Destaques, Plantão Policial

Polícia Civil do RN procura dupla que deu golpe de mais de R$ 50 mil em idosa

A Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD) instaurou um inquérito policial para investigar quem são os dois homens que aplicaram um golpe contra uma idosa de 81 anos, que trafegava em uma rua por trás da Catedral Metropolitana de Natal, no bairro de Tirol, Zona Leste da capital, na manhã do dia 28 de novembro deste ano. A dupla conseguiu circular com a idosa por bancos, shopping e deu um prejuízo de R$ 55.355,53, entre saques, transferência e compras realizadas com o cartão e documento da vítima.

A investigação da DEFD descobriu que a idosa foi abordada primeiramente por um homem (baixo, com a boca torta, moreno e cabelo curtinho) que pediu informação sobre o local de um consultório médico. Enquanto ela conversava com esse primeiro homem, um outro homem (alto,
magro, simpático, rosto fino e cabelos alisados) se aproximou afirmando que o primeiro homem teria ganho um milhão de reais na loteria. Durante essa conversa, a idosa foi induzida a entrar em um veículo, de cor branca, com a dupla.

A partir desse momento, a dupla levou à idosa para um banco e conseguiu fazer uma transferência. Um dos golpistas ficou com o cartão bancário da idosa e com o documento de registro geral dela. Do banco, eles seguiram até a casa da vítima e de lá a conduziram para um shopping e depois para outro banco. Após terem circulado com a idosa, os golpistas a deixaram perto de casa e entregaram para ela uma pequena bolsa preta, afirmando que a mesma só poderia ser aberta após alguns dias, mas ela abriu a bolsa e só encontrou um amontoado de papéis.

A DEFD pede ajuda da população para o envio de informações que possam ajudar a identificar quem são os dois homens que praticaram o crime. Informações podem ser enviadas de forma anônima e com sigilo de garantia para o Disque-Denúncia 181.

Confira imagens (em vídeo) da ação da dupla:

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Destaques, Saúde

Pesquisadores revelam o perigo da aspirina na vida dos homens

Um grupo de cientistas da Universidade do Noroeste, em Evanston, Illinois (EUA), concluiu que os homens que consomem aspirina diariamente são expostos a um duplo risco de melanoma, revelou o Science Daily. Os resultados do estudo foram publicados no final de abril.

Os cientistas analisaram dados de quase 200 mil pacientes entre 18 e 89 anos de idade que nunca tiveram melanoma. Entre eles, os pesquisadores destacaram um grupo de pessoas que tomavam aspirina diariamente por pelo menos um ano e as submeteram à observação nos cinco anos seguintes.

No final, os pesquisadores descobriram que os homens que tomavam aspirina todos os dias corriam quase o dobro do risco, especificamente 1,83 mais, de sofrer de melanoma, em comparação com os homens que não tomavam aspirina.

No entanto, os cientistas não notaram a mesma tendência entre as mulheres. De acordo com os pesquisadores, isso acontece porque o corpo masculino produz menos enzimas protetoras, como a superóxido dismutase e a catalase, que ajudam a reduzir o risco de desenvolver melanoma.

O que é Melanoma?

aspirina pode causar melanoma nos homens

Muitas pessoas não consideram a pele como um órgão do corpo humano, porém é exatamente isso que ela é. A pele humana é responsável pela troca de calor e água com o ambiente e pela proteção dos órgãos internos contra agentes patógenos, como bactérias. Esse órgão possui três camadas: a epiderme (mais externa), a derme e o tecido subcutâneo (localizado mais profundamente).

Por ser muito exposta a agentes externos, como a climatização e a luz solar, a nossa pele pode sofrer sérias consequências se ela não for bem tratada e protegida. Uma dessas consequências é o Melanoma, tipo de câncer de pele mais perigoso dentre todos os existentes. Sendo mais direto, o melanoma é um tumor maligno que se origina a partir dos melanócitos – células que produzem a melanina, pigmento do nosso corpo.

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Destaques, Saúde

Por que o consumo de açúcar pode causar depressão nos homens?

A comunidade acadêmica ligada à saúde recomenda fortemente reduzir o consumo de açúcares na dieta. Alguns médicos e nutricionistas ainda aconselham a eliminar o açúcar refinado dos hábitos alimentares e optar por outros tipos de açúcares ou adoçantes naturais.

Embora muitas pessoas conheçam os efeitos deste alimento no corpo (maiores riscos de problemas cardíacos, maior tendência para sofrer de sobrepeso, entre outros), muito pouco se sabia sobre o impacto emocional. Bem, um estudo revelou que o açúcar refinado está intimamente ligado aos sintomas da depressão, particularmente nos homens.

Os homens teriam maiores riscos

A pesquisa realizada por cientistas do University College London concentrou-se na análise de um grupo de 5.000 homens e outro de 2.000 mulheres. Durante os 5 anos em que o estudo durou, foram levadas em consideração as mudanças alimentares e de humor durante o período.

Os dados observados mostraram que homens que haviam consumido uma quantidade significativa de açúcar (mais de 67 gramas por dia) eram 23% mais propensos a sofrer de doença depressiva em comparação com aqueles que consumiam menos de 39,5 gramas por dia. Por outro lado, os pesquisadores não encontraram evidências de uma forte associação estatística em relação às mulheres.

Um verdadeiro avanço

doce açúcar

Foto: Sponchia / Pixabay

Embora não seja a primeira vez que estudos tenham sido realizados ligando açúcar à depressão, até agora pensava-se que o alto consumo de açúcar refinado era o resultado da doença. Esta pesquisa, no entanto, mostra que existe a possibilidade de que seja o contrário, ou seja, que o consumo excessivo de açúcar aumente as chances de sofrer de depressão.

O relatório, publicado no portal Nature, é de grande relevância porque apoia e aprofunda a hipótese de que o consumo excessivo de açúcar refinado tem consequências negativas para a saúde mental e aumenta a probabilidade de sofrer com doenças como a depressão. Então, quando for recomendado reduzir seu consumo, leve em consideração que você não só irá beneficiar o seu corpo, mas também a sua mente.

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Destaques, Saúde

Calvície pode ter relação com doenças cardíacas, alerta estudo

A calvície e o envelhecimento precoce em homens com menos de 40 anos estão associados a um risco cinco vezes maior de desenvolver doenças cardíacas, segundo informa o estudo apresentado na conferência de cardiologistas na cidade indiana de Calcutá.

“O envelhecimento prematuro e a alopecia androgênica (calvície padrão masculina) possuem correlação com a idade vascular, independentemente da idade cronológica, e são fatores de risco plausíveis para a doença arterial coronariana”, afirmou o autor do estudo, Dr. Sachin Patil.

Os cientistas investigaram 790 jovens com insuficiência coronariana e 1.270 pessoas saudáveis, bem como seus cardiogramas, sangue e couro cabeludo.

Os pesquisadores descobriram que os homens jovens com doença arterial coronariana apresentavam maior associação ao envelhecimento precoce (50% contra 30%) e a calvície (49% versus 27%) em comparação com o grupo de saudáveis. Depois de ajustar a idade e outros fatores de risco cardiovascular, a calvície masculina foi associada a um risco 5,6 vezes maior de doença cardíaca  5,3 mais chances de ter um envelhecimento precoce.

Além disso, a pesquisa aponta que diabetes mellitus, hipertensão, obesidade central, maior índice de massa corporal, dislipidemia e tabagismo podem causar doença coronariana, mas em menor grau que a calvície masculina, o envelhecimento precoce e a obesidade.

Fonte: Sociedade Europeia de Cardiologia

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Saúde

Diabetes não tratada pode levar a problemas de infertilidade

Para que o sistema reprodutivo de homens e mulheres funcione bem, é necessário equilíbrio hormonal e desempenho adequado dos órgãos reprodutores. No entanto, doenças crônicas, como o diabetes, podem comprometer a fertilidade, resultando na dificuldade para engravidar. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 240 milhões de pessoas sejam diabéticas em todo o mundo.

Segundo o ginecologista responsável pela área de Reprodução Humana da Criogênesis, Renato de Oliveira, o fato de ter diabetes nem sempre interfere na fertilidade, mas o diabético deve tomar certos cuidados. “Controlar a doença é importante para evitar complicações que poderiam, inclusive, diminuir as chances de gravidez. No caso de mulheres diabéticas que já estão grávidas, não controlar o índice glicêmico nas primeiras semanas de gestação pode gerar má formação do embrião. Além disso, as futuras mamães estão mais sujeitas a partos prematuros”, alerta.

No caso das mulheres, o diabetes pode comprometer a fertilidade na medida em que aumenta a intolerância à insulina. “O diabetes tipo 2 geralmente está associado a obesidade e resistência à insulina. Essas duas condições podem causar deficiência hormonal, assim como ciclo menstrual irregular e infertilidade”, explica. Já o diabetes tipo 1, ocorre quando as células no pâncreas, que produzem insulina, são destruídas por anticorpos. “Esse processo também pode afetar outros órgãos endócrinos, incluindo os ovários, e impossibilitar a gravidez”, complementa o especialista.

Mas, engana-se quem pensa que apenas mulheres diabéticas têm problemas em relação à fertilidade. Os homens também são afetados pela doença. “Devido a alta taxa de glicose, a produção de radicais livres aumenta, o que pode resultar em problemas no material genético. No caso de diabetes tipo 2, os pacientes podem desenvolver ejaculação retrógrada, que ocorre quando o sêmen, que normalmente sai através da uretra, flui em direção à bexiga urinária. Dessa forma, não há espermatozoides para fecundar o óvulo”, diz Dr. Renato.

Para evitar que a fertilidade seja afetada pela doença, é necessário acompanhamento médico e controle dos índices glicêmicos. “Geralmente, com a doença controlada, os diabéticos têm as mesmas chances de engravidar que uma pessoa que não tenha a doença. Vale lembrar que nem sempre é o diabetes a causa de infertilidade. Por isso, é necessário consultar um especialista”, finaliza.

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