Educação

Projeto criado pelo Google abre inscrições e oferta bolsas para pesquisa

Estão abertas as inscrições para a 7º edição do Latin American Research Award (LARA). O projeto criado pelo Google, em 2013, tem o propósito de impulsionar a inovação e premiar projetos que propõem a resolução de problemas do dia a dia através da tecnologia. Podem participar estudantes de mestrado, doutorado e orientadores de universidades da América Latina que fazem pesquisa de ponta em Ciência da Computação, Engenharia e áreas similares.

O LARA já beneficiou mais de 70 projetos e neste ano o prêmio está avaliado em dois milhões de reais. Cada pesquisa deve envolver apenas um professor e um aluno e para os classificados, as bolsas terão duração de um ano, com a possibilidade de renovação por até dois anos, para estudantes de mestrado e, três anos, para estudantes de doutorado.

As inscrições estão abertas até o dia 29 de julho e podem ser realizada neste endereço eletrônico. Na página também pode ser encontrado as pesquisas que já foram beneficiadas com a bolsa. Confira agora os campos de pesquisa que podem ser contemplados:

  • Geo/Maps
  • Interação entre humanos e computadores
  • Recuperação, extração e organização de informações (incluindo gráficos de semântica)
  • Internet das Coisas (incluindo cidades inteligentes)
  • Machine learning (aprendizado de máquinas) e data mining (mineração de dados)
  • Dispositivos móveis
  • Processamento natural de línguas
  • Interfaces físicas e experiências imersivas
  • Privacidade
  • Outros tópicos relacionados a pesquisas na web

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Negócios

Google é a marca mais influente entre os brasileiros

O Google é a marca mais influente entre os brasileiros, de acordo com a 7ª edição brasileira da pesquisa Ipsos: “The Most Influential Brands”. Em seguida estão: Samsung (2º), Facebook (3º) e YouTube (4º). Os resultados mostram a força das empresas de tecnologia no Brasil.

O ranking com as top 10 inclui ainda mais duas marcas ligadas a tecnologia (Microsoft, em 6º e Netflix, em 9º) e quatro do setor de bens de consumo (Nestlé, em 5º, Colgate, em 7º, Johnson & Johnson, em 8º e Omo, em 10º).

“Estar no top 10 quer dizer que a marca é muito influente. A tecnologia está mudando as nossas vidas, por isso não é surpresa ver tantas marcas do setor no ranking. A mudança nas posições não quer dizer que elas deixaram de fazer alguma coisa importante no ano, mas, sim, que outras também se destacaram”, afirma Alan Liberman, Head Latam de Marketing Strategy & Understanding na Ipsos.

“A influência é um valor intangível que as marcas têm e pode provocar mudanças em comportamentos, ações ou opiniões. As marcas mais influentes são importantes porque os consumidores se identificam com elas e estabelecem um forte relacionamento emocional. Eles não podem imaginar as suas vidas sem essas marcas”, ressalta Liberman.

A pesquisa “The Most Influential Brands” avalia as marcas e seu poder de influência no cotidiano e no comportamento dos consumidores. O estudo analisa também como o público classifica cada marca dentro de 57 atributos, medindo o impacto destas marcas na vida dos entrevistados, além de entender se fazem parte do cotidiano dos consumidores. A pesquisa ajuda a compreender como cinco dimensões (Liderança & Inovação, Confiança, Presença, Responsabilidade Social e Engajamento) estão relacionadas com esta influência.

Em 2018, o peso das dimensões foi: 32% para Liderança & Inovação, 30% Confiança, 17% Presença, 16% Responsabilidade Social e 4% Engajamento. “Liderança & Inovação e Confiança foram as dimensões mais relevantes, mostrando como os brasileiros são mais receptivos para novidades e tecnologias. A crise global das instituições leva os consumidores a cobrar mais credibilidade e confiança das marcas. Já o Engajamento, que no estudo diz respeito às interações sociais com as marcas, ficou em 5º lugar. Mesmo com grande parte dos brasileiros nas redes sociais, este dado aponta que existem muitas oportunidades para o crescimento das empresas nessa dimensão”, ressalta Liberman.

O estudo “The Most Influential Brands” é realizado em 17 países. No Brasil, a pesquisa entrevistou 1.030 pessoas por meio de painel online, entre 23 de novembro e 17 de dezembro de 2018.

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Destaques, Tecnologia

Gmail anuncia “Smart Compose” em português

O Smart Compose, recurso do Gmail que sugere palavras enquanto os usuários digitam um e-mail, começará a ser liberado nesta terça-feira, 9, em quatro novos idiomas: português, espanhol, francês e italiano. O recurso utiliza inteligência artificial para fazer recomendações de como continuar a escrever a frase, que podem ser aceitas ou não pelo usuário. A funcionalidade estará disponível para todos os usuários ao longo dos próximos meses.

O recurso foi lançado nos Estados Unidos em julho durante o Google Cloud Next. O Smart Compose utiliza um modelo de machine learning para prever a próxima palavra que a pessoa vai digitar. As sugestões apresentadas baseiam-se em bilhões de frases comuns, que são mostradas para tornar o processo de escrever um e-mail mais eficiente.

Apesar de o Smart Compose não conseguir identificar o estilo de escrita do usuário, a ferramenta aprende continuamente com o contexto das mensagens escritas. O modelo considera mensagens anteriores de uma mesma conversa para fazer sugestões mais precisas.

Gmail anuncia Smart Compose em português

Além dos usuários do Gmail, funcionários de empresas que utilizam G Suite – suíte de aplicativos de produtividade que inclui o Drive, o Gmail e o Docs – também passam a ter acesso ao recurso em português. O Smart Compose ainda não está disponível para dispositivos móveis.

Além de ajudar os usuários a escrever de forma mais ágil os emails, o lançamento dará mais confiança às pessoas no momento de escrever suas mensagens, já que palavras sugeridas seguem as regras gramaticais e de ortografia da Língua Portuguesa. Para tornar este recurso mais rápido, o Google utiliza a tecnologia Cloud TPUs para treinar e veicular o modelo.

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Empregos e Estágios

Google abre inscrições para o programa de estágio 2019

Estão abertas as inscrições para o Business Internship Program 2019, a oitava edição do programa de estágio do Google. Voltado para estudantes de ensino superior com graduação prevista para dezembro de 2019, o programa de 6 meses é uma oportunidade para que os estagiários possam conhecer e vivenciar o Google, além de desenvolver competências técnicas e comportamentais.

As inscrições vão até o dia 5 de outubro de 2018 e podem se candidatar estudantes de qualquer curso, universidade e região do Brasil. Para participar, é necessário apenas cumprir os seguintes requisitos: estar cursando o último semestre da graduação no período do programa, ter um nível de inglês que permita leitura de e-mails e conversação com colegas de trabalho, e estar disponível para trabalhar no escritório do Google em São Paulo de julho a dezembro de 2019.

Google abre inscrições para o programa de estágio 2019

O processo seletivo é composto por entrevistas com o time de recrutamento e com as futuras equipes, e ocorre inteiramente via Google Hangouts ou telefone, não sendo necessário viajar até São Paulo.

“Mais do que diplomas, o que vale para o Google são talentos e habilidades, por isso os candidatos podem ser selecionados para trabalhar em áreas diferentes do curso de formação, desenvolvendo e aprimorando competências técnicas e comportamentais”.

Desde o início do programa, os estagiários são tratados como funcionários da empresa e chamados para solucionar problemas, impulsionar negócios, desenvolver pessoas e colocar os usuários acima de tudo. Para inscrições e mais detalhes, basta conferir o link!

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Destaques, Saúde

“Dr. Google”: se consultar para se autodiagnosticar é um risco para a saúde

Em plena era digital, com acesso rápido e fácil às informações, muitos brasileiros vêm recorrendo à internet para fazer aquela rápida e conveniente consulta. Quem nunca sentiu uma dor insistente ou um sintoma diferente e recorreu ao “Dr. Google”? É cada vez mais comum que internautas busquem a solução para problemas de saúde na web, antes mesmo de procurar um médico.  Especialistas alertam que o autodiagnostico é um risco ainda maior para a saúde.

Como uma varinha mágica é muito simples consultar determinado “sintoma” no buscador online para que o “Dr. Google” relacione a determinada característica ou “doença”. Esse comportamento está preocupando especialistas que já intitularam os pacientes com este perfil de “cibercondríacos”. O alerta é para o risco do autodiagnostico. A pesquisa e busca por informações é sempre sadia, o problema é quando a pessoa acha que o “Dr. Google” resolve e deixa de consultar um especialista.

E isso tem sido tão comum que se tornou objeto de estudo. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo instituto “Ipso MORI”, cerca de 86% dos brasileiros que possuem acesso à internet utilizam a rede para buscar orientações sobre doenças e remédios. Nesta mesma pesquisa, o Brasil é o quinto do ranking do estudo, feito com 12 países.

A pesquisa revelou ainda que, dos que buscam informações sobre a sua saúde, 45% procuram se informar sobre hospitais e 41% buscam na internet experiências de outros pacientes com o mesmo “problema” de saúde.

A jornalista Aline Paim confessa que frequentemente consulta o Dr. Google. “Se me sinto mal, anoto no bloco de notas do celular os sintomas e vou para o Google pesquisar. Sempre me identifico com milhares de sintomas e doenças. Fico aflita, sou muito ansiosa. Hoje estou fazendo mais consultas sempre que necessário, mas confesso que não gosto e, mesmo que vá ao médico, olho o Google antes”, conta.

A situação é comum para muitos hoje em dia, é o que explica a Enfermeira Fabiane Assunção. “Hoje as pessoas estão conectadas o tempo todo, mas o risco é grande. Quando esse paciente chega na emergência, é o mesmo questionamento: eu vi isso na internet, acho que estou com determinada ‘doença’, já se autodiagnosticando sem ao menos passar pela anamnese e processo de exames”.

A enfermeira ainda destaca que isso é um risco muito grande para a saúde porque essas pessoas podem se automedicar, além dos aspectos psicológico. É comum encontrar pacientes em clínicas ou hospitais com preocupações exageradas depois de pesquisar seus sintomas no “Dr. Google” ou ler sobre problemas de saúde de celebridades. Em geral, os pacientes acreditam que sua condição de saúde é muito mais severa. “Muitas vezes, eles acabam sofrendo por algo inexistente, ocasionando estresse e ansiedade”, conclui Assunção.

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