Destaques, Economia

Petrobras reduz preço da gasolina em 3% nas refinarias

A Petrobras anunciou que a partir desta terça-feira, dia 11 de junho, o preço da gasolina em suas refinarias vai ter uma queda de aproximadamente 3%, com uma redução de R$ 0,0549 por litro do combustível. Já o óleo diesel não terá reajuste.

Embora a estatal tenha reduzido o preço em suas refinarias, a redução para final depende das políticas das distribuidoras e dos postos de combustíveis para que o consumidor pague menos pelo combustível.

O último reajuste no preço da gasolina nas refinarias tinha sido em 31 de maio. Na ocasião, o preço do combustível apresentou queda de 7,15%, passando de R$ 1,9543 para R$ 1,8144.

No fim de maio, o diesel também foi reajustado, apresentando queda de 6%. Ele foi de R$ R$ 2,3047 para R$ 2,1664.

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Destaques, Economia

Petrobras vai reduzir preço do diesel em 6% e o da gasolina em 7,1%

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira, dia 31 de maio, a redução de 6% no preço médio do diesel nas refinarias, para R$ 2,1664 por litro, e a redução de 7,16% na gasolina, para R$ 1,8144 por litro. Apesar da redução acentuada,  ambos os combustíveis acumulam alta de 20% neste ano.

Com os reajustes, que valem a partir deste sábado, 1º de junho, o litro da gasolina passa a ser vendido R$ 0,1399 mais em conta e o do diesel será reduzido em R$ 0,1383. No entanto, as reduções foram anunciadas para o preço dos combustíveis nas refinarias e isso não significa que os valores cobrados pelos postos estarão mais baixos a partir deste final de semana.

As reduções ocorrem após os preços do petróleo Brent registrarem uma perda de 11% em maio e de o barril nos EUA ter recuado 16% no mês, na maior queda mensal de ambos contratos futuros desde novembro.

O valor da gasolina da Petrobras, que havia sido reduzida em 4,4% na semana passada, é o mais baixo desde os R$ 1,7966 por litro visto em 15 de março.

O anúncio da redução do preço médio dos combustíveis consta no site da estatal, mas também foi anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais.

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Destaques, Dicas

Saiba como reduzir o consumo de combustível de um veículo

O preço médio dos combustíveis nos postos do país subiu mais uma vez na última semana de abril, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). O valor do litro da gasolina avançou 0,59%, passando de R$ 4,40 para R$ 4,42, enquanto o litro do etanol subiu 2,13% no mesmo período, indo de R$ 2,90 para R$ 2,97. Quem sofre com estes acréscimos é, sem dúvida, o consumidor final que precisa abastecer o tanque para circular pelas cidades e estradas do país. E é aí que entra um grande desafio: como reduzir o consumo de combustível de um veículo para evitar gastos desnecessários a cada abastecimento?

Para a Petroplus, empresa com 25 anos de atuação no segmento de serviços e produtos automotivos, o primeiro passo é fazer um acompanhamento contínuo do veículo para identificar o mais rápido possível se houve ou não alguma alteração no consumo de combustível. Para isso, é essencial que o motorista ou proprietário do veículo, tenha uma base comparativa da relação entre litros e quilômetros rodados. Por exemplo, quando abastecidos com etanol veículos com motores 1.0 rodam, em média, entre 9 e 10 km por litro de combustível na cidade. Porém, a referência para cada modelo de veículo é única e, para conhecê-la, vale desde consultar o manual de proprietário até mecânicos de oficinas e concessionárias.

Identificado o consumo elevado de combustível, é importante também lembrar que ele não está relacionado à potência de cada veículo, ou seja, um modelo com motor 1.0 pode apresentar um gasto superior a um modelo 2.0. Com isso, o consumo elevado de combustível está atrelado à faixa de rotações por minuto (RPM) em que cada veículo é trabalhado e, dessa forma, circular em meio a trânsitos pesados em primeira marcha faz com que o veículo atue por mais tempo em uma faixa de RPM elevada e necessite mais gasolina ou etanol.

“O aumento de consumo costuma ocorrer por uma série de fatores, que podem ter origem tanto comportamentais como mecânicos. Ou seja, é necessário avaliar também se houve alguma mudança de hábito em que o veículo passa a circular por áreas com maior congestionamento ou se há alguma pendência de manutenção automotiva”, relata Danilo Norcia, gerente da Petroplus.

Quando o motorista passa a utilizar um automóvel em menores velocidades, seu motor naturalmente requer um volume maior de combustível para percorrer a mesma distância. E é natural que isso aconteça nas grandes capitais nacionais como São Paulo que, no ano passado, apresentou um índice médio de congestionamento na casa de 31,4%, segundo cálculo divulgado recentemente pela Fipe-USP (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP). Neste caso, a única alternativa para reduzir o consumo de combustível é evitar transitar pelas cidades em horário de pico – o que nem sempre é possível.

Agora quando o motivo de aumento dos litros abastecidos periodicamente é inerente à parte mecânica do automóvel, a Petroplus sugere algumas medidas preventivas e corretivas que podem ser realizadas, com facilidade, pelo próprio consumidor. “Geralmente a alta do consumo de combustível ocorre quando alguma parte do motor apresenta sujeira ou resíduos. Nessa situação, o veículo necessita de mais força para entrar em movimento, o que por sua vez requer mais litros de combustível por quilometro rodado”, complementa Danilo.

Como uma maneira prática e acessível de prevenir o aumento do consumo de combustível por questões mecânicas, a Petroplus recomenda o uso constante de produtos automotivos como o STP FLEX TREATMENT (ST-2085BR) em veículos Flex e o STP GAS TREATMENT (ST-2050BR) em veículos movidos à gasolina, visto que ambos efetuam uma ação de limpeza e manutenção em todo o sistema do motor, quando aplicados regularmente a cada abastecimento.

E, para os casos em que o veículo já apresenta uma alta no consumo de combustível, a dica da empresa é fazer uso de produtos que oferecem um serviço de limpeza completa como o STP ULTRA 5 em 1 (ST-2020BR), que deve ser aplicado somente em veículos flex, também via tanque, a cada 10 mil quilômetros rodados. “Porém, se a sujeira já estiver impregnada no motor e o consumo estiver muito acima do padrão do veículo, recomenda-se pedir uma avaliação detalhada numa oficina mecânica ou concessionária, evitando assim maiores desgastes no motor e também gastos desnecessários com reparos”, conclui o especialista.

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Destaques, RN

Preço da gasolina dispara nos postos de Natal

Os seguidos aumentos nos preços dos combustíveis, autorizados pela Petrobras, levaram o Rio Grande do Norte a comercializar a gasolina ao preço médio de R$ 4,89. Uma das mais caras do país.

Em alguns postos da capital, o litro da gasolina comum já está sendo comercializado na casa dos R$ 4,98. Em um posto de combustível que fica na BR 101 – próximo ao Natal Shopping, o preço da gasolina aditivada chega a R$ 5,04. O aumento pegou muitos motoristas de surpresa.

De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes, o aumento no preço foi adotado após reajustes aplicados pela Petrobras no valor cobrado pelo combustível vendido aos postos.

O mais recente entrou em vigor na quarta (1º), quando o preço da gasolina sofreu aumento de 3,5% e o litro passou a ser entregue aos postos no valor de R$ 2,045. Foi o maior reajuste desde outubro do ano passado.

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Destaques, Economia

Preço da gasolina sobe pela 4ª semana consecutiva

O preço médio do litro da gasolina comercializada em postos de combustível de todo o Brasil fechou esta semana a R$ 4,319 – em Natal, esse valor chega a R$ 4,41. Essa foi a quarta alta semanal do produto, que acumula um aumento de preço de 3,5% em um mês, já que, na semana de 17 a 23 de fevereiro, o litro era vendido a R$ 4,172.

Os dados são do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O óleo diesel, comercializado em média a R$ 3,54 por litro, registrou nesta semana sua quinta alta consecutiva e acumulou, no período, aumento de preços de 2,8%.

O litro do etanol, que foi comercializado em média a R$ 2,969, também subiu pela quinta vez consecutiva, acumulando alta de 8,2% no período de cinco semanas. Já o preço do GNV (gás natural veicular) aumentou pela terceira semana, fechando em média a R$ 3,169 o metro cúbico, uma alta de 1% no período.

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