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Turquia vai começar a combater jihadistas do Estado Islâmico

A Turquia vai começar em breve a combater o grupo jihadista Estado Islâmico no Norte da Síria, declarou o chefe da diplomacia turco, Mevlut Cavusoglu, durante encontro com o chefe de Estado norte-americano, John Kerry, na Malásia.

“Atualmente, em conjunto com os Estados Unidos, treinamos e equipamos a oposição moderada (síria) e vamos também iniciar o nosso combate contra o Daesh (sigla árabe do Estado Islâmico), de modo eficaz”, informou o ministro aos jornalistas no início do encontro, realizado paralelamente à cúpula regional sobre segurança, organizada pela Associação das Nações do Sudeste Asiático.

“Depois será mais seguro para os opositores moderados que combatem o Daesh na região”, adiantou.

Os Estados Unidos há muito que incentivam a Turquia, aliado histórico, a reforçar a luta contra o Estado Islâmico, mas Ancara tem se mostrado reticente.

A posição mudou após ataques que causaram mortes em território turco, alguns dos quais foram atribuídos ao grupo jihadista.

Desde então, a Turquia fez uma série de ataques aéreos, indicando que tinha como alvo militantes do Partido dos Trabalhadores (PKK) do Curdistão, no Norte do Iraque, assim como jihadistas do Estado Islâmico. Observadores afirmam que os combatentes do PKK foram visados muito mais frequentemente do que o Estado Islâmico nos ataques aéreos.

Em julho, Ancara autorizou aviões militares norte-americanos a lançar ataques contra os jihadistas a partir de Incirlik, uma base aérea no Sul da Turquia.

A iniciativa marcou um aumento significativo do papel da Turquia na luta contra os militantes do Estado Islâmico, que ocuparam territórios no Iraque e na Síria.

Agência Lusa 

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Jovem de 14 anos que pretendia se juntar ao Estado Islâmico é detida na Malásia

As autoridades da Malásia detiveram uma jovem de 14 anos que tentava viajar para a Síria a fim de se juntar ao grupo jihadista Estado Islâmico, informou nesta quinta-feira (19) a imprensa malaia. A jovem foi detida terça-feira (17) pela unidade antiterrorismo da polícia, no aeroporto de Kuala Lumpur, quando se preparava para embarcar rumo ao Cairo.

O inspetor-geral da Polícia, Khalid Abu Bakar, informou que a jovem planejava se casar com um malaio de 22 anos, que estuda no Egito, antes de ambos viajarem para Istambul, onde tentariam cruzar a fronteira para a Síria.

“Descobrimos que tinha mantido contato com dois militantes malaios que se encontram na Síria. Continuaremos a investigar para descobrir quem está por trás do recrutamento de jovens para o Estado Islâmico”, disse o inspetor em comunicado citado pelo jornal The Star.

“Não permitiremos que a Malásia seja usada como campo de treino ou esconderijo para terroristas ou militantes. Quem quer que ajude ou apoie um terrorista será detido”, acrescentou Khalid Abu Bakar.

Esse caso eleva para 68 o número de malaios detidos desde 2013 por suspeita de ligações com o terrorismo, entre eles funcionários do Estado e das Forças Armadas.

As informações são da Agência Lusa*

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