Mundo

Macron anuncia US$ 500 milhões para florestas tropicais

(ANSA) – O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta terça-feira (24) que doadores internacionais concordaram em destinar mais US$ 500 milhões para proteger florestas tropicais que sofrem com incêndios, como a Amazônia.
Segundo Macron, a França contribuirá com US$ 100 milhões, 20% do total. As declarações foram dadas à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), e o presidente também pediu a formação de uma “ampla aliança” para proteger as florestas.
“Todos pensam, ‘como você vai fazer sem o Brasil’? Mas o Brasil é bem-vindo, e acho que todos querem trabalhar”, disse Macron, um dos alvos do presidente Jair Bolsonaro em seu primeiro discurso na ONU, realizado nesta terça.
Sem citar diretamente o líder francês, Bolsonaro afirmou que alguns países questionaram a “soberania” brasileira na Amazônia.
“Um deles, por ocasião do encontro do G7, ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil sem ao menos nos ouvir”, declarou.

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Mundo

Bolsonaro diz que Macron deve ‘retirar insultos’ contra ele

(ANSA) – O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (27) que, se o francês Emmanuel Macron “retirar os insultos” contra ele, o Brasil pode considerar aceitar a ajuda de US$ 20 milhões oferecida pelos países do G7 para combater os incêndios na Amazônia.

Questionado por jornalistas na manhã desta terça-feira sobre os motivos que levaram o Brasil a rejeitar o auxílio financeiro, Bolsonaro disse que não tinha recusado. “Eu falei isso? Eu falei? Jair Bolsonaro falou?”, rebateu o presidente.

A informação de que o Brasil recusaria a verba foi dada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e pela assessoria do Palácio do Planalto. “Primeiramente, o senhor Macron deve retirar os insultos que fez à minha pessoa. Primeiro, ele me chamou de mentiroso. Depois, pelas informações que eu tive, de que a nossa soberania está em aberto na Amazônia”, afirmou Bolsonaro.

“Para conversar ou aceitar qualquer coisa da França, que seja das melhores intenções possíveis, ele vai ter que retirar essas palavras e daí a gente pode conversar”, ressaltou. “Primeiro ele retira [os insultos], depois ele oferece [ajuda], daí eu respondo”.

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Futebol

França x Brasil ao vivo pela Copa do Mundo Feminina: onde assistir e mais

França e Brasil se enfrentam neste domingo, às 16h (horário de Brasília) pela Copa do Mundo Feminina. O jogo vale vaga nas quartas de final do Mundial e será disputado em Le Havre.

O Brasil teve uma primeira fase irregular, com vitória tranquila sobre a Jamaica por 3 a 0, derrota amarga para a Austrália por 3 a 2, depois de ter aberto dois gols de vantagem, e a classificação suada ao bater a Itália por 1 a 0. As brasileiras ficaram atrás das italianas por causa do saldo de gols e das australianas por conta dos gols pró.

A França, por sua vez, chega invicta ao mata-mata. As donas da casa sofreram apenas um gol na primeira fase – contra, marcado pela zagueira Renard. Nos últimos 17 jogos, as adversárias da Seleção só perderam uma vez.

Escalações

Provável escalação do Brasil: Barbara, Leticia, Kathellen, Mônica, Tamires; Formiga, Thaisa, Marta; Ludmila, Debinha e Cristiane.

Onde assistir?

A partida será transmitida ao vivo pelos canais abertos Globo e Bandeirantes. Também será possível assistir através da TV por assinatura, pelo canal SporTV 2.

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Mundo

Ex-presidente da Uefa, Michel Platini é detido na França

(ANSA) – O ex-presidente da Uefa (2007-2015) Michel Platini foi detido nesta terça-feira (18), na França, sob suspeita de corrupção na escolha do Catar como sede da Copa do Mundo de 2022.

Platini, que já foi campeão pela Juventus, na Itália, e marcou a história como jogador nos anos 1980, está sob custódia da polícia de Nanterre, perto de Paris. As autoridades confirmaram que sua prisão ocorreu para que ele prestasse depoimento.

Platini está sendo investigado por “supostos atos de corrupção ativa e passiva de funcionários não públicos” para a escolha do Catar.

O caso também envolve nomes de peso da política da França, como Sophie Dion, ex-conselheira do ex-presidente Nicolas Sarkozy (2007-2012). Claude Gueant, antigo secretário geral do governo da França, foi convocado para depor em condição de “suspeito livre”.

O Catar foi eleito sede da Copa em 2010, em uma votação em que derrotou a candidatura dos Estados Unidos.

A primeira investigação sobre corrupção e conspiração criminal na escolha do Catar foi aberta pela Promotoria Financeira Nacional (PNF) da França em 2016. Em dezembro de 2017, Platini foi ouvido como testemunha e admitiu que votou no Catar em dezembro de 2010.

De acordo com o jornal “Le Monde”, o foco das investigações é um almoço organizado no Palácio do Eliseu, em 23 de novembro de 2010. No evento, estavam presentes Nicolas Sarkozy, Michel Platini, o Emir do Catar, Tamim Ben Hamad Al Thani, e o então primeiro-ministro do emirado, Sheikh Hamad, Bem Jassem.

Platini já cumpre um suspensão como dirigente esporte por ferir o código de ética da Uefa ao aceitar um pagamento indevido de 1,8 milhão de euros autorizado pelo ex-presidente da Fifa Joseph Blatter.

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Mundo

Paris tem cenas de guerrilha urbana com manifestações

(ANSA) – As autoridades da França prenderam cerca de 380 pessoas durante a onda de protestos por Paris e outras cidades do país nesta quarta-feira (1).

O Ministério do Interior calcula que 164 mil manifestantes saíram às ruas de toda a França, sendo entre 28 mil e 40 mil somente em Paris. As centrais sindicais estimaram 310 mil pessoas protestando pelo país. Mais de 17,7 mil pessoas foram interceptadas por algum comportamento suspeito em Paris. De acordo com o jornal “Le Monde”, o balanço de feridos é de 24 manifestantes, mas nenhum em estado grave, e 14 policiais.

Uma jornalista russa da agência pública Ria Novosti, Viktoria Ivanova, disse ter sido ferida pela polícia no rosto e no braço enquanto fazia a cobertura dos acontecimentos, apesar de estar vestindo um colete de identificação de imprensa.

A capital francesa foi tomada por manifestações por ocasião do Dia do Trabalho, as quais reuniram sindicatos, movimentos políticos e simpatizantes dos “coletes amarelos”, além de black blocs, os quais entraram em confronto com a polícia.

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