Dicas

6 presentes para sua mãe moderna

As mães nunca estiveram tão conectadas a tudo em todos os momentos como estão hoje. E se sua mãe é moderna e independente – sempre ligada aos lançamentos da moda e da tecnologia e sabendo tudo o que acontece na política e na economia –, ela tem um perfil bem descolado. Por um lado, isso é ótimo, pois ajuda a direcionar o tipo de presente que você pode comprar; por outro, é ruim, porque significa mais opções, dificultando na hora da decisão.

Mas em uma data tão importante e especial como o Dia das Mães não dá para fazer feio diante da mulher mais importante da sua vida. Então, se você ainda não comprou nem decidiu sobre o presente da sua mãe, fique ligado aqui nas dicas que separamos para ampliar o seu leque de opções.

  1. Celular mais moderno

Os artigos eletrônicos estão super na moda e os smartphones são indispensáveis para as mulheres antenadas, afinal, no mundo contemporâneo, eles se tornaram uma necessidade.

Com o celular nas mãos, ela passa a ter acesso a vários serviços e aplicativos dos mais variados (de planejamento de rotina a cálculo de calorias gastas durante a atividade física) e ainda fica conectada aos principais fatos do mundo.

E já nem é mais tão difícil comprar um celular como presente, pois os preços estão bem variados e cabem em qualquer orçamento.

  1. Assinatura de streaming

No celular, a versão gratuita do Spotify só permite ouvir playlists de modo aleatório, e no tablet, é possível escolher as faixas. Mas nada como ter um upgrade e poder selecionar as músicas de acordo com o seu gosto, pulando quando tem vontade e podendo escutar em qualquer dispositivo (celular, tablet ou computador). Tem dúvida que sua mãe vai adorar? Principalmente, se ela é do tipo que faz tudo com um fone no ouvido!

Uma assinatura do Netflix também é outra boa dica. O canal online de filmes e séries tem um acervo com opções para agradar todos os gostos.

  1. Um curso

Mais do que produtos, você pode dar novos conhecimentos para sua mãe. Pode ser uma opção mais técnica, como um curso que a ajude na carreira ou um plano personalizado de idioma. Ou opções de curso para ela se distrair e aproveitar o tempo livre, como curso de brigadeiro gourmet ou um básico de fotografia.

  1. Uma viagem para ela se aventurar sozinha

Presentes não são apenas bens materiais. Imagine que incrível poder proporcionar novas experiências à sua mãe e retribuir todo o carinho em grande estilo? Além de enriquecedora, uma belíssima viagem vai proporcionar momentos divertidos e de descanso que ela tanto merece.

  1. Alto-falante ou caixa de som

Se ela não larga o celular por nada, não vai querer deixá-lo de lado para ouvir música. Caixinhas de som ou alto-falantes que funcionam por bluetooth são ótimas opções de presente para ela poder ouvir música diretamente do celular, em um sistema de áudio sem fio e com ótima qualidade de som.

  1. Uma câmera digital

Sua mãe vive usando o celular para fotografar tudo que acontece? Uma câmera digital pode ser o presente perfeito para ela descobrir um novo hobby: a fotografia.

Só não se esqueça de comprar também um cartão de memória para ela poder fazer muitos cliques e registros por aí!

Se não encontrou o presente perfeito para ela nessa lista, pelo menos use nossa seleção como inspiração na hora de escolher o que mais combina com ela. Converse com a sua mãe e busque saber quais são seus desejos atuais.

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Destaques, Família

Cuidar dos filhos cansa tanto como trabalhar, aponta estudo

(ANSA) – Fazer com que os filhos comam um pouco mais de verdura, apressá-los para chegar na escola na hora ou levá-los a todos seus compromissos, como aniversários, aulas de música, inglês, natação ou consultas no médico são alguns dos principais ingredientes que conduzem a um desgaste físico e emocional total de um a cada 10 pais que somam todas essas atividades com o seu trabalho e afazeres pessoais. É o que afirma um estudo publicado na última edição da revista científica “Frontiers in Psycology” e conduzido pela Universidade Católica de Lovanio, na Bélgica, no qual participaram cerca de 2 mil pais.

Segundo a pesquisa, 13% dos entrevistados sofriam todos os sintomas típicos do esgotamento, ou “bournout” do trabalho, com abatimento, incompetência e cansaço, sendo que a porcentagem varia de 12,9% para as mães e 11,6% para os pais. Conduzido pela psicóloga Isabelle Roskam, o estudo não só evidencia a frequência com a qual os pais se sentem exaustos devido aos papeis com os filhos, mas também que esse desgaste é, em muitos aspectos, idêntico ao estresse do trabalho.

O problema, explicam os autores da pesquisa, é que a partir da década de 1990, na Europa se começou a observar uma “mutação” do papel do progenitor, que fazia com que os pais fossem cada vez mais uma figura da qual se espera uma maior colaboração, dedicação e atenção aos filhos. “O ‘burnout’ indica a presença de um enorme desgaste psicológico que agora já não se limita a certas profissões específicas”, afirmou Fernando Pellegrino, psiquiatra do ASL de Salerno, na Itália.

Segundo o italiano, essa síndrome pode sim afetar os pais que, hoje em dia, têm que atuar em cenários de forte pressão em vários níveis e espaços. “Os pais não suportam o processo de aceleração histórica, saltos de gerações repentinos que mudam a forma de fazer as coisas das pessoas em um curto tempo e criam a falta de comunicação entre pais e filhos (que, por exemplo, agora têm um modo de se comunicar cada vez mais virtual)”, explicou Pellegrino.

Além disso, o psiquiatra também comentou que, com cada vez mais dificuldades em seus próprios espaços de trabalho, fica mais difícil para os pais cuidarem de seus filhos, principalmente se for considerado que atualmente muitas pessoas já não contam com o apoio de avós e outros familiares como se costumava a ter antigamente nas grandes famílias. Pellegrino também afirmou que os jovens têm mais possibilidades de escolha atualmente e recebem estímulos “infinitos”, por isso acabam ficando mais “desarmados” contra o mundo que seus pais, precisando assim de mais atenção de seus progenitores. Crianças e adolescentes acabam se transformando em pequenos administradores devido aos seus vários compromissos.

Assim, para o especialista italiano o que se pode fazer para melhorar essa situação e tentar impedir que os pais se esgotem “é avaliar o estado de tensão, reconsiderar a organização familiar e prezar mais pelas exigências emocionais dos filhos no lugar de correr atrás de mil compromissos”.

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Família

Quais são os riscos do calçado errado para as crianças?

Após aprender a dar os primeiros passos, as crianças já começam a escolher os sapatos para usar, especialmente se estiverem na moda. Em contrapartida, acabam ignorando a questão de que o calçado inadequado, além de causar dor, pode afetar o desenvolvimento de seu andar.

Uma criança que utiliza um calçado errado pode ter problemas de coluna ou bolhas nos pés. Em alguns casos, pode vir a desenvolver o neuroma de Morton, uma lesão que ocorre em um nervo do pé, mais especificamente no nervo que passa entre o terceiro e o quarto dedo. Isso ocorre quando são usados sapatos com salto alto, aqueles que são muito apertados ou mal-encaixados, pois tendem a colocar uma pressão extra nos dedos dos pés.

Alguns pais acabam optando por adquirir um número de calçado maior, mas a numeração não deve ser pequena nem grande demais: o correto é que ele se ajuste perfeitamente para permitir a transpiração natural dos pés.

Tênis infantil para o dia a dia

As crianças são cheias de energia e tendem a correr e brincar o tempo todo. Sendo assim, o calçado infantil precisa garantir a estabilidade dos pés, além do conforto. Os tênis infantis são os tipos de calçados mais adequados para o dia a dia, visto que são desenvolvidos com amortecedores, para, assim, neutralizar o impacto dos pés no chão.

Até os 7 anos de idade, definimos a maneira de andar; portanto, os calçados não podem prejudicar esse processo. Dentre os diferentes tipos de calçados infantis, o correto seria utilizar aqueles em formato anatômico, visto que se adaptam facilmente aos pés e ainda permitem o seu desenvolvimento.

Como escolher o calçado ideal

Antes dos 7 anos de idade, é preciso evitar sapatos feitos no modelo de tamancos, pois eles não prendem totalmente os pés, ou seja, podem dificultar a pisada da criança e ainda provocar escorregões. Os calçados com salto acima de 3 centímetros devem ser evitados também, assim como os de salto alto do tipo plataforma ou fino.

Veja abaixo algumas dicas de como escolher o calçado ideal para a criançada:

  • Observe se ele dá firmeza aos pés, assim como os tênis e as sandálias.
  • Evite aqueles que são fabricados com excesso de material plástico.
  • Não permita que o encanto do personagem estampado seja maior do que o conforto.
  • Não compre pares com numeração maior para aproveitar por mais tempo, pois a sobra de espaço pode levar ao desequilíbrio e a quedas.
  • Se tiver salto, certifique-se de que seja de no máximo 2 centímetros e que ocupe toda a largura do calcanhar, acomodando de maneira confortável o pé.

Antes de adquiri-lo, perceba se o sapato atende a todas as recomendações dos especialistas. Mesmo podendo utilizar um salto até os 2 centímetros, os ortopedistas ainda deixam um alerta: o uso deve ser feito de forma moderada, para evitar possíveis problemas futuros.

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Natal

Governo do RN inaugura Central da Agricultura Familiar em Natal

Nesta segunda-feira (27) o Governo do Estado cessa com uma espera de sete anos dos agricultores familiares potiguares. O governador Robinson Faria juntamente com o secretário Guilherme Saldanha inauguraram a Central de Comercialização da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Cecafes), reformada e equipada – e que fica no cruzamento das avenidas Capitão Mor Gouveia e Jaguarari em Natal.

Serão utilizados 36 boxes e 50 barracas, beneficiando em torno de 1.200 agricultores familiares, com a comercialização de uma média de R$ 313 mil por mês e a venda de 170 toneladas de itens. Ocupando uma área de cinco mil metros quadrados ao lado da Ceasa/RN, a Central possui área construída de 2,7 mil metros quadrados e 78 vagas de estacionamento. Serão 32 boxes destinados à venda de hortifrutis, produtos orgânicos, castanhas, doces caseiros, queijos, mel, polpa de frutas, entre outros produtos da agricultura familiar.

Dois boxes de padaria ou semelhante, que irão comercializar itens como tapioca, cuscuz, pães, doces, alimentos funcionais e típicos da região. Além de outros dois boxes voltados à pesca, onde serão vendidos peixes, ostras e frutos do mar, com espaço para degustação. O espaço ainda contará com uma lanchonete/restaurante, que servirá desde lanches até refeições completas, como café da manhã e almoço, rodeada por uma praça de alimentação. As 50 barracas completarão o centro comercial com hortifruti trazidos direto da plantação proveniente dos agricultores familiares.

“A Central não é só um grande avanço  para os agricultores familiares, mas também para a população de Natal, que terá acesso a produtos de alta qualidade a um preço acessível, sem a figura do atravessador”, destacou o secretário Guilherme Saldanha. O valor  total gasto  na compra de equipamentos e móveis para equipar a Central foi de R$ 1.570.000,00, sendo R$ 1.413.000,00 provenientes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o restante referente à contrapartida do Governo do Estado. O investimento com  reforma e recuperação da estrutura da Central foi orçada em pouco mais de R$ 616 mil.

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Família

Pais biológicos e afetivos têm as mesmas obrigações com filhos, diz STF

Em decisão nesta quarta-feira (21), o Supremo Tribunal Federal passou a reconhecer que pais biológicos devem cumprir suas obrigações judiciais mesmo se os filhos forem criados pelos pais afetivos. Com a decisão, a Corte reconheceu a dupla paternidade de filhos e entendeu que pais biológicos a afetivos têm as mesmas obrigações.

A decisão foi aprovada por oito votos a dois. O relator, ministro Luiz Fux, entendeu que é possível o reconhecimento de outro tipo de paternidade que não deriva do modelo tradicional de casamento. Segundo Fux, o reconhecimento da paternidade biológica e afetiva, simultaneamente, somente poderia ser rejeitada no caso de abandono do pai biológico.

“A paternidade socioafetiva, declarada ou não em registro público, não impede o reconhecimento do vínculo de filiação concomitante baseado na origem biológica, salvo nos casos de aferição judicial do abandono afetivo voluntário e inescusável dos filhos em relação aos pais”, disse o relator.

Já o ministro Gilmar Mendes classificou a tentativa do pai biológico de se eximir das obrigações legais de “cinismo”. “A mim me parece que isso é um grande estímulo à ideia de paternidade irresponsável. A mim me parece que é a dose de cinismo manifesta”, afirmou Mendes.

De acordo com a presidente do STF, Carmen Lúcia, “amor não se impõe, mas cuidado, sim. Segundo a ministra, o direito ao cuidado é assegurado no casos de paternidade e maternidade.

“Alguém que cuidou com afeto, cuidou muito mais e foi muito mais pai, às vezes, do que este outro. No entanto, o que nós estamos decidindo aqui não é por um ou por outro, mas pelos deveres decorrentes da paternidade responsável”, argumentou a ministra. A decisão do Supremo afetará pelo menos 35 ações que tratam do mesmo assunto e aguardavam a manifestação da Corte para serem concluídos.

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