Destaques, Educação

“Escola ELAS” promove melhorias na carreira e crescimento pessoal das mulheres

A desigualdade entre homens e mulheres no trabalho não diminuiu. Permanece há, pelo menos, 27 anos. Este é o alerta feito por um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que também revelou diferença salarial no quesito gênero – o mercado de trabalho remunera cerca de 20% menos as mulheres quando comparadas com os profissionais do gênero masculino.

Diante dessa realidade, mulheres vem batalhando cada vez mais para combater essa desigualdade. E foi assim que Olívia Kamio, 36 anos, sentiu necessidade e coragem para mudar de carreira. Formada em Sistemas de Informação, com MBA em Gestão Empresarial e trabalhando com a Engenharia de Software, já não estava mais feliz, quando sentiu a necessidade de dar uma virada na vida profissional. “Precisava resgatar minha confiança para fazer essa mudança de carreira”.

A transformação real aconteceu na vida de Olívia quando a mesma conheceu a Escola ELAS. Focada no desenvolvimento pessoal de mulheres que desejam assumir posições de destaque nas empresas, em seus negócios ou na sociedade, a Escola Elas foca no desenvolvimento das potencialidades do universo feminino. “Fiquei apaixonada! A escola trouxe muitas mudanças internas e externas para minha vida. Consegui mudar de área e hoje atuo como profissional de Agile Coaching, que é um Coaching de métodos ágeis”, conta.

Para ajudar mulheres que desejam seguir uma carreira e alcançar os melhores cargos de liderança ou chefia, a Escola ELAS oferece cursos e consultorias focados no público feminino. Os cursos geralmente são ministrados na cidade de São Paulo, mas já houve turmas de workshop no Rio de Janeiro, Brasília e no estado de Minas Gerais.

“Percebemos que no mercado não existia nada neste nicho, pois é um treinamento direcionado para desenvolver a liderança. Nosso trabalho é só com as mulheres”, destaca a cofundadora do ELAS, Carine Roos, de 33 anos. Formada em Sociologia e Comunicação Social, ela já trabalha na área há uma década. “A escola existe há pouco mais de um ano mas é fruto de muito estudo”, acrescenta.

Atualmente, 30% do público das iniciativas da Escola ELAS são de outros estados.  Os cursos são presenciais. As inscrições podem ser feitas pelo site https://programaelas.com.br/. “Acreditamos no impacto social positivo, As mudanças são perceptíveis, acontecem de dentro para fora. As mulheres que participam ficam mais leves e aumentam seu poder de influência nos ambientes em que convivem. É um trabalho de cura e transformação”, define Carine.

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Destaques, Educação

Qual a melhor opção, meio período ou integral?

Falta pouco mais de um mês para o final do ano, época em que a decisão de matricular um filho pequeno na creche ou na escola provoca uma certa angústia nos pais. Em geral, essa escolha, além de mudar a rotina da família, causa conflitos nas famílias que terão que lidar com a ansiedade gerada pela separação e as dúvidas em relação ao desenvolvimento da criança fora do ambiente familiar. Nesse período, um dos maiores questionamento é: deixar o pequeno meio período no colégio e outro em casa com alguém de confiança ou matricular em tempo integral?

A escolha nem sempre é fácil. E quanto menor a criança, maior a dúvida. Entretanto, alguns pais não têm escolha e precisam colocar os filhos em período integral logo cedo. Afinal, trabalham o dia todo e não possuem condições de arcar com o salário de uma babá. Outros até possuem a flexibilidade de horário, contam com a ajuda de alguém da família, porém ainda têm dúvidas sobre qual a melhor opção.

A estudante de Medicina Veterinária Ohana Cabral, de 26 anos, nunca teve dúvida entre os dois modelos de ensino. Ela sempre priorizou a escola em meio período e não abre mão que sua filhinha Helena, de 4 anos, também tenha tempo com a família. “Hoje, eu conto com o apoio da minha mãe e acho essencial esse contato no começo da construção de caráter da minha filha”. Ohana deu preferência a uma escola na qual ela já tinha estudando na sua infância. “A escola é perto de minha casa, já estudei lá e conheço todos os funcionários da instituição. Sinto-me muito segura”, pontuou.

A publicitária Mariana Calazans precisou optar pela escola em período integral, mas não se arrepende da escolha. Mãe de Maria Clara, de 1 ano, ela não pode contar com o apoio da família e foi isso que pesou na sua decisão. “Entre ter uma babá e colocar ela no berçário, optei pela segunda opção. Eu não me sentiria segura em saber que minha filha estaria sozinha com alguém que não conheço direito”. Hoje, Mariana colhe todos os pontos positivos dessa escolha. “Sinto o desenvolvimento da minha filha. Não colocaria ela em outro lugar”, assegurou.

Vantagens e desvantagens

Para muitos educadores a escola em meio período proporciona menos estresse na criança se comparado ao período integral. Desse forma, também sobra mais tempo para elas se envolverem em outras atividades que proporcionam descanso e lazer, além de permanecer mais tempo com pais, familiares e amigos. O lado negativo é que esse modelo não permite que as crianças se envolvam em outros programas escolares, já que muitas escolas trabalham com recreação.

Já o período integral proporciona um dia escolar com mais descontração. Com isso, é possível ter uma maior variedade de experiências e, consequentemente, a longo prazo, obter melhores resultados. A criança irá desfrutar de diferentes aulas e cursos que irão agregar no futuro. Porém, dependendo do programa educacional e da escola escolhida, o período integral é mais caro – mais isso não é uma regra.

Como escolher?

Seja qual for a sua escolha, esse período de adaptação escolar é sempre complicado. Uma dica importante antes de decidir a escola e o modelo de ensino é ir conhecer pessoalmente a instituição. Observe todos os detalhes da sala de aula, áreas de lazer e outros ambientes. Ficando o dia todo na escola, ou não, as crianças precisam de um local acolhedor, com pessoas responsáveis e qualificadas.

E você ainda pode contar com super desconto na mensalidade caso a escola escolhida seja parceira do Educa Mais Brasil. O programa educacional oferece bolsas de estudo de até 50% para a educação básica. E não precisa se preocupar, é possível encontrar desconto para os dois modelos de ensino. Se interessou? Não perca tempo. Acesse o site do Educa Mais Brasil e encontre uma escola pertinho de você. A inscrição é gratuita.

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Destaques, Dicas

Confira dicas para comprar o material escolar do seu filho e não estourar o seu orçamento

Quem tem filho sabe que, quando começa um novo ano, é hora de comprar o material escolar. São livros, mochila, lápis de cor e uma série de outros itens que pesam no bolso. A lista é grande, mas sempre é possível economizar e conseguir desconto nas compras. E adquirir os itens que são mais importante fora da temporada pode ser uma opção para quem quer economia.

Carla dos Santos, de 33 anos, é estudante de Enfermagem e mãe de dois filhos, Elber Silva, de 14 anos e Caique Santos, de 6 – ambos no ensino fundamental.  O filho mais velho estuda em uma escola pública, mas ela ainda precisa arcar com a mensalidade escolar do filho mais novo. Segundo Carla, além dos gastos com a mensalidade, sempre que se aproxima o começo do ano, ela já começa a se preocupar com o material dos meninos. “Faço uma pesquisa de preço antes de ir às compras. Eles sempre querem materiais com temáticas de times de futebol ou desenho e esses são os mais caros”, pontuou a estudante.

Quando pode, Carla não deixa de agradar os seus filhos mas está sempre atenta a toda forma de economia. Ela prefere comprar os livros do filho caçula na própria escola onde ele estuda. “O preço pelo qual a escola revende os livros é muito próximo aos das livrarias, e lá, eu ainda tenho a possibilidade de parcelar o pagamento”. Outro aspecto que Carla considerado por Carla é a economia de tempo. “Prefiro comprar na escola também, porque acabo poupando o meu tempo. Nem sempre encontramos todos os livros em uma única livraria”, conclui.

Vários gastos envolvem a volta às aulas. Desde a lista de material escolar, até as taxas de rematrícula e a compra de uniformes. Programar-se com antecedência pode garantir que o valor dos produtos realmente não esteja tão alto, além de diluir o investimento no orçamento. Outra dica é o reaproveitamento de objetos usados nos anos anteriores por colegas que já passaram pela série a ser cursada.

Você também pode se juntar a outros pais para comprar em atacado. Isso pode aumentar as chances de negociar preços menores com as livrarias e papelarias. Dependendo do número de pais envolvidos, é possível gastar até 30% menos. E mesmo comprando em atacado, procure ir em áreas de grande concorrência e que tenha uma maior diversidade de oferta dos mesmos produtos.

Sem cobranças abusivas

Em outubro de 2016, o Conselho Estadual de Defesa do Consumidor (CEDC) publicou uma deliberação com diretrizes para a adoção de material escolar pelos estabelecimentos de ensino da rede privada. A deliberação proíbe que conste na lista de material escolar itens de expediente de escritório específico da atividade administrativa escolar ou de uso genérico. As escolas também não podem exigir que os materiais escolares sejam comprados no próprio estabelecimento, o que é considerado prática abusiva.

A três meses do início das aulas, já tem gente se preparando para comprar o material escolar dos filhos. Mas escolher uma escola de qualidade com mensalidades acessíveis também é uma das preocupações dos pais. Com desejo de investir em uma educação de melhor qualidade para os filhos, muitas famílias estão recorrendo a programas de apoio, como o Educa Mais Brasil, que concede descontos de até 50% na educação básica. Acesse o site do Educa Mais Brasil e confira todas as oportunidades disponíveis na sua região. A inscrição é gratuita.

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Brasil

Desalento é maior entre jovens, mulheres, nordestinos e pouco escolarizados

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou novos dados sobre o mercado de trabalho brasileiro relativos ao segundo semestre de 2018. Segundo o relatório, jovens entre 18 e 24 anos equivalem a 15% da população em idade ativa (PIA) e a 25% dos desalentados. Pessoas com ensino fundamental incompleto respondem por 50% dos desalentados, apesar de representarem aproximadamente 20% da PIA.

Considerando o recorte de gênero, as mulheres respondem por 54,7% dos desalentados. Já entre as regiões do país, o Nordeste tem 59% das pessoas na respectiva situação, seguido do Sudeste (21,4%), Norte (10,9%), Centro-Oeste (4,4%) e Sul (4,3%). Para a composição do relatório, foram considerados os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, são consideradas desalentadas as pessoas que desistiram de procurar emprego por não encontrarem trabalho adequado, não terem experiência profissional ou qualificação, por serem consideradas muito jovens ou idosas ou ainda por que falta de postos de trabalho na localidade onde residem. São consideradas imersas nessa realidade não apenas pessoas desocupadas há muito tempo, mas também quem perdeu a ocupação recentemente.

Entre o início de 2016 e segundo trimestre de 2016, a taxa de desalentados cresceu de 11,2% para 16,7% segundo a PNAD Contínua. Do quarto trimestre de 2015 ao primeiro trimestre de 2016, pouco mais de 14% das pessoas que transitavam para a inatividade eram provenientes do desemprego e integravam o subgrupo de inativos desalentados. Tal proporção subiu para 22,4% no segundo semestre deste ano.

As razões para a elevação da taxa de desalento envolve, além do tempo de permanência no desemprego, mudanças no comportamento das pessoas. “Vem crescendo a proporção de pessoas que, entre dois trimestres consecutivos, transitaram da atividade para a inatividade e se declararam desalentadas, mesmo não tendo ficado desempregadas ou tendo permanecido muito pouco tempo nessa condição”, destaca o relatório.

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Educação

Hoje, as provas não são apenas para classificar uma turma ou avaliar

A dúvida que é gerada em torno do processos avaliativos é: se a escola existe para ensinar, de que vale uma avaliação que confirma a deficiência do estudante, mas não mostra para ele formas de como resolver o seu problema? Temida pelos alunos, a prova deixou de ser o único instrumento de avaliação usado pelos professores na educação básica. Contudo, isso não significa que elas devem ser banidas das salas de aula.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, aprovada em 1996, determina que a avaliação seja contínua e acumulativa e que os aspectos qualitativos prevaleçam sobre os quantitativos, ou seja, os resultados obtidos pelos estudantes ao longo do ano escolar devem ser mais valorizados que a nota da prova final.

A pedagoga Maria Cristina de Oliveira também acredita que a avaliação pode ir da nota. “As avaliações são necessárias, não podemos deixar de avaliar o rendimento dos alunos por meio delas. Os próprios pais cobram por esse resultado. Portanto, é importante usar também outros métodos, como por exemplo o relatório de desenvolvimento individual de cada estudante, que é algo processual”, pontuou.

Para Maria Cristina os estudantes precisam ser avaliados todos os dias, mas para diminuir a ansiedade dos alunos, algumas atitudes podem ser adotadas pelos educadores. “As escolas devem escolher apenas uma semana de prova. Outra dica é colocar fiscais para tomar conta dos alunos, enquanto eles realizam algum simulado. Desta forma, eles não se sentem tão pressionados”, conclui Oliveira.

É preciso ter em mente que não há certo ou errado, porém existem elementos que melhor se adaptam a cada situação didática. São os professores que serão os responsáveis por escolher o melhor método e adaptá-los não só aos seus objetivos mas também às necessidades de cada turma. O professor deixa de ser aquele transmissor de informações para ser parceiro das crianças e adolescentes. Ele é instrumento para que todos elaborem seu conhecimento.

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