Destaques, Economia

Gás de cozinha fica mais caro para o consumidor

O botijão de até 13 quilos de gás liquefeito de petróleo, o GLP residencial, ficou mais caro para o consumidor brasileiro. A média do preço de venda nas refinarias, anunciado pela Petrobras, sem tributos, será equivalente a R$ 25,33.

Val lembrar que o produto tem reajustes trimestrais e em novembro de 2018, o preço era R$ 25,07. Em nota, a Petrobras informou que a desvalorização do real frente ao dólar foi o principal fator para a alta.

A previsão do Sindigás é que o preço das refinarias para as distribuidoras aumente de 0,5% a 1,4%, dependendo do Estado. Como a definição dos preços é livre, o sindicato diz não ter como estimar o impacto do aumento nas revendas para o consumidor final.

O que é o GLP?

Mais conhecido como gás de cozinha, o GLP é um dos resultados do refino do Petróleo. Este gás é que mantém acesa a chama da maioria dos fogões nas casas do Brasil. Uma característica deste GLP – e dos gases combustíveis em geral – é a sua baixa emissão de poluentes.

Comparando a emissão de CO2 resultante da queima do carvão ou de outro combustível fóssil que gere resíduos, a do GLP apresenta um nível bem menor. Sem contar que seu poder calorífico é superior, ou seja, com menos gás, o consumidor pode obter a mesma quantidade de calor, o que ajuda na preservação ambiental, afinal de contas, o carbono é um dos gases causadores do efeito estufa e do aquecimento global.

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Preço do gás de cozinha sobe 4,4% a partir desta quinta-feira (5)

A Petrobras anunciou o reajuste do preço do gás de cozinha (GLP) em 4,4%. O botijão de 13 kg passa a valer R$ 23,10 a partir desta quinta-feira (5) nas refinarias. No acumulado do ano, o GLP apresenta aumento de 5,2%, se comparado ao preço praticado em dezembro do ano passado.

O preço para o consumidor final, porém, é bem mais salgado. Em algumas cidades o valor do botijão de 13 kg supera R$ 70,00, com o repasse de tributos e margens das distribuidoras.

Desde o início deste ano, após reclamações sobre o peso do valor do gás de cozinha no orçamento das famílias de baixa renda, a Petrobras passou a adotar uma regra de reajuste trimestral para o chamado GLP (gás liquefeito de petróleo).

Querendo amenizar a situação, a estatal afirma que “caso fosse repassar para o preço do produto as variações do dólar e das cotações do GLP no mercado internacional registradas no último trimestre, o aumento teria de ser acima de 20%”. No período, o dólar subiu 16% e a cotação internacional, 22,9%.

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GLP para uso industrial e comercial terá reajuste de 5,3% anuncia Petrobras

A partir deste sábado (02), os preços de comercialização às distribuidoras do gás liquefeito de petróleo (GLP) destinado aos usos industrial e comercial, terão reajustes de em 5,3%. Segundo a Petrobras, esse aumento é necessário devido ao crescimento das cotações de outros países.

A estatal informou, no entanto, que esse reajuste só será aplicado às distribuidoras, e não aos preços do GLP mais conhecido como gás de cozinha, utilizados nas residencias, e que são vendidos em botijões de até 13 kg.

Segundo nota emitida pelo site oficial da empresa, diz que: “a política de preços para o GLP de uso industrial e comercial vendido em nossas refinarias às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, que representa a alternativa de suprimento oferecido pelos nossos principais concorrentes para o mercado – importação do produto. Além de uma margem que considera os riscos inerentes à atividade de importação como volatilidade da taxa de câmbio e dos preços. O preço do GLP para uso industrial e comercial é maior que a do gás residencial, conforme previsto na Resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE)”, explica.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) disse que o sobrepreço do GLP que é destinado a embalagens acima de 13 quilos, e também a granel, adquiridas pelo segmento empresarial, “tem impactado de forma crucial os negócios que operam com uso intensivo de GLP”.

O sindicato acrescentou ainda, que “o preço praticado pela Petrobras é 41,8% mais alto do que o praticado no mercado internacional”. Segundo o Sindigás, o percentual causa impactos nos consumidores. “Esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos”, disse.

 

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