Destaques, Educação

Fies 2019: informações devem ser complementadas até amanhã (12)

Estudantes selecionados na segunda edição do Fundo de Financiamento Estudantil 2019 têm até amanhã (12) para complementar a inscrição na página do programa disponível na internet. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), será necessário fornecer dados sobre contratação, nome de fiador (se for o caso), além do percentual de financiamento.

Quem não cumprir o prazo, pode concorrer às vagas ofertadas na lista de espera do Fies 2019. As convocações acontecem entre 15 de julho e 23 de agosto de 2019. Quem ainda não conferiu o resultado do Fies pode acessá-lo e saber se foi selecionado.

O MEC divulgou a lista de aprovados na terça-feira (9), para as mais de 46 mil vagas disponibilizadas em 1,7 mil instituições de ensino privadas brasileiras, para o segundo semestre. Entre os requisitos exigidos estão a participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média aritmética de 450 pontos nas provas objetivas e nota acima de zero na redação.

P-FIES

O resultado do Programa de Financiamento Estudantil também foi disponibilizado na última terça-feira (9) mas, diferentemente da modalidade anterior, o P-FIES é realizado em chamada única e não oferece lista de espera.

O estudante contrata nesta modalidade os juros e condições ofertados por bancos e instituições de ensino. Aprovados devem comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição com a qual fechará o contrato para validar suas informações.

Bolsa de Estudo

Alternativa ao financiamento, as bolsas de estudo podem ser contratadas com o diferencial de ofertar descontos na mensalidade dos cursos de graduação. Programas educacionais, a exemplo do Educa Mais Brasil, que atua há mais de 15 anos no mercado, oferecem até 70% de desconto na mensalidade.

A contratação é feita diretamente no site do programa www.educamaisbrasil.com.br. O estudante clica no link (logo atrás), insere os filtros de busca – como nível educacional, cidade e estado onde deseja estudar – e todas as oportunidades disponíveis serão exibidas, incluindo o percentual de desconto, a instituição de ensino, o campus, bairro e informações complementares. Não é preciso comprovar renda e não há incidência de juros, como no caso do financiamento.

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Destaques, Educação

Fies 2019.2: lista da pré-seleção será divulgada amanhã

O processo seletivo do segundo semestre de 2019 deve ser divulgado nesta terça-feira, dia 9 de julho, para consulta do resultado da pré-seleção na modalidade Fies ou pré-aprovação na modalidade P-Fies. O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) será constituído de chamada única e lista de espera, já o Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) não contará com lista de espera.

A consulta pode ser feita no site do Fies e nas instituições de ensino participantes. Os candidatos pré-selecionados na modalidade Fies deverão acessar o FiesSeleção no período de 10 de julho até as 23h59 do dia 12 de julho (horário de Brasília) para complementar a inscrição. Após a complementação será preciso comparecer à CPSA para validar as informações em até cinco dias úteis, contados a partir do dia imediatamente subsequente ao da complementação.

O estudante deve comparecer a um agente financeiro em até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil imediatamente subsequente à data da validação da inscrição pela CPSA, com a documentação exigida e especificada para contratar o financiamento.

Aprovado na modalidade P-Fies

Já os pré-selecionados na modalidade P-Fies devem comparecer à CPSA para validar as informações a partir do dia imediatamente subsequente ao da sua pré-aprovação. Depois será preciso comparecer ao agente operador de crédito escolhido entre os que pré-aprovarem seu financiamento, após a disponibilização do DRI ou documento equivalente, por qualquer meio, inclusive eletronicamente.

E a lista de espera Fies 2019.2?

Os candidatos que não forem pré-selecionado na chamada regular do Fies 2019.2 irão integrar a lista de espera a ser utilizada para fins de preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas, observada a ordem de classificação. A pré-seleção dos candidatos da lista ocorrerá no período de 15 de julho até as 23h59 do dia 23 de agosto (horário de Brasília).

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Educação

Financiamento e bolsa de estudo: 36,2% dos concluintes firmaram contratos para a graduação

Entre 467.627 concluintes do ensino superior que responderam ao questionário socioeconômico do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), 36,2% afirmaram ter contratado bolsa de estudo e/ou financiamento ao longo da graduação. O percentual equivale a aproximadamente 169.281 pessoas. Entre os que não adotaram nenhuma das duas formas de pagamento, 155.720 fizeram cursos gratuitos e 142.626 estudaram em cursos pagos e arcaram com as mensalidades.

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foi a única opção de pagamento adotada por quase metade dos 169.281 estudantes – mais precisamente, por 14,3% – o que representa a modalidade mais contratada. Em segundo lugar, aparecem as bolsas de estudo ofertadas pelas próprias instituições de ensino, com aproximadamente 11.850 pessoas (7%). Bolsas integrais do Programa Universidade para Todos (Prouni), que representam 6,2% das adesões, fecham as três principais modalidades.

Prouni parcial

O Prouni também oferta bolsas parciais de 50% na mensalidade para estudantes que têm renda familiar entre 1,5 e três salários mínimos por pessoa. Entre os respondentes do Questionário do Estudante do Enade, 5.611 pessoas (1,2%) contrataram apenas o Prouni parcial. Por outro lado, 3.273 estudantes (0,7%) optaram por complementar o pagamento da mensalidade com o Fies, mesmo já utilizando a bolsa parcial do Prouni.

Bolsa de estudo

Ao desconsiderar os programas de governo, as bolsas de estudo oferecidas por empresas, Organizações não-Governamentais e demais entidades viabilizaram 2,1% das graduações – cerca de 9.820 estudantes. “Procurei oportunidades mais viáveis financeiramente para começar a faculdade. Escolhi contratar bolsa de estudo e consegui mais de 50% de desconto”, destaca a Ayana Silva Lima.

Por estudar em curso da modalidade Educação a Distância, a aluna de Ciências Contábeis também considera o tempo um fator importante diante da rotina que leva. “Não precisar me deslocar todos os dias, me dá a possibilidade de estudar e conciliar as demais atividades com o trabalho”, avalia.

Entre as entidades que ofertam bolsa de estudo, o Educa Mais Brasil disponibiliza cursos de graduação com até 70% de desconto. Só no último semestre, foram ofertadas cerca de 240 mil oportunidades para o ensino superior, em todas as regiões do país. Com a bolsa, o abatimento incide diretamente na mensalidade do curso e, caso o contratante tenha realizado todos os devidos pagamentos, não acumula dívidas ao término da graduação. Diferentemente dos programas como o Prouni e o Fies, não é necessário comprovar renda para contratar o benefício.

Outras modalidades de incentivo

O relatório também apresentou dados sobre outras modalidades de incentivo ao ensino superior: bolsas oferecidas por governo estadual, distrital ou municipal, que representaram 2,9% das contratações; financiamento oferecido pela própria instituição (1,3%); financiamento bancário (0,5%).

Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na última semana, quando houve a apresentação dos resultados do Enade 2017. No ano passado, estiveram presentes no exame 450.995 graduandos de 10.570 cursos superiores: 10.054 presenciais e 516 EAD (educação a distância).

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Economia

Bancos poderão financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão com juros baixos

A partir de sexta-feira (30), as instituições financeiras poderão financiar imóveis novos de até R$ 1,5 milhão com juros de até 12% ao ano. O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou os bancos a destinar 6,5% dos recursos da poupança para esse tipo de empréstimo.

O conselho mudou as normas de exigibilidade dos depósitos de poupança. Atualmente, os bancos são obrigados a destinar 65% dos depósitos na caderneta para o crédito imobiliário. Desse total, 13 pontos percentuais (20%) são destinados para operações de mercado e 52 pontos percentuais (80%) para operações do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que financia imóveis de menor valor.

O SFH financia imóveis de até R$ 750 mil em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Distrito Federal e R$ 650 mil nos demais estados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Com a mudança, a parcela da poupança destinada ao SFH cairá de 52% para 45,5% (de 80% para 70%), com a criação da faixa de 6,5% a ser aplicada na faixa de crédito para moradias de até R$ 1,5 milhão.

Os juros dos financiamentos do SFH estão limitados a 12% ao ano. Segundo a chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), Sílvia Marques, o FGTS não será usado nos financiamentos para imóveis de até R$ 1,5 milhão com recursos da poupança, mas essa nova modalidade de crédito terá o mesmo teto para as taxas.

A medida é temporária e vale apenas por um ano. De acordo com a técnica do BC, caso a medida seja bem-sucedida, será aplicada de forma permanente. Ela ressaltou que a regulamentação dá liberdade aos bancos para financiarem temporariamente imóveis de até R$ 1,5 milhão com juros mais baixos, mas disse que a medida não necessariamente chegará ao consumidor porque os bancos, na média, já aplicam mais recursos no crédito imobiliário do que o requerido.

De acordo com Sílvia Marques, existem atualmente R$ 495 bilhões aplicados na poupança no país. Desse total, os bancos teriam de destinar R$ 322 bilhões para o crédito imobiliário. No entanto, segundo a técnica do BC, o estoque de empréstimos para o setor chega a R$ 354 bilhões.

“Estamos apenas dando mais uma opção de limite para os bancos cumprirem a exigibilidade mínima da poupança. Estamos criando uma possibilidade para a alocação do banco para fins de direcionamento. Não tem desenquadramento”, disse Sílvia Marques.

Cadastro positivo

Na reunião de hoje, o CMN também aprovou uma resolução que dá liberdade ao Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) de administrar sistemas de cadastro positivo – relação de bons pagadores com direito a juros mais baixos. Até agora, empresas com patrimônio de pelo menos R$ 70 milhões podiam administrar esses bancos de dados.

Com a decisão de hoje, o saldo mínimo de R$ 70 milhões poderá ser alcançado pela soma do patrimônio de empresas associadas. A medida permite que os serviços estaduais de proteção ao crédito que compõem o SPC somem o patrimônio de todos os associados para serem enquadrados no limite mínimo.

Da Agência Brasil

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