Destaques, RN

Fiern/Certus: nova pesquisa mostra Haddad e Bolsonaro tecnicamente empatados no RN

De acordo com a nova pesquisa Fiern/Certus, divulgada neste domingo (23), o petista Fernando Haddad e o candidato Jair Bolsonaro estão tecnicamente empatados na corrida presidencial entre os eleitores do Rio Grande do Norte. Pelo levantamento, Haddad tem 20,64% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PSL) que tem 19,86% e Ciro Gomes que tem 14,96% das intenções.

É a primeira pesquisa que o Instituto Certus e a Fiern divulgam após Haddad assumir a candidatura no lugar do ex-presidente Lula, preso em Curitiba/PR por crimes de corrupção e também após o episódio em que Jair Bolsonaro foi esfaqueado durante um ato de campanha em Juiz de Fora/MG.

A 4ª Pesquisa FIERN/Certus Retratos da Sociedade Potiguar está registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-04034/2018 e RN-07782/2018. Foram entrevistados 1.410 eleitores maiores de 16 anos de 40 municípios em todas as regiões do estado, entre os dias 14 e 17 de setembro, com intervalo de confiança de 95%. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Confira o resultado da pesquisa ESTIMULADA:

Fiern Certus nova pesquisa mostra Haddad e Bolsonaro tecnicamente empatados no RN

Pesquisa Espontânea

Neste cenário, o quadro muda e Jair Bolsonaro aparece liderando com 16,03% das intenções de votos, seguido por Fernando Haddad com 11,84%. Nesta modalidade da pesquisa, o ex-presidente Lula ainda foi lembrado pelos entrevistados com 11,8% das intenções de votos. Ciro Gomes aparece em seguida, depois Henrique Meirelles (MDB).

Confira:

pesquisa fiern certus espontânea do RN

REJEIÇÃO

Seguem os números de rejeição dos candidatos à Presidência:

  • Bolsonaro 29,47%
  • Haddad 9,67%
  • Marina Silva 7,85%
  • Alckmin 5,62%
  • Rejeita todos 16,23%
  • Rejeita nenhum 14,88%

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Destaques, Política

Dilma atribui incêndio no “Museu Nacional” ao governo e leva alfinetada de Meirelles

Assim como várias lideranças políticas, acadêmicos e cidadãos, a ex-presidente Dilma Rousseff usou as redes sociais para se pronunciar sobre o incêndio que destruiu o Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Dilma, porém, recebeu uma alfinetada do candidato à presidência pelo MDB, Henrique Meirelles.

A ex-presidente afirmou em sua página oficial no Twitter que o incêndio seria consequência dos governos de Michel Temer e do PSDB. A ex-presidente ainda mencionou um golpe, que tentaria “transformar nossa história em terra arrasada”.

Henrique Meirelles, que também foi citado no tweet, acusou Dilma de oportunismo e afirmou que ela tentava “tirar proveito da situação para esconder nas cinzas do que sobrou a sua incapacidade de governar”.

Vários outros usuários também responderam Dilma Rousseff, com trechos de reportagens que denunciavam a deterioração do museu antes mesmo do governo Temer. O Museu Nacional enfrenta uma série histórica de corte de verbas, e em 2004, o então secretário estadual de Energia, Indústria Naval e Petróleo, Wagner Victer, já apontava para risco de incêndio na estrutura.

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Destaques, Política

Eleições 2018: conheça todos os candidatos a presidente!

Após a convenção do PPL, que lançou, neste domingo (5), João Goulart Filho como candidato à Presidência da República, 14 candidatos foram escolhidos pelas legendas para concorrer ao cargo de presidente da República. Segundo a legislação eleitoral, as chapas completas com os candidatos, vices, alianças ou coligações têm de ser oficializadas até esta segunda-feira (6).

Saiba quem são os candidatos a presidente:

Álvaro Dias (Podemos)

O senador Álvaro Dias foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. A candidatura do parlamentar pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. Na primeira fala como candidato, Álvaro Dias anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça, e repetiu a promessa de “refundar a República”.

Ele vai compor a chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

Álvaro Dias

Podemos/Direitos reservados

Cabo Daciolo (Patriota)

A convenção nacional do Patriota oficializou a candidatura do deputado federal Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, o Cabo Daciolo. O evento ocorreu no município de Barrinha, no interior de São Paulo. O candidato foi escolhido por unanimidade. A candidata a vice é Suelene Balduino Nascimento, do mesmo partido. Ela é pedagoga com 23 anos de experiência e atua na rede pública de ensino do Distrito Federal.

Daciolo defende mais investimentos em educação e segurança por considerar áreas essenciais para o crescimento do país. Em discurso durante a convenção, Daciolo se posicionou contrário à legalização do aborto e à ideologia de gênero.

Cabo Daciolo

Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Ciro Gomes (PDT)

O PDT confirmou no dia 20 de julho a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido.

Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula. Tem 60 anos e quatro filhos.

ciro gomes

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Geraldo Alckmin (PSDB)

Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou, nesse sábado (4), a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa.

No primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a “dignidade roubada” dos brasileiros. Ele defendeu a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

Geraldo Alckmin

José Cruz/Agência Brasil

Guilherme Boulos (PSOL)

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores SemTeto (MTST), Guilherme Boulos, foi lançado no dia 21 de julho como candidato à Presidência da República pelo PSOL, na convenção nacional em São Paulo. Também foi homologado o nome de Sônia Guajajara, representante do povo indígena, para vice-presidente.

Boulos destacou que irá defender temas que pertencem aos princípios do partido, como o direito ao aborto e à desmilitarização da polícia.

Henrique Meirelles (MDB)

O MDB confirmou, no dia 2 de agosto, o nome de Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda, como candidato à Presidência da República. O partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa.

Henrique Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura, para diminuir as distâncias no país, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família. Para gerar empregos, Meirelles disse que pretende resgatar a política econômica, atrair investimentos e fazer as reformas para que o país cresça 4% ao ano.

Henrique Meirelles

Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro (PSL)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado, no dia 22 de julho, como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. O vice é o general Hamilton Mourão, do PRTB.

Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente. O candidato prometeu ainda privatizar estatais.

Jair Bolsonaro

Fernando Frazão/Agência Brasil

João Amoêdo (Partido Novo)

João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção na capital paulista, no dia 4 de agosto. O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato à vice-presidente. Entre as principais propostas de Amoêdo estão equilibrar as contas públicas, acabar com privilégios de determinadas categorias profissionais, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança. O presidenciável também é favorável à revisão do Estatuto do Desarmamento.

João Amoêdo disse que quer levar renovação à política e mudar o Brasil. O presidenciável defendeu a privatização de empresas estatais.

João Goulart Filho (PPL)

O PPL lançou, no dia 5 de agosto, João Goulart Filho como candidato à Presidência da República. Ele é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve mandato presidencial, de 1961 a 1964, interrompido pela ditadura militar. É a primeira vez que João Goulart Filho concorre ao cargo.

O candidato a vice é Léo Alves, professor da Universidade Católica de Brasília. Algumas propostas do candidato são a redução drástica dos juros da dívida pública para dar condições ao Estado de investir no desenvolvimento social, o resgate da soberania, o controle das remessas de lucros das empresas estrangeiras e a revisão do conceito de segurança nacional.

José Maria Eymael (DC)

O partido Democracia Cristã (DC) confirmou, no dia 28 de julho, durante convenção na capital paulista, a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República, nas eleições de outubro, e do pastor da Assembleia de Deus Helvio Costa como vice-presidente.

Na área econômica, as diretrizes gerais de governo do DC incluem política macroeconômica orientada para diminuição do custo do crédito ao setor produtivo, apoio e incentivo ao turismo e a valorização do agronegócio com ações de governo específicas, que ainda não foram divulgadas, e apoio aos pequenos e médios produtores rurais.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

A convenção nacional do PT escolheu, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome de Luiz Inácio Lula da Silva para ser o candidato à Presidência da República. O encontro também homologou o apoio do PCO e do PROS à candidatura do PT.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preso em Curitiba, desde 7 de abril, após ter sido condenado em segunda instância no caso do triplex de Guarujá. O ator Sérgio Mamberti leu, na convenção, uma carta escrita por Lula, onde ele afirmou que “querem fazer uma eleição presidencial de cartas marcadas, excluindo o nome que está à frente na preferência popular em todas as pesquisas”.

lula ex presidente

Foto: Ricardo Stuckert

Manuela D’ Ávila (PCdoB)

A deputada estadual Manuela D’Ávila foi confirmada pelo PCdoB, no dia 1º de agosto, como candidata do partido à Presidência da República.

Depois de ter a candidatura lançada com apoio unânime dos delegados do partido, Manuela D’Ávila apresentou bandeiras como a da reforma da segurança pública, a justiça tributária, o combate às grandes corporações e a revogação da reforma trabalhista e da emenda constitucional que estabeleceu um teto para os gastos públicos por 20 anos. Ela criticou o “desemprego recorde”, a queda da massa salarial e a evasão de jovens de universidades e escolas técnicas.

Marina Silva (Rede)

A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro.

A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

Vera Lúcia (PSTU)

Em convenção nacional, o PSTU oficializou, no dia 20 de julho, a candidatura de Vera Lúcia à Presidência da República e de Hertz Dias como vice na chapa. A escolha foi feita por aclamação pelos filiados ao partido presentes na quadra do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na zona leste da capital paulista.

De acordo com Vera Lúcia, o plano de governo prevê reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e um plano de obras públicas para atender as necessidades da classe trabalhadora.

O PSTU decidiu que não fará nenhuma coligação para a disputa presidencial, nem alianças nas eleições estaduais.

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Destaques, Política

Temer desiste de reeleição e MDB anuncia Meirelles ao Planalto

O presidente Michel Temer anunciou nesta terça-feira (22) que desistiu de concorrer à reeleição. O emedebista indicou Henrique Meirelles, seu ex-ministro da Fazenda, como o nome do governo e de seu partido na disputa ao Palácio do Planalto.

“Ficarei orgulhosíssimo se um dia, no plano pessoal e institucional, se um dia o Meirelles for proclamado pelo voto popular presidente da República Federativa do Brasil”.

O anúncio desta terça pôs fim à indefinição sobre quem encabeçaria a chapa emedebista, uma vez que, além de Meirelles, Temer também se posicionava como pré-candidato.

A decisão de Temer foi anunciada durante evento organizado pelo MDB para o lançamento da candidatura de Meirelles. Além do presidente, a cerimônia, denominada de “Encontro com o Futuro“, contou com a presença de diversos caciques do partido.

Após ser apresentado como candidato, Henrique Meirelles afirmou que o país não suporta mais políticas populistas e garantiu que sob seu comando o Brasil continuará crescendo.

“Nós temos que dar uma direção para o país a partir de 2019. O Brasil já se cansou de aventura, o Brasil já se cansou de política populista. Portanto, o caminho está claro. Eu estou profundamente honrado, profundamente motivado a ser o candidato do MDB a presidente e temos certeza de que teremos um crescimento gradual, mas absolutamente inexorável”.

Caso a candidatura de Meirelles seja confirmada e registrada no TSE, essa será a primeira vez, desde 1994, que o MDB terá candidato próprio ao Palácio do Planalto. A última tentativa, há mais de 20 anos, foi encabeçada por Orestes Quércia, ex-governador de São Paulo.

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Destaques, Política

Flávio Rocha busca apoio do MDB para concorrer a Presidência da República

O empresário potiguar Flávio Rocha, pré-candidato do PRB à Presidência da República, está tentando conseguir o apoio do MDB de Michel Temer e Henrique Meirelles para a disputa eleitoral deste ano. A informação é da coluna Expresso, da revista Época.

De acordo com o colunista Murilo Ramos, o vice-presidente do Grupo Guararapes foi atrás do governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, “dentro da estratégia de buscar aliados dentro do MDB visando uma possível aliança entre os dois partidos na corrida nacional”.

O potiguar já teria o apoio de, pelo menos, um emedebista: Paulo Skaf, presidente da Fiesp e pré-candidato ao governo de São Paulo.

“O acordo proposto pelo presidente do PRB, pastor Marcos Pereira, é o de que quem estiver à frente nas pesquisas em agosto, ou Rocha ou o candidato do MDB, encabece uma chapa, tendo o outro como vice”, revelou o colunista.

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