Educação

Projeto oferece bolsas de estudo para alunos de baixa renda

O programa de bolsas SOMOS Futuro 2020, uma iniciativa do Instituto SOMOS, braço social das redes Kroton Educacional e Somos Educação, está com inscrições abertas para o processo que selecionará estudantes brasileiros que desejam concorrer a uma das mais de 400 bolsas de estudo integrais em instituições de ensino que integram a sua rede. Podem participar da seleção alunos que estejam cursando o 9º ano em escolas públicas ou que sejam bolsistas integrais em escolas particulares, que tenham alto desempenho acadêmico e renda brutal familiar de até dois salários mínimos.

O processo de seleção é composto por quatro fases: triagem, avaliação acadêmica e sociocomportamental, entrevistas online e entrevistas presenciais. Os candidatos aprovados em todas as etapas começarão o ano letivo de 2020 em uma das unidades parceiras do programa com isenção total nas mensalidades e materiais didáticos.

Além da isenção, o candidato selecionado receberá benefícios, tais como: material escolar, uniforme, cobertura de despesas como alimentação e mentoria. Os benefícios valerão para os três anos do ensino médio. As inscrições são feitas através do site e será preciso preencher a ficha de inscrição e o questionário socioeconômico.

Confira o edital do programa aqui

Cronograma do programa

  • Inscrições e questionário socioeconômico: Inscrições abertas até 15/09/2019.
  • Prova on-line e teste comportamental: De 26/09/2019 a 28/09/2019.
  • Entrevistas on-line: Outubro/2019.
  • Visita e entrevista presencial na escola selecionada: Novembro/2019.

Bolsas de estudo através do Educa Mais Brasil

Os estudantes que não forem selecionados para participar do programa têm outras opções para estudar em escolas particulares. O Educa Mais Brasil é o maior programa de incentivo educacional do país e oferta bolsas de estudos com até 70% de desconto nas mensalidades de instituições de ensino médio em todo território nacional. Acesse o site do programa e confira as oportunidades na sua cidade. É gratuito! Clique aqui.

*Com informações do Instituto SOMOS

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Educação

Norte e nordeste são as regiões com menor número de concluintes do Ensino Fundamental

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do primeiro trimestre de 2019 revelam que o Brasil tem 35% de pessoas em idade de trabalhar que não concluíram o ensino fundamental – etapa da educação básica voltada à população de 6 a 14 anos.

Analisando as regiões, o Norte e o Nordeste apresentam o menor índice de escolaridade, ou seja, mais pessoas não concluíram esta etapa de ensino nestas regiões do país. No Norte, 44,1% das pessoas com mais de 14 anos não concluíram o ensino fundamental. No Nordeste, o índice é menor, com taxa de 38,7%. A região que concentra o maior índice de acesso aos estudo é a região Sudeste.

Relacionando os dados acima com o atual momento, em que o cenário da educação brasileira passa por um contingenciamento orçamentário, fica a dúvida sobre os planos para os ensinos básico, fundamental e médio, que influenciam diretamente nas taxas de desemprego. Dados do IBGE indicam que 5,2 milhões de desempregados procuram trabalho há mais de 1 ano.

Com um mercado tão estreito, uma opção é a educação de Jovens e Adultos (EJA) que perpassa por todos os níveis da educação básica e é destinado para aqueles que não deram continuidade aos estudos ou que não tiveram acesso a essas modalidades do ensino na idade adequada. Com isso, quem nunca teve a oportunidade de completar os estudos ainda ganha uma chance de sair das estatísticas do desemprego.

Também pensando em reverter esse cenário, o programa de inclusão educacional – Educa Mais Brasil oferta bolsas de estudo para várias modalidades de ensino, em todas as regiões do país. Em 15 anos de atuação, o programa já beneficiou mais de 1 milhão de estudantes. Para educação básica as bolsas chegam até 50% e no ensino superior pode chegar até 70%. Acesse o site do Educa Mais Brasil e confira todas as oportunidades.

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Destaques, Educação

Desempenho escolar poderá ser critério para ingressar em faculdades

O desempenho escolar do estudante durante os ensinos fundamental e médio poderá ser um dos critérios para a admissão no ensino superior, tendo igual peso ao da nota do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem. A proposta foi apresentada no projeto de lei (PLS 441/2018), do ex-senador Airton Sandoval (MDB-SP), que diz que a intenção é equilibrar as condições de acesso ao ensino superior. A matéria está em análise na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), onde aguarda a designação de um relator.

Outro objetivo da proposta, segundo o autor, é contribuir para a melhoria do ambiente de ensino-aprendizagem durante a educação básica, especialmente no ensino médio. Para Sandoval, a aferição de desempenho a cada ano motivará os estudantes a se dedicar mais durante todo o período escolar e será um importante instrumento na busca da melhoria da qualidade do ensino.

O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394, de 1996) para acrescentar o histórico escolar como critério de aprovação nos processos seletivos de universidades e faculdades. Pelo texto, o desempenho do aluno terá peso igual ao da nota de avaliação nacional do ensino médio, hoje feito por meio do Enem.

Vestibular

Universidades públicas e privadas de todas as regiões do país usam a nota do Enem como critério para selecionar candidatos para os seus cursos. Em algumas instituições é a única forma de seleção, em outras a nota pode ser utilizada como um complemento ao vestibular. Existem ainda instituições que aderiram parcialmente ao Enem e ainda mantêm vestibulares próprios, como é o caso da Universidade de Brasília (UnB).

Sandoval defende uma revisão da essência do vestibular, por se tratar de uma avaliação “pontual finalística do rendimento acadêmico”. Ele argumenta que historicamente o acesso à universidade “tem sido feito não em razão da capacidade de cada um, mas das oportunidades sociais, econômicas e, por consequência, de estudo”. O senador explica que o projeto é uma alternativa à “perversidade do sistema” de vestibulares seletivos muito disputados.

“Aqueles que têm acesso a escolas privadas durante a educação básica ou a cursinhos preparatórios caros são normalmente os que acedem à graduação pública e de qualidade, enquanto que aos estudantes de escolas públicas são negadas as vagas por total falta de igualdade de condições de competição nos disputadíssimos processos seletivos, ainda que tenham tido um bom aproveitamento curricular ao longo de sua formação”, afirmou na justificativa do projeto.

Se for aprovado na CE e não houver recurso para votação em Plenário, o projeto seguirá para a análise da Câmara dos Deputados.

Com informações da Agência Senado

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Destaques, Educação

Matrícula escolar: antecedência para caber no orçamento e buscar melhores condições

Planejar os gastos com antecedência é essencial para não desequilibrar as finanças, por isso iremos abordar, já agora, em setembro, sobre a matrícula escolar. Sem dúvida, a educação dos filhos é um investimento que os pais mais se preocupam, pois está ligado diretamente ao futuro deles, por isso para se prevenir e não ter surpresas ao longo do ano, o quanto antes se pensar no assunto, melhor.

“Para que esse planejamento seja feito de maneira assertiva, é preciso saber o quanto esse valor investido na educação dos filhos representa dentro do orçamento, portanto a família deve se reunir para diagnosticar as finanças, colocar tudo na ponta do lápis e, caso necessário, cortar gastos. Tudo para garantir às crianças um estudo de qualidade”, disse Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista.

Além disso, outros valores além da matrícula e mensalidade devem ser considerados, ou seja, aqueles que são intrínsecos à rotina escolar como uniforme, lanches, eventuais passeios, transporte, entre outras despesas. A compra de material escolar também é uma preocupação grande no início do ano, portanto verifique o que poderá ser reaproveitado para poder economizar em Janeiro.

Foto: Divulgação

Caso a situação não esteja favorável após esse verdadeiro Raio X das finanças, não tenha medo de negociar e pedir descontos (ou até mesmo procurar bolsa de estudo), pois isso faz parte do nosso cotidiano e na educação dos filhos não poderia ser diferente. Muitas pessoas evitam pedir descontos e deixam de economizar para manter um certo status ou até mesmo por timidez.

Mas como fazer isso? O primeiro passo é agendar uma reunião com a diretoria da escola e expor a situação. Explique que está passando por algumas limitações financeiras e, para não pesar no orçamento, veja a possibilidade de parcelar o valor da matrícula, evitando assim contrair dívidas ou até se tornar inadimplente. Quanto mais cedo for essa conversa, mais chance de ter sucesso na negociação. “Um bom argumento para conseguir descontos é verificar a possibilidade de adiantar pagamentos da mensalidade na hora da matrícula, assim a escola terá um sinal de segurança que os valores serão pagos o ano todo”, revela o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Não deixe de pesquisar. Um bom negócio sempre está atrelado a uma boa pesquisa, portanto para ser ter um parâmetro de valores, busque consultar outras escolas com qualidade equivalente para poder ter mais argumentos na hora de negociar, além de também ficar por dentro das inovações e benefícios que a escola oferece para o ano letivo.

Por último lembre-se: uma negociação bem-sucedida deve agradar tanto a escola quanto aos pais, por isso haja com cordialidade e não tenha pressa em bater o martelo. Caso esteja satisfeito com a escola, elogie o que ela tem de bom, demonstrando assim boa vontade para chegar em um acordo benéfico para ambos os lados. Porém fique atento: as escolas também têm suas políticas e limites de valores, o bom senso nunca é demais.

Planejamento é a palavra-chave para começar 2019 com tranquilidade em relação ao futuro dos filhos, portanto mostre a eles a importância dos estudos e da educação financeira, explicando que o aprendizado tem um custo que deve ser cada vez mais valorizado. Além disso, reforce a importância da escola ter em seu currículo a educação financeira, que já é obrigatória segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Bolsa de estudo com descontos de até 70% para educação básica

A educação básica é a fase inicial para a conquista de um futuro promissor. É nesta etapa que são ampliadas as habilidades cognitivas, sociais e afetivas dos alunos, que devem receber um ensino de excelência, com vistas ao seu desenvolvimento global. São modalidades da educação básica no país a Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio. Pensando nisso, o Portal N10 em parceria com o Educa Mais Brasil oferece ótimos descontos que você pode conferir clicando aqui.

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Destaques, Educação

STF decide idade mínima para ingresso na Educação Infantil e no Ensino Fundamental

Por seis votos a cinco, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou constitucional a definição de uma data limite, 31 de março, para ingresso na educação básica. Foi decidido que, na data limite, as crianças precisam ter idade mínima de quatro e seis anos para que possam ser matriculadas, respectivamente, na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.

Essa orientação foi decidida na conclusão do julgamento conjunto da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 17 e da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 292, que debatiam as exigências previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996) e nas normas do Conselho Nacional de Educação (CNE).

A idade mínima para matrícula na educação básica foi debatida por especialistas de todo o país. As discussões também levaram em consideração estudos acadêmicos reconhecidos fora do Brasil, que apontam os prejuízos ao desenvolvimento infantil devido a antecipação do ingresso dos menores na educação básica.

O corte etário não prejudica o desempenho dos estudantes que completam a idade exigida após 31 de março. A Lei de Diretrizes e Bases garante o acesso à educação infantil com a disponibilização de creches e pré-escola para as crianças que completaram quatro e seis anos depois da data limite. Para o ensino médio não existe idade mínima, porém 15 anos é considerada a idade mais adequada para ingresso.

Na opinião da pedagoga Priscila Toledo, esta é uma decisão assertiva. “A partir do momento que você inicia um processo de aprendizagem de uma maneira equivocada, a criança acaba entrando naquele ciclo de decoreba, de formação de sílabas, do aprendizado que não é socioconstrutivista. E não é isso que o governo pretende. O objetivo é que as crianças tenham uma visão mais interacional, com mais construção do conhecimento e trabalhem o universo conhecedor”, afirma.

Priscila ainda pontua que, apesar de as crianças terem facilidade por conta da internet, o interesse pelo entretenimento não significa garantias a favor do conhecimento. “Quando a criança entra no maternal, elas precisam desenvolver outras habilidades, outras competências. As crianças, geralmente, adquirem a linguagem oral, a interpretatividade, só que essa possibilidade de interpretação só é adquirida a partir da reflexão. E essa reflexão não acontece antes dos quatro anos”, argumenta.

Pai do pequeno Marcos Vinícius, de cinco anos, Natal Nael da Cruz concorda com a decisão. “Não é bom apressar as coisas, a criança tem o seu tempo e, quando isso não é respeitado, acaba prejudicando o aprendizado de uma forma geral”, pontua. Marcos Vinícius completa seis anos em 29 de outubro deste ano. Então, ano que vem, ele estará na idade prevista pelo Conselho Nacional de Educação para ingressar no Ensino Fundamental.

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