Mundo

Facebook é multado em US$ 5 bi por violar privacidade

(ANSA) – O Facebook terá de pagar uma multa de US$ 5 bilhões à Comissão Federal de Comércio (FTC) dos Estados Unidos por conta de violação de privacidade no caso Cambridge Analytica.

Segundo o Wall Street Journal, essa é a maior sanção já imposta a uma empresa de tecnologia nos EUA por violação de privacidade, quase 230 vezes maior que a multa de US$ 22,5 milhões cobrada do Google em 2012.

O Facebook já havia separado US$ 3 bilhões em seu balanço do primeiro trimestre para pagar possíveis sanções. De acordo com o Wall Street Journal, os três comissários republicanos do FTC votaram a favor da multa, enquanto os dois democratas se posicionaram contra, pois queriam uma cifra maior.

No início do ano passado, veio à tona que a consultoria britânica Cambridge Analytica tivera acesso aos dados de dezenas de milhões de perfis no Facebook por meio de um teste de personalidade desenvolvido por um acadêmico.

As informações foram parar nas mãos da consultoria de forma ilegal e acabaram usadas para fins políticos. Entre os clientes da Cambridge Analytica estavam a campanha presidencial de Donald Trump em 2016 e grupos pró-Brexit.

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Destaques, Tecnologia

Facebook anuncia criação da Libra, sua própria criptomoeda

(ANSA) – A empresa norte-americana Facebook anunciou oficialmente nesta terça-feira (18) a criação de sua própria criptomoeda, a Libra, que servirá para transações e será integrada em suas plataformas digitais, como WhatsApp e Messenger, além de um aplicativo independente. A ideia do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, é “simplificar o mais possível as transações financeiras para todas as pessoas do mundo, onde quer que vivam, tenham ou não uma conta bancária”.

“Com o Libra nós aspiramos tornar mais fácil para todos enviar e receber dinheiro, assim como usar nossos aplicativos para compartilhar instantaneamente mensagens e fotos”, escreveu em uma publicação na rede social. O novo projeto, que deve ficar disponível a partir de 2020, promete um sistema seguro de pagamento com base no blockchain, tecnologia que registra todas as operações virtuais mundo afora.

“Dinheiro móvel aumenta a segurança e isso é, particularmente, importante para as pessoas que não têm acesso a bancos tradicionais. Há cerca de um bilhão de pessoas que não têm conta bancária, mas têm um telefone celular”, acrescentou Zuckerberg.

A gigante tecnológica ainda apresentou a participação de cerca de 30 empresas, como Visa, Mastercard, PayPal, Uber, Spotify e a operadora de telefonia Vodafone. De acordo com o Facebook, estes parceiros vão contribuir para a criação de um sistema “seguro, escalável e de credibilidade confiável”.

Além disso, a empresa anunciou a subsidiária independente Calibra, que fornecerá serviços para enviar, gastar e armazenar a Libra por meio de uma carteira digital que estará disponível no WhatsApp, no Messenger e em um aplicativo independente, e “será regulada como outros provedores de serviços de pagamento”.

“Com o tempo, esperamos oferecer mais serviços a pessoas e negócios, como pagar contas com um botão, comprar café escaneando um código ou usando o transporte público local sem ter que carregar dinheiro ou cartão”, explicou Zuckerberg.

A empresa ressaltou que promete adotar medidas para proteger a privacidade de todos os usuários da sua carteira digital. “A não ser em casos específicos, a Calibra não dividirá informações de conta ou dados financeiros com o Facebook Inc. ou nenhum outro terceiro sem o consentimento do cliente”, finalizou.

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Negócios

Google é a marca mais influente entre os brasileiros

O Google é a marca mais influente entre os brasileiros, de acordo com a 7ª edição brasileira da pesquisa Ipsos: “The Most Influential Brands”. Em seguida estão: Samsung (2º), Facebook (3º) e YouTube (4º). Os resultados mostram a força das empresas de tecnologia no Brasil.

O ranking com as top 10 inclui ainda mais duas marcas ligadas a tecnologia (Microsoft, em 6º e Netflix, em 9º) e quatro do setor de bens de consumo (Nestlé, em 5º, Colgate, em 7º, Johnson & Johnson, em 8º e Omo, em 10º).

“Estar no top 10 quer dizer que a marca é muito influente. A tecnologia está mudando as nossas vidas, por isso não é surpresa ver tantas marcas do setor no ranking. A mudança nas posições não quer dizer que elas deixaram de fazer alguma coisa importante no ano, mas, sim, que outras também se destacaram”, afirma Alan Liberman, Head Latam de Marketing Strategy & Understanding na Ipsos.

“A influência é um valor intangível que as marcas têm e pode provocar mudanças em comportamentos, ações ou opiniões. As marcas mais influentes são importantes porque os consumidores se identificam com elas e estabelecem um forte relacionamento emocional. Eles não podem imaginar as suas vidas sem essas marcas”, ressalta Liberman.

A pesquisa “The Most Influential Brands” avalia as marcas e seu poder de influência no cotidiano e no comportamento dos consumidores. O estudo analisa também como o público classifica cada marca dentro de 57 atributos, medindo o impacto destas marcas na vida dos entrevistados, além de entender se fazem parte do cotidiano dos consumidores. A pesquisa ajuda a compreender como cinco dimensões (Liderança & Inovação, Confiança, Presença, Responsabilidade Social e Engajamento) estão relacionadas com esta influência.

Em 2018, o peso das dimensões foi: 32% para Liderança & Inovação, 30% Confiança, 17% Presença, 16% Responsabilidade Social e 4% Engajamento. “Liderança & Inovação e Confiança foram as dimensões mais relevantes, mostrando como os brasileiros são mais receptivos para novidades e tecnologias. A crise global das instituições leva os consumidores a cobrar mais credibilidade e confiança das marcas. Já o Engajamento, que no estudo diz respeito às interações sociais com as marcas, ficou em 5º lugar. Mesmo com grande parte dos brasileiros nas redes sociais, este dado aponta que existem muitas oportunidades para o crescimento das empresas nessa dimensão”, ressalta Liberman.

O estudo “The Most Influential Brands” é realizado em 17 países. No Brasil, a pesquisa entrevistou 1.030 pessoas por meio de painel online, entre 23 de novembro e 17 de dezembro de 2018.

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Tecnologia

Mark Zuckerberg promete “maior privacidade” no Facebook

(ANSA) – O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que está focado em tornar o Facebook uma plataforma concentrada tanto na privacidade quanto na confidencialidade.

A declaração foi publicada na conta oficial do norte-americano, que também divulgou a possibilidade de integrar o Messenger e o WhatsApp.

“Permitiremos enviar mensagens para seus contatos usando cada um de nossos serviços e queremos oferecer a possibilidade de escolher como alcançar seus amigos entre as plataformas. Em seguida, planejamos que estenda essa interoperalidade ao SMS também”, explicou.

Para Zuckerberg, “uma plataforma de comunicações com foco em privacidade se tornará mais importante do que as plataformas abertas”. “As pessoas têm a liberdade de serem expostas e se conectarem de maneira mais natural, por isso as redes sociais são desenvolvidas”. Ele ainda escreveu em seu perfil que pretende possibilitar pagamentos on-line “de forma privada e segura”, além de garantir que as mudanças sigam os gostos dos internautas.

“Hoje em dia já vemos que as mensagens privadas, os stories efêmeros e os pequenos grupos são de longe os formatos de comunicação online que crescem mais rápido“, acrescentou. Por fim, o fundador da rede social admitiu que a reputação do Facebook não é a melhor em relação à privacidade. “Nós mostramos repetidamente que podemos evoluir e criar os serviços que as pessoas querem”.

A declaração foi uma resposta às diversas críticas de que o Facebook foi alvo após o escândalo de vazamento e manipulação de dados.

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Dicas

Queda do valor de mercado do Facebook: lições para quem investe na bolsa de valores

O recente episódio de vazamento de informações confidenciais por parte do Facebook ascende um alerta sobre o mercado financeiro. Em poucos dias desde a divulgação da notícia, a empresa de Marck Zuckemberg perdeu cerca de U$50 bilhões na bolsa americana em valor de mercado.

A situação envolvendo o Facebook serve para que os investidores no mercado financeiro reflitam sobre pontos basilares quando se trata de renda variável.

Pensando nisso, a WM Manhattan – empresa mineira que atua na capacitação de investidores para o mercado de renda variável, revela importantes cuidados para investidores que possuem aplicação em grandes corporações:

O primeiro se refere à pré-definição de risco. Antes de investir em algum ativo financeiro, mais importante do que saber onde comprar é preciso saber qual será o limite tolerado de perdas naquela operação específica.

O gerenciamento de capital é uma peça fundamental para aqueles que pretendem ingressar nesse mercado. É de suma importância compatibilizar o retorno esperado com o risco a ser tolerado na operação para que seja possível rentabilizar patrimônio de forma consistente.

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O segundo ponto é ter em mente que mesmo gigantes do mercado estão suscetíveis a “sell-offs” (venda em massa de ativos) como o visto nas ações da empresa de tecnologia.

No Brasil, são inúmeros os casos de empresas grandes, com patrimônio e balanços saudáveis que enfrentaram desvalorizações significativas em função de escândalos de corrupção ou situações embaraçosas. A Petrobras, por exemplo, saiu de R$40 para próximo de R$4 em poucos anos.

É hora de investir?

O Brasil dá sinais de que está deixando pra trás a crise econômica que perdurou até 2016. A retomada da atividade industrial e dados favoráveis no setor de varejo mostram uma perspectiva promissora para os próximos anos.

A atuação do Banco Central na redução da SELIC que saiu de 14,25% para abaixo de 7% faz com que muitos investidores acostumados em rentabilizar o seu capital na renda fixa tenham que migrar para a renda variável em busca de retornos significativos.

Nesse contexto, é importante que novos investidores em renda variável busquem assessoria especializada, estude os ativos nos quais pretende investir e, acima de tudo, monitore de perto seus investimentos para mitigar os efeitos de notícias indesejáveis como a ocorrida no Facebook.

O mercado financeiro pode trazer muita alegria aos investidores que se utilizam dele, desde que o façam com disciplina, busquem conhecimento e tenham a diligência de monitorar suas alocações.

“O ano de 2018 promete fortes emoções tanto na bolsa de valores quanto na política e trará resultados animadores para aqueles que estiverem preparados para aproveitar das oportunidades”, finaliza Pedro H. Rabelo, CEO da WM Manhattan.

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