Universo

Hubble detecta “esferas de fogo” gigantes expelidas de local desconhecido

O Telescópio Espacial Hubble da NASA detectou esferas gigantes de plasma fundido viajando a velocidades impressionantes no espaço a 1.200 anos-luz de nosso planeta. Esta descoberta foi a base para uma publicação na revista científica “The Astrophysical Journal“.

Segundo a publicação, por 11 anos, os cientistas usaram o telescópio para observar o comportamento da estrela de carbono V Hydrae, que está ameaçada de extinção, e descobriu uma cadeia de esferas gigantes duas vezes maior que Marte, que atingem temperaturas quase duas vezes maior do que a superfície do nosso Sol. Essas esferas monstruosas viajam a uma velocidade de 850.000 quilômetros por hora. Nessa velocidade, eles poderiam ir a uma distância semelhante à que existe entre a Terra e a Lua em apenas 30 minutos.

Foto: Divulgação / Nasa

Foto: Divulgação / Nasa

Uma das teorias tratadas é que essas “esferas” foram expulsas por um grupo desconhecido de estrelas que orbitam em torno de uma gigante vermelha, como parte de uma “chuva estelar” que ocorre a cada oito anos e meio ao longo dos últimos quatro séculos.

Segundo esta teoria, o grupo de estrelas absorvia energia da V Hydrae para formar esferas que posteriormente foram lançados no espaço. Esse fenômeno permitiria aos cientistas explicar a enorme quantidade de esferas brilhantes em torno de estrelas em extinção que têm sido observadas pelo telescópio Hubble desde o início de sua operação em 1990.

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Nasa libera fotos que mostra “pirâmides misteriosas” no espaço

Na semana passa a agência espacial americana (Nasa) divulgou fotos do que parece ser um caranguejo na superfície de Marte e esta semana eles descobriram uma “pirâmide” misteriosa no planeta anão Ceres.

Compilado a partir de fotografias detalhadas tomadas por Dawn Probe, o vídeo cria imagens 3D do planeta Ceres, que fica no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter

Acredita-se que a pirâmide tenha cerca de 6 quilômetros de altura (Foto: Divulgação / Nasa)

Acredita-se que a pirâmide tenha cerca de 6 quilômetros de altura (Foto: Divulgação / Nasa)

As imagens mostram uma montanha de pirâmide, acredita-se que tenha cerca de seis quilômetros de altura, dentro de uma cratera enorme. Parece ser escuro de um lado com listras brilhantes do outro lado.

Os cientistas disseram que precisam realizar mais análises para descobrir como a pirâmide foi formada. Estudos anteriores já haviam revelado uma série de fenômenos ativos em sua superfície, incluindo deslizamentos de terra, os fluxos de rochas e restos de estruturas naturais desintegradas.

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Sonda New Horizons, da Nasa, capta novas imagens de Plutão

(ANSA) – As últimas imagens de Plutão feitas pela sonda da Nasa New Horizons mostram que o astro possui uma névoa de até 130 km de altura e uma superfície com geleiras em constante movimento. A neblina, muito mais elevada do que acreditavam os cientistas, seria produzida pelos raios solares ultravioletas que atravessam as moléculas de gás metano presentes na atmosfera do planeta anão. Já os glaciares, que ficam na planície “Sputnik”, sugerem uma recente atividade geológica.

Na imagem, atmosfera de Plutão iluminado pelo Sol atrás (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)

Na imagem, atmosfera de Plutão iluminado pelo Sol atrás (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)

As fotos mostram o “lado escuro” de Plutão contra o Sol e deixaram os especialistas da Nasa de boca aberta. Segundo seus cálculos, a temperatura estimada para o planeta só deveria permitir a formação de névoas com até 30 km de altura. Tiradas pela New Horizons sete horas após seu voo rasante, as imagens revelam uma silhueta luminosa, como se fosse uma aura, composta por duas camadas de neblina, uma de 80 km, mais próxima à superfície, e outra de 50 km.

Imagem com cores artificias para destacar a textura na superfície de Plutão (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)

Imagem com cores artificias para destacar a textura na superfície de Plutão (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)

“Agora devemos ter novas ideias para explicar o que realmente está acontecendo lá”, declarou Michael Summers, pesquisador da Universidade George Mason, na Virgínia (EUA). Outra surpresa chegou das fotografias aproximadas que mostram detalhes sobre a planície congelada de Sputnik.

Imagem divulgada pela NASA mostra gelo na superfície de Plutão (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)

Imagem divulgada pela NASA mostra gelo na superfície de Plutão (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)

Neste local, situado ao longo da margem ocidental do “coração” de Plutão, são bem visíveis geleiras em movimento e ricas em nitrogênio, monóxido de carbono e metano. “Superfícies assim só vimos em planetas ativos, como a Terra e Marte. Estou sorrindo de verdade”, declarou John Spencer, do Southwest Research Institute.

Enviada pela agência espacial norte-americana, a New Horizons é a primeira sonda na história a chegar tão perto do planeta anão. A aproximação final ocorreu no último dia 14 de julho, em um evento considerado histórico para a exploração do nosso sistema solar.

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