Mundo

Trump diz a Bolsonaro que visitará o Brasil

(ANSA) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu nesta sexta-feira (28) com Jair Bolsonaro em Osaka, no Japão, e prometeu visitar o Brasil em breve.

O encontro ocorreu durante a cúpula do G20, a primeira da qual Bolsonaro participa, e o mandatário americano disse que está “ansioso” para viajar ao Brasil, embora não tenha falado em datas. “Você tem ativos que alguns países nem conseguem imaginar”, declarou Trump.

Bolsonaro, por sua vez, afirmou no Twitter que o encontro serviu para discutir um “acordo de livre comércio para fortalecer ainda mais” os laços econômicos entre os dois países.

O presidente também se reuniu com o secretário-geral da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), José Ángel Gurría, para defender a adesão do Brasil à entidade.

Além disso, teve um breve encontro com o presidente da França, Emmanuel Macron, a quem indicou que continuará no Acordo de Paris sobre o clima – Macron condicionara a assinatura de um tratado comercial entre União Europeia e Mercosul à permanência do Brasil no pacto climático.

Bolsonaro também convidou o presidente francês para visitar a Amazônia. Ainda está prevista uma reunião com o mandatário da China, Xi Jinping.

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Mundo

Trump admite que teve encontro extraoficial com Putin

(ANSA) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confessou que teve uma conversa extraoficial “de 15 minutos” com o líder russo, Vladimir Putin, durante um jantar do G20 de Hamburgo, na Alemanha. Trump e Putin se reuniram pela primeira vez oficialmente durante a cúpula, no início do mês, e deram uma coletiva de imprensa conjunta. Porém, ontem (19) o jornal “The New York Times” revelou que os dois tiveram um segundo encontro em Hamburgo. Um dia após a revelação, o magnata republicano admitiu a conversa, definindo-a como “interessante”. Segundo ele, a conversa foi apenas “uma troca de elogios”.

“Já estávamos indo para a sobremesa do jantar e eu fui falar com Melania, quando aproveitei e cumprimentei Putin”, disse Trump. “Tratou-se de uma troca de elogios, nada mais que isso. Não foi uma conversa longa. Conversamos sobre algumas coisas, como adoções, foi interessante”, explicou o republicano.

A Rússia veta a adoção de crianças norte-americanas por cidadãos russos. A medida foi imposta em 2012, após os EUA colocarem em vigor sanções contra Moscou por acusações de violações de direitos humanos. Em 2016, o filho do presidente norte-americano, Donald Trump Jr., teve uma reunião com especialistas russos para discutir o tema. Já o Kremlin criticou a pressão da mídia internacional sobre o segundo encontro entre Putin e Trump. De acordo com o governo russo, “não era um segredo” e, portanto, não havia necessidade de dar destaque a isso. O porta-voz de Putin, Dmitry Peskov, também admitiu que uma outra reunião com Trump pode ocorrer, mas que não há data ainda.

A relação entre Putin e Trump gera polêmicas dentro e fora dos EUA. Isso porque a Rússia é acusada de tirar vantagens e interferir nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016, prejudicando a campanha da candidata Hillary Clinton. Por outro lado, Trump e Putin têm interesses opostos em assuntos estratégicas, como Oriente Médio e a guerra na Síria.

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“Só os esforços conjuntos podem combater a ameaça terrorista”, diz Putin em reunião do BRICS

É possível combater a ameaça terrorista somente se todos os esforços estiverem unidos, disse o presidente russo, Vladimir Putin em um congresso informal do bloco BRICS no âmbito da reunião do G20, na Turquia. “Nós entendemos muito bem que o combate à ameaça terrorista, e a ajuda para milhões de pessoas que perderam suas casas, só pode ser feito com a união dos esforços da comunidade mundial”, afirmou Putin.

O líder russo classificou como um “horror” os ataques terroristas na França. “Nossos sentimentos aos afetados [pelos ataques], estamos sempre em favor de juntar esforços para lidar com a ameaça terrorista de forma eficaz”, disse o chefe de Estado russo.

Outros líderes dos BRICS também mostraram a sua compaixão pelas vítimas de ataques terroristas em Paris. O chanceler russo, Sergey Lavrov, disse que os líderes do bloco acreditam que os recentes ataques terroristas mostraram a necessidade de criar uma frente anti-terrorista universal.

Metas

O presidente russo disse que os objetivos do bloco é a “criação de uma economia mundial verdadeiramente aberta, e o aumento e diversificação do comércio, dos transportes e do intercâmbio tecnológico”. O líder russo também destacou a importância de “reforma do sistema financeiro e monetário mundial e o papel crescente que os países em particular, desempenham no desenvolvimento do FMI”.

Ação internacional urgente contra o terrorismo

A presidenta Dilma Rousseff reiterou seu repúdio aos ataques terroristas ocorridos em Paris na sexta-feira (13), na abertura da reunião de líderes do Brics, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. “Expresso o meu mais veemente repúdio, que é também o de todo povo brasileiro, aos atos de barbárie praticados pela organização terrorista Estado Islâmico que levaram morte e sofrimento a centenas de pessoas de várias nacionalidades em Paris na sexta-feira passada. Essas atrocidades tornam ainda mais urgente uma ação conjunta de toda comunidade internacional no combate sem tréguas ao terrorismo”, disse a presidenta em Antália, na Turquia.

O Estado Islâmico reivindicou, em comunicado, os atentados de sexta-feira em Paris, que causaram pelo menos 129 mortes e deixaram 352 feridos, 99 em estado grave.

Oito terroristas, sete deles suicidas, que usaram cintos com explosivos para finalizar os atentados, morreram, segundo fontes policiais francesas. Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde ocorria uma partida de futebol entre as seleções da França e da Alemanha.

A França decretou estado de emergência e restabeleceu o controle de fronteiras após os episódios que foram classificados por Hollande, como “ataques terroristas sem precedentes no país”.

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G20 prevê aumento de 2,1% no PIB até 2018

Segundo um documento divulgado pelo G20, o crescimento incluiria US$ 2 trilhões à economia global e geraria empregos.

O G20 é o grupo onde se concentra as maiores economias do mundo. O documento informou sobre a possibilidade de conseguir até 2018 um crescimento de 2,1% a mais dos produtos internos brutos (PIB), composto por 19 maiores economias sendo incluso a Comunidade Europeia. A informação foi publicada após dois dias de reuniões, na cidade de Brisbane, Austrália.

De acordo com o G20, o aumento do índice no crescimento adicionaria a economia global US$ 2 trilhões, e com isso aumentaria as oportunidades de empregos. Os países destacaram que o progresso maior pode ser atingido com a tomada providencias para aumentar o investimento, o comércio e a competição, e ao mesmo tempo impulsionar o emprego.

Os membros do G20 pretendem ainda investir nas políticas macroeconômicas para apoiar o desenvolvimento e crescimento inclusivo, havendo a redução da desigualdade e pobreza. O grupo reforçou a necessidade de investir em infraestrutura, e colocou em destaque o trabalho dos bancos multilaterais e bancos públicos de desenvolvimento.

Os países assumiram a responsabilidade de diminuir a desigualdade no mercado de trabalho entre homens e mulheres nas taxas de participação, trazendo mais de 100 milhões de mulheres à força de trabalho até 2025. O G20 também se compromete vigorosamente a assumir a responsabilidade de reduzir a quantidade de jovens desempregados, considerado “inaceitavelmente alto”.

O documento informa ainda, manter o equilíbrio do sistema financeiro e ações para um sistema internacional de taxas “justas”. Destaca-se que os países tem o dever de buscar o aumento eficiente de energia para suprir às necessidades de crescimento sustentável e desenvolvimento. Por fim, favorecer a tomada de medidas de combate as mudanças climáticas que estejam em conformidade com a última conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o assunto.

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