Brasil

Conab vai remover 13 mil toneladas de milho para atender as regiões Norte e Nordeste

A primeira operação do ano para remoção de milho dos estoques do governo federal para atender pequenos criadores de animais será realizada no próximo mês (fevereiro), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). São 13,2 mil toneladas destinadas a estados das regiões Norte e Nordeste.

O grão está estocado em armazéns localizados em municípios de Mato Grosso e será distribuído para unidades da Conab em Maceió e Palmeira dos Índios/AL (1.700 t), Manaus/AM e Boa Vista/RR (700 t), Iguatu, Maracanaú, Russas, Sobral e Tauá/CE (4.620 t), Campo Maior, Parnaíba e Teresina/PI (4.862 t) e Natal e João Câmara/RN (1.400 t).

Para habilitação, o proponente deve cumprir o Regulamento para Contratação de Serviços de Transportes da Conab e instruções do aviso. Os embarques deverão iniciar em 48 horas após a convocação realizada pela Conab e os embarques diários nas unidades onde estão estocados os grãos deverão ser realizados em quantidades compatíveis com as capacidades diárias de recepção nas unidades de destino.

O edital do Aviso de Frete Nº 008/2019 já está disponível no site da Conab, devendo ser observado o cronograma e demais instruções nele contidas.

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Negócios

Conab estima que safra de grãos será de 238,4 milhões de toneladas

O 3º levantamento da safra de grãos realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que o país deverá colher 238,4 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 10,6 milhões em relação à safra passada, ou 4,6% em termos percentuais. Os principais produtos responsáveis por esses números são soja, milho, arroz e algodão, as maiores culturas do país, que juntas correspondem a 95% da produção total.

O estudo foi divulgado nesta terça-feira (11) e identificou que as condições climáticas apresentadas até agora, em todas as regiões produtoras de grãos, estão influenciando positivamente nas produtividades. Quanto à área plantada, a terceira etapa calcula que deverá alcançar 62,5 milhões de hectares, com uma perspectiva de aumento de 1,2% em relação à temporada passada, ou seja, um incremento de 756,3 mil hectares. O que explica este acréscimo é o aumento de área para as culturas do algodão e da soja.

As expectativas para safra 2018/19 indicam que a produção de soja deve chegar a 120,1 milhões de toneladas. Com relação à área plantada dessa cultura, há uma tendência de crescimento de 1,8% em relação à passada. No caso do milho, este deverá atingir 91,1 milhões de toneladas. O milho plantado na primeira safra apresenta produção bastante pontual para atendimento a demandas internas, a exemplo da ração animal para confinamento e nas áreas próximas às granjas de aves e suínos, uma vez que o foco do produtor neste momento do plantio é a soja. A área plantada de milho nessa safra atingiu 5,1 milhões de hectares, representando incremento de 0,8% em relação à temporada 2017/18.

Finalmente, com relação ao algodão, o produto deve atingir 2,4 milhões de toneladas de pluma, que representa um acréscimo de 17,8% sobre a safra passada. O desempenho das cotações da pluma tanto no mercado interno quanto no externo estimulou os produtores nacionais a investirem fortemente na lavoura. Além desses produtos, o boletim destaca ainda a produção do amendoim, o girassol e a mamona.

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Economia

Brasil poderá colher até 238 milhões de toneladas de grãos na safra 2018/19

A produção estimada para o primeiro levantamento da safra 2018/19 indica um volume entre 233,6 e 238,5 milhões de toneladas, com uma variação entre 2,5 e 4,7% a mais do que a safra passada. Isso significa que a produção nacional poderá aumentar entre 5,6 e 10,6 milhões de toneladas. Os números estão no 1º levantamento da safra de grãos deste período, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Nas principais culturas do país, a soja pode alcançar uma produção entre 117 e 119,4 milhões de toneladas, enquanto o milho total pode chegar até 91,1 milhões de toneladas. Estima-se que a primeira safra de milho pode ser maior em relação à passada, alcançando entre 26 e 27,3 milhões de t, enquanto a segunda seria de até 63,7 milhões de t.

Outras culturas também destacaram-se com a estimativa de aumento da produção, como o algodão, amendoim, feijão-comum cores e girassol. No caso do algodão, o bom desempenho das cotações da pluma, tanto no mercado interno quanto no externo, estimulou os produtores a investirem na lavoura, sendo esperados incrementos recordes na área plantada.

milho

Foto: Divulgação

Em relação ao milho, a grande aposta dos produtores é a expectativa de normalização das chuvas para a temporada que se inicia. O mercado mostra-se promissor e vem se fortalecendo a cada ano, com as alternativas de exportação para o mercado chinês, os reflexos da taxa de câmbio e a fabricação de etanol a partir de milho, além do forte mercado interno produtor de proteína animal.

O estudo mostra também que a definição da área plantada do milho está condicionada à evolução do clima nos próximos meses, que estimulará, caso ocorra normalização das chuvas, o uso de um pacote tecnológico avançado, fato não ocorrido na temporada passada. Sendo assim, a estimativa de área total deverá apresentar forte incremento, com um intervalo de 16,6 a 16,8 milhões de hectares.

Já a soja vem se consolidando como o principal produto na evolução do agronegócio brasileiro e que tradicionalmente impulsiona o incremento da área nacional produtora de grãos, apresentando, neste exercício, intervalo entre 35,4 e 36,2 milhões de hectares.

Com relação à área total de grãos no país, a perspectiva é de aumento de 0,2 a 2,3% para o plantio da safra 2018/19, que poderá variar de 61,9 a 63,1 milhões de hectares.

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Economia

Conab estima que Brasil deverá colher 226 milhões de toneladas de grãos

A produção estimada da safra de grãos 2017/2018 deverá ter um aumento de 466,3 mil toneladas (0,2%) em relação ao levantamento realizado no mês passado, podendo chegar a 226 milhões de toneladas. Os dados são do 6º Levantamento da Safra de Grãos divulgado nesta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O aumento é resultado do avanço da colheita de soja, principal cultura do país, que tem confirmado boas produtividades. Apesar disso, a safra atual deverá ficar aquém da que ocorreu em 2016/2017, em termos de produção, a maior de toda a história (237,7 milhões de toneladas). O estudo indica que o recuo agora é de 4,9%. Mesmo assim, o país ainda deverá colher a segunda maior safra de todos os tempos.

Além da soja, outro produto que merece destaque é o milho. Essas duas culturas seguem na liderança. No caso da soja, a produção está estimada em 113 milhões de toneladas, enquanto o milho deverá chegar a 87,3 milhões de toneladas. Essa quantidade está distribuída entre a primeira (25,1 milhões de t) e segunda safras (62,2 milhões de t).

Há destaque também para o aumento da produção de algodão em pluma, que agora é estimada em 1,9 milhão de tonaledas, representando um aumento de 21,3% em relação à safra passada.

Área – Na área plantada, as estimativas apontam para um aumento de 0,3% em relação à safra anterior, atingindo 61 milhões de hectares. A soja deverá ter 1,1 milhão de hectares a mais do que no ano passado. Aliada ao algodão, ambas foram responsáveis pelo aumento, por serem culturas que apresentam maior rentabilidade e liquidez.

Com o término do plantio da segunda safra, a área de algodão teve novo incremento, respaldado pelas boas perspectivas na comercialização. A estimativa atual é de que a área brasileira deste produto supere 1,1 milhão de hectares, 21,8% maior do que a safra anterior, com incremento equivalente a 204,3 mil hectares.

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Economia

Conab prevê safra de grãos em 25 mil toneladas no Rio Grande do Norte

Na contramão da safra nacional, a produção de grãos do Rio Grande do Norte terá crescimento de 46,5% na safra 2015/2016, chegando a 24.900 toneladas. O resultado se deve ao aumento de 15% na área plantada, estimada em 68,2 mil hectares, e a uma melhor produtividade com o clima favorável. Os dados integram o 9º levantamento da Safra de Grãos 2015/2016 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

As informações foram divulgadas na última sexta-feira (10), pela Superintendência Regional da Conab no RN, a órgãos parceiros e entidades ligadas à agropecuária e ao abastecimento no estado. A pesquisa foi realizada no mês de maio e levou em consideração informações relativas ao clima, áreas plantadas e ainda a plantar, produção, produtividade e estágio das culturas de algodão, arroz, feijão macaçar, milho e sorgo granífero.

De acordo com o relatório, duas culturas devem ter queda na produção: o algodão (-22,2%) e o sorgo (-44,4%). Mas a compensação se dá com a previsão de crescimento de 26,1% no arroz, de 58,7% no milho e 64,8% no feijão. Esses dois últimos são os mais representativos do estado. Na safra passada, em que a produção total de grãos no RN ficou na casa das 17 mil toneladas, feijão e milho representaram 75% do total, mas na atual a participação dos dois produtos é de 82,5%.

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