Destaques, RN

Cosern já desativou 1.545 “gatos” de energia elétrica em 2019

A “Operação Varredura” da Cosern continua identificando e desativando ligações clandestinas (o popular “gato”) de energia elétrica em estabelecimentos comerciais e residências em todo estado.

De acordo com Gilmar Mikeias, Gerente do Departamento de Recuperação de Energia da Cosern, de janeiro até agora já foram realizadas 12.823 inspeções que identificaram e desligaram 1.545 ligações clandestinas em todo o Rio Grande do Norte.

“Nestes quase três meses de 2019, a Cosern já recuperou energia suficiente para abastecer 26 mil clientes (um município do porte de Assu, por exemplo) por 30 dias”, explica Mikeias.

O “gato” de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal e a pena pode chegar a 04 anos de reclusão. Além de crime, a fraude representa risco de morte a quem faz e a quem está próximo. A infração também provoca perturbações no fornecimento de energia, pode causar queima de quipamentos e parte do prejuízo é dividida por todos os consumidores na hora do reajuste tarifário homologado pela Aneel anualmente.

A “Operação Varredura” vai continuar sendo feita mesmo nas cidades nas quais as equipes da Cosern já fizeram as fiscalizações. A companhia reforça o apelo para que a população denuncie as irregularidades, de forma anônima e gratuita pelo telefone 116.

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Destaques, Economia

Consumidor pode vir a escolher fornecedor de energia elétrica

A mesma portabilidade que já existe com as operadoras de celular pode acontecer com a energia elétrica. Isto porque existe um Projeto de Lei do Senado (PLS 232/2016) que pretende expandir o mercado livre de energia elétrica, permitindo que pequenos consumidores possam fazer a portabilidade da conta de luz e escolher a que melhor lhe atende.

Na verdade, aqui no Brasil, já existe esse mercado livre de energia elétrica, só que ele só vale para os grandes consumidores. Já na minha casa e na sua, nós somos obrigados a receber luz da única fornecedora disponível – que aqui no Estado é a Cosern.

Só que, agora, essa realidade pode mudar. O Projeto de Lei, de autoria do senador Cássio Cunha Lima (PSDBPB), pretende alterar o modelo comercial de energia elétrica no país com a intenção de, progressivamente, permitir que os pequenos consumidores possam optar em fazer parte do mercado livre.

Na fase de discussão da proposta, o senador Hélio José (ProsDF), que é formado em engenharia elétrica, afirmou que a medida será importante para facilitar a vida dos brasileiros, aumentar a competição do mercado e fazer com que os preços sejam reduzidos.

Essa proposta já foi aprovada em duas comissões do Senado: na Comissão de Assuntos Econômicos e na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. A votação final vai ser na Comissão de Infraestrutura, onde os senadores vão discutir o mérito da proposta.

Caso o projeto seja aprovado sem recursos, ele vai direto para Câmara, para que os deputados possam votar também.

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Destaques, Economia

Bandeira Amarela: conta de energia fica mais barata a partir de novembro

As contas de energia devem ficar mais baratas a partir de novembro. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária vai passar de vermelha para amarela. A informação foi divulgada pela agência nesta semana.

Com a mudança, a tarifa que era de R$ 5 a cada 100 kWh consumidos vai passar para R$ 1 a cada 100 kWh. A justificativa para a redução na cobrança está no início do período de chuvas. Segundo a Aneel, apesar de os reservatórios ainda estarem com níveis reduzidos, a agência acredita que com o início da estação chuvosa haja  elevação gradual no nível de produção de energia pelas usinas hidrelétricas.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. Na vermelha patamar 1, o adicional nas contas de luz é de R$ 3 a cada 100 kWh; no 2, de R$ 5.

A mudança na bandeira deve aliviar a inflação em novembro. Com a decisão, a consultoria LCA reviu a estimativa para o IPCA em 2018, de 4,4% para 4,2%.

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Destaques, Economia

Conta de luz continua com bandeira tarifária mais cara em setembro

A bandeira tarifária da energia elétrica acionada para este mês de setembro vai ser vermelha patamar 2, e os brasileiros deverão pagar R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira continua nesse patamar “em razão das condições hidrológicas ainda desfavoráveis e pela redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN)”. Afirmação que o especialista em energia Renato Queiroz contesta.

“O que é importante dizer para todos é que a conta de luz vai continuar mais alta. Ah, o armazenamento da energia dos reservatórios não são suficientes, esta é a explicação. Não chover, a culpa é da chuva? Não! Mas por quê? Todo ano isso. Por quê? Se as usinas estão poucas, se as usinas não estão conseguindo armazenar, então tem que botar mais usinas, poderia ter uma questão dessas.”

Bom, mas enquanto esse cenário não muda, o brasileiro precisa tomar algumas medidas para tentar economizar. Seja em um banho mais curto quando usar o chuveiro elétrico; seja na hora de passar e lavar a roupa, usar uma grande quantidade de uma só vez; ou seja apagando a luz quando sair do local onde não vai mais ficar.

A dona de casa Maria Aldenora Mendes Felix, de 50 anos, que mora em São José de Mipibu (RN), também toma alguns cuidados para economizar.

“Quando eu vou, por exemplo, passar o final de semana na casa de minha filha, eu deixo as coisas fora da tomada. Quando eu estou em casa eu só uso a luz do ambiente em que eu estou, deixo todas as outras apagadas; além de usar a máquina de lavar e o ferro de passar quando tenho uma boa quantidade de roupas. Estas são as principais medidas que eu uso para economizar energia.”

Além dessas dicas que Aldenora deu, também é possível economizar de outras formas. Não deixando portas e janelas abertas em ambientes com ar-condicionado. Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário e nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira, entre outras.

Se você quiser ter acesso a outras dicas de economia, acesse aneel.gov.br.

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Destaques, RN

Cosern identifica 734 casos de “gato” na rede elétrica do Estado

A Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) divulgou um balanço das ações de combate às ligações clandestinas de energia elétrica (o popular “gato”) feitas em 2017 e no 1º trimestre de 2018.

No ano passado, a distribuidora potiguar recebeu 3.224 denúncias em todo estado, todas comprovadas pelas equipes de campo. Na maioria dos casos, os “gatos” foram retirados com apoio da polícia, tanto para garantir a segurança dos eletricistas da concessionária quanto para embasar o processo judicial que é aberto logo em seguida à prisão do “eletrotraficante”. De janeiro a março de 2018, o número de denúncias de “gatos” totalizou 734 casos.

No dia 25 de abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que as distribuidoras de energia poderão cortar o fornecimento dos fraudadores. O STJ julgou um recurso da Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee) que uniformiza a jurisprudência. O relator, ministro Herman Benjamin, queria limitar o corte aos casos de inadimplência, mas entendeu que o roubo de energia deveria ter a mesma punição. Para a Abradee, a decisão protege o consumidor honesto, não permitindo que ele arque com o prejuízo das fraudes cometidas pelos eletrotraficantes.

O desvio de energia elétrica é crime, previsto no artigo 155 do Código Penal, e a pena pode chegar a quatro anos de reclusão. Além de crime, o gato representa risco de morte a quem faz e a quem está próximo. A infração também causa inconstância na qualidade do fornecimento de energia e parte do prejuízo é dividida por todos os consumidores na hora do reajuste tarifário homologado pela Aneel anualmente.

A estimativa da Cosern é de que, por ano, são desviados em média 60 milhões de kWh de energia elétrica em todo estado com os “gatos” – o que representa um prejuízo médio de R$ 28 milhões à concessionária. Numa simulação, seria possível utilizar a energia que é furtada para abastecer:

* 33 mil casas durante 1 ano; ou
* O município de Macau ou o bairro de Nossa Senhora da Apresentação, em Natal, durante 1 ano; ou
* O município de Mossoró durante 1 mês; ou
* Todas as residência da Zona Sul de Natal durante 3 meses.

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