Dicas

Queda do valor de mercado do Facebook: lições para quem investe na bolsa de valores

O recente episódio de vazamento de informações confidenciais por parte do Facebook ascende um alerta sobre o mercado financeiro. Em poucos dias desde a divulgação da notícia, a empresa de Marck Zuckemberg perdeu cerca de U$50 bilhões na bolsa americana em valor de mercado.

A situação envolvendo o Facebook serve para que os investidores no mercado financeiro reflitam sobre pontos basilares quando se trata de renda variável.

Pensando nisso, a WM Manhattan – empresa mineira que atua na capacitação de investidores para o mercado de renda variável, revela importantes cuidados para investidores que possuem aplicação em grandes corporações:

O primeiro se refere à pré-definição de risco. Antes de investir em algum ativo financeiro, mais importante do que saber onde comprar é preciso saber qual será o limite tolerado de perdas naquela operação específica.

O gerenciamento de capital é uma peça fundamental para aqueles que pretendem ingressar nesse mercado. É de suma importância compatibilizar o retorno esperado com o risco a ser tolerado na operação para que seja possível rentabilizar patrimônio de forma consistente.

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O segundo ponto é ter em mente que mesmo gigantes do mercado estão suscetíveis a “sell-offs” (venda em massa de ativos) como o visto nas ações da empresa de tecnologia.

No Brasil, são inúmeros os casos de empresas grandes, com patrimônio e balanços saudáveis que enfrentaram desvalorizações significativas em função de escândalos de corrupção ou situações embaraçosas. A Petrobras, por exemplo, saiu de R$40 para próximo de R$4 em poucos anos.

É hora de investir?

O Brasil dá sinais de que está deixando pra trás a crise econômica que perdurou até 2016. A retomada da atividade industrial e dados favoráveis no setor de varejo mostram uma perspectiva promissora para os próximos anos.

A atuação do Banco Central na redução da SELIC que saiu de 14,25% para abaixo de 7% faz com que muitos investidores acostumados em rentabilizar o seu capital na renda fixa tenham que migrar para a renda variável em busca de retornos significativos.

Nesse contexto, é importante que novos investidores em renda variável busquem assessoria especializada, estude os ativos nos quais pretende investir e, acima de tudo, monitore de perto seus investimentos para mitigar os efeitos de notícias indesejáveis como a ocorrida no Facebook.

O mercado financeiro pode trazer muita alegria aos investidores que se utilizam dele, desde que o façam com disciplina, busquem conhecimento e tenham a diligência de monitorar suas alocações.

“O ano de 2018 promete fortes emoções tanto na bolsa de valores quanto na política e trará resultados animadores para aqueles que estiverem preparados para aproveitar das oportunidades”, finaliza Pedro H. Rabelo, CEO da WM Manhattan.

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Mundo

Anunciantes britânicos ameaçam ‘abandonar’ Facebook

Um grupo de anunciantes britânicos está ameaçando abandonar o Facebook após o escândalo envolvendo o vazamento de dados de mais de 50 milhões de usuários usados pela empresa Cambridge Analytica para influenciar as eleições dos Estados Unidos, a qual elegeu o presidente Donald Trump.

A informação foi revelada nesta quinta-feira (22) depois de uma reunião da ISBA, órgão que representa as principais agências de publicidade do Reino Unido. “Não acho que eles estejam blefando. Eles vão exercer uma pressão real“, afirmou Davis Kershaw, diretor da M&C Saatchi.

Kershaw, chefe de uma das agências de publicidade mais reconhecidas do mundo, disse que acha “que os clientes chegaram a um nível, com razão, onde o suficiente é suficiente”. Além disso, ele ressaltou que os anunciantes que estão pressionando a companhia de Mark Zuckerberg ajudaria a promover mudanças no negócio.

De acordo com a rede “BBC”, mais de 3 mil marcas que compõe a ISBA estariam exigindo respostas ao Facebook sobre a violação dos dados. Na quarta-feira (21), Zuckerberg falou pela primeira vez sobre o caso e pediu desculpas pelo escândalo.

Em entrevista à rede norte-americana CNN, ele afirmou que está disposto a testemunhar no Congresso “se for a coisa certa a se fazer” e lamentou o caso. “O que buscaremos fazer é enviar a pessoa do Facebook que terá o maior conhecimento. Se sou eu, então fico satisfeito em ir”, disse.

Em um texto enorme publicado em sua conta na rede social, Zuckerberg também reconheceu que a empresa cometeu um erro ao permitir que os dados dos usuários fossem compartilhados e anunciou que a companhia vai aprimorar suas ferramentas de segurança e auditar os aplicativos parceiros.

Desde o fim de semana, o Facebook está investigando o vazamento de informações de mais de 50 milhões de usuários, que foram usados pela empresa de análise de dados britânica Cambridge Analytica, contratada pela campanha de Trump nas eleições de 2016, na qual o magnata saiu vitorioso.

Com informações da Agência ANSA*

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Economia

Após Facebook e Google, Twitter também proíbe anúncios de Bitcoin

Depois das plataformas Google e Facebook, o Twitter também anunciou a proibição de anúncios e conteúdos relacionados a criptomoedas, como o Bitcoin, para evitar “esquemas de fraude online”.

De acordo com o site “Sky News”, a nova regra será implementada em até duas semanas, e incluirá a divulgação de ICOs (Initial Coin Offering) e Tokens.

Em janeiro, o Facebook já havia decidido banir todos os anúncios e propagandas que promovam criptomoedas. A medida, segundo a empresa de Mark Zuckerberg, é um esforço para evitar que as pessoas anunciem “produtos e serviços financeiros frequentemente associados a práticas promocionais mentirosas ou enganosas”.

Nos últimos dias, o Google também seguiu o mesmo caminho e proibiu as propagandas a partir de junho. Ainda segundo a publicação, as plataformas tomaram esta decisão após um estudo britânico identificar um aumento de 400 mil por cento de vítimas enganadas no Reino Unido nos últimos seis anos por causa de propaganda fraudulenta nas redes sociais. (ANSA).

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Negócios

Escândalo derruba ações do Facebook e Zuckerberg fica US $ 3,8 bilhões “mais pobre”

A fortuna de Mark Zuckerberg reduziu em US $ 3,8 bilhões nesta segunda-feira (19) depois que foi apresentado aos investidores alguns relatórios informando que a Cambridge Analytica – empresa de publicidade política, monitorou 50 milhões de usuários do Facebook sem o seu consentimento.

Devido essa repercussão, as ações do Facebook na Nasdaq – bolsa de valores eletrônica de Nova York, acumulam queda de mais de 7% no pregão desta segunda. Por volta de 12h45 (horário local), os papéis da maior rede social do mundo caíam 7,25% (US $ 172), após terem aberto o pregão já com desvalorização de 5,20%.

Com essa desvalorização, a fortuna de Zuckerberg caiu para US $ 71,5 bilhões no Índice de Bilhões da Bloomberg. Vale salientar que ele é a quarta pessoa mais rica do mundo, atrás apenas de Jeff Bezos, Bill Gates e Warren Buffett.

O “caso Cambridge Analytica” estourou no fim de semana, quando os jornais “The New York Times” e “The Guardian” publicaram que a empresa teria violado os dados de usuários nos EUA por meio de um teste de personalidade desenvolvido por Aleksandr Kogan, um acadêmico russo.

Ao todo, cerca de 270 mil pessoas teriam feito o teste, e Kogan teria tido acesso a dados de identidade, localização e dos contatos desses usuários, totalizando 50 milhões de indivíduos. Em seguida, teria repassado essas informações para a Cambridge Analytica, o que é proibido.

A empresa foi contratada pela campanha do então candidato à Presidência Donald Trump, que hoje vê membros de seu governo e sua família suspeitos de conluio com a Rússia para beneficiá-lo nas eleições. A consultoria também teria prestado serviço a grupos pró-Brexit.

As informações coletadas pelo teste de Kogan teriam sido usadas para entender o comportamento de eleitores e tentar direcionar suas escolhas. A firma de consultoria foi suspensa pelo Facebook.

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Tecnologia

Google vai proibir anúncios de criptografia e ICO a partir de junho

A Google anunciou em uma nota publicada no blog oficial da empresa que vai apoiar uma nova política sobre produtos financeiros de publicidade, incluindo venda e compra de criptomoedas, carteiras e bolsa de valor. De acordo com a medida, a publicidade do ecossistema criptográfico seria restrita.

“Em junho de 2018, a Google atualizará a política de serviços financeiros para restringir a publicidade de contratos por diferença, contratos de moeda local com renovação (stand forex) e apostas financeiras.” Além disso, os anúncios a seguir podem não ser mais executados:

  • Opções binárias e produtos similares.
  • Criptografia e conteúdo relacionado (incluindo, entre outros, ofertas iniciais de criptomoedas, trocas de criptografia, carteiras de criptografia e conselhos comerciais de criptografia).

Também foi revelado que os anúncios para agregadores e afiliados dos produtos a seguir não podem mais ser publicados:

  • Contratos de diferença
  • Forex Rolling Spot
  • Apostas financeiras
  • Sinais binários de opções e produtos
  • Criptomoedas e conteúdo relacionado.

Os anunciantes que oferecem contratos de diferença, o forex e as apostas financeiras devem ser certificados pelo Google antes que eles possam anunciar através do Google AdWords. A certificação só está disponível para determinados países.

Para ser certificado pelo Google, os anunciantes devem:

  • Ter uma licença da autoridade de serviços financeiros correspondente ao país ou países a que se refere.
  • Certifica-se de que seus anúncios e páginas de destino estejam em conformidade com todas as políticas do AdWords.
  • Cumprir os requisitos legais relevantes, incluindo aqueles relacionados a produtos financeiros especulativos e complexos.

Os anunciantes já podem solicitar a certificação do Google para poder divulgar.

Esta política será aplicada globalmente a todas as contas que anunciam esses produtos financeiros. Para obter mais detalhes, consulte a notificação da empresa [aqui].

Facebook saiu na frente

Vale lembrar que o Facebook proibiu a criptografia e os anúncios de ICO em 31 de janeiro deste ano. Seu argumento para fazê-lo era evitar que as pessoas anunciassem o que a empresa chama de “produtos e serviços financeiros frequentemente associados a práticas promocionais enganosas”.

A empresa também revelou, em seguida, que os anúncios que violam a nova política da empresa será banido não só da principal aplicação do Facebook, mas também em outros lugares onde empresa vende anúncios, incluindo Instagram e sua rede de publicidade Audience Network, que coloca anúncios em aplicativos terceiros.

Esta política foi fortemente criticada pela comunidade criptográfica.

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