pé fora do Mundial de 2018, na Rússia.

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Inspirado em Harry Potter, Itália sedia Mundial de Quadribol

(ANSA) – A Copa do Mundo de Quadribol, esporte praticado pelos bruxos da saga “Harry Potter”, será disputado entre os dias 27 e 1º de julho, em Florença, na Itália.

Organizado pela Associação Internacional de Quadribol (IQA, em inglês), em parceria com o grupo Human Company e a Prefeitura de Florença, o campeonato contará com a presença de 29 países e comemorará o aniversário de 20 anos do lançamento do primeiro livro da série.

Adaptado dos livros de J.K. Rowling, o Quadribol combina o rugby e a queimada, em um esporte que visa a velocidade e o contato.

Apelidado de Quadribol dos “trouxas”, que são os seres não-mágicos de Harry Potter, os atletas sobem em vassouras e devem acertar os “balaços”, bolas de queimada, nos outros jogadores, e as “goles”, bolas de vôlei murchas, nos alvos. O jogo termina quando o “pomo de ouro”, representado por uma bola de tênis dentro de uma meia, é pego.

A cerimônia de abertura, no dia 27 de junho, será no centro histórico de Florença e as disputas oficias durante os seis dias de torneio serão no Campo de Marte. O Brasil e a Itália começam a Copa ambos no grupo C.

Ao longo da semana, eventos como caça ao tesouro e visitas relacionadas ao tema invadem Florença para festejar o mundo de Hogwarts. A Human Company é o principal organizador do calendário do evento, além de hospedar os times e as equipes técnicas no novo Firenze Camping in Town, a poucos quilômetros do centro histórico.

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Mundo

Mercado de coisas usadas do Japão já se reflete no PIB do país

O governo japonês divulgou no mês passado que o PIB do primeiro trimestre do país registrou a primeira retração após nove períodos seguidos em alta: entre janeiro e março de 2018, o Japão teve queda de 0,2% em sua produção bruta em relação ao período anterior. No ano, a contração é de 0,6%.

Para os analistas, os números são reflexo dos gastos com consumo no país, que estão em um processo de mudança por causa das preferências das pessoas. Muitas delas, especialmente os jovens, vão na contramão no mercado japonês e estão preferindo comprar produtos mais baratos de segunda mão. Essa nova característica é, para eles, o que está levando ao menor volume de dinheiro no varejo.

Em março, a rede de TV NHK fez uma pesquisa perguntando às pessoas se elas ainda estavam relutantes em comprar coisas usadas: 49% delas responderam não ver nenhum problema nesse tipo de comércio.

Os dados corroboram a pesquisa: segundo a revista especializada em negócios de reciclagem The Reuse Business Journal, os consumidores no mundo gastaram cerca de US$ 16 bilhões (R$ 59,8 bilhões) em bens usados em 2016. Os números, que excluem as trocas de carros e casas usadas, cresceram cerca de 40% em cinco anos. A publicação diz esperar um crescimento para US$ 17,7 bilhões (R$ 66 bilhões) até 2020.

Alguns especialistas dizem que a frugalidade dos jovens consumidores está direcionando o mercado de bens usados para um novo patamar no Japão. De acordo com uma pesquisa do governo no ano passado, o número de pessoas de 20 ou 30 anos que escolhem guardar dinheiro ao invés de gastá-lo está crescendo: em 2017, correspondia a 60% dos entrevistados.

O país, vale dizer, é o líder mundial de remessas de produtos de segunda mão para outros países, principalmente automóveis. Só a prefeitura de Okinawa, na Ilha de Kyushu, exporta cerca de 10 mil carros usados por ano para países do sudeste asiático e do Oriente Médio. Os negócios são feitos em um leilão ao vivo em que compradores em outro continente podem ofertar e até vistoriar os veículos que, em seguida, são enviados por navio para seus respectivos países.

Por outro lado, os produtores e varejistas sofrem quando itens novos não são vendidos. O governo admite que a preferência por mercadorias já usadas puxou o PIB para baixo no primeiro trimestre. No mês passado, a loja de departamento Mitsukoshi, em Nagoya, adotou uma estratégia para conter o fenômeno: ela se ofereceu para comprar louças, roupas e outros itens usados.

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Destaques, Mundo

Cidade suíça ‘testará’ renda mínima de R$ 9,5 mil

(ANSA) – A cidade suíça de Rheinau, localizada na fronteira com a Alemanha, “testará” a “renda básica de cidadania” por um ano. O projeto visa conceder um salário mínimo mesmo a pessoas que não trabalham.

No município, o experimento será baseado em uma renda de 2,5 mil francos suíços (cerca de R$ 9,5 mil) para adultos e 625 francos (aproximadamente R$ 2,4 mil) para os menores de idade. E quem recebe um salário abaixo da quantia mencionada poderá obter a diferença.

Os testes terão início em 2019, e o financiamento será assegurado por meio de “crowdfunding” (financiamento coletivo).

Mas a experiência somente será concluída se uma boa parte da população de 1,3 mil habitantes participar. Além disso, só poderão ingressar no programa aqueles que já tiverem moradia própria em Rheinau. A proposta foi feita pela diretora alemã Rebecca Panian, que pretende fazer um filme sobre o teste.

Há dois anos, em 5 de junho de 2016, os suíços rejeitaram uma iniciativa popular que visava introduzir um “salário mínimo universal” para os habitantes, independentemente de sua fonte de renda ou patrimônio. O projeto adotado na cidade fronteiriça com a Alemanha é apoiado pelos mesmos promotores do programa.

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